Em busca da independência financeira? Confira estes 5 passos

Muitas pessoas ganham dinheiro, mas nem todas buscam a independência financeira. Quer aprender a diferença entre as duas situações?

Quem faz parte do primeiro grupo consegue se sustentar por meio do seu trabalho e até tem um certo nível de liberdade financeira, ou seja, tem qualidade de vida no presente e consegue fazer alguns planos de médio prazo.

Já as pessoas que conquistam a independência financeira chegam a um patamar que não precisam mais receber um salário para pagar suas contas. Isso porque desenvolveram ao longo dos anos maneiras diferentes de ganhar dinheiro. Devido a isso, elas podem sair do mercado de trabalho antes mesmo da aposentadoria (caso desejem).

Essa ideia parece impossível para você? Então, leia este post com atenção e descubra maneiras de começar a construir uma independência para seu futuro!

1. Tenha um bom currículo

O primeiro passo para ter dinheiro é saber como ganhar mais, certo? E para isso não existe segredo: é preciso valorizar seu perfil profissional e conquistar mais espaço no mercado de trabalho. Sendo assim, investir em educação é fundamental (mesmo se for preciso conciliar emprego e estudo).

A construção de um currículo diferenciado permite que você cresça na empresa em que trabalha, conquiste cargos executivos em outros locais ou até mesmo abra seu próprio negócio e impulsione muito a sua renda. Independentemente de qual desses caminhos escolherá, a capacitação profissional é a etapa para chegar a eles.

Uma orientação importante nesse ponto é que você deve buscar atividades que goste de realizar. Trabalhar com prazer proporciona muito mais chances de gerar uma boa renda, afinal, ao realizar um serviço que não dá ânimo, é bem mais difícil encontrar motivação para apresentar diferenciais e se capacitar cada vez mais.

Não acredite nas pessoas que dizem que uma carreira deve ser escolhida apenas visando ao salário ou que determinadas profissões não dão dinheiro. Existem vários casos de sucesso que provam que é possível se dar bem em qualquer área — e, quando você gosta do trabalho, torna-se mais simples produzir bons resultados.

Além da motivação, é importante enriquecer o currículo com experiências e conhecimentos. Dificilmente, um curso de graduação vai ser suficiente para garantir um bom salário no mercado atual. Por isso, vale a pena fazer uma pós-graduação estratégica na área em que você deseja crescer. Dessa forma, é possível atrair melhores oportunidades profissionais.

2. Tenha controle financeiro

Além de continuar a se especializar e aumentar sua renda com promoções no emprego, é fundamental montar um planejamento, se você quer ter independência financeira. Quando não há controle sobre as finanças, o dinheiro vai embora antes que a pessoa perceba, mesmo quando se tem um alto salário.

A regra geral é sempre gastar menos do que ganha. Pode parecer óbvio à primeira vista, mas, acredite, muita gente não segue essa norma. Você mesmo pode estar deixando a desejar nesse ponto. Então, vejamos: quanto tem sobrado na sua conta ao final do mês? Se não sobra nada ou se o valor é muito pequeno, está na hora de melhorar.

Existe uma maneira muito clara de ter certeza do quanto você gasta: registre todas as movimentações financeiras e analise os custos. Essa tarefa se tornou bem mais fácil depois que foram desenvolvidos aplicativos de controle financeiro. Você anota a sua renda, assim como todas as contas que pagar e todas as compras que fizer.

Ao final do mês, você consegue avaliar o padrão de consumo e saber em que categorias é possível economizar. Por exemplo, pode descobrir que tem gastado mais do que esperava em programas de lazer e entretenimento. Colocar um teto de gastos é a melhor estratégia para minimizar os custos e ter mais dinheiro.

3. Estabeleça metas de olho no futuro

A independência é um plano de longo prazo, mas, se você não começar em algum momento, nunca conseguirá chegar até ela. O ideal é olhar para as suas contas hoje e definir metas que o ajudem nesse objetivo. Não espere ganhar mais dinheiro para iniciar a organização financeira. Nesse caso, a constância é mais importante do que o valor poupado.

Mesmo que você só possa juntar pouco dinheiro atualmente, prepare-se desde já. Aos poucos, a quantia reservada pode ir aumentando, de acordo com a melhoria na sua renda. O importante é ter objetivos definidos — como o valor que você deseja ter daqui a alguns anos ou a idade que sonha em parar de trabalhar sem depender da renda da aposentadoria.

Depois de traçar esses objetivos, você consegue calcular uma quantia mensal para ir montando aos poucos a reserva de que precisa. Ao pensar em todos os detalhes, fica mais fácil economizar dinheiro e manter a disciplina, afinal, vai valer a pena deixar de fazer alguns gastos hoje para usufruir de mais conforto e segurança no futuro.

4. Evite dívidas e juros

Esses são os dois principais vilões da independência financeira. Manter o controle do orçamento exige que você fuja de juros abusivos ou de grandes dívidas, como empréstimos e financiamentos. Tomar decisões desse tipo por impulso pode desequilibrar suas finanças por muito tempo e atrapalhar bastante os seus planos.

Fique atento para pagar todas as contas em dia — atrasar um pagamento do cartão de crédito ou entrar no cheque especial gera juros muito altos. Além disso, prefira realizar suas compras à vista ou em poucas parcelas. Dividir em muitas vezes o valor de um produto dá a ilusão de que há mais dinheiro disponível para gastar.

Evitar compras não planejadas e controlar o uso do cartão de crédito é essencial. O mais indicado é que, para fazer aquisições mais caras, você se programe. Assim, além de não impactar o orçamento, é possível aproveitar descontos no pagamento à vista.

5. Invista seu dinheiro

O último passo na busca da independência financeira é um dos mais importantes: depois de descobrir como poupar dinheiro, você precisa saber onde investi-lo, para que ele se multiplique. Existem várias opções de investimentos que oferecem bons rendimentos. Algumas diferenças fundamentais entre elas são a quantia mínima exigida e o nível de risco.

Investimentos como a poupança ou o Tesouro Selic, por exemplo, podem ser feitos a partir de valores mais baixos e não oferecem quase nenhum risco. Já comprar ações na bolsa de valores requer uma quantia maior, e você corre riscos significativos.

O ideal para aproveitar o melhor de cada investimento, minimizando o perigo, é diversificar. Nunca colocar toda a sua reserva em apenas uma opção, mas, sim, dividir o dinheiro em várias modalidades. Antes de decidir isso, pesquise com cuidado. E lembre-se de reinvestir os rendimentos, para aumentar a sua reserva.

Com esse passo a passo, você já sabe que é possível alcançar a independência financeira nos próximos anos. Não deixe de buscar melhorias na sua carreira e de seguir as dicas de controle do orçamento que compartilhamos. Assim, fica mais fácil realizar os seus sonhos!

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Faculdade de engenharia civil: descubra mais sobre o curso

Chegou o momento de dar o primeiro passo para a sua vida acadêmica, mas você ainda está em dúvida se realmente é a faculdade de Engenharia Civil que deve fazer? Além de uma autoanálise sobre os seus objetivos pessoais e profissionais para o futuro, é essencial ler e pesquisar o máximo sobre a área desejada.

Assim, você compreenderá mais a respeito de como é a graduação, com o que pode atuar uma vez formado e por que essa profissão é tão importante para o desenvolvimento social da nação. Para ajudá-lo nesse processo, preparamos um post completo, com informações que vão deixá-lo a par de tudo que o espera no ensino superior. Curioso para conferi-las? Então acompanhe nosso post!

Veja como é a faculdade de Engenharia Civil

Neste primeiro tópico, vamos trazer alguns detalhes técnicos do curso, os dados sobre a procura dele em nível nacional e, de quebra, quais as distinções entre Engenharia Civil e Arquitetura, para pôr fim às confusões que ocorrem a respeito de ambas as áreas. Confira com atenção!

Foco da graduação

A Engenharia é uma área que tem uma segmentação efetiva já na graduação, diferentemente de muitas outras, que contam com uma formação com conteúdos que se estendem a diversos ramos da profissão. É por isso que o universitário nunca faz faculdade apenas de Engenharia, como ocorre na Administração, no Marketing ou em Sistemas de Informação.

Ao contrário, é preciso que seja eleito um dos tipos de Engenharia (a ênfase da formação), como Civil, Elétrica, Biomédica, Mecânica, de Produção ou de Petróleo, para que a capacitação dele seja direcionada a um determinado domínio do saber que será aplicado no exercício da carreira.

No caso da primeira, a Civil, trata-se do conhecimento necessário para que o aluno, uma vez formado, esteja apto a gerenciar, fiscalizar e conduzir a execução de obras que vão desde simples residências até complexas estruturas de usinas de geração de energia.

Por isso, há uma necessidade tão grande de imersão no conteúdo específico do segmento, uma vez que ele é vital não só para a criação e manutenção do patrimônio individual dos cidadãos, mas para o desenvolvimento social, econômico e de infraestrutura de qualquer município ou mesmo nação.

Distinções entre Engenharia Civil e Arquitetura

Por serem profissões que atuam em conjunto, muitas pessoas confundem Engenharia Civil e Arquitetura e até acham que, na prática, elas são a mesma coisa. Porém, isso não é verdade! O arquiteto é aquele que concebe o projeto da obra e todas as peculiaridades estéticas que ela terá, envolvendo, por exemplo, disposição do espaço, luminotécnica, paisagismo, climatização etc.

Já o engenheiro, como dito no tópico anterior, é o responsável por tirar esse projeto do papel. Ou seja, ele garante que o orçamento para a construção seja respeitado, que as especificações do terreno sejam avaliadas, que o material usado seja de qualidade e, em especial, que a segurança da edificação seja alcançada tanto durante a execução da obra quanto depois da finalização dela.

Tipo de curso

O curso de Engenharia Civil é um bacharelado que conta com 10 semestres, um estágio curricular e atividades complementares para uma formação multifacetada e sólida para o mercado de trabalho. Geralmente, os interessados nele procuram pela modalidade presencial, com aulas que podem ser de manhã ou à noite.

Porém, há muitas pessoas que não contam com uma agenda flexível ou mesmo tempo livre disponível porque já trabalham e têm diversas obrigações de cunho pessoal. Se esse é o seu caso, saiba que a Portaria nº 370/2018, publicada pelo MEC e pelo Conselho Nacional de Educação, autorizou a oferta dessa graduação no formato a distância.

Ou seja, você não precisa mais abrir mão de investir no seu futuro por não poder (ou ter como) comparecer regularmente às aulas em dias úteis da semana. Na UCL, por exemplo, a graduação também ocorre de forma online, permitindo uma maior autonomia e flexibilidade na rotina de estudo dos alunos.

Como? Da seguinte maneira: 70% da carga de estudos da faculdade é realizada por meio de uma plataforma virtual, a ESO, que conta com videoaulas, exercícios e atividades das disciplinas. Já o restante, os outros 30%, são aulas teóricas e práticas em laboratório ou as avaliações do semestre, que acontecerão exclusivamente em encontros semanais/quinzenais previamente marcados aos sábados.

Nível da procura dos vestibulandos pela faculdade de Engenharia Civil

A última edição das Sinopses Estatísticas da Educação Superior, que são elaboradas pelo Inep, serviu para comprovar algo que já é dito nos corredores e salas de aula de muitos colégios: a faculdade de Engenharia Civil é a primeira opção de curso de milhares de vestibulandos.

Tanto é que, segundo o levantamento, ele aparece como o quinto curso mais procurado em todo o país. Para se ter ideia, das 8.286.663 matrículas realizadas em 2017 em todo o território brasileiro, 358.553 foram feitas apenas nessa graduação.

Para completar, esse número representa 29,26% do total de 1.225.243 vagas que fazem parte do segmento de Engenharia, Produção e Construção, que contempla todas as modalidades de engenharias, além da faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Com isso, o ramo se destacou como o mais procurado entre todas as vertentes disponíveis.

Além disso, um dado interessante que também é apontado no informe do Inep é que, dessa quantidade de matrículas na Engenharia Civil, 82,72% (296.628) se concentram nas instituições particulares de ensino.

