Descubra se o curso de Engenharia de Produção é para você!

Para quem busca uma área de exatas bastante versátil, pode apostar no curso de Engenharia de Produção. É um campo que mescla, além do conhecimento e habilidades em Engenharia, técnicas de Administração, Gestão de Pessoas e Economia. Por conta disso, há alta demanda por esse profissional, cuja função é otimizar os processos produtivos sem elevar os custos da empresa.

Quer entender mais sobre essa carreira? Então, vem com a gente e descubra como é a graduação, o perfil do estudante de Engenharia, além das perspectivas do mercado de trabalho para área! Com essas informações, vai conseguir saber se o curso se encaixa naquilo que você procura para sua vida profissional. Boa leitura!

Graduação em Engenharia de Produção

O curso de Engenharia de Produção tem duração de 5 anos. Nos primeiros semestres, as disciplinas são mais gerais, voltadas para os conceitos de Matemática, Física, Cálculo e Economia. Depois, os temas se tornam mais específicos para preparar o profissional para o mercado. Assim, ele acompanha disciplinas teóricas e práticas, como:

  • Custos Industriais;

  • Pesquisa Operacional;

  • Séries Temporais e Métodos de Previsão;

  • Controle Estatístico de Processos;

  • Planejamento Estratégico da Produção;

  • Processos Industriais;

  • Gestão de Estoques;

  • Planejamento e Controle de Produção;

  • Processos Estocásticos e Teoria de Filas;

  • Sistemas de Informações Gerenciais;

  • Gerência da Cadeia de Suprimentos;

  • Análise de Projetos Industriais;

  • Simulação de Sistemas Produtivos;

  • Gerenciamento de Projetos;

  • Gestão da Qualidade;

  • Modelagem em Logística.

Para conseguir o diploma, além de ser aprovado nas disciplinas, é necessário fazer o estágio supervisionado de 300 horas e apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Oportunidades de atuação

O objetivo do curso de Engenharia de Produção é formar um profissional para atuar com a otimização de processos, realização de planejamentos e redução de custos, visando ao aumento da produtividade de empresas de diferentes portes e setores. É uma carreira de destaque na Engenharia, pois se volta para automatização da produção e também para a logística, um setor estratégico dos negócios.

O engenheiro de produção detém conhecimentos e técnicas de gestão financeira, de pessoas, equipamentos, materiais e projetos, por isso pode atuar em diferentes segmentos para que a empresa consiga melhorar seus resultados.

Ele tem as competências para fazer um planejamento sobre as necessidades da organização e, dessa maneira, exerce um papel importante ao subsidiar a tomada de decisões de gestores para implementação de mudanças em várias áreas — como nos processos, parte estrutural, cadeia de produção, escolha de fornecedores e matérias-primas, formas de armazenagem, entre outras.

Entre as diversas áreas em que ele pode fazer carreira, estão:

  • gestão de sistema produtivo;

  • gestão de empresa;

  • planejamento empresarial;

  • desenvolvimento de produtos e processos;

  • logística;

  • engenharia do trabalho.

Desse modo, ele pode trabalhar nos setores da indústria, comércio, serviços e também no agronegócio. A indústria é onde ele encontra mais espaço de atuação, mas há também uma boa demanda em instituições financeiras, segmento da saúde, transportadoras e empresas do ramo de telecomunicação.

Perspectivas do mercado de trabalho

Diante da alta competitividade entre as empresas e conjuntura econômica desfavorável, o engenheiro de produção torna-se peça-chave em muitas organizações. Isso porque ele vai atuar para racionalizar os processos, buscando meios de melhorar a produção (em todas as suas etapas) e focar a qualidade do produto a fim de reduzir os custos.

Por conta da versatilidade dessa formação, ele pode fazer a gestão de equipes e também gerenciar as atividades financeiras, logísticas e comerciais de qualquer organização.

Quer saber qual o salário de quem faz o curso de Engenharia de Produção? É uma carreira com boas perspectivas: segundo o site de recrutamento Catho, a remuneração do profissional que atua como supervisor de produção gira em torno de R$ 4.212,05. Já quem trabalha com gestão de projetos e otimização de processos e sistemas tem uma faixa salarial de R$ 6.228,85.

Os ganhos podem ser ainda maiores de acordo com a experiência do profissional e também com a realização de cursos de qualificação, como uma pós-graduação (MBA ou especialização).

Perfil do estudante de Engenharia

Agora que você já sabe como a carreira é promissora para quem tem o diploma do curso de Engenharia de Produção, vamos falar do perfil do estudante dessa área. Seja qual for a Engenharia, o aluno precisa gostar ou estar disposto a aprender a trabalhar com números e cálculos.

Além disso, deve ser organizado e dedicado para dar conta de toda a matriz curricular. A dica é sempre tirar as dúvidas com os professores, seja em sala de aula, seja em laboratórios. Ajuda bastante também participar de grupos de estudos com os colegas para que um possa ajudar o outro, o que faz o estudo render mais. 

Outro ponto importante é o aluno ser curioso, pois ele vai trabalhar com tecnologias. Por isso, deve se empenhar para se manter sempre atualizado e, assim, conseguir se destacar no mercado depois de formado.

É essencial também estudar uma segunda língua, como o inglês e espanhol: você encontra sites e aplicativos em que é possível aprender de graça um novo idioma. É possível treinar assistindo a séries e a filmes com legendas em inglês, por exemplo. Com isso, você melhora seu currículo e pode conquistar boas oportunidades em multinacionais ou fora do país.

Outras habilidades importantes para quem vai atuar na Engenharia de Produção são:

  • proatividade para antecipar cenários e identificar oportunidades;

  • ter um perfil multitarefa;

  • capacidade para trabalhar em equipe;

  • flexibilidade para atuar em diferentes projetos;

  • liderança para fazer a gestão de pessoas;

  • pensamento analítico;

  • visão sistêmica do negócio, para entender melhor a organização e propor soluções eficazes;

  • criatividade para apresentar soluções diferenciadas;

  • resiliência, para trabalhar bem em ambientes com muita pressão;

  • abertura para novos aprendizados, como cursos de pós-graduação, para ascender ainda mais na carreira.

Busca uma profissão com alta empregabilidade? Uma boa opção é o curso de Engenharia de Produção: você terá os conhecimentos e habilidades para trabalhar em diferentes setores e, assim, pode construir uma carreira de sucesso. Para isso, é essencial fazer a graduação em uma instituição de ensino de referência e que oferece uma boa infraestrutura e suporte ao aluno.

Quer conhecer um curso de qualidade nessa área? Descubra os detalhes da graduação em Engenharia de Produção da UCL e fique por dentro de seus diferenciais!

 

Esclareça todas as suas dúvidas sobre a graduação semipresencial

Você quer conquistar o diploma do curso superior, mas não sabe como arranjar tempo para comparecer às aulas da faculdade? Já pensou em fazer a graduação semipresencial? É uma modalidade de ensino em que o aluno acompanha parte da matriz curricular a distância e parte na forma presencial, na própria instituição de ensino.

É uma facilidade e tanto que permite, inclusive, que você faça um curso de caráter mais prático — como os da área de Engenharia — sem precisar virar sua rotina de cabeça para baixo por conta do seu trabalho, por exemplo.

Quer entender melhor como é o formato semipresencial de ensino? Então vem com a gente e tire todas as suas dúvidas sobre essa maneira diferenciada de estudar! Mostramos como funciona essa modalidade, a diferença em relação ao curso EAD/Online e por que você deve investir nesse modelo para se destacar no mercado de trabalho!

Como funciona a faculdade semipresencial?

A graduação no formato semipresencial — conhecido como ensino híbrido — tem como objetivo unir as vantagens dos cursos presencial e a distância.

É um modelo de ensino que está se expandindo no país e pode ser bem interessante principalmente para graduações que apresentam uma matriz curricular mais prática, como é o caso dos cursos de Engenharia.

Então, se você trabalha ou, por qualquer outro motivo, não consegue se deslocar diariamente até a instituição de ensino, saiba que pode fazer um curso superior na modalidade semipresencial. Nessa opção, você tem a vantagem de acompanhar as aulas online em um ambiente virtual de aprendizagem (AVA), o que permite que cada aluno estabeleça o melhor horário e local para estudar.

Além disso, há os encontros presenciais obrigatórios — em que são ministrados aulas teóricas, práticas e vivências em laboratório. Contudo, esses encontros não são diários: ocorrem uma vez por semana ou quinzena, dependendo do curso superior. O aluno também precisa comparecer à faculdade para as avaliações das disciplinas e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no último semestre.

A porcentagem entre o que será oferecido de modo presencial e pela plataforma de ensino não é igual para todos os cursos: a distribuição de aulas nos dois formatos vai depender da graduação e da instituição escolhida. Em geral, nesse modelo, as aulas mais teóricas são ofertadas online, já que dispensam o acompanhamento mais próximo do professor. Já as aulas mais práticas exigem a presença do aluno e, desse modo, são realizadas na própria faculdade.

Se você precisa de um modelo mais flexível para fazer uma graduação, mas não se sente seguro em realizar o curso 100% pelo notebook, saiba que o formato semipresencial vai se encaixar direitinho nas suas necessidades. 

Formações de qualidade

A qualidade do curso superior nesse formato é a mesma da presencial, dessa maneira, você pode se matricular sem medo. A duração também é igual: um curso de Engenharia Mecânica semipresencial, por exemplo, dura 10 semestres, assim como o modelo tradicional. Sem contar que o corpo docente e matriz curricular também são iguais nos dois formatos.

A vantagem é que o aluno — além de ter acesso ao acervo físico da biblioteca da instituição de ensino — também pode consultar sempre que quiser a bibliografia no formato digital de forma ilimitada durante toda a graduação.

Dedicação do aluno

Até agora temos falado muita na facilidade em estudar nesse formato, devido à possibilidade de fazer parte da graduação por meio da plataforma virtual. Mas é preciso destacar que é necessário que o aluno tenha disciplina para estudar e comprometimento com as aulas, como se ele fizesse uma faculdade presencial. 

Aliás, para ingressar no curso, ele também deve ser aprovado no vestibular. É preciso ainda fazer as tarefas propostas, ter aprovação nas provas e no TCC para conseguir o diploma. Em muitos cursos, é necessário realizar o estágio supervisionado.

Quais são os principais tipos de curso nessa modalidade?

Se você decidir fazer uma graduação semipresencial, precisa conhecer os dois tipos de curso nesse formato.

Faculdade originária de um curso presencial

Muita gente imagina que, ao escolher o modelo semipresencial, terá metade das aulas na faculdade e metade no formato virtual. Mas não é assim que acontece em graduações nesse formato que tiveram origem em cursos presenciais.

Nessa situação, o Ministério da Educação (MEC) impõe que o limite de atividades online não pode ser superior a 20% da carga horária total do curso. Assim, os encontros presenciais devem corresponder a, pelo menos, 80% da grade do curso. A proporção entre os modelos de atividade vai depender de cada curso. 

Faculdade originária de um curso EAD/Online

Muitas instituições de ensino que oferecem cursos a distância buscam oferecer uma experiência diferenciada para aquele aluno que não quer fazer o curso 100% pelo computador. Dessa maneira, transformam a graduação em semipresencial.

Algumas faculdades, por exemplo, passam a oferecer aulas virtuais, mas transmitidas ao vivo — o que permite o contato em tempo real com o professor. Os alunos assistem à aula com a turma em um polo de ensino. 

Como o curso se originou do formato EAD/Online, não existe um limite imposto pelo MEC das atividades que podem ser feitas de modo virtual.

Quais as principais diferenças entre os formatos semipresencial e ensino a distância?

Deu para perceber que a tecnologia pode facilitar bastante a vida de quem quer estudar, mas não tem tanta disponibilidade para fazer uma graduação no modelo tradicional, não é mesmo?

Assim, as opções para quem têm uma rotina corrida e ainda precisa trabalhar são a graduação semipresencial e o ensino online. Mas quais as diferenças entre os formatos?

Vamos começar falando dos cursos EAD/Online, uma modalidade que cresce a cada ano no país. O Censo da Educação Superior mostrou que houve um aumento de 17,6% entre os anos de 2016 e 2017 nas matrículas do ensino superior a distância. No mesmo período, as matrículas de cursos presenciais tiveram queda.