Ou seja, elas são as responsáveis por quatro a cada cinco profissionais que se formam e ingressam no mercado atualmente. Um resultado bastante expressivo e que só demonstra o papel de relevância delas na educação de nível superior.

Conheça as áreas de destaque do curso

Muitos vestibulandos acreditam que, além de estudar exatas para faculdades de Engenharia durante o período do vestibular, será preciso se dedicar a uma infinidade de disciplinas que envolvem números e equações durante o curso em que foram aprovados — o que está longe de ser verdade!

Prova disso é a matriz curricular da faculdade de Engenharia Civil, que é bem vasta em conteúdo e segmentada em áreas que contribuem para a completa capacitação do aluno para o mercado de trabalho. Abaixo, você confere quais são elas!

Ciências exatas

Nas ciências exatas, são vistas disciplinas que aprimoram o raciocínio lógico e abstrato para a resolução de problemas que vão de custos orçamentários até equações de resistência de estruturas. Veja algumas delas:

  • Cálculo I e II;

  • Geometria Analítica;

  • Física I, II e III;

  • Probabilidade e Estatística;

  • Química Básica.

Aplicação de materiais

Já na área de aplicação de materiais, por outro lado, os conteúdos abordam os aspectos técnicos do uso dos principais materiais em construções, como madeira, concreto, metal etc. Abaixo, você fica a par de alguns deles:

  • Estruturas de Madeira;

  • Estruturas de Concreto Armado I, II e III;

  • Estruturas Metálicas;

  • Mecânica dos Sólidos I e II;

  • Mecânica dos Fluidos.

Tecnologia e planejamento de construções

Em tecnologia e planejamento de construções, o aluno se aprofunda nos elementos que fazem parte de um projeto e nos meios disponíveis para a manipulação digital deles, como softwares. Entre as matérias que fazem parte dessa área, estão:

  • Lógica Matemática e Computacional;

  • Programação de Computadores;

  • Arquitetura e Urbanismo;

  • Desenho Técnico.

Saneamento, construção e instalações

Na quarta área, você estuda os requisitos que vão permitir a construção da obra, a utilização do solo, a escolha das estruturas e fundações e os sistemas de abastecimento e escoamento de água e esgoto das edificações. Abaixo, você conhece algumas que são vistas aqui:

  • Saneamento Básico;

  • Obras de Terra e Fundações;

  • Construção Civil I e II;

  • Hidráulica;

  • Teoria das Estruturas I e II;

  • Instalações Prediais.

Gestão de projetos

Por fim, há a área de gestão de projetos, na qual os alunos desenvolvem as habilidades necessárias para a atuação, a administração e a fiscalização em diferentes projetos, conforme os aspectos legais da profissão. Como exemplo das disciplinas que você estudará, estão:

  • Empreendedorismo;

  • Administração Geral;

  • Gerenciamento de Projeto;

  • Segurança, Ergonomia e Higiene;

  • Direito Empresarial.

Saiba como se dar bem durante o curso

Até aqui, você conferiu como é a estrutura da faculdade de Engenharia Civil e quais são as áreas de destaque na grade do curso. Agora, vamos falar de algumas dicas que vão ajudá-lo a ter um bom desempenho ao longo dos semestres e permitir, inclusive, que você tenha mais oportunidades de crescimento na sua carreira. Confira, abaixo!

Atente para os estudos

A primeira delas é redobrar a atenção quanto aos seus estudos. Para isso, crie uma rotina na qual você antecipa as tarefas e os trabalhos da faculdade e programa periodicamente as revisões dos conteúdos vistos em sala de aula. Dessa forma, você evita procrastinações, acúmulo de matérias e, principalmente, notas baixas.

Encare os estágios como oportunidades de crescimento

O estágio é uma etapa obrigatória da matriz curricular do curso de Engenharia Civil. Porém, isso não significa que você deva fazer apenas um durante toda a sua graduação. Ao contrário, o indicado é que você use esse período para atuar no máximo de áreas com as quais você se identifica.

Assim, dá para conhecer a fundo as demandas do mercado de trabalho, ter a vivência laboral em diferentes empresas, ganhar experiência e, acima de tudo, identificar qual o ramo supre melhor as suas expectativas profissionais.

Não falte às aulas em laboratório

Uma terceira dica é não faltar às aulas de laboratório. Isso porque é nelas que a teoria é aliada à prática e que você tem uma interação mais dinâmica e versátil com os professores e os seus colegas. Além disso, esse é o momento em que os estudantes podem fazer experimentos, compreender melhor a aplicação de conceitos e teorias, manusear materiais e ferramentas e por aí vai.

Invista na iniciação científica

Fora as aulas em laboratório, é interessante que você invista na iniciação científica. Afinal, tanto a produção de trabalhos quanto a elaboração de pesquisas contribuem para ampliar o seu senso crítico e o seu conhecimento teórico na sua área de formação. De quebra, ela ainda valoriza o seu currículo e pode ser o pontapé inicial para uma carreira dedicada à academia.

Participe de eventos da área

Ao decorrer dos semestres, é comum ocorrerem feiras, seminários, congressos, palestras, simpósios, workshops e outras atividades que envolvem não apenas o corpo docente da faculdade, mas também profissionais que atuam no mercado e, muitas vezes, são referência na área. Portanto, não perca a chance de participar do máximo possível deles.

Tenha em mente que esses momentos são ótimos para tirar dúvidas sobre a sua profissão, saber curiosidades de determinadas áreas, se aprofundar nas tendências do mercado e muito mais.

Desenvolva o seu networking

Por último, aproveite a convivência com os colegas, os docentes e os demais alunos da instituição de ensino para desenvolver o seu networking. Isso porque, ao criar (e alimentar) uma rede de contatos, você tem a oportunidade de saber em primeira mão a respeito de processos de seleção e recrutamento, pode receber indicações para estágios e vagas efetivas, participar de programas desenvolvidos pelos professores etc.

Explore as principais áreas da Engenharia Civil

Uma vez formado e devidamente cadastrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) do seu estado, você pode atuar em diferentes setores que vão muito além da construção civil, que é, sem dúvidas, o mais tradicional. Veja alguns exemplos:

  • segurança do trabalho: fiscalizando o cumprimento das diretrizes legais que envolvem a segurança e a integridade dos trabalhadores nas obras;

  • produção de materiais: gerindo a produção em larga escala dos materiais que são utilizados em construções, reformas e reparos de edificações;

  • saneamento e tratamento do esgoto: projetando a rede de saneamento básico, de esgotamento sanitário e distribuição de água municipal;

  • geotecnia: avaliando os impactos das obras nos solos e subsolos e como elas podem provocar o cisalhamento, a deformação e a ruptura deles.

Descubra qual é o perfil desse profissional

O perfil do profissional da área é uma evolução direta do perfil do estudante de Engenharia. Afinal, é durante a faculdade que você desenvolve as principais competências para ingressar no mercado e fazer o seu nome como um engenheiro diferenciado, dedicado e meticuloso. Por isso, abaixo, você confere quais são as características mais frequentes dele e que serão trabalhadas ao decorrer do curso.

Gosta de números e cálculos

Os cálculos são algo corriqueiro no dia a dia de um engenheiro civil. Portanto, é interessante que você aprecie a matemática e a física, tenha uma postura analítica, saiba interpretar projetos de forma abstrata e se habitue a usar os números para resolver os problemas de diferentes etapas do seu trabalho.

Sabe ser organizado

Durante a rotina laboral, você lidará com centenas de documentos, desde desenhos e mapas até orçamentos e notas — uma quantidade que só aumentará à medida que você assumir mais obras. Isso sem falar, é claro, das planilhas virtuais e arquivos em nuvem.

Logo, é necessário adotar a organização como lema no seu trabalho, para evitar dificuldades em encontrar algum item online ou passar por perrengues com o sumiço de algum papel que seja relevante para o projeto ou comprobatório de gastos, por exemplo.

É adaptável a qualquer ambiente

Além do que foi falado, uma das características mais marcantes do perfil de um engenheiro é que ele é capaz de se adaptar a qualquer ambiente.

Isso porque, a cada obra, ele trabalha com profissionais distintos e explora locais que têm as próprias particularidades e demandas — um projeto de um prédio em um centro histórico, por exemplo, é completamente diferente de um projeto de um shopping center à beira-mar. Portanto, o profissional precisa ser versátil, capaz de liderar a equipe e não ter medo de encarar novos desafios.

Saiba como está o mercado de trabalho para o ramo

Há pouco, nós falamos sobre o perfil do profissional de Engenharia Civil e, inclusive, as principais áreas dessa profissão, para que você soubesse mais sobre as atividades que pode desempenhar uma vez formado e o que é preciso para se destacar no mercado.

Porém, você deve estar curioso para saber aspectos mais técnicos do ramo, como a faixa de rendimentos mensais, a média de horas trabalhadas e o nível de empregabilidade no mercado, não é mesmo? Por isso, a gente reuniu todas essas informações a partir dos dados fornecidos pelo portal Salário e da sondagem nacional do 27º Boletim Radar, produzido pelo Ipea. Confira abaixo!

Piso salarial

Antes de tudo, é importante citar que o engenheiro, independentemente do ramo no qual vai atuar (civil, elétrico, mecânico etc.), tem piso salarial que estabelece o recebimento de 6 salários mínimos — no valor vigente anual — por uma rotina laboral de até 6 horas por dia, de acordo com a Lei nº 4.950-A/66.

Porém, caso o profissional tenha uma jornada de trabalho acima de 6 horas diárias, ele deverá receber do contratante um acréscimo de 25% no salário para as horas excedentes. Ou seja, esses dois regimes são o que norteia o exercício da sua futura profissão.

Jornada semanal

Como mostrado no tópico anterior, o engenheiro pode ser contratado para atuar 30 horas semanais ou ter uma jornada de trabalho superior a isso — que, geralmente, é o padrão adotado em construtoras, órgãos públicos, empresas privadas etc. Por conta disso, como apontado pelo portal Salário, a grande maioria dos formados na área atua por cerca de 42 horas semanais.

Média de rendimentos

Conforme o portal Salário indica, a faixa de ganhos de um engenheiro civil é de R$ 7.488,12. Ou seja, o retorno financeiro para um profissional da área é alto.

Além disso, aqueles que atuam nas posições de sênior e master em grandes empresas tiram, mensalmente, entre R$ 10.101,07 e R$ 15.692,88, respectivamente. Abaixo, você confere quais as seis cidades que mais se destacam, com salários superiores à média apresentada pela pesquisa (em ordem crescente):

  • Brasília (DF): R$ 8.601,77;

  • Vitória (ES): R$ 8.653,68;

  • Boa Vista (RR): R$ 8.858,00

  • São Paulo (SP): R$ 8.873,07;

  • Santos (SP): R$ 9.085,67;

  • Rio de Janeiro (RJ): R$ 9.346,31.

Taxa de ocupação

Por fim, mas não menos importante, há a taxa de ocupação do ramo. Segundo o Ipea, ela gira em torno de 95,72%, ficando apenas atrás das taxas de Odontologia (96,22%) e Medicina (97,07%). Ou seja, para cada 100 profissionais formados, 95 estão ativos no mercado de trabalho. Esse número não só é bastante expressivo, como também comprova a constante oportunidade de empregos em todas as regiões do país.

Entenda do que você precisa para se dar bem na Engenharia

Para concluir nosso post, vamos falar sobre alguns dos principais aspectos que você precisa aprimorar para se destacar no mercado de trabalho para Engenharia Civil e, consequentemente, alcançar melhores cargos, um maior reconhecimento profissional e, principalmente, uma carreira sólida na área. Veja quais são eles!

Mantenha o interesse em estar sempre atualizado

Um bom profissional não se acomoda ao se formar e obter o diploma. Muito pelo contrário, ele reconhece a importância da renovação do conhecimento e como a pós-graduação é indispensável para conseguir esse feito.

Por isso, ele dá continuidade aos estudos (seja com uma especialização, seja com um MBA) para se manter atualizado, conhecer de antemão novos processos, técnicas e metodologias de trabalho que são as novas apostas do ramo, ampliar a rede de contatos que começou ainda no bacharelado e desenvolver novas competências.

Amplie sua capacidade de liderança

Outro ponto relevante é a capacidade de liderança, uma vez que a rotina laboral de um engenheiro é repleta de projetos que ele deve assumir não só para guiar os demais profissionais envolvidos, mas principalmente para se responsabilizar por qualquer erro ou acidente que possa acontecer.

Logo, ter pulso firme, saber tomar decisões difíceis, manter-se resiliente frente a problemas e conseguir resolver eventuais atritos na equipe são características cruciais para alguém em posição de chefia e que só um líder de verdade tem.

Desenvolva a sua comunicação

Um terceiro e último aspecto é a comunicação. Isso porque uma oratória simples e direta é essencial para quem trabalha diariamente com pessoas diferentes e funções ainda mais distintas, desde pedreiros e encanadores até arquitetos e projetistas. É isso que permitirá que haja um entendimento e, principalmente, um alinhamento generalizado quanto a suas ideias, direcionamentos e, em especial, ordens.

Como você viu, a faculdade de Engenharia Civil é bastante dinâmica, focada no desenvolvimento de habilidades e competências dos alunos e, de quebra, preparatória para um mercado com excelente taxa de absorção de formados na área e ótimas oportunidades de carreira. Não é à toa que a procura por ela é tão alta em todo o país!

Por isso, entre em contato com a gente, informe-se sobre o nosso processo seletivo e invista já no seu futuro!

 

Você sabe o que o conselho de engenharia representa? Descubra neste post

Quando se trata de conselhos profissionais, muita gente tem dúvidas sobre as atribuições dessas entidades. O conselho de engenharia, por exemplo, zela pelo bem-estar e pela segurança da sociedade — com a fiscalização e a orientação de profissionais e empresas que atuam na área.

Assim sendo, ele tem um papel muito relevante, pois evita que pessoas sem a devida formação realizem as atividades de engenharia, ou seja, que maus profissionais entrem no mercado e exerçam a profissão em desacordo com os preceitos éticos e as normas técnicas estabelecidas pela legislação.

Quer entender melhor qual é o papel dessa entidade e por que ela é importante para os engenheiros? Acompanhe nosso post e tire todas as suas dúvidas!

O que é CREA?

CREA é a sigla para Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. São entidades presentes em todos os estados da federação e no Distrito Federal, vinculadas ao CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia).

O CONFEA teve início em 1933, e sua criação é considerada um marco para a história brasileira de regulamentação profissional. É regido pela Lei 5.194 de 1966 e, além de engenheiros (civil, elétrico, químico, ambiental etc.) e agrônomos, representa também as seguintes categorias:

  • geógrafos;

  • geólogos;

  • meteorologistas;

  • tecnólogos dessas modalidades;

  • técnicos industriais e agrícolas (formação de nível médio).

Segundo o site da entidade federal, hoje existem 1.007.050 profissionais registrados nos conselhos regionais, sendo que São Paulo figura como o estado com o maior número de registros (286.919).

A função do conselho de engenharia é zelar pelos interesses da sociedade por meio da regulamentação e da fiscalização do exercício profissional de todas as áreas que representa — sempre tendo como base o respeito ao cidadão e à natureza.

Quais são as responsabilidades do conselho de engenharia?

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia tem como responsabilidade a fiscalização, o controle, a orientação e o aprimoramento do exercício e das atividades profissionais que representa.

Para isso, a entidade faz o registro desses profissionais, permitindo que eles trabalhem dentro da legalidade. Dessa forma, depois de formado, um engenheiro, por exemplo, só pode atuar no mercado de trabalho com o registro no conselho de engenharia do seu estado.

Ao obter o registro junto ao CREA, ele tem um atestado de que é um profissional graduado ou técnico formado em uma instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Fiscalização de profissionais e empresas

A entidade realiza fiscalização para garantir a segurança da sociedade. Assim, verifica as condições do exercício profissional em obras e serviços de engenharia. A fiscalização feita pelos agentes do conselho vale para profissionais e empresas do ramo e é realizada em obras públicas e privadas.

Eles verificam a existência de um responsável técnico e o respectivo registro da Anotação da Responsabilidade Técnica (ART), um documento que permite a identificação dos responsáveis técnicos pelos empreendimentos. Logo, trata-se de um instrumento legal, que pode ser necessário na averiguação de autoria e de pontos contratuais de uma obra.

Caso haja alguma irregularidade, os fiscais fazem uma notificação ou, dependendo da situação, redigem um auto de infração. Se o auto não for atendido segundo o que estabelece a legislação, o CREA abre um processo administrativo.

Garantia de segurança e qualidade

A entidade atua para prevenir e reprimir infrações à legislação profissional, assegurando que o trabalho siga as normas técnicas e os preceitos éticos da profissão e seja realizado por alguém habilitado. É uma garantia para a sociedade de que padrões de qualidade e segurança sejam seguidos.

Em vista disso, a atuação do conselho de engenharia tem uma grande importância. Imagine se qualquer um pudesse assumir a obra de um prédio ou de viaduto, sem seguir qualquer padrão ou sem ter a formação de engenheiro? É, portanto, uma prática que protege os indivíduos contra o trabalho de pessoas inabilitadas.

Quando as pessoas se referem a conselhos profissionais, muitas vezes apenas criticam o pagamento da anuidade. No entanto, é importante existir um órgão que represente e defenda os direitos dos profissionais de uma determinada área — como é o caso do CREA em relação aos engenheiros.

Por que a entidade é importante para a profissão?

Ao proteger a sociedade de leigos que queiram atuar na área, o conselho de engenharia acaba beneficiando os bons profissionais. Além disso, a entidade preza pela remuneração justa das categorias que representa, estipulando uma tabela referencial de honorários.

Há ainda a legislação que estabelece o salário mínimo para os engenheiros — o que impede a contratação desses profissionais por qualquer valor. Desse modo, a entidade busca garantir que os engenheiros não se sujeitem a valores abaixo do mercado, ou seja, que não estejam de acordo com sua formação e com toda a competência técnica exigida.

Como obter o registro profissional?

Se você já se formou ou está prestes a se formar em Engenharia, sabe que tem um horizonte com boas oportunidades profissionais, certo? Por isso, não dá para perder tempo — é preciso obter o registro no Conselho Regional de Engenharia do seu estado.

Ao conseguir um emprego, ser aprovado em concurso público ou mesmo na atuação como autônomo, ter o registro do CREA é obrigatório. Para isso, é só se dirigir até a unidade do conselho de engenharia mais próxima de seu município e levar os seguintes documentos (original e cópia):

  • histórico escolar;

  • diploma do curso superior ou técnico;

  • comprovante de residência;

  • RG;

  • CPF;

  • comprovante de quitação com o serviço militar (para homens);

  • título de eleitor;

  • comprovante de quitação com a Justiça Eleitoral;

  • 2 fotos 3×4 recentes;

  • formulário fornecido pelo CREA preenchido.

Nos sites dos conselhos regionais de engenharia você tira todas as suas dúvidas em relação às exigências para fazer o registro.

Agora você já sabe que o conselho de engenharia tem uma função importante ao defender a sociedade de serviços prestados por leigos — o que se torna também uma proteção para a atuação de bons profissionais. Se ainda não tem o registro, vá atrás da documentação, para não ter nenhuma dor de cabeça na hora de exercer sua profissão.

Você quer mais esclarecimentos sobre a atuação do Conselho Regional de Engenharia e a importância do registro profissional? Deixe seu comentário no post que, em breve, responderemos!

Saiba mais sobre a área de gestão da qualidade e aproveite esse mercado

Cada vez mais, as empresas buscam formas de garantir a excelência em seus produtos, processos e serviços — seja para atender à legislação, enfrentar a concorrência, cumprir com questões de responsabilidade social ou, principalmente, para garantir a segurança e a satisfação do consumidor.

Dessa maneira, a gestão da qualidade torna-se fundamental para negócios de diferentes segmentos, demandando profissionais capacitados para a função. Escolher essa área para fazer faculdade significa construir uma carreira de sucesso.

Quer entender melhor o que é gestão da qualidade, como se capacitar na área, qual é o perfil desse profissional e onde ele pode atuar? Acompanhe nosso post!

O que é gestão da qualidade?

A gestão da qualidade ganha muita importância no mundo atual, visto que todo produto ou serviço precisa de um olhar rigoroso em todas as suas etapas. Assim, é possível garantir a satisfação do cliente (ou superar suas expectativas) e evitar transtornos — que poderiam gerar prejuízos ou destruir a reputação de uma empresa.

O gestor utiliza técnicas e ferramentas para verificar e avaliar todos os processos, visando, assim, ao aprimoramento contínuo da fabricação de um produto ou prestação de um serviço.

Desse modo, ele deve pensar em soluções de melhorias, fazer o treinamento de equipes, implementar padrões, controlar etapas, avaliar resultados e apontar erros. É um trabalho de fiscalização que faz a diferença na qualidade dos produtos e/ou serviços de qualquer negócio que queira inovar, crescer e enfrentar a concorrência.

Existem diversos métodos que podem ser aplicados para que a empresa obtenha excelência em seus processos, como as certificações de qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e da International Organization for Standardization (ISO).

São órgãos que realizam auditorias, avaliando os processos e garantindo a normatização e a segurança de produtos. Muitos negócios, por exemplo, só conseguem comercializar sua produção com os selos dessas entidades — como uma indústria de brinquedos, que precisa ter o selo do Inmetro em suas embalagens.

Princípios

A gestão da qualidade tem os seguintes princípios:

  • foco no cliente — o aperfeiçoamento nos processos tem como objetivo a satisfação dos cliente;

  • liderança — os líderes são figuras-chave para engajar as equipes em relação à gestão da qualidade;

  • envolvimento dos colaboradores — os recursos humanos têm papel importante na gestão da qualidade;

  • abordagem de processos — a abordagem de cada processo (suas etapas e recursos) é fundamental nesse trabalho;

  • abordagem sistêmica — é necessário ter uma visão do todo e da inter-relação entre os processos;

  • abordagem factual — as ações devem sempre considerar dados e resultados concretos, para que sejam implementadas;

  • melhoria contínua — o aperfeiçoamento dos processos deve ser constante;

  • benefícios mútuos nas relações com os fornecedores — uma boa gestão da qualidade passa por um bom relacionamento com fornecedores.

Como obter qualificação na área?

Se você se interessou por esse segmento profissional, pode realizar o curso de Gestão da Qualidade, graduação de curta duração (2 anos).

Ele tem viés mais prático e é ideal para quem tem pressa em entrar no mercado de trabalho, pois o aluno já sai preparado da faculdade.

A matriz curricular é bem diversificada e aborda temas como:

  • Fundamentos da Gestão da Qualidade;

  • Consultoria e Auditoria;

  • Segurança, Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho;

  • Sustentabilidade e Responsabilidade Social;

  • Gestão Estratégica;

  • Gestão Ambiental;

  • Análise Organizacional e de Processos;

  • Empreendedorismo;

  • Gestão de Projetos;

  • Interpretação e Implantação de Normas;

  • Metrologia.

Qual é o perfil de um gestor de qualidade?

O profissional de gestão da qualidade precisa ter um olhar analítico sobre todos os processos, rotinas internas e externas de uma companhia. É importante ainda que façam parte do seu perfil as seguintes características:

Organização

São muitos dados, informações, além de avaliações e controles, por isso a organização é fundamental para fazer um bom mapeamento e registro das atividades da empresa.

Visão sistêmica

O gestor deve conhecer o negócio como um todo, a fim de implementar metodologias de qualidade que garantam eficiência, redução de custos e excelência em produtos e serviços.

Liderança

É um profissional que vai lidar diretamente com as equipes, com adaptação de processos, correção de erros e treinamentos. Assim, precisa engajar e motivar os funcionários, para que o trabalho final seja entregue seguindo os padrões estabelecidos.

Inteligência emocional

É um trabalho que tem forte relação com os resultados e com o desempenho de uma organização, por isso o profissional precisa ter um controle emocional para saber enfrentar os desafios da rotina diária.

Bom relacionamento interpessoal

É uma área na qual você vai lidar com pessoas, por isso é importante ter boa comunicação, ser empático, saber dar feedbacks e valorizar o trabalho dos outros colegas.