Os dados mostram que os alunos estão aprovando esse formato e aproveitando todas as suas facilidades, principalmente a versatilidade de acompanhar as aulas por meio de uma plataforma de ensino nos locais e horários mais convenientes.

Nesse modelo, há poucos encontros presenciais, realizados nos polos de ensino. Eles ocorrem, geralmente, para a realização de provas e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 

É, portanto, a opção para quem não se importa de estudar sozinho e de acompanhar a maior parte do curso pelo notebook, por exemplo.

Semipresencial

Já no semipresencial — apesar de o aluno também aproveitar as facilidades de acompanhar muitas aulas a distância — os encontros presenciais nos polos de ensino são bem mais frequentes. É possível que ele tenha que se deslocar até a faculdade uma vez por semana ou a cada quinzena, por exemplo.

Há ainda a possibilidade de acompanhar, mesmo pelo computador, aulas ao vivo, o que permite uma interação maior com o professor. Além disso, você pode ter um contato mais próximo com os colegas de turma.

Trata-se de um modelo interessante para quem precisa estudar a distância por conta dos compromissos do dia a dia, mas não abre mão de estar mais próximo de professores e colegas. Para muitos alunos, fica mais fácil acompanhar o curso dessa forma, pois eles se sentem mais seguros para tirar dúvidas, trocar conhecimento com os outros colegas ou até mesmo para montar grupos de estudos com a turma.

Por que investir em uma graduação semipresencial?

Muitas pessoas querem obter uma qualificação para conquistar as melhores oportunidades no mercado e sabem que a graduação semipresencial se encaixa em suas necessidades. No entanto, ainda não têm certeza se é a melhor escolha. Se você também tem essa dúvida, acompanhe abaixo os motivos para estudar nessa modalidade de ensino.

Flexibilidade para estudar

Você consegue organizar sua rotina do jeito que quiser, porque tem a facilidade de acompanhar parte das aulas online. Dessa maneira, só precisa do notebook, tablet ou até mesmo um smartphone e acesso à internet para acompanhar os tópicos do curso. Pode escolher, portanto, o melhor horário e local para estudar. Isso porque todo o conteúdo disponível está em uma plataforma virtual, permitindo que você revise as matérias sempre que precisar.

Mas você deve estar pensando: será que terei essa liberdade para estudar mesmo com os encontros presenciais mais frequentes? Vai sim! O aluno, geralmente, precisa se deslocar até a faculdade aos sábados. E ele recebe essa programação logo que começa o semestre; assim, consegue planejar sua agenda com antecedência.

Possibilidade de trabalhar

Você tem a vantagem de continuar trabalhando enquanto faz o curso superior, sem que isso se torne um transtorno todos os dias, já que tem a versatilidade de não precisar comparecer diariamente até a faculdade.

Com isso, fica mais tranquilo para você arcar com as mensalidades, pois não perde sua fonte de renda para estudar e também não precisa gastar muito com transporte até a instituição de ensino.

Orientação presencial

Apesar de todas as vantagens de fazer um curso na modalidade a distância, muitos estudantes não se sentem 100% seguros para aprender dessa forma. E é nesse ponto que a graduação semipresencial se diferencia do curso a distância.

O modelo mescla aulas presenciais e online e você fica mais tranquilo porque tem um contato maior com os professores e colegas de curso. Dessa maneira, pode tirar suas dúvidas de forma presencial quando precisar.

Além disso, o suporte virtual também está sempre disponível caso o aluno precise de alguma ajuda enquanto estiver utilizando a plataforma de ensino.

Rede de contato profissional

Os encontros presenciais são importantes também para você fazer networking e construir sua rede de contatos profissional. Você pode trocar conhecimento e fazer amizades com professores e colegas e, dessa forma, ficar sabendo de oportunidades de emprego e estágio na sua área ou até mesmo ser indicado para uma entrevista.

Autonomia do aluno

Você é quem comanda o ritmo de estudos. Na plataforma, pode avançar no conteúdo caso tenha mais facilidade com as matérias ou dedicar um tempo maior para os assuntos que oferecem mais dificuldade. Aliás, com o tempo, você se habitua com esse formato de curso e consegue buscar conhecimento por conta própria sem depender da figura do professor.

Essa prática pode ser interessante inclusive para o seu desenvolvimento de carreira, pois você fica mais preparado para fazer uma pós-graduação no formato a distância no futuro, por exemplo.

Aulas dinâmicas

Se você perde o interesse quando começa algum curso porque as aulas parecem sempre iguais, vai gostar desse formato de ensino pelo fato de ele ser muito dinâmico — já que você acompanha as aulas online, em sala de aula e também nos laboratórios. O resultado? Você fica mais motivado para aprender e conquistar seu diploma de ensino superior.

Mensalidades mais baixas

Muitos alunos não sabem, mas a graduação semipresencial, geralmente, oferece mensalidades com custos menores do que as versões presenciais do mesmo curso. Além disso, o material é disponibilizado para download sem custo.

Algumas faculdades oferecem ainda a possibilidade de bolsas para iniciação científica e mentorias. É uma vantagem que vai dar uma forcinha no orçamento e um ânimo extra para fazer a faculdade.

Como o mercado de trabalho vê esse diploma?

Muitos alunos querem fazer a graduação semipresencial, mas ficam em dúvida quanto à validade do diploma desse tipo de curso e a aceitação no mercado, já que o profissional se formou em um modelo diferente de ensino.

Em primeiro lugar, saiba que, se a faculdade que você escolheu tem a autorização do MEC para ofertar determinado curso, o diploma dessa graduação — independentemente da modalidade — é reconhecido pelo órgão e válido em todo o território nacional. 

Agora, caso a sua preocupação seja em relação ao mercado de trabalho, saiba que as empresas não fazem distinção entre um diploma de curso presencial, semipresencial ou EAD/Online. Na verdade, essa informação nem consta no documento, porque isso é irrelevante. O que aparece no diploma é o nome da instituição de ensino, o curso em questão e o período em que foi realizado.

O profissional precisa mostrar que está apto para o cargo em questão e pode agregar valor à empresa, pois é isso o que os recrutadores analisam no processo de seleção — e não em que modelo fez a graduação.

Em muitas situações, saiba que, ter feito um curso semipresencial ou no ensino a distância pode até mesmo contar pontos ao candidato. Mostra que ele tem a capacidade de aprender e de estudar sozinho, o que demonstra proatividade, competência valorizada pelos gestores. Revela ainda que ele tem uma vivência digital, o que também é bem-visto hoje, porque aponta que está preparado para lidar com diferentes tecnologias e desafios do futuro.

O que observar antes de escolher uma instituição de ensino?

Antes de ingressar em uma graduação semipresencial, é preciso verificar a qualidade da instituição de ensino superior para você acertar na escolha. Veja a seguir o que é preciso avaliar.

Reconhecimento do MEC

Pesquise se a faculdade tem autorização do MEC para ofertar a graduação do seu interesse. Dessa maneira, você sabe que o curso é avaliado periodicamente e que você terá um diploma reconhecido por esse órgão. Para saber a situação da instituição de ensino, é só fazer uma consulta rápida no site e-MEC.

Infraestrutura

Verifique também a infraestrutura da instituição, como as salas de aula, bibliotecas, laboratórios e também a plataforma virtual de ensino. Outro ponto é analisar a qualidade do corpo docente.

Apoio ao aluno

É importante que o aluno receba apoio da faculdade tanto para os encontros presenciais quanto para as atividades a distância. Para isso, a faculdade deve trabalhar com tutores que possam tirar as dúvidas sempre que necessário e manter outros canais de comunicação disponíveis, como fóruns, chats e e-mails.

No caso de cursos com estágio obrigatório, verifique também como a instituição pode ajudar o aluno, se há parcerias, entre outras questões.

Bônus: 7 dicas de organização do tempo para se dedicar aos estudos

Quer fazer um curso superior na modalidade semipresencial, mas não consegue encontrar tempo para os estudos? Então confira a seguir as nossas dicas de organização pessoal para que você possa conciliar o trabalho e os compromissos da faculdade sem dor de cabeça.

1. Crie uma planilha de horários para suas atividades

Muitas pessoas acreditam que não podem dar conta de todos os compromissos porque não conseguem fazer uma boa gestão do tempo. Você precisa elaborar um cronograma para organizar todas as suas atividades diárias e evitar que os estudos atrapalhem seu trabalho e vice-versa.

Faça uma planilha (no papel ou no computador) dividida por horários e coloque todas as suas tarefas, como o trabalho, encontros presenciais da faculdade, refeições, academia, aulas de inglês, período para fazer compras e outros.

Depois, verifique quais intervalos você tem disponível para conseguir estudar. Pode estipular, por exemplo, que, durante a noite, vai dedicar duas horas para acompanhar as aulas da faculdade.

Quando você cria essa agenda, evita colocar obrigações ou marcar compromissos nos horários que precisa estudar. Se você mora com seus pais ou com amigos, também pode deixar avisado que não pode ser incomodado nesse período.

Mas atenção: seja disciplinado e evite procrastinar, que é aquele hábito que temos de deixar para amanhã o que deve ser feito hoje.

2. Aproveite pequenos momentos para estudar

A planilha de horários vai servir como um guia, mas isso não quer dizer que você não possa incorporar pequenos momentos do seu dia para colocar os estudos em dia. Pode aproveitar, por exemplo:

  • os minutos que sobram do horário de almoço no trabalho para revisar um tópico;

  • quando está esperando o ônibus ou durante o trajeto para ler um texto.

3. Monte um espaço para os estudos

Para manter a rotina de estudos, é fundamental criar um cantinho para essa finalidade. Pode ser uma mesa na sala ou no seu quarto onde você pode deixar livros, cadernos, notebook e outros materiais. O importante é que consiga fazer as leituras e exercícios em um local silencioso. Se não tiver um ambiente adequado na sua casa, vá até uma biblioteca, já que, para ter um bom rendimento, você precisa se concentrar.

4. Fique longe das distrações

Falando em se concentrar, você sabia que sua produtividade nos estudos pode ser prejudicada pelas distrações? Um texto que você demoraria 30 minutos para ler pode levar muito mais tempo se você ficar, por exemplo, toda hora checando o celular para ver se recebeu uma nova mensagem ou conferindo se há atualizações na rede social.

A dica é deixar os eletrônicos desligados ou no modo silencioso, porque avisos sonoros de notificação são suficientes para desviar sua atenção das matérias. 

5. Faça pequenas pausas

Pode parecer contraditório falar em fazer pequenas pausas já que a ideia é estudar o máximo de tempo possível, não é? Mas, durante os estudos, é recomendado que você faça intervalos curtos, de cerca de 10 minutos, para levantar, esticar o corpo, tomar água e até fazer um lanche.

Nosso cérebro precisa desse descanso para que possa assimilar os conteúdos e recarregar as energias para repassar as matérias com mais atenção.

6. Estabeleça metas

O ser humano gosta de desafios, por isso estabeleça metas durante o estudo, como repassar um determinado número de tópicos ou ler capítulos de um livro. Você vai se sentir motivado a cumprir o que propôs, deixando esse momento mais dinâmico e produtivo.

7. Não descuide da sua saúde

Você só terá um bom rendimento nos estudos se estiver saudável. Desse modo, não sacrifique as horas de sono ou das refeições para estudar. Você precisa ter o momento de descanso e se alimentar corretamente para se sentir bem e conseguir se concentrar nas matérias.

Não deixe de realizar também alguma atividade física para ter mais disposição e, assim, dar conta do dia a dia agitado. É importante ainda ter um dia da semana para relaxar e aproveitar para ficar com a família e amigos.

Viu só como você pode fazer um curso superior de qualidade sem precisar alterar sua rotina? Pesquise as opções de graduação semipresencial, escolha uma instituição de ensino de referência e comece a se preparar para conquistar as melhores oportunidades do mercado de trabalho!

Quer algumas sugestões de curso? Então confira as opções de graduação da UCL em diferentes áreas e comece a construir uma carreira de sucesso!

 

O que é o PDI e como aplicá-lo para desenvolver sua carreira?