Aprendizado contínuo

É fundamental estar de olho nas atualizações na área de gestão de qualidade e realizar cursos, como especializações, para aperfeiçoar ainda mais o trabalho.

Onde o profissional pode atuar?

O mercado de trabalho para a gestão da qualidade abre um leque de possibilidades para o profissional, visto que ele pode trabalhar no setor da indústria ou serviço de empresas de qualquer porte — em âmbito público ou privado.

É possível atuar como técnico, assessor, coordenador ou gerente de qualidade. Há oportunidades também como auditor (interno ou externo), técnico ou coordenador de controle estatístico de qualidade, bem como consultor de sistemas de gestão da qualidade.

O profissional pode atuar com certificações, aplicando metodologias, avaliando e readequando processos para obtenção de selos de qualidade de entidades reguladoras. Dessa forma, a empresa consegue bons resultados em auditorias realizadas por órgãos como Inmetro e ABNT.

Dependendo do segmento do negócio, pode ser necessário obter certificações internacionais, como a ISO, por isso o gestor precisa acompanhar todos os processos.

Uma área que está em ascensão é a de gestão da qualidade. Assim, se você quer fazer uma graduação com um enfoque prático e entrar mais rápido no mercado de trabalho, considere ter essa formação. O curso também é interessante para quem já trabalha como gestor em empresas e busca reciclar habilidades e conhecimentos.

Gostou das nossas dicas? Então saiba também como a pós-graduação pode ser o caminho certo para quem está com a carreira estagnada!

 

Por que é importante ter um laboratório de pesquisa na faculdade?

Escolher a faculdade onde vai estudar não é uma tarefa simples. São muitos aspectos para considerar, na hora de tomar essa decisão com segurança. Um deles tem grande importância, mas ainda é negligenciado por vários estudantes: a existência de um laboratório de pesquisa.

Você sabia que nem só de bons professores depende um curso superior? A pesquisa é um dos aspectos essenciais de uma universidade — e agora as boas faculdades privadas também estão oferecendo esse diferencial na formação dos alunos.

Então, que tal aproveitar isso e aprender para que serve um laboratório e qual a diferença que isso pode fazer na sua vida profissional? Confira as informações que trouxemos neste post e saiba escolher a melhor instituição para estudar.

Qual é a importância de uma boa infraestrutura na faculdade?

A qualidade de uma faculdade está também nos detalhes. Localização adequada, estrutura confortável, professores competentes, metodologias interessantes, vínculo com o mercado de trabalho… São muitos fatores para considerar, e cada um deles, sem dúvida, influencia na sua formação e na sua atuação profissional.

É indispensável aprender a avaliar a qualidade da instituição de ensino onde você pretende estudar. Além de alunos interessados e professores motivados, uma boa faculdade precisa de infraestrutura adequada para o ensino. Todos os pormenores são essenciais para fomentar o aprendizado e criar um ambiente amigável.

Simples questões fazem toda a diferença nessas horas, como:

  • qualidade das cadeiras e mesas das salas de aula;

  • iluminação dos ambientes;

  • instalações limpas e bem arrumadas;

  • computadores e equipamentos eletrônicos atualizados;

  • bibliotecas com bom acervo de livros;

  • time de profissionais qualificados e experientes;

  • laboratórios de pesquisa.

Esse último item merece toda atenção de quem espera passar em uma boa faculdade e construir o melhor currículo que puder, afinal, a graduação é o momento ideal para viver experiências marcantes e enriquecer o seu perfil, antes de entrar no mercado de trabalho.

Quais são os benefícios do laboratório de pesquisa na faculdade?

Já falamos que o laboratório de pesquisa impacta positivamente na experiência do estudante e no futuro profissional. Agora, chegou o momento de você entender quais são as vantagens que só uma instituição com bons laboratórios de pesquisa pode oferecer. Vamos lá?

Insere o aluno na iniciação científica

Muitos estudantes entram na faculdade já pensando no que vão trabalhar e no dinheiro que podem ganhar como profissionais. Não há nada de errado nisso, claro, mas você já pensou que pode conquistar muito mais durante os anos que passa na graduação?

Uma das principais funções do Ensino Superior é fazer ciência. Isso significa que, enquanto prepara profissionais para o mundo do trabalho, a faculdade também produz conhecimentos científicos por meio de suas atividades. É nesse contexto que se inserem os projetos de pesquisa.

Você pensava que fazer pesquisa era tarefa apenas dos cientistas famosos? Nada disso! Seus professores na faculdade também são pesquisadores. E essa atividade faz toda a diferença no desenvolvimento de cada área de estudos, seja de humanas, exatas ou ciências da saúde.

Um laboratório de pesquisa de uma faculdade pode ser o responsável por estudar, por exemplo, o impacto de alguma metodologia nova nos resultados financeiros de uma empresa ou a relação entre programas de saúde organizacional e qualidade de vida dos funcionários. E o melhor: não são apenas os professores que participam dessas pesquisas — os alunos também participam.

A iniciação científica oferece exatamente essa oportunidade. Ao realizar uma pesquisa, o estudante aprende sobre o método científico, as técnicas de um pesquisador e os processos éticos envolvidos. Além disso, desenvolve melhor sua capacidade crítica e sua forma de escrever, pois os resultados dos trabalhos são publicados.

Proporciona aulas práticas

Uma das maiores ansiedades dos estudantes de uma faculdade é em relação às atividades práticas. Muitas disciplinas teóricas costumam gerar dificuldades e desmotivação. No meio disso, basta colocar um estágio ou um trabalho prático, e a mágica acontece: os alunos se motivam e passam a participar com muito mais entusiasmo.

A pesquisa realizada em laboratórios responde perfeitamente ao desejo por mais aulas práticas. Uma turma de Engenharia Civil, por exemplo, pode usar o laboratório para testar a resistência de diversos materiais. Dessa forma, os alunos vão analisar, na prática, aquilo que os professores discutem e calculam em sala.

Com certeza, fica mais fácil aprender com essa estratégia. Além disso, os conhecimentos compartilhados nesses momentos podem gerar pesquisas importantes e responder a necessidades sociais — como a ideia de investigar o uso de um material alternativo em construções de determinado tipo.

Constrói networking

Um bom aluno não é formado apenas por fórmulas, livros e conceitos. Em todas as áreas de atuação, conhecer pessoas é a melhor maneira para fazer novos contatos profissionais, aprender outros assuntos e abrir portas para a carreira.

As aulas convencionais em salas de aula são extremamente necessárias para a formação de um estudante, mas as atividades práticas e os estudos laboratoriais criam um ambiente mais descontraído e permissivo.

Com isso, quem participa dessas atividades já começa a estabelecer um networking profissional e, em algumas situações, consegue boas oportunidades de emprego. Se um aluno alcança destaque na pesquisa, por exemplo, o professor pode indicá-lo para uma vaga de estágio com mais segurança e confiança em seu trabalho.

Uma situação parecida pode acontecer, caso algum colega de turma conheça uma empresa que esteja procurando um trabalhador competente. Em todos os casos, o laboratório de pesquisa faz parte de uma etapa primordial para o sucesso de qualquer estudante.

Outra possibilidade enriquecedora é a de você apresentar estudos em eventos e até mesmo publicar seus trabalhos em revistas científicas renomadas. Isso torna o seu nome mais conhecido, ao mesmo tempo em que permite ser apresentado a diversos profissionais competentes. Um networking e tanto, não?

Promove experiência profissional

Algumas pessoas podem imaginar que o laboratório de pesquisa não se trata de uma atividade profissional, afinal, são tarefas acadêmicas e científicas, próprias de quem pretende seguir a carreira de pesquisador ou professor de faculdade. Isso, entretanto, não é verdade.

No laboratório de pesquisa são realizadas muitas ações que preparam o estudante para o exercício da profissão. Imagine o quanto os alunos de cursos de Engenharia se beneficiam de pesquisas envolvendo robótica, por exemplo. É possível aprender detalhes de programação, inteligência artificial etc.

Ao mesmo tempo, o estudante que participa de pesquisas aprende a se organizar melhor, ser criativo, ter iniciativa e várias outras competências que começam a moldar o seu perfil profissional.

Uma premissa essencial para obter um emprego é ter experiência em alguma área. Por isso, o laboratório de pesquisa fornece atividades e práticas que diferenciam um aluno na disputa por uma vaga de trabalho — o que pode ser essencial em períodos de crise de emprego.

Desenvolve novas habilidades

Atualmente, o mercado de trabalho busca profissionais completos e que tenham muito jogo de cintura para superar obstáculos. Todos os detalhes devem, portanto, ser analisados na preparação de um estudante. Apenas saber o conteúdo já não é suficiente para ter um bom emprego.

Assim, certas habilidades fazem toda a diferença na análise curricular dos concorrentes. Saber se expressar e trabalhar em equipe, por exemplo, são características que mostram que você é um bom profissional. Essas, junto com diversas outras qualidades, são muito bem trabalhadas em um laboratório de pesquisa na faculdade.

Aumenta o desempenho acadêmico

Em que situação é mais provável que você alcance uma nota mais alta: em uma disciplina teórica com vários textos para ler ou em uma matéria na qual você realiza pesquisas práticas e acompanha ao vivo o que leu? Você certamente respondeu que a segunda opção seria mais fácil para conseguir boas notas, certo?

Isso acontece porque uma das formas mais efetivas para aprendermos um conteúdo é a realização de testes práticos. Uma coisa é o estudante de Engenharia Elétrica ler sobre o funcionamento de comandos elétricos, outra bem diferente é ele moldar e ver na prática como tudo acontece.

Participar de um laboratório de pesquisa, organizar materiais e realizar testes são atividades muito ricas de aprendizagem. Inclusive, alunos com essa experiência têm condições de ajudar os colegas a entender uma matéria difícil, pois eles desenvolveram maneiras mais dinâmicas de compreender o conteúdo.

Abre novos caminhos profissionais

O aluno que entra na faculdade sonhando com o seu primeiro emprego na área de formação pode se surpreender muito ao fazer parte de um laboratório de pesquisa. Isso porque a experiência apresenta possibilidades diferentes daquelas que ele já conhecia.

Muitos estudantes da área de exatas, por exemplo, não pensam em trabalhar como pesquisadores ou se preparar para programas de mestrado e doutorado. A participação em pesquisas durante a graduação pode, no entanto, mudar esse panorama. É possível que o aluno se apaixone pela área e deseje seguir nessa carreira.

O envolvimento no laboratório de pesquisa durante o curso superior é muito bem-visto em seleções da pós-graduação, ou seja, o candidato tem mais chances de ser aprovado no mestrado ou no doutorado, quando já traz essa experiência anterior.

E a ideia de abrir novos caminhos profissionais é interessante até mesmo para quem não abre mão do sonho de entrar no mercado de trabalho tradicional. Uma possibilidade interessante é aliar a docência no Ensino Superior a um emprego formal. Assim, você tem um pouco das duas experiências.

Enriquece o currículo

Sabemos que a graduação, apesar de essencial, já deixou de ser uma garantia de bons empregos. Na realidade, ela é muito mais um requisito do que um diferencial. Isso quer dizer que ter um diploma de curso superior é praticamente obrigatório. O estudante precisa mesmo é de buscar outros aspectos que o diferenciem dos outros profissionais — e a pesquisa é um deles.

Colocar no currículo a participação em um laboratório de pesquisa na faculdade chama a atenção dos recrutadores de empresas. O mercado de trabalho está sempre procurando pessoas que tragam novidades e agreguem à empresa algo que venha da faculdade. É lá, afinal, que o conhecimento é produzido e aprimorado.

Quanto mais experiências diversificadas você tiver durante a faculdade, melhor será. Devem constar no seu currículo os eventos dos quais participou, os estágios que fez e as pesquisas que realizou. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, isso não é útil apenas para quem quer seguir carreira acadêmica, como professor ou cientista. Quem vai trabalhar no mercado privado também se beneficia com isso.

Motiva os professores

O laboratório de pesquisa também é excelente para melhorar o desempenho de professores em uma faculdade. Em alguns casos, a rotina de sala de aula pode desmotivar e tirar o foco de alguns profissionais, que acabam por não desenvolver todo o potencial dos seus alunos nas aulas teóricas.

A simples mudança de ambiente torna o trabalho mais agradável e facilita a transmissão de conhecimento para muitos docentes. Com isso, os alunos compreendem a matéria com mais facilidade e colocam em prática o que aprenderam.

Além disso, os professores de faculdade já têm um histórico de realização de pesquisas, pois em especializações, mestrados e doutorados há o desenvolvimento de trabalhos desse tipo. Logo, as atividades científicas são valorizadas pelos docentes. A ideia de passar o conhecimento prático para os estudantes também é muito motivadora.

Lembre-se, ainda, de que certos conceitos ganham destaque e ficam mais compreensíveis quando os alunos colocam a mão na massa. Ver a turma se envolvendo nos exercícios e aprendendo melhor é tudo o que um educador deseja. Em todos os casos, o laboratório de pesquisa é uma ótima ferramenta para professores e alunos.

Como escolher uma boa instituição de ensino?

Depois de ler este post você vai passar a avaliar a qualidade dos laboratórios de pesquisa, antes de escolher uma faculdade, não é? Hoje em dia, existem várias instituições de Ensino Superior no mercado. Cada uma delas possui características que precisam ser analisadas. Assim, a decisão se torna um desafio e tanto.

O indicado é elaborar um plano de prioridade e ver qual instituição mais se adequa ao seu perfil de estudos. Faça isso antes de tomar qualquer tipo atitude. E lembre-se: você não deve se prender ao básico.

Não deixe passar detalhes fundamentais. Entre eles, destacamos a qualidade dos professores. Procure saber sobre a formação deles e a experiência profissional que têm. Conhecer o currículo do curso e a metodologia que a faculdade utiliza também é essencial, já que são fatores com influência direta nos seus estudos.

Por fim, considere todos os benefícios do laboratório de pesquisa na faculdade e procure um local que também valorize isso. Instituições que contam com uma boa infraestrutura para os seus alunos, com laboratórios de pesquisa informatizados e atualizados com as novidades do mercado, são ótimas opções.

Ao escolher uma faculdade com laboratório de pesquisa você sai na frente dos seus concorrentes no mercado de trabalho, pois terá um preparo muito mais eficiente. Não deixe de aproveitar o melhor que a graduação pode oferecer!

Gostou do post? Será que seus amigos sabem a importância da pesquisa na faculdade? Compartilhe este texto nas redes sociais e converse com eles sobre isso!

A importância da liderança carismática no mercado de trabalho

Já ouviu falar em liderança carismática? Sabe exatamente o que quer dizer esse conceito? Ser um bom líder não significa apenas ser um chefe eficiente. É preciso mais do que transmitir autoridade e distribuir funções. O diferencial desse tipo de gestão está em inspirar e motivar a equipe.

Ao longo deste post, você entenderá o que é liderança carismática e quais traços fazem parte desse perfil. Veremos também se essa é uma virtude inata ou se é possível desenvolvê-la. Ficou interessado no assunto? Então, prossiga com a leitura e descubra mais!

O que é liderança carismática e qual a sua importância?

A liderança carismática é, sem dúvidas, um diferencial que destaca um profissional dos demais. Trata-se da grande fonte de influência do indivíduo que lidera uma equipe ou até uma parcela da população. Se você pesquisar nos livros de história, verá nomes conhecidos de líderes que inspiraram e moveram milhares de pessoas com seus discursos entusiastas.

No âmbito corporativo, não bastam o entusiasmo das ideias e o poder da oratória. É necessário ir além e incentivar a equipe, por meio do carisma, a fazer a diferença na prática. É preciso inspirar ações que movimentem o todo em uma direção em comum, promovendo transformações individuais e coletivas.

Nesse sentido, um líder carismático faz emergir um potencial dinâmico e realizador nas pessoas que o seguem. Os efeitos são refletidos na coesão grupal, no engajamento, na produtividade e na qualidade dos resultados alcançados.

O carisma é um dom natural que torna o indivíduo capaz de provocar admiração, cativar e atrair seguidores. Estes, por sua vez, são motivados a seguir o mesmo rumo e a alcançar o objetivo proposto pelo líder. Por essa razão, a liderança carismática pode fazer toda a diferença em uma organização.

Não significa que a ausência do carisma possa impedir um líder de executar suas funções com eficácia. O perfil carismático, entretanto, consegue extrair o melhor das pessoas ao seu redor. Elas já não são mais guiadas por regras impostas ou recompensas, mas, sim, por inspiração e motivação intrínseca.

Poder de atração, autoconfiança, empatia, abertura para o diálogo, capacidade inovadora, comunicação assertiva e relacionamento interpessoal eficiente são algumas das habilidades de uma pessoa carismática.

Mas será que o carisma é uma característica absolutamente natural ou pode ser moldada? Descubra a seguir!

Como o carisma pode ser desenvolvido?

O carisma pode ser considerado por muitos como um dom inato, mas toda e qualquer competência humana pode ser adquirida ou aperfeiçoada. É apenas uma questão de treino comportamental. Claro que uma mudança de atitude como essa requer empenho e dedicação constantes. Veja, então, quais traços integram um perfil carismático.

Empatia

Empatia é a capacidade de colocar-se no lugar do outro, é tentar compreender o que a outra pessoa sente e o modo como ela pensa. Cada indivíduo é fundamentado em suas percepções e ângulos de visão. Por esse motivo, nem sempre é fácil neutralizar as próprias opiniões para enxergar os fatos sob o ponto de vista de outros.

Um líder empático usa essa habilidade para nutrir bons relacionamentos com as pessoas ao seu redor. Ele procura entender os conflitos de cada indivíduo da equipe e promover um clima mais acolhedor e compreensivo entre todos.

Comunicação eficiente

Uma das características mais evidentes de um bom líder é a comunicação. Comunicar-se com eficiência não significa apenas delegar tarefas ou saber dar ordens explícitas. Além da facilidade de argumentação, é necessário manter diálogos assertivos. Lembrando que assertividade é a capacidade de se expressar com clareza e objetividade, destacar o próprio ponto de vista, mas sem desrespeitar o posicionamento do outro.

Confiança

Outro traço marcante de uma pessoa que assume liderança é, sem dúvidas, a confiança. E essa característica transparece em dois sentidos: na autoconfiança e na transmissão de segurança e credibilidade aos demais.

Dessa forma, o líder carismático desperta admiração em todos ao seu redor e passa a ser considerado um ponto de referência. As pessoas que com ele convivem, inspiradas pela confiança transmitida, almejam atingir um nível semelhante e, por isso, seguem seus passos facilmente.

Visão abrangente

Um líder pode atrair pessoas de todos os perfis. Para não ceder às bajulações ou cometer erros de julgamento é importante que ele tenha uma visão do todo e consiga avaliar as reais intenções daqueles que o rodeiam.

A visão abrangente também indica aptidão para olhar mais longe, identificar problemas futuros e elaborar estratégias para solucioná-los, ou seja, a liderança também demanda proatividade e antecipação de ações, e não apenas know-how para lidar com imprevistos.

Escuta ativa e flexibilidade

Saber ouvir e aceitar bem as críticas são outros dois pontos de destaque na liderança carismática. Um chefe inflexível dificilmente dará ouvidos aos seus colaboradores e tampouco aceitará que sua autoridade seja contestada ou criticada.

Já um líder acessível à sua equipe se dispõe a escutar com atenção o que os outros têm a dizer: reivindicações, feedbacks ou qualquer outro tipo de diálogo. Isso facilita a comunicação de todos e fortalece as relações interpessoais.

Autoconhecimento

Se o objetivo é desenvolver o carisma, um elemento essencial é o autoconhecimento. Quem conhece a si mesmo sabe de seus pontos fracos e limitações, assim como reconhece suas forças e virtudes. A partir dessa visão ampla sobre si, fica mais fácil assumir uma atitude franca e confiante.

O autoconhecimento também é o ponto central da inteligência emocional, e esse é outro traço que compõe o perfil de um bom líder. Essa habilidade permite que a pessoa perceba e identifique suas próprias emoções, assim como as dos outros, e saiba lidar com elas.

Como uma especialização na área pode ajudar?

Como dissemos, embora o carisma seja considerado algo natural, todas as competências humanas podem ser aprimoradas. Com as técnicas certas, é possível desenvolver ou melhorar todos os pontos que citamos acima.

Não é fácil, no entanto, efetuar essa transformação sem um direcionamento. Um treinamento adequado, com fundamentação teórica e estratégias bem elaboradas, pode ser a solução para acelerar esse processo. Sendo assim, um curso de especialização na área de gestão e liderança é o caminho certo para quem pretende alcançar novos níveis na carreira.

Para ser um profissional com liderança carismática não é necessário ter sido presenteado com um dom divino. O carisma é uma qualidade moldável, e um bom líder pode manter-se sempre em aprendizado e evolução, por meio de treinamentos.

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Separamos 4 cursos de tecnologia para você atuar nessa área

Os avanços digitais vieram para ficar e inauguraram uma nova era, com transformações na sociedade, na educação, na saúde, no mercado de trabalho e nos negócios. É só pensarmos em como o smartphone ganhou uma importância especial na vida das pessoas.

Diante desse cenário, os cursos de tecnologia ganham destaque para quem busca uma área em ascensão. Assim, se você está pesquisando qual faculdade fazer e se preocupa com as perspectivas profissionais, precisa considerar a área de Tecnologia da Informação (TI).

Para ajudá-lo nessa escolha, desenvolvemos este post. Continue a leitura e descubra por que há forte demanda por profissionais de tecnologia, quais os 4 melhores cursos da área e o que você precisa fazer para se destacar nesse mercado!

A indústria 4.0 e a demanda por cursos de tecnologia

O mundo digital provoca mudanças em todos os aspectos da sociedade, especialmente nos modos de produção e nos modelos de negócio. A conectividade, as inovações na tecnologia da informação e o desenvolvimento da robótica vêm transformando também a indústria.

A indústria 4.0, ou quarta revolução industrial, apresenta um novo paradigma na maneira de funcionamento dos negócios, com o uso cada vez maior de dispositivos inteligentes interconectados e com a descentralização dos processos de produção.

De onde surgiu o conceito

O conceito dessa nova era tem origem na Alemanha — na Feira de Hannover de 2011. A ideia foi uma iniciativa do governo daquele país, junto com empresas de tecnologia e centros de pesquisa, para modernizar a indústria local. Não vai demorar muito para que também seja uma realidade em outros países, como o Brasil.

O uso de robôs não é novidade para a indústria, mas o que essa nova fase traz é o uso de máquinas que podem realizar funções cada vez mais complexas, como análise de dados em alta velocidade, e que “conversem” entre si.

A conexão de máquinas vai criar redes inteligentes em toda a cadeia de produção, permitindo um controle autônomo de cada etapa, ou seja, são robôs com capacidade para identificar e agendar as manutenções, adaptar processos ou ainda prever falhas.

Além disso, são avanços que vão permitir fazer uma customização da produção — atendendo a  necessidades e preferências dos consumidores — e também reduzir os custos e consumo de energia.

Demanda por profissionais de tecnologia

A indústria 4.0 apresenta, portanto, modificações no cenário econômico, maior competitividade das indústrias e um novo papel dos profissionais. As máquinas inteligentes e os novos processos operacionais vão abrir uma demanda forte para especialistas em tecnologia — principalmente na área de pesquisa e desenvolvimento.

As empresas também vão precisar de pessoas para fazer uma adaptação de seus processos para esse novo conceito, como engenheiros mecatrônicos, de computação e analistas de sistemas, entre outros.

É importante destacar que o sucesso da indústria 4.0 está estritamente ligado à segurança dos sistemas de informação. Dessa maneira, abre-se espaço para profissionais desse nicho, que vão trabalhar para garantir uma produção sem nenhum transtorno e sem causar prejuízos com falhas de transmissão ou vazamento de dados.

É uma mudança de paradigma, assim como foram as revoluções industriais anteriores. Trata-se de uma tecnologia industrial com extrema rapidez, precisão e eficiência.

Oportunidades

A área da tecnologia encontra um mercado aquecido em todo o país. É, por exemplo, uma das profissões em alta no Espírito Santo.