Empresas que buscam melhorar seus resultados, investindo no crescimento de seus colaboradores, utilizam o PDI — Plano de Desenvolvimento Individual. Trata-se de uma estratégia para monitorar o desenvolvimento das competências do profissional por meio de ações sistematizadas a fim de que ele alcance um determinado objetivo.

Mas você não precisa depender do seu empregador para utilizar essa ferramenta. É possível aplicá-la em sua carreira e, assim, traçar um roteiro para que consiga chegar aonde deseja — o que vai trazer ganhos para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Ficou interessado em saber o que é PDI e quais são os passos para colocá-lo em prática? Então não deixe de acompanhar este post que preparamos para você! Boa leitura!

O que é PDI?

Temos muitos sonhos quando o assunto é nossa carreira, não é mesmo? Pode ser um projeto que você tenha vontade de desenvolver, uma empresa onde almeja trabalhar, um cargo que pretende ocupar ou ainda ter um negócio que seja seu.

É positivo voltar o pensamento para o futuro quando se trata da sua vida profissional, mas também é importante correr atrás para que esses objetivos se tornem reais, ou seja, saiam do papel. E é nesse ponto que muitos profissionais ficam estagnados: eles deixam de se preparar na hora certa e, consequentemente, perdem oportunidades.

O mercado é dinâmico e não abre espaço para o comodismo, por isso, seja qual for a sua área de atuação, é preciso ter foco e agir — saber o que realmente você quer e o que precisa ser feito para ter esse resultado.

Nessa hora, o PDI torna-se necessário. Com ele, você define um mapa que deve ser seguido para que consiga se tornar o profissional que deseja ser e, desse modo, conquistar seus sonhos. É, portanto, um plano voltado para as competências que você precisa desenvolver para evoluir na carreira.

Como colocá-lo em prática?

Agora que você já sabe o que é PDI, viu que é possível caminhar de forma estratégica quando se trata do seu desenvolvimento de carreira. Para colocá-lo em prática, é necessário seguir alguns passos. Veja a seguir.

Definição de um objetivo

O que você quer alcançar daqui a seis meses, um ano ou dois anos? Faça uma reflexão bastante aprofundada sobre suas ambições profissionais de curto, médio e longo prazo.

O recomendado é que o PDI não tenha um prazo muito distante para que você consiga ter o compromisso de cumpri-lo. Assim, há menos riscos de colocar outras tarefas na frente pensando que ainda tem tempo de correr atrás disso.

Construção de um mapa das competências

É uma etapa de autoconhecimento na qual é preciso pensar em quem realmente você é, quais são suas potencialidades e quais são suas dificuldades. Com esse mapeamento, terá mais clareza para definir suas ações, já que é preciso aperfeiçoar seus pontos fortes e corrigir os pontos fracos para estar bem-preparado para alcançar seu objetivo.

Será impossível trabalhar todas as habilidades em um curto espaço de tempo. Logo, para que você não se frustre por não alcançar o que planejou, a dica é priorizar as competências que devem ser desenvolvidas. Mas como fazer essa priorização de maneira adequada? Leve em conta dois fatores: o peso que essa habilidade tem para sua conquista e o quanto ela é necessária nesse momento.

Elaboração das metas

Sabendo quais competências você precisa desenvolver, é possível pensar nas metas que terá que cumprir. A dica é elaborar metas alcançáveis e que tenham um prazo para ser concluídas.

Vamos dizer que você acaba de ser contratado por uma empresa: seria irreal imaginar como meta ser promovido em três meses, certo? Então, seja realista para alcançar os resultados almejados.

Desenvolvimento de um plano de ação

Momento de colocar em prática as estratégias para alcançar as metas traçadas. Para isso, você pode propor desafios na sua rotina que tirem da zona de conforto. Por exemplo, se você tem vergonha de falar em público e quer superar essa dificuldade, pode colocar como desafio propor uma ideia na reunião da empresa.

Outros desafios podem ser começar um curso de pós-graduação na sua área, aprender um software novo, desenvolver a empatia com colegas de trabalho ou até mesmo acreditar mais em você, aceitando participar de novos projetos.

Qual a importância dos prazos e metas no PDI?

Você viu que, para colocar esse plano em prática, é essencial atingir metas e cumprir os prazos. Por que isso é importante? Para que você não desvie do seu caminho ou até mesmo abandone o plano.

Esse compromisso vai ajudar a não deixar para depois o que realmente importa para seu desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, traçar metas e definir prazos auxilia o profissional a medir os resultados de suas conquistas para que possa alterar os rumos, caso necessário.

Aliás, é preciso destacar que o PDI não é uma ferramenta engessada: ela deve se adaptar às mudanças que podem acontecer na sua carreira e até mesmo em seus objetivos.

Exemplo de PDI

Quer um exemplo do uso dessa estratégia? Vamos lá. O objetivo para daqui 3 meses é melhorar o inglês para que você possa concorrer a uma vaga em uma multinacional.

Em primeiro lugar, você precisa definir qual seu nível de domínio do idioma na fala, leitura e escrita. Tem gente que consegue ler muito bem em inglês, mas tem dificuldade para escrever e falar. Assim, dá para descobrir em quais habilidades é preciso investir nesse momento.

Você pode imaginar: é só fazer a matrícula em um curso de idiomas, porém você quer um resultado mais rápido e precisa correr por fora. Então, a dica é definir metas, como:

  • assistir a, pelo menos, dois filmes com legenda em inglês por semana;
  • ler um texto em inglês por dia;
  • gravar um vídeo curto em inglês por semana;
  • fazer lições diárias em um aplicativo que ensina idiomas;
  • escrever uma redação em inglês por semana.

Você não estará fluente na língua em três meses, mas certamente estará mais preparado para disputar a vaga de emprego que almeja.

Sabendo o que é PDI, você já pode colocá-lo em prática para crescer na carreira. A ferramenta vai servir como um guia para que você tenha foco e consiga desenvolver as habilidades necessárias para alcançar seu sucesso profissional.

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Desvendando o curso de Engenharia Biomédica: conheça a profissão!

Escolher qual graduação seguir não é tarefa fácil. No meio de tantas opções, é natural sentir confusão e ansiedade para tomar uma decisão tão grande quanto essa. Um dos cursos que vem ganhando muito destaque é o de Engenharia Biomédica, tendo em vista as grandes oportunidades profissionais que ele oferece.

Nesse sentido, conhecer um pouco mais sobre os principais cursos que estão sendo escolhidos e, mais ainda, garantindo uma boa perspectiva no mercado de trabalho é uma das melhores alternativas para você fazer uma boa escolha e ter um período incrível de graduação.

Pensando nisso, queremos compartilhar com você as principais informações sobre o curso de Engenharia Biomédica neste artigo, buscando auxiliar a sua tomada de decisão. Acompanhe!

O que se estuda no curso de Engenharia Biomédica?

Para conhecer profundamente uma graduação, é necessário identificar o que ela oferece em termos de conteúdo, não é mesmo? Bom, o curso Engenharia Biomédica nada mais é do que um ramo da própria Engenharia que busca integrar as ciências exatas e as biológicas, transformando a abordagem que temos atualmente na Biologia e na Medicina.

Nesse sentido, o curso tem como objetivo fornecer uma base teórica, científica e prática consolidada para que os futuros profissionais consigam desenvolver técnicas que aprimoram o dia a dia dos médicos e, é claro, dos pacientes. Assim, os engenheiros biomédicos atuam na área de prevenção, diagnóstico e tratamento de patologias.

No entanto, em vez de trabalhar diretamente com os humanos, os engenheiros lidam com os equipamentos, acessórios e aparelhos que facilitam o serviço do médico e o atendimento do paciente. Isso permite um avanço eficaz na área da Medicina, além de garantir a segurança e a saúde de todos os envolvidos.

Para que isso seja possível, o curso deve apresentar uma série de disciplinas que asseguram o bom conhecimento técnico e científico dos seus alunos, como:

  • Eletrônica;
  • Cálculos I, II e III;
  • Programação;
  • Anatomia Humana;
  • Engenharia Clínica Hospitalar Avançada;
  • Tecnologia da Informação;
  • Físicas I, II e III;
  • Álgebra;
  • Instrumentos Biomédicos;
  • Algoritmos e Estrutura de Dados;
  • Biosensores;
  • Imagens Médicas;
  • Gestão de Saúde;
  • Telemedicina;
  • Geometria Analítica;
  • Gestão Hospitalar;
  • Engenharia Médica Aplicada;
  • Biologia;
  • Biomecânica Biomateriais;
  • Computação.

Como você já percebeu, o curso apresenta a união entre temas das ciências exatas e biológicas, não é mesmo? Assim, a fim de compreender profundamente cada conteúdo, os alunos precisam concluir os cinco anos de graduação e realizar o seu Trabalho de Conclusão de Curso para se tornarem bacharéis na área.

Qual a diferença entre Engenharia Biomédica e Biomedicina?

Muitos alunos ainda confundem a Engenharia Biomédica com Biomedicina. Ainda que os dois cursos tenham áreas de atuação parecidas, a grade curricular, a abordagem dos conteúdos e as oportunidades no mercado de trabalho são diferentes. Por exemplo, um contraste principal entre eles é a orientação da graduação.

Enquanto a Engenharia Biomédica volta a sua atenção para o alinhamento das ciências exatas com a área da saúde, a Biomedicina tem como base os conceitos das ciências biológicas. Nesse sentido, ela procura as melhores formas de diagnóstico e tratamento de patologias humanas, assim como outras doenças que acometem micro-organismos e substâncias orgânicas.

Como é o mercado para esse profissional?

Engana-se quem pensa que as preocupações profissionais terminam depois de escolher qual graduação seguir. O fato é que existe uma série de questões que precisam ser analisadas ao concluir o seu curso superior, como o funcionamento do mercado para a sua carreira.

No caso da Engenharia Biomédica, o mercado oferece uma boa perspectiva de crescimento em função do curso ser recente, aprimorando-se cada vez mais com o passar do tempo. Além disso, por ser uma profissão que garante a evolução da ciência médica, da segurança e da qualidade de vida da população, diversas empresas buscam adicioná-la à sua equipe de colaboradores.

Em outras palavras, com a expansão do conhecimento exato aplicado às técnicas da área da saúde, a Medicina foi capaz de desenvolver abordagens inovadoras que melhoraram a qualidade de vida dos médicos e pacientes. Por isso, os engenheiros biomédicos conseguem trabalhar tanto em institutos de pesquisa quanto em empresas privadas, universidades, clínicas e hospitais.

Vale ressaltar, ainda, que a remuneração inicial desse profissional gira em torno de seis salários mínimos por mês, considerando seis horas de trabalho por dia — mesmo que não exista uma legislação que regulamente o seu piso salarial. É importante ter em mente, no entanto, que o montante varia de acordo com a região onde você atua e, é claro, de acordo com as atividades desempenhadas no seu dia a dia.

Além disso, por ser uma carreira em engenharia promissora, diversos países em outras regiões do mundo estão à procura de profissionais qualificados que possam aprimorar suas estratégicas médicas em clínicas e hospitais — sejam públicos, sejam privados. Assim, se você optar por seguir essa área, tem grandes chances de construir uma história profissional fora do Brasil.

Para concluir, não podemos deixar de falar sobre a relevância da regulamentação da profissão. Em outras palavras, para que você atue de maneira correta no mercado de trabalho, é fundamental apresentar o seu diploma de curso superior de uma instituição de ensino que seja reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação), além de ter o seu registro no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CREA), combinado?

Quais áreas de atuação aceitam esse profissional?

Como você já deve ter percebido, o engenheiro biomédico consegue atuar em diversas frentes profissionais pelo simples fato de ser capaz de estruturar, desenvolver e implementar equipamentos que auxiliam no processo de diagnóstico, na prevenção de patologias e, é claro, na promoção de saúde.

É por isso que o campo de atuação para quem segue essa careira é amplo: além dos locais de trabalho que citamos, você também consegue ingressar em outras áreas, como:

  • bioinformática: criação de softwares e programas que auxiliam na produção de um diagnóstico correto e efetivo;
  • engenharia clínica: gerir equipamentos de operação em laboratórios, clínicas e hospitais, auxiliando na sua manutenção, instalação e suporte técnico;
  • desenvolvimento de próteses e biomateriais: produção de próteses inovadoras adequadas ao corpo;
  • imagiologia: nesse campo, você trabalha com técnicas que auxiliam o diagnóstico médico, como ultrassonografia, radiografia, fluoroscopia, tomografia e ressonância magnética;
  • desenvolvimento de equipamentos: visa planejar, implantar e desenvolver aparelhos para serem utilizados nos centros de saúde.