O estado conta com grandes empresas — como Samarco Mineração, ArcelorMittal Tubarão, Petrobras e Vale — além da atividade portuária. Por isso, é uma região com boas oportunidades para os profissionais.

Não é só na indústria que o pessoal de TI encontra bons cargos. O futuro do varejo e as facilidades que o desenvolvimento de novos sistemas digitais trazem para empresas e consumidores também passam pelo talento de especialistas em tecnologia.

O que você precisa saber para trabalhar nesse mercado

Já deu para perceber que a área de tecnologia é a ideal para quem busca uma carreira que está em alta e cuja demanda só tende a crescer nos próximos anos, mas, por mais afinidade e facilidade de aprendizado que você tenha com esse universo, é obrigatório buscar qualificação adequada.

Muitos jovens têm uma postura autodidata — uma competência muito valiosa para o mercado de trabalho. Isso não é, entretanto, suficiente para ter uma vantagem competitiva e se destacar para os melhores cargos e salários.

Importância do ensino superior

É fundamental que você faça uma faculdade, para adquirir conhecimento teórico e competências técnicas para se tornar um profissional qualificado. Além disso, a graduação vai mostrar a você as diversas possibilidades de atuação na área.

O ensino superior se divide em 3 modalidades (tecnólogo, bacharelado e licenciatura), sendo que o primeiro tem um viés mais prático e duração menor, de 2 a 3 anos, o segundo é a formação clássica, com duração média de 4 anos, e a licenciatura é o formato de graduação para quem quer ser professor da rede básica.

Assim, se você quer se tornar um profissional de TI, vai encontrar opções, principalmente nos formatos de bacharelado e tecnólogo. Analise os cursos de tecnologia e descubra qual se encaixa melhor em seu perfil.

Você pode escolher entre as faculdades de:

  • Engenharia de Controle e Automação;

  • Engenharia da Computação;

  • Sistemas de Informação;

  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Detalhamos as características de cada uma dessas graduações. Acompanhe!

4 melhores cursos para trabalhar com tecnologia

Se você está interessado em trabalhar com tecnologia, já sabe que é necessário fazer uma graduação na área para se destacar no mercado. Ao pesquisar os cursos, tenha a precaução de escolher uma instituição de ensino superior de qualidade.

Avalie os conteúdos programáticos, verificando se há uma abordagem mais prática e atualizada, afinal, você deve sair preparado para conquistar uma vaga de emprego. É importante, ainda, conhecer a infraestrutura, como os laboratórios, além da qualificação do corpo docente.

Dessa maneira, você fica tranquilo, pois sabe que terá uma formação completa para atuar na área.

Está curioso para conhecer os 4 melhores cursos de tecnologia? Confira abaixo:

1. Engenharia de Controle e Automação (Mecatrônica)

É uma área que mescla conhecimentos das Engenharias Elétrica e Mecânica e de Informática. Dessa maneira, permite ampla atuação.

O engenheiro de controle e automação trabalha no desenvolvimento e na execução de projetos relacionados à automação industrial. É, portanto, uma profissão com um mercado aquecido, por conta da competitividade entre as grandes indústrias e da modernização de seus parques tecnológicos.

O profissional pode projetar, operar e fazer a manutenção de máquinas e equipamentos que fazem parte dos processos automatizados de indústrias de diferentes segmentos. Além disso, tem a capacitação para gerenciar projetos e sistemas de controle e automação, trabalhar com robôe adaptar softwares para a produção industrial.

O engenheiro busca soluções para aumentar a segurança e a eficácia nos processos, bem como para reduzir os custos do negócio.

É uma área que tem ampla atuação na indústria — como de petróleo e gás, metalurgia, siderurgia, automobilística e mineração —, mas também encontra espaço em outros setores, como:

  • serviços — automação residencial e predial;

  • saúde — na área de equipamentos hospitalares (inclusive robóticos);

  • informática — com o desenvolvimento de modelos matemáticos de peças e processos, desenvolvimento de softwares e projeto de sistemas digitais.

Matriz curricular

Nos primeiros semestres da graduação, o aluno tem contato com as disciplinas mais gerais, como: Matemática, Cálculo, Física, Química, Desenho Técnico, Mecânica e Estatística.

Ao longo do curso, o conteúdo programático se volta mais para as habilidades práticas, para que o estudante entenda, por exemplo, o que é robótica. Assim, são abordadas disciplinas como:

  • Programação de Computadores;

  • Circuitos Elétricos;

  • Processos Industriais;

  • Eletrônica;

  • Materiais e Sensores;

  • Máquinas Elétricas;

  • Fenômenos de Transporte;

  • Instrumentação Industrial;

  • Sistemas de Energia;

  • Sistemas Digitais;

  • Princípios da Robótica;

  • Projetos de Máquinas.

A matriz curricular contempla também temas voltados para os profissionais que queiram trabalhar de forma autônoma ou abrir a própria empresa — o aluno acompanha disciplinas como Administração Geral, Direito Empresarial, Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo.

O curso de Engenharia de Controle e Automação tem duração de 5 anos. Ao final da graduação, é obrigatória a realização do estágio supervisionado — uma oportunidade para o aluno conhecer de perto a rotina e processos dessa área, além de aprender com profissionais mais experientes.

2. Engenharia da Computação

A Engenharia da Computação é o segmento que trabalha com hardware, software e sistemas. Com a indústria 4.0, haverá ainda mais perspectivas no mercado de trabalho, pois ele se tornará um dos profissionais-chave nas empresas.

O engenheiro dessa área pode projetar e construir computadores e acessórios, elaborar e coordenar projetos de redes de computadores, de automação industrial e de sistemas com microprocessadores para aplicação científica ou industrial. Mas não é só, pois ele tem competência para atuar também com:

  • criação de sistemas digitais e robôs;

  • desenvolvimento e aperfeiçoamento de aplicativos para smartphones;

  • criação de softwares;

  • big data, no desenvolvimento de algoritmos para analisar o volume de dados que circulam na internet;

  • gestão de sistemas industriais e comerciais;

  • segurança de dados;

  • pesquisa de novas tecnologias e tendências.

Assim, encontra espaço em indústrias que fabricam computadores e de outras áreas com processos automatizados, departamentos de TI de empresas de todos os portes, desenvolvedoras de softwares, empresas de telecomunicações, bancos e institutos de pesquisa.

As indústrias com atuação externa, cujos processos passam por um alto padrão de exigência a fim de enfrentar a competitividade com outros países, abrem vagas para profissionais especializados em sistemas computacionais.

O engenheiro de computação pode ainda ter seu próprio negócio, com suporte na área de TI para empresas ou desenvolvimento de hardware e software.

Matriz curricular

No início da graduação em Engenharia da Computação, são abordados conteúdos mais gerais, que são a base do conhecimento da Engenharia. Assim, nos primeiros semestres, o aluno tem disciplinas como:

  • Cálculo;

  • Geometria Analítica;

  • Química Básica;

  • Desenho Técnico;

  • Lógica Matemática e Computacional;

  • Física;

  • Estatística;

  • Circuitos Elétricos.

Na sequência, os temas ficam mais aprofundados, e o conteúdo programático passa a contar com disciplinas como:

  • Programação Aplicada;

  • Eletrônica;

  • Organização e Arquitetura de Computadores;

  • Materiais e Sensores;

  • Banco de Dados;

  • Linguagem de Programação;

  • Rede de Computadores;

  • Sistemas Digitais;

  • Controle Automático;

  • Engenharia de Softwares;

  • Sistemas Embarcados;

  • Computação Gráfica;

  • Análise de Algoritmos;

  • Redes Industriais.

Para os alunos que sonham em abrir a própria empresa, são tratadas disciplinas como Direito Empresarial, Administração Geral, Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo.

O curso de Engenharia da Computação é do tipo bacharelado e tem duração de 5 anos. Ao final da graduação, é obrigatória a realização do estágio supervisionado.

3. Informática (Sistemas de Informação)

O profissional da área de Sistemas de Informação é requisitado por empresas de diferentes segmentos e portes. Isso porque ele trabalha no desenvolvimento de sistemas de informação e automação, bem como no gerenciamento do fluxo de informação em redes de computadores, garantindo que os dados circulem de forma segura e eficiente.

É, portanto, essencial que as organizações contem com um especialista nessa área, para melhorar a gestão, garantindo processos mais rápidos e eficientes (com a eliminação de tarefas repetitivas) e redução de custos. É o profissional que atua também com suporte técnico, fazendo a manutenção de redes, banco de dados e sistemas.

Ele também pode desenvolver softwares de acordo com as necessidades dos usuários, como programas para facilitar a comunicação interna das empresas. Trabalha também com a funcionalidade de sites, para que o acesso ocorra de forma adequada.

Outro campo de atuação é o de modelagem matemática, em que situações reais são simuladas e utilizadas para a prevenção de problemas. Quem se interessar pode ainda trabalhar de forma autônoma, com consultoria em TI.

Matriz curricular

A graduação em Informática (Sistemas de Informação) mescla teoria e prática, a fim de formar um profissional altamente capacitado para atuar em diferentes segmentos de TI.

Nos primeiros semestres, o curso trabalha disciplinas variadas, entre elas:

  • Comunicação e Linguagem;

  • Lógica Matemática e Computacional;

  • Inglês para a Informática;

  • Engenharia de Software;

  • Algoritmos e Estruturas de Dados;

  • Arquitetura de Computadores;

  • Probabilidade e Estatística.

Ao longo do curso, o conteúdo programático torna-se mais prático e são abordados temas como:

  • Análise e Projeto de Sistemas;

  • Tecnologia Web;

  • Banco de Dados;

  • Redes de Computadores;

  • Programação Avançada de Sistemas;

  • Projeto de Infraestrutura de TI;

  • Engenharia de Interface;

  • Gestão de Qualidade de Software;

  • Segurança da Informação;

  • Inteligência Artificial Aplicada;

  • Internet das Coisas — IoT;

  • Desenvolvimento de Sistemas Web.

O curso de Informática (Sistemas de Informação) também prepara o aluno para empreender, por isso a matriz curricular apresenta disciplinas como: Fundamentos da Administração, Gestão de Processos de Negócio, Gestão de Projetos, Empreendedorismo em Tecnologia, Economia Empresarial e Negociação Eletrônica e Marketing Digital.

A graduação é do tipo bacharelado e tem duração de 4 anos. É obrigatória a realização do estágio supervisionado.

4. Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Gosta de tecnologia e quer trabalhar com programação? Então o tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é o curso ideal para você.

O analista de sistemas domina todos os aspectos que envolvem a programação, como criação, implementação, manutenção e sua otimização. O objetivo é oferecer melhor desempenho, segurança, funcionalidade e qualidade de sistemas computacionais e softwares.

Com isso, é um profissional bastante procurado pelas empresas que buscam aperfeiçoar seus processos na área de TI — ganhando mais eficiência e segurança nas operações ou ainda oferecendo uma experiência diferenciada aos consumidores, principalmente nos serviços digitais.

Entre as principais atribuições do analista estão:

  • análise, projeto e construção de sistemas;

  • modelagem de dados;

  • gerência de configuração de sistemas;

  • administração de redes de computadores;

  • administração de banco de dados;

  • otimização de interfaces;

  • gerenciamento de projetos.

O profissional pode atuar em empresas de tecnologia de diferentes portes, em setores de TI de empresas de qualquer segmento ou ainda prestar consultoria na área.

Matriz curricular

O curso superior em Análise e Desenvolvimento de Sistemas no formato tecnólogo prepara o aluno para o mercado de trabalho, por isso há ênfase em disciplinas mais voltadas para a prática.

Acompanhe abaixo os conteúdos abordados:

  • Lógica Matemática e Computacional;

  • Inglês para a Informática;

  • Probabilidade e Estatística;

  • Análise e Projeto de Sistemas;

  • Algoritmos e Estrutura de Dados;

  • Engenharia de Software;

  • Arquitetura de Computadores;

  • Segurança da Informação;

  • Empreendedorismo em Tecnologia;

  • Engenharia de Interface;

  • Redes de Computadores;

  • Banco de Dados;

  • Sistemas Operacionais;

  • Tecnologia Web;

  • Desenvolvimento de Sistemas Móveis;

  • Gestão de Qualidade de Software.

O aluno precisa, ao final do curso, cumprir também o estágio obrigatório.

A vantagem do tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de sistemas é sua curta duração. Em 5 semestres, você tem um diploma de ensino superior com bom reconhecimento no mercado.

O profissional consegue construir uma carreira sólida em pouco tempo, o que permite também ingressar mais rápido em cursos de pós-graduação na área — como especialização ou MBA (Master in Business Administration).

São cursos que vão valorizar o currículo, trazer uma vantagem competitiva ainda maior e garantir cargos e salários melhores.

Como se destacar na área de tecnologia

Você já sabe que o mercado de trabalho está de braços abertos para os profissionais de TI, certo? Porém, você não pode ficar parado e precisa se destacar na concorrência. Quer algumas dicas de como construir uma carreira bem-sucedida na área de tecnologia? Confira a seguir:

Esteja atualizado

As transformações no mundo da tecnologia ocorrem a todo momento. Assim, é fundamental que você acompanhe as tendências da área. Como fazer isso?

  • realizando cursos, como treinamentos ou especializações;

  • participando de eventos, como seminários, palestras e workshops do segmento;

  • acompanhando sites e revistas especializadas.

Faça networking

Esteja aberto para novos contatos profissionais. Construir o networking pode começar ainda na faculdade, no contato com professores que são profissionais da área ou ainda no estágio supervisionado. A realização de cursos de pós-graduação também pode dar uma forcinha para você conhecer outras pessoas que atuam com tecnologia.

Manter um bom relacionamento é importante para a troca de experiências, futuras parcerias para quem busca empreender ou ainda para indicação de vagas de emprego.

Aprenda novos idiomas

Um profissional que quer crescer na carreira de TI deve aprender outro idioma, de preferência o inglês. Assim, é possível acompanhar artigos atualizados da área e até manter contato com especialistas de outros países.

Além disso, muitas empresas têm negócios fora do Brasil e exigem de seus colaboradores o conhecimento de um segundo idioma.

Seja flexível

O mercado de TI é bastante dinâmico, por isso você deve demonstrar flexibilidade para trabalhar em novos cargos, assumir projetos diferentes e estar aberto a novos conhecimentos.

O bom profissional desenvolve a capacidade de adaptação para trabalhar com novos processos ou equipamentos. Além disso, ele se arrisca, ou seja, sai da zona de conforto para assumir desafios e ganhar reconhecimento.

Tenha uma visão sistêmica do negócio

Muitos profissionais são experts em seu segmento, porém só têm olhos para o seu próprio departamento. Os gestores valorizam pessoas que consigam ter uma visão sistêmica do negócio, ou seja, que se interessem por conhecer o funcionamento dos outros setores e também do mercado.

Isso é necessário para entender a importância do seu trabalho dentro da organização e, assim, buscar soluções inovadoras.

Utilize a inteligência emocional

Quando a gente pensa em tecnologia, logo pensa no conhecimento técnico como diferencial de um profissional, mas, hoje, as empresas valorizam também as competências comportamentais dos candidatos. Dessa maneira, é importante desenvolver a inteligência emocional no trabalho.

Lidar com pressão, prazos apertados e cobranças do ambiente corporativo não é para qualquer um. Por isso, saem na frente aqueles que têm autocontrole, conseguem receber feedbacks negativos sem se abater, são empáticos, enxergam os desafios como oportunidade de aprendizado e valorizam o trabalho em equipe.

Essas características promovem a harmonia no clima organizacional, aumentando a motivação e a produtividade dos colegas. Além disso, esses profissionais desenvolvem o autoconhecimento, enxergando com clareza suas potencialidades e dificuldades, o que facilita no momento de buscar a qualificação certa para aperfeiçoar seu trabalho.

Seja proativo

Além da inteligência emocional, é essencial que você seja proativo no ambiente de trabalho. Demonstre entusiasmo, iniciativa e fique de olho nas tendências da área, para que você consiga antever cenários e trazer melhores resultados para a empresa.

Agora você já sabe que os cursos de tecnologia vão garantir uma carreira promissora. São áreas com mercado de trabalho aquecido e que só tendem a crescer nos próximos anos. Se você busca uma formação superior que tenha alta empregabilidade, pode apostar sem medo em um segmento de TI.

Ficou interessado nas 4 graduações em tecnologia que apresentamos neste post? Entre em contato com a UCL e obtenha mais detalhes sobre esses cursos!

 

Gestão de Recursos Humanos: conheça as áreas de atuação

Já pensou em estudar Gestão de Recursos Humanos? Estamos falando de uma área imprescindível para o bom funcionamento das empresas, o que torna o profissional de RH bastante requisitado no mercado de trabalho. A consequência disso são as amplas possibilidades de carreira que você pode encontrar ao cursar essa graduação.

Se essa é uma das profissões que despertam o seu interesse, você certamente vai gostar deste post. Continue a leitura, saiba um pouco mais sobre o curso de Gestão em Recursos Humanos e veja quantas oportunidades de carreira o profissional dessa área tem à sua frente!

O que é estudado no curso de Gestão de Recursos Humanos?

Para exercer as diferentes atividades que fazem parte da rotina do RH de uma empresa, o curso ideal é o de tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos. Nessa graduação, que tem duração de 2 anos, o estudante é preparado para assumir vários cargos pertinentes à área, inclusive posições de gerência.

A área de RH é como um órgão vital dentro de uma organização. O setor de Recursos Humanos é mais que um departamento pessoal, responsável apenas pelos processos burocráticos da empresa. O gestor de RH passou a possibilitar verdadeiras transformações no ambiente corporativo. Nesse cenário, tanto a empresa quanto os colaboradores são beneficiados com as práticas implementadas.

Para ter um desempenho proativo e eficaz, o profissional dessa área precisa ter uma formação sólida, com amplo conhecimento teórico e compreensão das práticas da profissão. Entre as disciplinas que integram a matriz curricular do curso de Gestão de RH estão as seguintes:

  • Matemática;

  • Comportamento Organizacional;

  • Direito;

  • Comunicação e Linguagem;

  • Filosofia;

  • Sociologia e Antropologia;

  • Administração;

  • Economia;

  • Gestão de Pessoas;

  • Legislação Trabalhista;

  • Empreendedorismo;

  • Gestão de Conflitos e Negociação;

  • Segurança, Saúde e Qualidade de Vida.

Quais atividades podem ser exercidas pelos gestores de RH?

Claro que todas as atividades desenvolvidas por esse profissional estão na área de Recursos Humanos. No entanto, engana-se quem pensa que se trata de uma profissão pouco abrangente. O gestor de RH pode ocupar diferentes papéis e desempenhar várias funções em uma empresa.

Os empresários reconhecem que o elemento principal de seu sucesso é o capital humano, ou seja, os colaboradores. Isso significa que, com funcionários engajados, capacitados e alinhados aos objetivos da organização, a produtividade tende a aumentar.

E é por isso que o profissional de Gestão de RH tem destaque no mercado de trabalho. Ele assume um papel essencial na organização, fazendo a ligação entre os colaboradores e a empresa, com a missão de garantir que ambas as partes sejam favorecidas.

As funções desse profissional não se limitam às conhecidas ações burocráticas do setor administrativo de uma empresa. Além delas, ele também pode desenvolver e executar programas motivacionais e estratégias de engajamento, com vistas a melhorar o bem-estar no ambiente corporativo e torná-lo mais produtivo.

Os gestores de Recursos Humanos podem atuar em empresas públicas e privadas de diferentes segmentos, como indústrias, comércio, instituições de ensino, clínicas médicas, empresas de consultoria, organizações do terceiro setor, entre outras opções. Entre as inúmeras funções do profissional de RH, em seus diversos ramos de atuação, estão:

  • contratação de novos colaboradores/ recrutamento, seleção e integração;

  • transferência de setores/ movimentação de pessoal;

  • elaboração e implementação de programas de engajamento, motivação e qualidade de vida no ambiente de trabalho;

  • reestruturação de cargos e funções;

  • acompanhamento de desempenho;

  • monitoramento de pessoal;

  • gerenciamento de clima organizacional;

  • gestão de sistemas de remuneração e carreira;

  • análise de benefícios;

  • rotinas administrativas, em observação aos processos burocráticos e legais de questões trabalhistas e previdenciárias;

  • relações sindicais;

  • demissão de funcionários.

O profissional com formação em Gestão de Recursos Humanos pode atuar de forma generalista, assim como pode seguir carreira em áreas específicas e, inclusive, buscar especializações para afunilar e aprofundar seus conhecimentos teóricos e práticos. Veja algumas das possibilidades para o gestor de RH.

Recrutamento e seleção

As empresas, em geral, contam com uma equipe voltada para as atividades de recrutamento e seleção. Trata-se do setor responsável por planejar e executar todas as etapas do processo seletivo de uma empresa, o que inclui: divulgação de vagas, triagem de currículos, contato com os candidatos, realização de entrevistas e dinâmicas, entre outras ações.

A área de recrutamento e seleção tem um importante papel dentro das organizações. Se as práticas de R&S forem executadas com eficácia, os resultados serão positivos para a empresa, porque vão assegurar a contratação de colaboradores mais alinhados às exigências da vaga e às expectativas da instituição.

Departamento pessoal

Os processos burocráticos ficam por conta do departamento pessoal. Os documentos e os direitos dos colaboradores dependem das atividades desenvolvidas nessa área, como:contratos, controle de ponto, folha de pagamento, férias, afastamentos, pagamento de benefícios, rescisões etc. Esse setor é, portanto, uma engrenagem fundamental para o bom funcionamento de uma organização.

Treinamento e desenvolvimento

A área de treinamento e desenvolvimento contribui para o engajamento do pessoal e, consequentemente, para melhores resultados na organização. Isso ocorre porque as ações realizadas têm o objetivo de capacitar e motivar os colaboradores.

Entre as atribuições do gestor de RH que atua nessa área está a avaliação do perfil dos colaboradores, tendo em vista as competências que podem ser desenvolvidas, assim como as necessidades dos indivíduos e da equipe.

A partir desse levantamento, são elaborados programas específicos de treinamento, sempre com o propósito de otimizar a cultura organizacional e promover ganhos para a empresa e para os participantes.

Relacionamento com sindicatos

O profissional de Recursos Humanos também pode ocupar o papel de mediador entre a empresa e os sindicatos. Com um posicionamento estratégico, o gestor de RH tem a missão de facilitar relações colaborativas e obter mais proveito nos acordos sindicais, favorecendo tanto a organização quanto os trabalhadores.

Remuneração e benefícios

Essa é outra boa opção para os graduados em Gestão de Recursos Humanos. O profissional que atua nesse ramo tem a responsabilidade de analisar a remuneração de todos os colaboradores, verificar os pisos salariais e propor a atualização desses valores.

O analista de remuneração e benefícios também é responsável por gerenciar todo o processo de movimentação dos benefícios oferecidos pela empresa, como vale-refeição, vale-transporte ou auxílio combustível, convênio médico e odontológico, entre outros.

Consultoria

Quem trabalha com consultoria de RH pode realizar pesquisas de clima organizacional, fazer o mapeamento do comportamento dos colaboradores e das competências que precisam ser aperfeiçoadas, observar as necessidades individuais e grupais e elaborar estratégias diversas para aumentar o envolvimento e a performance dos profissionais.

Os consultores de RH podem prestar serviço em diversas empresas, assim como podem atuar dentro de uma única organização, avaliando diferentes áreas dentro da instituição, gerando alternativas e implementando melhorias.

Como você viu no nosso post, as áreas de atuação para o graduado em Gestão de Recursos Humanos são muitas. Então, optar por esse curso é escolher um caminho promissor para sua vida profissional. Se essa é uma das suas opções de graduação, vá em frente! Escolha uma boa instituição de ensino superior e dê o pontapé inicial para alcançar uma carreira sólida.

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Engenharia de Estruturas: o novo curso de pós-graduação da UCL

Ser um profissional multidisciplinar e expandir suas competências é uma das melhores formas de destacar-se no mercado de trabalho, certo? Nesse contexto, a pós-graduação em Engenharia de Estruturas tem ganhado grande destaque entre as pessoas que têm interesse nesse campo.