Não podemos negar: o curso Engenharia Biomédica oferece a possibilidade de trabalho em um dos campos mais promissores da atualidade. Lidar diariamente com equipamentos e aparelhos que promovem mais qualidade de vida para todas as pessoas proporciona uma grande satisfação profissional, além de garantir excelentes oportunidades no mercado.

E aí, o que achou do nosso artigo? Para encontrar mais conteúdos como este e conquistar excelentes dicas de graduação, siga a nossa página no Facebook, Instagram e Twitter e mantenha-se sempre conectado!

Como conseguir experiência profissional: listamos 6 formas para você!

A época da faculdade traz um desafio especial: conquistar o primeiro estágio ou emprego. Nesse período, é comum (e esperado) que os alunos não tenham muitas informações para incluir no currículo, mas você sabe como conseguir experiência profissional e se destacar?

O primeiro passo para isso começa antes mesmo de entrar na faculdade: é muito importante escolher uma instituição que invista em você. O oferecimento de laboratórios práticos e atividades extracurriculares são exemplos de práticas diferenciadas.

Quer saber o que mais pode ajudar na construção de um ótimo primeiro currículo? Confira nossas dicas!

6 ações para colocar em prática e melhorar o currículo

Você não precisa de experiências formais de trabalho para começar a ter um perfil profissional atrativo. Veja outras atividades que contam pontos em um processo seletivo!

1. Fazer trabalho voluntário

Se você já realizou algum tipo de atividade social em organizações não governamentais (ONGs), igrejas ou outras instituições, saiba que essas experiências podem — e devem — ser colocadas no currículo. Elas vão ajudar a destacar seu perfil, pois indicam uma pessoa dinâmica.

Além disso, trabalhos voluntários contribuem para o desenvolvimento de diversas habilidades importantes na carreira, como organização, disciplina, proatividade e bom relacionamento interpessoal. Assim, vale a pena buscar oportunidades como essa, caso você ainda não tenha feito.

2. Participar de projetos de pesquisa

Outra forma de conseguir experiência profissional mesmo fora do mercado de trabalho é aproveitando o que a faculdade oferece além das aulas. Projetos de pesquisa ou extensão permitem que o aluno experimente vivencie a rotina de trabalho da sua área de estudos.

Dessa forma, essas práticas também ajudam a desenvolver você como profissional, já que possibilitam a aquisição de competências essenciais. Ao adicionar essas informações ao currículo, é possível chamar atenção por ser alguém proativo e disposto a buscar chances de crescimento.

3. Ser membro do centro acadêmico

Os centros acadêmicos são instâncias de organização dos estudantes de um curso. Eles são importantes para que os alunos discutam questões relacionadas à sua formação, passem feedbacks para a faculdade e, ainda, organizem facilidades na sua rotina (como pedido da carteira de estudante ou compartilhamento de materiais de estudo).

Considerando isso, o centro acadêmico não é visto apenas como uma reunião informal de estudantes. Quem participa dele se responsabiliza por diversas atividades administrativas — inclusive financeiras, em muitos casos. Logo, essa é uma experiência bastante válida para a sua carreira.

4. Matricular-se em aulas práticas

As aulas no laboratório da faculdade servem para que você tenha contato com aprendizagens práticas que agregam valor ao seu currículo. Então, vale a pena se dedicar a essas disciplinas e se matricular nelas mesmo quando não forem obrigatórias.

Procure também aproveitar a oportunidade de tirar dúvidas com os professores dessas matérias. Aliás, ser um bom aluno nelas e ter uma relação próxima com os docentes são estratégias interessantes para conseguir indicações de estágio e empregos no futuro.

Isso diz respeito a um conceito muito importante por quem está começando uma carreira: o networking. Seus professores, assim como os colegas de sala, são seus primeiros contatos profissionais. Manter um relacionamento positivo é importante para ser lembrado quando surgirem oportunidades.

5. Trabalhar como autônomo

Você já realizou alguma atividade profissional de maneira informal ou autônoma, como dar aulas particulares, consertar computadores, oferecer serviços de freelance ou vender produtos? Ajudar na empresa de um familiar ou amigo temporariamente também é válido.

Todas essas atividades podem entrar como experiências no seu currículo. Afinal, elas são tarefas profissionais, mesmo que não tenham acontecido no mercado de trabalho formal. E o melhor: você pode incluir até o que não for relacionado com a sua área de formação.

Como estamos falando de um currículo para primeiro emprego, geralmente, já se sabe que não existem muitas experiências relacionadas ao que você cursa. Por isso, colocar trabalhos diversos não é um problema. Com o tempo, novas experiências vão surgir, e você pode substituir as informações no documento.

6. Investir em cursos livres

Candidatos para primeiro estágio ou emprego realmente não têm como apresentar muitas experiências profissionais. Nesse cenário, o recrutador utiliza outras análises para perceber se você tem o perfil da vaga — e seu interesse na formação é um deles.

Pense bem: entre um aluno que coloca no currículo apenas o curso de graduação e outro que adiciona vários cursos livres que fez ao longo dos anos, qual deles parece mais preparado para um emprego? Certamente, o segundo.

Isso, porque essa preocupação em estudar além da faculdade mostra que você não fica parado. Nesse sentido, vale a pena colocar no currículo informações sobre sua formação complementar — por exemplo, cursos de idiomas, informática e os eventos de que você participa durante a graduação.

Como montar um primeiro currículo campeão

Agora você sabe como conseguir experiência profissional ainda na faculdade. Entretanto, podemos ajudar em outro conhecimento indispensável: como montar seu primeiro currículo. Isso é importante para saber organizar suas informações de uma maneira mais atrativa.

A primeira dica é: seja objetivo. Em geral, o recrutador de uma empresa recebe muitos currículos constantemente. Com isso, ele já desenvolveu uma maneira para analisar as informações rapidamente, o que significa que documentos muito extensos ou com parágrafos grandes não são bem-vistos.

Assim, procure montar um currículo de design simples, com espaçamento entre as informações e frases curtas. Dessa forma, você facilita a leitura e ganha mais simpatia de quem está analisando seu perfil profissional.

Além disso, tenha atenção ao colocar seus dados pessoais. Eles são as primeiras informações no currículo e devem estar corretos e destacados na página. Não é preciso adicionar foto, se a vaga não exigir isso. Se for necessário, tome cuidado para colocar uma imagem séria.

Em seguida, destaque sua formação — indicando o curso de graduação, a faculdade e o possível ano de conclusão. Dependendo da vaga, pode ser interessante colocar algumas das principais disciplinas que já foram cursadas.

Em outro ponto do currículo, adicione suas experiências informais e fale um pouco sobre cada uma delas, relacionando aspectos básicos, como tempo de duração do trabalho, atividades realizadas e algumas habilidades que foram desenvolvidas.

Não se esqueça de incluir os cursos que fez como formação complementar e pronto: você terá um ótimo primeiro currículo. E lembre-se de conhecer os diferenciais que sua faculdade oferece para a qualificação dos alunos!

Gostou de aprender como conseguir experiência profissional? Quer estudar em uma instituição que invista em laboratórios, experiências de pesquisa e muito mais? Veja os cursos de graduação oferecidos pela UCL!

 

Tudo sobre o curso de Administração: tire suas dúvidas aqui!

 

Escolher uma graduação que realmente se encaixa no seu perfil vai muito além de avaliar os interesses e as afinidades que tem. Embora tudo isso seja importante e contribua para a sua decisão, não dá para negar que é indispensável pesquisar a fundo sobre o que o espera na faculdade ao longo dos semestres, a que o profissional do ramo desejado pode se dedicar e se o mercado está ou não favorável para a carreira. Para facilitar essa pesquisa, reunimos neste post tudo sobre o curso de Administração.

Assim, você que se pergunta se deve ou não optar por essa graduação terá acesso ao máximo de informações sobre formação na área, perfil do administrador, média salarial, possibilidades de atuação e muito mais. Acompanhe cada tópico abaixo e se informe!

Entenda mais sobre o curso

Neste primeiro item, trouxemos um verdadeiro panorama de como é o curso de Administração.Vamos abordar desde o nível de procura por ele Brasil afora até as características dessa graduação, como duração, modalidades disponíveis e formato da formação. Confira!

Volume de matrículas no curso

Segundo dados das Sinopses Estatísticas da Educação Superior, que são liberados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2018 houve 8.450.755 matrículas no Ensino Superior em todo o Brasil.

Desse total, 654.843 (7,74%) foram apenas na graduação em Administração. Para se ter noção do quão grande é essa quantidade, o curso só perdeu em nível de procura para a Pedagogia, que teve 747.890 (cerca de 8,84%), e para o Direito, que teve 863.101 (cerca de 10,21%). Isso mostra o quanto a área desperta o interesse e a curiosidade dos vestibulandos ao redor do país.

As informações divulgadas pelo Inep não terminam por aí. Como apontou o instituto, dos 654.843 novos estudantes de Administração, 571.420 (87,26%) ingressaram em uma instituição de ensino particular. Um fato que mostra como a educação privada tem papel fundamental na formação de, arredondando, 9 em cada 10 novos administradores que entram no mercado de trabalho brasileiro.

Tipo de formação

O curso de Administração é oferecido sempre como bacharelado. O que isso significa? Esse tipo de formação, além de ser o mais frequente no Ensino Superior — cerca de 59,89% dos cursos são nesse formato, segundo os dados do Inep dos quais falamos, é o que fornece aos estudantes uma visão ampla do mercado de trabalho.

Isso ocorre porque essa graduação é generalista, reunindo conteúdos teóricos e atividades práticas que abordam as diferentes vertentes de atuação que você pode seguir ao terminar a faculdade. De quebra, ela ainda fornece o embasamento necessário para aqueles que, eventualmente, descobrem um interesse pela docência no ambiente universitário ou mesmo pela pesquisa científica.

Duração da graduação

Por se tratar de um bacharelado, o curso de Administração tem duração de quatro anos, mas isso não quer dizer que você tem apenas esse prazo de oito semestres para se formar. Longe disso!

É comum que alguns universitários realizem trancamentos ou façam intercâmbios de um ou mais semestres, por exemplo. As instituições de ensino levam em conta essas possibilidades e costumam dar um prazo extra para que você possa concluir a sua graduação sem contratempos.

Modalidades oferecidas

O curso de Administração pode ser encontrado tanto na modalidade presencial quanto na modalidade a distância. No primeiro tipo, as aulas seguem o padrão clássico ao qual você já está acostumado: elas são ministradas pelo professor em sala de aula e têm uma frequência regular para acompanhar as suas faltas e presenças.

Isso significa que é preciso ir à instituição diariamente e assistir às aulas no horário programado. Lembrando que, nesse caso, há instituições que oferecem a graduação no turno matutino, outras no turno noturno e algumas disponibilizam em ambos os períodos.

modalidade EAD/Semipresencial é o oposto da primeira. Nela, os alunos assistem a videoaulas por meio do computador (ou outro equipamento compatível, como celular e tablet). Aqui, não há horário ou dia pré-agendado para fazer isso. Ao contrário, você assume o controle da sua rotina de estudos e define que momento é melhor para se dedicar ao curso.

Lembrando, é claro, que você conta com o suporte de um tutor e pode, sempre que desejar, se dirigir ao polo de educação para utilizar biblioteca e laboratório.

Quais são as matérias ministradas na faculdade

Ao contrário do que muita gente imagina, a matriz curricular do curso de Administração não se resume a matemática. Na verdade, ela é bastante diversa e multidisciplinar, pois deve prepará-lo para lidar com as mais diferentes esferas que estão sob a gestão de uma empresa, desde as linhas de produção até os aspectos legais do negócio.

É por isso que você vê Legislação Trabalhista, Comportamento Organizacional e Gestão Estratégica de Pessoas. Assim, se aprofunda a respeito dos aspectos trabalhistas do mercado, das melhores práticas envolvendo clima organizacional e das medidas que tratam de recrutamento, admissão e desligamento de funcionários.