O objetivo dessa especialização é aprofundar o conhecimento sobre os mais diversos tipos de estruturas que podem fazer parte de um projeto, além do domínio de normas e tecnologias que integram esse universo.

E você? Já ouviu falar dessa área? Aproveite a chance de conhecê-la melhor!

A importância de cursar uma pós-graduação em Engenharia

Seja em um cenário de crise, seja pela grande competitividade do mercado de trabalho, um fato cada vez mais claro é que fazer uma especialização é um investimento estratégico para quem deseja ser um profissional atualizado, ativo e com boas oportunidades.

Nesse contexto, a pós-graduação é uma das alternativas mais procuradas pelos engenheiros que desejam expandir suas perspectivas de carreira. Como a Engenharia é uma área muito ampla, adquirir conhecimentos mais específicos é um enorme diferencial de qualificação.

Vale a pena, portanto, apostar nessa ideia e esforçar-se para garantir um novo título. Além da contribuição para o currículo, um dos fatores mais importantes dessa experiência é preparar melhor o aluno para lidar com os desafios da sua área de atuação.

É interessante refletir sobre os seus objetivos profissionais, antes de escolher um curso que realmente possa agregar valor. No caso da Engenharia de Estruturas, não há dúvidas de que esse é um tema relevante para quem quer seguir no setor de construção civil.

O curso de Engenharia de Estruturas da UCL

Depois de repensar sobre a relevância de investir em uma pós-graduação na área, o próximo passo é conhecer a composição do curso de Engenharia de Estruturas.

A prioridade da UCL com essa nova oportunidade é oferecer uma formação completa, que envolva todos os aspectos da estrutura de um projeto, como qualidade, documentação, durabilidade, dimensionamento e segurança, entre outros.

A carga horária total é de 360 horas, com previsão de duração de 18 meses (com aulas em sábados alternados), seguindo a composição curricular abaixo:

  • Introdução à Análise Matricial das Estruturas;

  • Introdução ao Método dos Elementos Finitos;

  • Mecânica dos Sólidos;

  • Fundações;

  • Estruturas de Madeira;

  • Estruturas de Pontes;

  • Estruturas em Concreto Armado;

  • Estruturas Metálicas;

  • Estruturas Mistas;

  • Alvenaria Estrutural;

  • Concreto;

  • Metodologia Científica – Elaboração do TCC/Projeto de Intervenção.

Com essa descrição, dá para perceber que são conhecimentos presentes na Engenharia Civil, mas que nem sempre são aprendidos com tanta profundidade. Logo, o papel do curso é reforçar a compreensão desses assuntos para que o profissional se torne um especialista em estruturas e fundações.

Atividades do engenheiro pós-graduado em estruturas

Uma das preocupações de quem está pensando em escolher uma pós-graduação certamente é a demanda do mercado de trabalho por esse tipo de especialista. As possibilidades de atuação naturalmente fazem parte do interesse do profissional.

Então, considerando a Engenharia Estrutural, é possível citar atividades que geralmente fazem parte do seu dia a dia. Veja a seguir algumas delas.

Criação de projetos estruturais

O engenheiro se encarrega de montar uma representação da estrutura pensada para cada projeto, levando em conta todos os fatores importantes para que ela se materialize. Tal função requer muita habilidade com cálculos e com softwares de dimensionamento estrutural, já que hoje em dia tudo isso é apresentado de forma digital.

Escolha das cargas de cada estrutura

Não pense que montar um projeto é apenas criar um desenho bonito e que atenda às demandas do cliente. Para definir a estrutura ideal é preciso considerar suas forças atuantes, que são as cargas de cada material que faz parte desse esquema.

Um problema que não pode acontecer, por exemplo, é haver uma sobrecarga dos elementos que coloque em risco a parte estrutural. Em determinados contextos, deve-se considerar ainda a possibilidade de eventos como abalos sísmicos, nevascas, incêndios etc.

É essencial conhecer as características dos materiais, seus pesos e aplicações. O entendimento das normas técnicas também costuma ajudar nesse momento de decisão.

Cálculo dos esforços e das deformações

Para completar as ocorrências, não se pode negligenciar a possibilidade de deformação. O engenheiro precisa estar ciente disso, embora a tecnologia tenha evoluído tanto nos últimos tempos que essa parte pode ser automatizada.

Utilizando softwares específicos, fazer esses cálculos se torna um processo bem prático e rápido. O diferencial está em conhecer a necessidade de fazer diferentes combinações de cargas para evitar prejuízos significativos.

Demarcação dos elementos estruturais

Uma outra tarefa do engenheiro de estruturas é definir quais são as dimensões dos elementos que fazem parte da estrutura planejada. Se o material escolhido for madeira ou aço, por exemplo, isso implica diferenças consideráveis, de acordo com as propriedades de cada um deles.

Finalização e acompanhamento dos projetos

A parte final consiste em fechar todos os detalhes dos planos estruturais e entregar as informações para o cliente. Em alguns casos, quando é contratado para isso, o engenheiro se responsabiliza por acompanhar todo o andamento da obra. Pode ser, porém, que o seu trabalho acabe na entrega do projeto.

Após saber disso tudo, é fácil perceber, enfim, que se trata de uma área que envolve enorme responsabilidade. Ao mesmo tempo, essa é uma carreira com boas expectativas de crescimento e de lucratividade — afinal, garantir uma estrutura segura para toda obra deve ser uma prioridade (ou, pelo menos, deveria).

Fique atento! É importante não considerar apenas a alternativa de trabalhar como engenheiro. O segmento acadêmico também atrai muitas pessoas, sem contar ainda que há espaço em setores como o financeiro, o comercial e o bancário.

Em geral, a formação em Engenharia é bem valorizada pelo mercado, o que facilita que o profissional diversifique as suas funções durante sua trajetória. O que mais importa é que ele tenha sempre a consciência de que investir constantemente em capacitação é essencial para se manter bem colocado em qualquer que seja o campo escolhido.

E, então, gostou de conhecer melhor a Engenharia de Estruturas? Lembre-se de que escolher uma boa instituição de ensino para estudar é imprescindível para o seu sucesso!

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Quais são as habilidades essenciais para cursar faculdade online?

faculdade online vem se popularizando, por todas as vantagens proporcionadas ao aluno — como a versatilidade que permite a ele estudar onde e quando quiser. Mas será que esse formato é adequado para todas as pessoas? Quais habilidades é preciso ter para aproveitar ao máximo o curso nessa modalidade?

O ensino a distância (EAD/Online) foi formatado justamente para que mais pessoas pudessem cursar o ensino superior e, assim, ter um diferencial competitivo no mercado. A vantagem é que todo mundo pode fazer: basta se organizar e adequar a rotina.

Quer entender melhor por que você deve fazer uma graduação, as vantagens da modalidade a distância e as habilidades que os alunos precisam ter ou desenvolver para se dar bem estudando dessa forma? Confira nosso post e comece a se planejar para fazer faculdade!

Qual a importância de fazer uma graduação?

Se você ainda tem dúvidas se deve ou não cursar o ensino superior, acompanhe abaixo todas as vantagens que essa formação vai propiciar para sua carreira.

Preparação para o mercado de trabalho

A graduação mescla aulas teóricas e práticas que vão preparar o aluno para o mercado de trabalho. Além disso, você tem a possibilidade de fazer estágio enquanto ainda realiza o curso, uma etapa importante para aprender com outros profissionais e conhecer a rotina de trabalho da área escolhida.

Dessa maneira, o diploma torna-se pré-requisito para você concorrer a cargos e salários maiores.

Atuação em uma área de seu interesse

Quando você faz faculdade, tem a possibilidade de atuar em uma área de seu interesse. Assim, você trabalha motivado, o que é benéfico para a sua saúde física e mental. Quando o profissional gosta do que faz, tem mais chances de ser promovido e crescer na carreira.

Aumento da renda

Com o curso superior, você consegue um emprego melhor e pode, assim, aumentar a sua renda. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, o ganho mensal de graduados é quase três vezes maior do que daqueles que só cursaram o ensino médio.

Os dados mostraram que, em 2017, a renda mensal de quem fez o curso superior foi, em média, de R$ 5.110, contra R$ 1.727 de quem só fez o ensino médio.

Possibilidade de fazer uma especialização

Fazer uma graduação é sinônimo de começar uma trajetória de sucesso. Isso porque esse é apenas o primeiro passo para quem sonha em crescer na carreira. Profissionais com curso superior podem ir além e fazer uma especialização.

É um curso que vai aprimorar as habilidades em um segmento específico, proporcionando oportunidades ainda melhores no mercado de trabalho.

Quais as vantagens do EAD/Online?

Muita gente adia o sonho de fazer uma faculdade porque não consegue encaixar os estudos na rotina, principalmente aqueles que não podem deixar de trabalhar.

Se esse é o seu caso, considere fazer uma faculdade online. Veja as vantagens dessa modalidade.

Flexibilidade

O primeiro diferencial é a flexibilidade. Você pode estudar e trabalhar ao mesmo tempo, porque não tem a obrigação de se deslocar todos os dias até a instituição de ensino para assistir às aulas.

Você estuda em local e horários mais apropriados, como no intervalo do almoço ou logo que chega em casa após o trabalho. Você é quem decide — basta ter um tablet ou notebook e acesso à internet para acessar as aulas e ter contato com professores e alunos.

Plataforma fácil de navegar

Todo o conteúdo do curso EAD/Online fica disponível em uma plataforma digital, fácil de navegar e de organizar os estudos. Conta ainda com chats, fóruns de discussão e outros canais de comunicação para você receber orientações e tirar dúvidas.

Reconhecimento do MEC

Muitos alunos ficam preocupados em escolher essa modalidade com a ideia de que o curso não tem validade nacional. Saiba que, assim como nas versões presenciais, a faculdade online tem o reconhecimento do Ministério da Educação (MEC). Você pode estudar tranquilo.

Mensalidades reduzidas

Muitos cursos superiores EAD/Online apresentam mensalidades com um valor menor do que a modalidade presencial. Somado a isso, o aluno também não precisa gastar com o transporte diário até a instituição de ensino — ou seja, é uma vantagem que faz bem para o bolso.

Quais habilidades é preciso ter para cursar faculdade online?

Será que é muito complicado estudar nesse formato? Saiba que é só uma questão de mudança de comportamento e adaptação da rotina. Confira as habilidades que é preciso ter para fazer faculdade online.

Organização

A primeira dica é organizar sua rotina, delimitando os horários para seguir as aulas e fazer as leituras. Faça uma planilha semanal e encaixe todos os seus compromissos. Dessa forma, fica mais fácil acompanhar o curso.

Autonomia

Muitos alunos estão habituados ao formato tradicional de ensino, em que é necessária a figura do professor para transmitir o conhecimento. Na graduação a distância, isso muda — o aluno tem autonomia para ditar o próprio ritmo de estudos.

Assim, se ele tem facilidade em um assunto, por exemplo, consegue avançar mais rápido. Se tem dificuldade em algum tópico, pode dedicar mais tempo, até que consiga realmente aprender.

Isso é muito benéfico, pois o aluno percebe que consegue estudar sozinho, tornando essa prática um hábito em sua vida. Ele se torna proativo e passa a pesquisar conteúdos por conta própria, sem a necessidade da indicação do professor.

Comprometimento

Você deve seguir a rotina que estipulou para não se perder nos estudos, deixando as disciplinas se acumularem. Por isso, não procrastine, ou seja, não deixe para depois o que precisa ser estudado agora.

O aluno deve ter responsabilidade e pensar que todo o esforço valerá a pena quando estiver com o diploma em mãos.

Foco

Acompanhe as aulas e faça as leituras com bastante foco. Reserve um local sossegado para que você consiga estudar sem barulhos ou interrupções.

Procure anotar os principais tópicos e tirar as dúvidas com os professores sempre que necessário. 

Viu só como você pode fazer faculdade online? O mais importante é ter disciplina e ser organizado. Assim, você aproveita bastante as aulas e sai bem preparado para o mercado de trabalho.

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