Outro bom exemplo são as matérias de Fundamentos de Marketing, Gestão Estratégica de Marketing e Comércio Exterior. Isso porque elas exploram as estratégias de comunicação com o público-alvo das companhias.Dessa forma, buscam aumentar as vendas, expandir a participação de mercado (inclusive internacionalmente), definir os custos com publicidade, estudar o lançamento de produtos e serviços em diferentes praças de consumo etc.

Há também as disciplinas de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, Gestão Ambiental, Direito Empresarial e Segurança, Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho. Todas elas abordam as ações que a organização deve desenvolver em relação à segurança do trabalho, às políticas internas para colaboradores e consumidores e ao uso de recursos naturais/desperdício de insumos — que ocorrem não só em fábricas e indústrias, mas também em escritórios nos centros urbanos.

A sociedade está cada vez mais consciente sobre os impactos ambientais, a poluição, os direitos trabalhistas e os investimentos privados realizados no entorno dos complexos comerciais que podem impactar positiva ou negativamente a população. Logo, as empresas buscam atender a essas expectativas/cobranças para zelar pela boa imagem do negócio e se consolidar no mercado.

Qual o perfil de um administrador

Muitas pessoas que se formam em Administração tendem a compartilhar um perfil similar com características fortes e que são bastante úteis para elas no mercado de trabalho. Elas têm, por exemplo, um excelente raciocínio abstrato para lidar com contas e questões matemáticas, são interessadas em empreender e buscar soluções inovadoras de negócio, dominam plataformas e softwares de gestão administrativa e têm facilidade para utilizar planilhas no dia a dia.

Também são pessoas disciplinadas, criativas, resilientes, comprometidas e que entendem o valor da cooperação mútua para o clima organizacional da companhia. Isso sem falar que não se atêm a saber apenas sobre a área de formação, buscando informações sobre economia, política, direito, tecnologia e outros segmentos importantes para o local onde atuam.

Outro aspecto relevante do perfil de um administrador é que ele reconhece a necessidade de estudar e de se aperfeiçoar constantemente, pois estar no controle de uma organização requer não só qualificação, mas também estar atualizado e antenado às novidades do mercado, para prosperar e se consolidar. Além disso, é flexível, organizado e multitarefa, sabendo trabalhar bem em diferentes ambientes, com prazos muitas vezes apertados e sob pressão para alcançar resultados.

Como saber se Administração é o seu curso

“Até aqui, eu já sei tudo sobre o curso de Administração, mas como ter certeza de que essa é a escolha certa para mim?”. Se você está se perguntando isso, seguem duas dicas importantes. A primeira é bater um papo com quem faz essa graduação, dando preferência àqueles universitários que já estão nos últimos semestres.

Isso porque a conversa com eles lhe permitirá entender como é a rotina de aulas dessa faculdade, quais matérias são mais simples e quais são mais complexas, quais as maiores dificuldades que os alunos enfrentam, como é a experiência de procurar um estágio, como é elaborar um TCC, como é o planejamento financeiro para pagar as mensalidades do curso e muito mais.

A segunda dica, por sua vez, é entrar em contato com quem já é formado e atua na área, afinal, esses profissionais têm uma visão mais completa de como está o mercado de trabalho da Administração e podem falar sobre quais são os desafios mais recorrentes no início da carreira, sugerir o que é preciso para dar mais valor ao seu currículo, comentar sobre áreas de atuação que lhe interessam, indicar empresas boas para administradores trabalharem etc.

Quais são as áreas de atuação

Ao concluir a sua graduação em Administração, você encontrará um mercado amplo e diversificado, no qual poderá atuar e construir uma carreira. O motivo disso é bem simples: todo e qualquer negócio necessita de gestão administrativa para funcionar adequadamente, estabelecer políticas internas, ter lucratividade e capital de giro disponível.

Isso sem mencionar, é claro, que profissionais do meio são indispensáveis para gerenciar marcas nas mídias tradicional e virtual, organizar e planejar a oferta de serviços, montar linhas de produção e distribuição e atender aos requisitos legais que envolvem direitos e deveres trabalhistas, sanitários e/ou de licenciamento para obras.

Abaixo, reunimos alguns exemplos de atividades que você será capaz de desempenhar. Veja quais são elas:

Logística

A primeira delas é a atividade de logística, crucial para as empresas que comercializam produtos. Isso porque é essencial manter um estoque ativo para atender às demandas semanais e não deixar os clientes sem a mercadoria que desejam. Para completar, aquelas organizações que têm e-commerce e oferecem serviço de entrega em domicílio precisam planejar rotas de distribuição, parcerias com transportadoras, áreas de cobertura e muito mais.

Administração financeira

A Administração financeira, por outro lado, diz respeito ao fluxo de caixa de uma empresa. Ao atuar com ela, fica sob a sua responsabilidade acompanhar os centros de custo, monitorar contas bancárias, gerenciar recibos e comprovantes de transações financeiras, fiscalizar pedidos de compras, despachar pagamentos pendentes para fornecedores, controlar a média mensal de despesas, produzir orçamentos e projeções de lucros semestrais etc.

Controle de produção

Segmento responsável por inspecionar as linhas de produção em fábricas — consideradas no meio industrial como o coração desses ambientes. Na prática, garante que os recursos sejam otimizados e o tempo de serviço seja reduzido e que ocorra o mínimo de desperdício de matéria-prima, controlando os casos de avarias em produtos confeccionados.

Pesquisa de mercado

Outra atividade que pode ser desenvolvida pelo administrador é a pesquisa de mercado. Ela consiste em estudar aspectos demográficos, econômicos, sociais e culturais de uma região para assegurar se aquela praça é ou não adequada para o lançamento de um determinado produto/serviço.

Em alguns casos, é feito o caminho reverso, ou seja, é feita uma sondagem em cidades, estados ou até mesmo países para identificar o perfil dos consumidores locais e traçar um panorama sobre quais são os produtos/serviços que eles mais desejam ou sentem falta na região em que moram.

Quais competências o profissional deve ter

Há algumas competências que são indispensáveis para você ser um bom profissional de Administração. Uma delas é a capacidade de trabalhar em equipe, uma vez que o profissional muitas vezes está inserido em um setor administrativo que reúne colaboradores responsáveis pelas áreas financeira, contábil e de recursos humanos da empresa.

Logo, é preciso saber se comunicar de maneira simples e direta com indivíduos de diferentes posições na organização e, em especial, desenvolver a capacidade de ter um bom relacionamento interpessoal com os colegas para conseguir integrar todo o departamento, obter informações sobre o negócio, promover reuniões, elaborar projetos que envolvam todas essas pessoas etc.

Outra competência indispensável é a liderança carismática. Isso porque o administrador é quem está diretamente ligado ao supervisionamento e ao controle das atividades desempenhadas em todos os setores da empresa, assim como estabelece as metas que eles devem bater, os processos seletivos que abrem, as despesas que cada um pode gerar e por aí vai.

Para ser um bom administrador é preciso, portanto, não só saber gerir pessoas e processos, mas, também, ser capaz de liderar quem está sob sua alçada. Um líder inspira confiança, passa segurança e é agente de mudanças.

Como é a carreira de um administrador

Mostramos algumas das principais áreas de atuação do administrador e não podemos deixar de falar que a carreira desse profissional pode seguir diferentes caminhos, indo desde a atuação assalariada até o trabalho freelancer. Abaixo, explicamos melhor cada uma delas. Tome nota!

Atuação assalariada

A opção de carreira mais comum entre os administradores é o trabalho assalariado, que é quando você é contratado por uma empresa privada e se torna funcionário dela. 

Nesse caso, você pode atuar dentro de departamentos específicos da Administração da companhia ou integrar setores estratégicos de gestão que envolvam, por exemplo, expansão do negócio, viabilidade de projetos, integração de marcas, abertura de canal de vendas online e muito mais.

Atuação concursada

A atuação concursada diz respeito aos administradores que, ao se formarem, realizam concursos públicos para integrar o quadro de funcionários de órgãos públicos e trabalhar com gestão e auditoria de finanças públicas, administração patrimonial, gestão e contabilidade orçamentária etc.

Há uma grande oferta de concursos para a área, já que as autarquias, os ministérios, as prefeituras e afins precisam de profissionais desse segmento.

Empreendedorismo

Além de trabalhar para uma organização privada ou um órgão público, você é capaz de abrir o seu negócio. Tanto é que o caminho do empreendedorismo é trilhado por muitos administradores, visto que ninguém melhor do que eles — que têm, graças à formação, a expertise e o embasamento teórico necessários — para montar uma empresa, controlar as finanças dela, gerenciar colaboradores, fechar contratos com fornecedores etc.

Inclusive, com o avanço tecnológico e o acesso à internet no país, muitos deles apostam no e-commerce para atrair mais consumidores para o estabelecimento físico que têm, explorar nichos de mercado e diversificar as fontes de renda.

Consultoria freelancer

Por último, mas não menos importante, você também pode fazer como muitos profissionais do meio e trabalhar de maneira freelancer, prestando consultoria em determinada área (como Administração e logística, controladoria, gestão de projetos, gestão de recursos humanos etc.) para pessoas jurídicas ou pessoas físicas.

É importante ressaltar, entretanto, que esse tipo de atuação requer proatividade, um bom marketing pessoal, formação continuada (especialização ou MBA) e experiência de mercado para que você conquiste, negocie e mantenha sua própria cartela de clientes.

Como está o mercado de trabalho

Agora que você já sabe tudo sobre o curso de Administração e, inclusive, a respeito das áreas de atuação que pode exercer após se formar, as competências indispensáveis para um bom profissional e que tipo de carreira pode seguir, vamos falar sobre o mercado de trabalho.

Isso porque, cá entre nós: é inevitável não pensar a respeito das oportunidades de trabalho, nível de emprego/desemprego e retorno financeiro, não é mesmo? Esteja atento! Neste tópico, você vai saber como se encontra essa área em cada um desses requisitos. 

Retorno financeiro

A média salarial de um administrador não desaponta quem opta por ela. Como mostrado em sondagem do portal Salário com mais de 50 mil cargos em todos os estados do Brasil, esse profissional recebe R$ 4.624,05 para atuar 42 horas semanais.

Para quem não abre mão dos estudos e investe na formação, realizando um MBA e pós-graduação, os ganhos aumentam consideravelmente. Isso porque os cargos ocupados são, geralmente, de especialistas, gerentes, coordenadores ou diretores em organizações públicas e privadas do país — o que impacta diretamente no salário.

Prova disso é que a mesma pesquisa ressalta que profissionais pleno e sênior que atuam em médias e grandes empresas podem chegar a ganhar, respectivamente, uma média de R$ 6.402,88 e R$8.061,69.

Empregabilidade

Em relação ao nível de empregabilidade para quem se forma na área da Administração, os dados são ainda mais positivos. Isso porque, conforme aponta o levantamento nacional do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 86,55% dos administradores do Brasil estão empregados, concursados e/ou ativos no mercado de trabalho (como empreendedor/consultor freelancer).

Oportunidades de trabalho

Além do que já foi dito, vale ressaltar que o mesmo relatório do Ipea destaca que a Administração está entre as 22 profissões que mais criaram postos de trabalho no país, ocupando o sexto lugar. Ou seja, essa é uma carreira bastante promissora e que conta com oportunidades reais para você crescer, desempenhar diferentes atividades, prestar serviços para múltiplas companhias e, o principal, prosperar no meio.

O que levar em consideração ao escolher onde estudar

Para concluir este post, trouxemos alguns pontos que você deve checar para assegurar-se, de antemão, de que optou pela faculdade certa. Dentre eles, destacamos o corpo docente, a estrutura administrativa e física dos campi, os programas de capacitação, extensão e iniciação científica, a realização e/ou a participação em eventos universitários, a oferta de cursos de graduação e pós-graduação e os incentivos à formação internacional.

Isso porque você deve estudar em uma instituição de ensino que investe nos alunos e está constantemente preocupada em fornecer um espaço de ensino e pesquisa que é referência em qualificação profissional. Dessa forma, você garante que terá as melhores oportunidades acadêmicas durante a sua formação, podendo, assim, se desenvolver e se aperfeiçoar como um futuro administrador. 

Depois de ler o nosso post, deu para se inteirar a respeito do que é ser, na prática, um administrador e ficar por dentro de tudo sobre o curso de Administração? Agora é o momento de absorver todas essas informações, refletir se essa é a graduação certa para você e seguir as nossas dicas para escolher uma instituição de ensino que proporcione as melhores formação acadêmica e qualificação profissional para a sua carreira.

Gostou de saber mais sobre a graduação em Administração? Então aproveite para conferir o nosso site e conhecer as nossas outras opções de curso disponíveis!

 

Você tem o perfil de um profissional de marketing? Descubra neste post!

Qual é o perfil do profissional de marketing, o que ele faz, quanto ganha e quais são algumas das possibilidades de trabalho que ele é capaz de exercer estão entre as questões mais recorrentes entre os que se interessam pelo curso de Marketing. São dúvidas que dizem respeito não só à formação que esses jovens podem ter, mas, principalmente, à carreira que estão escolhendo.

Por esse motivo, reunimos neste post várias informações que vão deixar você por dentro dessa área e do atual cenário dela no mercado. Acompanhe!

O marketing e as suas características

O marketing é um segmento em evidência no mercado, e a expectativa é que tenha cada vez mais visibilidade, pois é requisitado pelas mais variadas empresas, dos mais distintos tamanhos e setores.

O motivo disso é simples: em uma organização, o setor de Marketing é responsável por elaborar as estratégias que vão ditar desde a maneira como a marca é utilizada e veiculada na imprensa até a forma como produtos e serviços são produzidos, precificados, distribuídos e comercializados. É, portanto, uma área diretamente envolvida com o sucesso midiático, com a expansão dos negócios e com a lucratividade de qualquer empresa.

O perfil do profissional de marketing

Muitos profissionais da área compartilham das mesmas habilidades. Eles contam, por exemplo, com um bom domínio de tecnologias (especialmente as ferramentas de automação de atividades), sabem lidar com métricas, graças ao bom raciocínio analítico, estão sempre atentos à realidade social na qual estão inseridos e ainda têm uma alta capacidade de aprendizado autodidata.

Para completar, as pessoas que escolhem esse ramo demonstram — e aprimoram constantemente — algumas características que aumentam (e muito) as chances de sucesso delas na carreira. Isso porque esses traços facilitam o trabalho, especialmente quando é preciso lidar com o público, fechar contratos com fornecedores e parceiros de negociações, realizar trabalhos com outros setores da empresa na qual atuam etc.

Dentre as principais características desse profissional, podemos citar a forte curiosidade, a postura resiliente, a imaginação elevada, a facilidade para trabalhar em equipe, o alto padrão de organização com tarefas e prazos e o bom nível de comunicação interpessoal com colegas de trabalho.

Como fazer uma graduação em Marketing

A graduação em Marketing não tem mistério. Por ser uma formação tecnológica, ela é dividida em quatro semestres e conta tanto com um estágio supervisionado de 240 horas quanto com matérias de aplicação prática que focam na sua qualificação para atuar em nichos do mercado. 

Ao concluí-la, você também recebe um diploma, assim como acontece em um bacharelado ou em uma licenciatura, podendo usá-lo para concorrer em recrutamento de empresas, seleções para professores universitários, concursos públicos e muito mais. A única diferença, de fato, diz respeito à sua titulação, que será de tecnólogo.

Como está o mercado de trabalho

Reunimos algumas informações especiais sobre como está o mercado de trabalho na área do marketing. Assim, dá para compreender melhor em que tipo de companhias há oferta emprego, quais funções é possível exercer e até mesmo a média salarial que você pode alcançar. Confira atentamente!

Onde o profissional de marketing pode trabalhar?

Ao se formar, você pode ser contratado pelos mais diferentes tipos de negócios. Prova disso é que há profissionais de marketing em instituições bancárias, centros comerciais, SPAs, organizações políticas e de cunho humanitário, fornecedoras de energia, faculdades, escolas e órgãos públicos.

Isso sem falar, é claro, daqueles que prestam serviços para empresas de coaching, redes hoteleiras, redes de academia, clubes esportivos, clubes olímpicos, centros hospitalares etc.

Basta lembrar que todos esses espaços precisam fornecer um bom atendimento ao cliente, cultivar um bom clima organizacional para os funcionários, preservar a imagem pública/comercial da companhia, vender e/ou distribuir produtos e serviços, manter um contato contínuo com a imprensa e por aí vai. Resumindo: precisam (e muito) do marketing!

Quais as áreas de atuação de um profissional de marketing?

Quem se forma em marketing tem uma vantagem que não é compartilhada por todas as formações: essa é uma área que evolui e se transforma diariamente. É por isso que, mesmo existindo segmentos de atuação mais tradicionais e já estabelecidos no mercado (como o marketing farmacêutico, o marketing de varejo e o marketing digital), é comum se deparar com funções mais recentes. Alguns exemplos disso são:

  • o neuromarketing, que estuda o comportamento do consumidor a partir das experiências que ele tem com a marca e de como elas impactam positiva ou negativamente no psicológico deles;

  • o Search Engine Optimization (SEO), que monitora o desempenho das páginas da marca (como sites, blogs, plataformas etc.) nos mecanismos de busca da internet e planeja táticas para alavancar não só o alcance de cada uma, como também o número absoluto e individual de acessos que elas têm;

  • a consultoria de serviços prestados aos clientes, que funciona como um setor à parte dentro da empresa, com o objetivo de acompanhar, avaliar e sugerir intervenções — quando necessário — nos serviços e nos respectivos atendimentos (presenciais e virtuais) que a organização disponibiliza para os consumidores.

Quanto ganha um profissional de marketing?

De acordo com um levantamento divulgado pelo portal Salário, no qual foram analisadas mais de 23 mil vagas disponíveis nos 26 estados do país e também no Distrito Federal, um analista de marketing trabalha, semanalmente, cerca de 43 horas e tem uma média salarial de R$ 3.734,14. Em algumas cidades, no entanto, o salário é maior, como é o caso de:

  • Osasco (SP): R$ 5.486,63

  • Brasília (DF): R$ 4.749,46;

  • Barueri (SP): R$ 4.711,78;

  • Rio de Janeiro (RJ): R$ 4.114,32.

Mas não para aí, pois, segundo o mesmo levantamento, essa área manteve-se com saldo de contratações durante todo o primeiro semestre de 2019. Um cenário positivo que mostra o interesse das empresas não só em contar com profissionais do ramo, mas também em investir na formulação de equipes e setores internos dedicados exclusivamente à aplicação das estratégias de marketing dentro dos negócios que administram e oferecem.

Você viu que o profissional de marketing não só tem habilidades específicas que o ajudam no trabalho, mas também conta com características essenciais para sobressair em um ramo que é tão informatizado, tecnológico e antenado com questões sociais. Se você se identificou com essa carreira e com o perfil de quem atua nela, procure uma boa instituição de ensino e invista já na sua formação!

Gostou do tema desse artigo e quer saber mais sobre como construir uma carreira no marketing? Então confira agora mesmo tudo o que você precisa saber para se dar bem na área!

 

5 habilidades do profissional do futuro para você se preparar

A era digital vem modificando o mercado, o que exige uma nova postura e habilidades diferenciadas do profissional. As empresas buscam pessoas que estejam a par das tendências e possam inovar, contribuindo, dessa forma, para o crescimento do negócio.

O que é preciso fazer para se preparar e conseguir se destacar dos outros candidatos? Quais competências são esperadas do chamado profissional do futuro?

Se você também tem esses questionamentos, continue a leitura e descubra por que é fundamental se manter atualizado, além de 5 habilidades que você deve desenvolver para ter um diferencial competitivo e crescer na carreira. Neste post, mostraremos também a importância de se qualificar, principalmente com cursos de pós-graduação!

Necessidade de ficar por dentro das novidades

Seja qual for a sua área de atuação, se você quer ser um profissional do futuro, é essencial se manter atualizado. A todo momento surgem novos equipamentos, programas, materiais e processos, e você precisa estar a par dessas tendências.

A grande competitividade entre as empresas e a globalização do mercado fazem com que as organizações busquem candidatos que possam trazer algum diferencial e inovar, oferecendo soluções para os problemas.

Esteja aberto a novos aprendizados, fique de olho nas principais publicações da sua área, acompanhe eventos do seu segmento e, principalmente, faça networking, ou seja, aumente sua rede de contatos.

É muito importante conhecer outros profissionais, seja em feiras, palestras, cursos ou até mesmo por meio do seu perfil no LinkedIn. Assim, você troca conhecimentos e experiências e fica por dentro de oportunidades de trabalho e de novidades relacionadas ao seu nicho de mercado.

5 habilidades do profissional do futuro

Quer saber como se preparar para ser um profissional do futuro? Confira a seguir as 5 principais competências que você precisa desenvolver.

1. Inteligência emocional

Quando pensamos no mundo digital, com processos automatizados e conectados, talvez a primeira ideia é que você precisa ter um bom currículo, com formação e habilidades técnicas, para conseguir boas oportunidades, não é mesmo?

Saiba que o mercado de trabalho espera dos profissionais nova postura e competências ligadas ao comportamento. Uma delas é saber trabalhar utilizando a inteligência emocional. É ser aquele profissional que conhece suas emoções e as das pessoas com as quais convive, de forma a praticar a empatia e proporcionar um clima organizacional mais tranquilo.

Também tem a capacidade de pensar antes de falar, evitando dar uma “resposta atravessada” para o colega de trabalho no impulso, por exemplo. Além disso, consegue lidar bem com as frustrações, enxergando erros e dificuldades como uma forma de aprendizado.

2. Criatividade

As empresas enfrentam desafios diários e, para crescer, precisam de profissionais que consigam enxergar soluções diferentes para os problemas. Em outras palavras: precisam de profissionais que tenham a capacidade de “pensar fora da caixa”.

Em meio a tantas oscilações da economia, os gestores valorizam pessoas que saibam colocar o negócio à frente da concorrência, mesmo em meio a momentos de crise. Os profissionais criativos conseguem enxergar além dos padrões estabelecidos e, assim, se destacam por inovar.

3. Liderança

Saber como fazer gestão de pessoas de forma eficiente também é uma característica do profissional do futuro. Para exercer a liderança é necessário conhecer seu time, saber como delegar tarefas, acompanhar o desempenho de cada colaborador, além de ter a capacidade de motivar e inspirar toda a equipe.

O líder é também proativo, ou seja, consegue antecipar cenários e está sempre de olho em tendências e oportunidades. Sem contar que busca qualificação contínua para poder se aprimorar cada vez mais.

4. Tomada de decisões

Cada vez mais, vivemos diante de uma avalanche de informações. O profissional deve saber interpretar todos os dados e conhecer bem sua área de atuação, para ter a capacidade de definir estratégias e tomar decisões. É uma habilidade que exige concentração e pensamento analítico, para que seja possível ter insights, mesmo em cenários mais complexos.

5. Flexibilidade

Se o mercado muda a todo momento, o profissional também precisa estar preparado para as mais diversas situações. É fundamental ser flexível, não ter medo de se arriscar para conhecer novas áreas e tecnologias ou ainda estar aberto para trabalhar com pessoas de gerações e formações diferentes da sua. Aliás, essa é uma boa oportunidade de trocar conhecimento e adquirir novos aprendizados.

Busca por capacitação contínua

Como adquirir essas habilidades que o profissional do futuro deverá ter? Só a experiência de trabalho é suficiente para conseguir se diferenciar? Não! O importante é nunca parar de estudar, buscando sempre novas capacitações para acompanhar o dinamismo e as inovações do mercado de trabalho.

A formação que o curso de graduação proporciona é essencial para você dar o primeiro passo na carreira, mas, para se destacar, é imprescindível adquirir e reciclar seus conhecimentos com cursos de pós-graduação — como MBA e especialização.

Importância de fazer uma pós-graduação

Esse tipo de curso vai preparar o profissional do futuro para os desafios do mercado de trabalho — tanto para quem quer fazer carreira em uma empresa quanto para aqueles que querem empreender.

Não adianta, entretanto, fazer qualquer curso — é importante buscar instituições de ensino de referência, como a UCL, que conta com boa infraestrutura, inclusive de laboratórios, e com um corpo docente de qualidade.Além disso, tem a preocupação de oferecer em seus cursos uma grade curricular completa (que une teoria e prática) e atualizada, para que o profissional esteja preparado para as melhores oportunidades do mercado, alcançando, assim, as vagas mais cobiçadas e os salários mais atrativos. 

Fazer uma pós-graduação também é importante para quem busca atuar em um novo segmento ou para quem deseja abrir o próprio negócio.

Agora que você já conhece as principais habilidades do profissional do futuro, pode começar a se preparar. A dica é fazer um plano de carreira que priorize a qualificação, para que você possa atender a todas as exigências do mercado e, desse modo, construir uma carreira sólida.

E aí? Ficou interessado em investir na sua formação? Então conheça os cursos de pós-graduação da UCL e escolha aquele que mais se aproxima do seu perfil e das suas expectativas profissionais!

 

Engenharia Mecânica: saiba mais sobre essa carreira

Se você sempre foi curioso para saber como funcionam máquinas e sistemas, gosta de tecnologia e tem afinidade com números e raciocínio lógico, o curso de Engenharia Mecânica é para você.

É uma formação com matriz curricular bem diversificada, que inclui muitas aulas práticas e, dessa forma, prepara o aluno para boas oportunidades no mercado de trabalho. Aliás, se você se preocupa com a empregabilidade, saiba que há uma alta demanda por engenheiros mecânicos, principalmente nas indústrias.

Está interessado nessa área e quer mais informações a respeito dessa graduação? Continue a leitura e veja quais são as perspectivas profissionais e o perfil de quem escolhe essa carreira de sucesso!

Como é o curso de Engenharia Mecânica?

O curso de Engenharia — independentemente de ser graduação em Engenharia Química, Civil, Mecânica ou qualquer outra engenharia— tem duração de 5 anos e apresenta uma grade curricular que une disciplinas teóricas e práticas. Nos primeiros semestres, os temas são mais gerais, como Física, Matemática, Estatística e Química. 

No curso de Engenharia Mecânica, as disciplinas mais específicas são variadas, muitas delas realizadas em laboratório, em que o aluno aprende sobre:

  • Ciências dos Materiais;

  • Programação de Computadores;

  • Ensaios Mecânicos;

  • Economia da Engenharia;

  • Metrologia;

  • Sistemas Integrados da Manufatura;

  • Materiais de Construção Mecânica;

  • Eletrotécnica;

  • Mecânica dos Sólidos;

  • Materiais e Sensores;

  • Gestão da Qualidade;

  • Mecânica dos Fluidos;

  • Máquinas Térmicas;

  • Máquinas de Fluxo;

  • Processos de Fabricação Mecânica;

  • Manutenção Industrial;

  • Hidráulica e Pneumática;

  • Análise de Falhas;

  • Projetos de Novos Equipamentos.

Com essa formação, o profissional torna-se apto para projetar, fabricar, gerenciar e realizar a manutenção de máquinas, equipamentos, meios de transporte e instalações industriais, entre outros processos.

Empreendedorismo

O curso também tem a preocupação de preparar o profissional que busca empreender, por isso contempla temas como Administração Geral, Empreendedorismo, Gerenciamento de Projetos e outros.

TCC e estágio obrigatório

Para conseguir o diploma, o aluno precisa fazer o trabalho de conclusão de curso (TCC) e o estágio supervisionado, uma oportunidade para vivenciar a rotina da profissão, conviver com colegas mais experientes e conhecer as possibilidades de atuação da carreira que escolheu.

Qual o panorama do mercado de trabalho para essa área?

Quando se fala na área de Engenharia, vários cursos oferecem boas perspectivas profissionais, como Engenharia Química, de Produção, Civil e também Mecânica. No último, o profissional encontra alta demanda de trabalho em indústrias de diferentes segmentos, como:

  • automobilística;

  • aeronáutica;

  • biomecânica;

  • metalúrgica;

  • siderúrgica;

  • petroquímica;

  • eletroeletrônica;

  • têxtil;

  • geração de energia.

O vasto campo de trabalho é devido ao conhecimento e às competências que o engenheiro mecânico tem para trabalhar com máquinas, ferramentas, sistemas, motores, equipamentos e processos variados. Dessa maneira, pode atuar com:

  • projetos de fábricas;

  • instalação, controle e manutenção de máquinas e equipamentos;

  • projeto, gerenciamento e desenvolvimento de equipamentos, motores, veículos e ferramentas;

  • monitoramento de processos térmicos e hidráulicos;

  • controle de qualidade;

  • pesquisa e desenvolvimento de protótipos e produtos;

  • linhas de montagem;

  • vendas e marketing na área de máquinas e equipamentos;

  • fiscalização de obras e serviços técnicos;

  • realização de vistorias e perícias.

Registro no CREA

É só pegar o diploma do curso de Engenharia Mecânica e já começar a atuar na área? Não, antes é preciso obter o registro no Conselho Regional de Engenharia de seu Estado, para poder trabalhar legalmente e aproveitar todas as oportunidades.

Salário

Você também deve estar curioso para saber se os ganhos nessa carreira valem a pena. Segundo o portal de recrutamento Catho, a média salarial para essa área é de R$ 6.826,02. Já de acordo com o site Vagas, a média de remuneração é de R$ 7.631,00.

É preciso destacar, ainda, que o salário pode ser maior para aqueles profissionais que constroem um plano de carreira sólido, ou seja, buscam o aprimoramento contínuo, com a realização de cursos, entre eles os de pós-graduação.

Qual o perfil do profissional que escolhe essa carreira?

Está interessado em fazer o curso de Engenharia Mecânica, mas não sabe se tem o perfil adequado para essa carreira? Em primeiro lugar, é importante que o estudante dessa área esteja confortável para trabalhar com números, raciocínio lógico e resolução de problemas.

É ainda uma graduação que exige muito estudo, dedicação e interesse pelo conhecimento científico. A dica é sempre tirar todas as dúvidas em sala de aula e formar grupos de estudo com os colegas. Dessa maneira, fica mais tranquilo assimilar tantas informações.

Quem gosta de colocar a mão na massa, ou seja, prefere as disciplinas mais práticas, também vai se dar bem com essa formação.

Para o engenheiro mecânico se destacar no mercado de trabalho, é recomendado aprender outros idiomas. Assim, ele conquista as melhores vagas em multinacionais e também consegue acompanhar livros e outras publicações da área em outras línguas. Essa habilidade pode ajudar também a manter contato com profissionais de outros países, uma forma interessante de fazer networking e trocar conhecimento e experiência.

Manter-se atualizado em relação às novidades do segmento e, principalmente, quanto às tecnologias também é fundamental para quem busca um diferencial competitivo. Esteja atento às tendências da área, acompanhando revistas, blogs, fóruns online e grupos de redes sociais desse ramo, participe de eventos, como palestras e feiras, e esteja sempre disposto a adquirir novos conhecimentos, realizando, por exemplo, cursos de pós-graduação.

Outras competências importantes para esse profissional brilhar na carreira são:

  • bom relacionamento interpessoal;

  • facilidade para trabalhar em equipe;

  • boa comunicação para saber expressar com clareza ideias e projetos;

  • organização;

  • capacidade de planejamento;

  • proatividade para antecipar cenários e buscar soluções diferenciadas para os problemas;

  • pensamento analítico;

  • criatividade;

  • flexibilidade para atuar em projetos diferentes, áreas variadas e com novas tecnologias.

Viu só como o curso de Engenharia Mecânica é a sua cara? Quem escolhe essa carreira encontra um mercado de trabalho bem amplo, principalmente na área industrial. Para você receber a melhor formação, a dica é escolher uma instituição de ensino superior com uma infraestrutura completa, corpo docente de qualidade e que ofereça todo o suporte de que o aluno precisa, incluindo o momento de conseguir um estágio.

Está confuso em relação a algumas áreas da Engenharia? Confira as principais diferenças entre os cursos de Engenharia Mecânica e Engenharia Mecatrônica!

 

O guia completo sobre o MBA em logística que você precisa ler!

Se você avalia a hipótese de fazer um MBA em Logística, pode acreditar que está no caminho certo! Esse é um mercado bastante aquecido no cenário atual e que segue em expansão, acompanhando as inovações tecnológicas e as mudanças no comportamento do consumidor.

Para chegar até este post, provavelmente você já vem amadurecendo a ideia de se especializar na área e dar um upgrade na carreira, não é mesmo? Saiba que essa é uma decisão inteligente e que tende a produzir resultados promissores. Isso porque um MBA faz toda diferença no perfil do profissional, tanto no currículo quanto no repertório de habilidades técnicas e até comportamentais.

Prepare-se para ler este texto na íntegra e obtenha as seguintes informações:

  • A importância de ter um título de MBA;

  • Como é o MBA em Logística;

  • As disciplinas que você verá no curso;

  • O público que pode fazer essa especialização;

  • As principais áreas de atuação para o profissional de Logística;

  • As habilidades que fazem diferença nesse mercado;

  • Se essa área está aquecida e com um panorama favorável para os futuros profissionais.

No final do post, você ainda terá um bônus com 7 dicas essenciais para ganhar destaque na carreira. Vamos começar a leitura?

Qual a importância de ter um título MBA na carreira?

O acesso facilitado à educação superior aumentou o número de profissionais graduados e deixou a competição mais acirrada para as melhores vagas de trabalho. Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: será que os profissionais oferecem a qualificação esperada pelo mercado?

O nível do profissional não depende somente de um diploma de graduação — claro que a formação superior é o primeiro requisito para o desenvolvimento de carreira. É preciso, no entanto, apostar mais alto se você tem o propósito de se realizar profissionalmente.

O melhor caminho para a escalada no mercado de trabalho é a dedicação constante à sua carreira. Isso possibilita inovação e aprendizado em diferentes segmentos. Quem se recusa a dar esse passo adiante corre o risco de ficar estagnado. As consequências disso são a redução das chances profissionais e a desmotivação.

Aprender coisas novas ajuda a desenvolver uma visão ampla sobre o caminho que você ainda quer traçar, além de abrir mais portas no mercado. Nesse contexto, fazer um MBA é a escolha certa para quem está disposto a encarar os desafios de uma jornada bem-sucedida.

O MBA é um tipo de especialização muito bem-visto pelo mercado, uma vez que confere um olhar mais estratégico ao profissional e desenvolve suas capacidades técnicas e gerenciais.

Esse formato de curso também é bastante focado em práticas atuais. Assim, a troca de experiências com professores e colegas — uma excelente oportunidade para fazer networking, aliás — prepara o aluno para atuar de forma dinâmica e inovadora.

Como é o MBA em Logística? 

Quem atua nas áreas da Logística está entre os profissionais que pensam no futuro da carreira. Isso porque trata-se de um mercado em franca expansão, com novas oportunidades e desafios. Tudo isso em resposta ao desenvolvimento tecnológico que tem ampliado a capacidade de venda por meio de e-commerces e marketplaces.

Por um bom tempo, a Logística foi vista somente como um suporte às operações das empresas. Mas esse cenário mudou. Agora, o setor é valorizado por suas ações estratégicas que entregam agilidade e organização na prestação de serviços.

A Logística pegou carona nas mudanças dos meios de consumo, hoje com alta expressividade no mercado virtual. Para acompanhar a modernização desse cenário, os profissionais também precisam inovar seus conhecimentos. O MBA em Logística viabiliza essa requalificação e garante um repertório técnico mais avançado.

O curso é realizado em um período de 18 meses e tem carga horária total de 360 horas. Apesar do nome da modalidade — Master in Business Administration, ou Mestre em Administração de Negócios — essa especialização é do tipo Lato Sensu, ou seja, garante ao aluno o título de especialista, e não de mestre.

O MBA, hoje, é um formato de curso altamente valorizado no âmbito corporativo. Portanto, é um passo que deve constar no plano de desenvolvimento dos profissionais que querem chegar mais longe na carreira.

Quais as disciplinas estudadas no curso?

O profissional que faz o curso de MBA em Logística adquire capacitação para gerenciar com máxima eficiência os processos logísticos das empresas. Além da formação técnica, o aluno desenvolve análise crítica para oferecer soluções diante de desafios que fazem parte da rotina da profissão. Assim, é possível desenvolver e implantar metodologias que otimizem o fluxo de informações e materiais, assim como melhorar o trabalho de equipe.

Para atingir esse nível de qualificação, o aluno de MBA em Logística estuda as seguintes disciplinas:

  • Introdução à Logística;

  • Custos Logísticos;

  • Gestão da Produção;

  • Logística Reversa;

  • Tecnologia da Informação em Logística;

  • Redes Logísticas de Suprimentos;

  • Logística de Transportes;

  • Comércio Exterior e Negociação;

  • Gestão Tributária em Logística;

  • Análise de Investimentos;

  • Gestão Logística;

  • Gestão de Estoques;

  • Terminais Logísticos;

  • Processos Estocásticos e Teoria de Filas;

  • Modelagem Logística;

  • Logística Portuária;

  • Distribuição Física;

  • Modelos de Previsão e Séries Temporais;

  • Simulação Logística.

Além de todos esses conteúdos, o aluno ainda revê os métodos e normas de como desenvolver um projeto acadêmico na disciplina Metodologia da Pesquisa. O MBA, então, é finalizado com a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Quem pode fazer um MBA em Logística?

Uma das principais diferenças entre o curso de especialização tradicional e o MBA está no público-alvo. Enquanto o primeiro é voltado para pessoas que queiram se tornar especialistas em uma área de conhecimento específica, o segundo é destinado aos profissionais que querem seguir carreira em cargos de gestão.

Portanto, o MBA em Logística é procurado por pessoas que atuam em diferentes atividades do setor e querem desenvolver suas habilidades gerenciais. Profissionais graduados em outros cursos e que desejam aprimorar seus conhecimentos logísticos também podem se beneficiar com essa especialização. É o caso de quem trabalha nas áreas de:

  • Administração;

  • Engenharias;

  • Direito;

  • Ciências Contábeis;

  • Ciências Econômicas;

  • Sistemas de Informação, entre outras profissões.

Quais são as principais áreas de atuação profissional?

A Logística é uma área ampla, com várias possibilidades de atuação para o profissional. A vantagem de quem cursa um MBA é poder desempenhar todas essas atividades em cargos de frente, coordenando os processos com eficiência e garantindo condições de trabalho favoráveis. O resultado da boa performance na liderança impacta os serviços da equipe e a satisfação dos parceiros e clientes.

Veja, agora, as 7 principais áreas da Logística!

Gerenciamento de cadeia de suprimentos

O ramo de cadeia de suprimentos, bastante conhecido na área como Supply chain, é visto como um sistema revolucionário no setor logístico. Com esse método de trabalho, é possível enxergar além dos mecanismos internos da organização e ampliar a visão para outros envolvidos no processo como um todo, como transportadoras, fornecedores e distribuidor final.

A finalidade do Supply chain é integrar todas as partes que operam nas cadeias de abastecimento para tornar os processos mais eficientes. Ao atuar em conjunto, as equipes ganham em dinamismo, assim como o cliente ganha em agilidade e qualidade nos resultados.

Controller logístico

O profissional dessa área é responsável por uma série de atividades importantes na Logística. A ele são atribuídas as seguintes funções:

  • organizar e monitorar o cumprimento dos processos internos, acompanhando a execução de cada etapa;

  • definir e avaliar os indicadores de desempenho;

  • utilizar os sistemas de informação e gestão voltados ao planejamento estratégico da Logística;

  • monitorar os resultados gerais, incluindo custos, produtividade e nível de serviços solicitados e realizados.

O Controller Logístico também atua em conjunto com o gerente de Supply chain e o auxilia na resolução de problemas e na tomada de decisões. Outro papel que esse profissional pode desempenhar é o de auditor interno, realizando a checagem de informações referentes a contratos de serviço, valores envolvidos etc.

Armazenamento e embalagem

Um dos ramos de atuação mais tradicionais para o profissional de Logística está na área de armazenamento e embalagem. Aqui, o objetivo das atividades é otimizar os espaços físicos e definir os recursos e métodos adequados para embalar e armazenar as mercadorias. Quem atua nessa função deve ficar atento aos problemas que dificultam o serviço e propor melhorias para as condições de trabalho.

O profissional dessa área precisa ter conhecimento sobre a variedade de modelos utilizados na embalagem dos produtos — sobretudo para as mercadorias que demandam mais cuidado de conservação e transporte — e providenciar os equipamentos e materiais necessários.

Planejamento da demanda e estoques

Nessa área, o profissional analisa dados e formula estratégias para chegar à redução de custos, ao passo que a qualidade do trabalho aumenta. Isso parece uma missão difícil, mas é possível graças a uma análise matemática.

A precisão do planejamento estratégico permite que profissionais desse ramo se destaquem e garantam espaço nas organizações. Isso porque há poucas pessoas preparadas para trabalhar com aplicações estatísticas e previsões seguras de vendas.

Outro ponto forte de quem planeja demanda e estoques é a habilidade de integrar diferentes etapas, como vendas, produção e operações logísticas por meio de recursos tecnológicos.

Processos logísticos e gestão da informação

Uma das responsabilidades do profissional de Logística é acompanhar os pedidos processados e se certificar de que o cliente receberá sua mercadoria. Para realizar esse acompanhamento de modo organizado, é importante contar com sistemas modernos de processamento de dados. É esse, portanto, o foco da área de Processos logísticos e gestão da informação.

Observe o quanto esse trabalho é múltiplo! O profissional passa por várias etapas da coordenação do estoque, como: gerar os pedidos; identificar os itens armazenados e mantê-los em ordem; fazer a gestão dos produtos solicitados para que não ocorra nenhuma falta; organizar as entregas; elaborar e analisar os relatórios referentes ao acompanhamento dos processos.

Rotas e meios de transporte

Empresas de maior porte e com grande demanda de pedidos precisam contar com um profissional específico para gerenciar a entrega das mercadorias. Dessa forma, um coordenador de rotas e meios de transporte é outro personagem essencial para a organização e agilização do trabalho na Logística.

Entre as principais funções de quem ocupa esse cargo estão: a pesquisa de orçamentos com diferentes transportadoras; a avaliação da segurança dos meios de transporte; a verificação das rotas mais seguras e de fluxo rápido, isto é, com menor risco de roubos ou paralisações no trânsito; entre outras atribuições.

Gestão de transportes (TMS) e de armazéns (WMS)

A gestão de transportes e de armazéns com o uso de ferramentas específicas, como Warehouse Management Systems (WMS) e Transportation Management System (TMS), ainda é uma novidade na Logística brasileira. Portanto, é preciso contar com especialistas na utilização desses recursos.

Em resumo, TMS é um sistema que garante um controle rigoroso das operações que fazem parte da distribuição dos pedidos, desde a separação ao transporte e à entrega para o cliente. O WMS, por sua vez, se refere a processos automatizados que facilitam as ações de recebimento, armazenagem e expedição.

As atividades envolvidas no TMS incluem documentação e manutenção da frota, acompanhamento de desvios no percurso programado, cálculo de fretes etc. Já o WMS é voltado para o gerenciamento dos processos de armazenamento e estocagem.

Quais habilidades o mercado espera do profissional de Logística?

Conhecimento específico e alto nível de capacitação técnica são pontos imprescindíveis para a boa performance de um profissional. Mas há, ainda, outra questão que tem recebido cada vez mais atenção das empresas: as habilidades comportamentais.

É como disse o escritor e consultor de negócios Peter Drucker: “as pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelos seus comportamentos”. Isso nos leva a crer que é preciso pensar em todas as peças que compõem o perfil de um profissional de sucesso.

Assim, para ganhar mais espaço no mercado da Logística, existe uma lista de características que determinam o bom desempenho do profissional, como:

  • liderança;

  • comunicação;

  • trabalho em equipe;

  • dinamismo;

  • facilidade de adaptação;

  • inovação e criatividade;

  • visão abrangente;

  • pensamento estratégico;

  • facilidade para solucionar problemas;

  • agilidade nas tomadas de decisão.

O mercado está aquecido nesse segmento?

O profissional dessa área tem à sua frente um mercado bastante aquecido. Isso tem ficado cada vez mais evidente com os novos rumos que a Logística vem tomando. Quem está nesse caminho pode acreditar que escolheu uma das profissões do futuro, principalmente se formos analisar o quanto o setor cresceu com o desenvolvimento da tecnologia.

Diante de um cenário econômico inseguro, as empresas observaram a necessidade de reformular suas estratégias. E quem melhor do que o profissional de Logística quando se fala em visão estratégica?

A expansão da indústria 4.0 também levou as organizações a adaptar suas metodologias de trabalho. Assim, conceitos que pareciam futurísticos passaram a ser presentes nos processos logísticos. Hoje, a chamada Logística 4.0 é sustentada por pilares como internet das coisas, big data e sistemas cibernéticos.

A inovação no ramo das operações logísticas resultou em redução de custos, assim como mais agilidade nos processos — mudanças positivas nas etapas de produção, comercialização e distribuição de materiais e mercadorias.

De acordo com as notícias publicadas, o setor de transportes, armazenagem e correio foi o que mais gerou empregos recentemente. A expectativa é de que essas áreas continuem em alta, o que indica aquecimento no mercado da Logística. Portanto, o panorama é favorável para quem pretende ingressar no ramo, seja como contratado, seja como prestador de serviços ou ainda como dono de sua própria empresa.

[Bônus] 7 dicas para se destacar na área

Em qualquer carreira, é preciso muito mais do que os requisitos básicos para se destacar. Com os profissionais de Logística não poderia ser diferente. Então, para você ficar ainda mais preparado, listamos 7 dicas de ouro que vão facilitar o alcance dos seus objetivos no mercado de trabalho. Confira!

1. Busque atualização contínua

Educação continuada é palavra-chave na busca pela realização profissional. Quando falamos em estar sempre em atualização, logo pensamos em cursos de pós-graduação. Esse pensamento está correto, visto que as especializações são importantes degraus no conhecimento e na carreira.

No entanto, manter-se atualizado também significa acompanhar as novidades do setor. Para isso, é importante ficar de olho nas informações sobre novas tecnologias e metodologias de trabalho, seja por meio de sites que são autoridade no ramo, seja participando de eventos profissionais. 

Outra dica importante para quem quer abrir mais portas é se dedicar ao aprendizado de novos idiomas. Isso é bastante válido na área da Logística, considerando que se trata de um mercado globalizado, o que significa que você poderá ter contato com pessoas de vários cantos do mundo.

2. Participe de eventos na área

Frequentar eventos específicos é uma forma inteligente de se manter bem informado quanto às novidades da profissão e, de quebra, ainda ter a chance de conhecer outros profissionais da área.

Sabemos que nem sempre sobra tempo na rotina para assumir mais compromissos. Mas sempre que tiver oportunidade, participe de feiras, palestras e congressos de Logística. Esse tipo de atividade só tem a contribuir com o enriquecimento do seu currículo e do seu aprendizado.

3. Amplie o networking

Outro benefício de participar de eventos profissionais é ter a chance de ampliar a rede de relacionamentos. Nessas ocasiões, você pode fazer contato com pessoas experientes e isso é vantajoso por duas razões: tanto para trocar ideias e informações quanto para abrir portas no mercado.

Lembrando que, para se destacar na carreira, é sempre importante nutrir os relacionamentos profissionais. Todo contato com pessoas que atuam na mesma área que você deve ser valorizado. No curso de pós-graduação ou no próprio dia a dia em seu local de trabalho, é válido investir em networking.

4. Aprimore competências

Para ter destaque como profissional, também é essencial lapidar as habilidades e competências. Seja em relação à capacidade técnica, seja no aperfeiçoamento de traços comportamentais, você jamais deve pensar que não tem nenhum ponto a melhorar.

O ser humano vive em aprendizado constante. Esse processo dinâmico nos permite apresentar uma versão cada vez melhor de nós mesmos. A pessoa que acredita que já atingiu o seu nível máximo corre o risco de sabotar o próprio desenvolvimento, pessoal e profissional.

5. Trabalhe com metas e objetivos

Falando em estagnar ou evoluir, existe um fator determinante nessa dicotomia: a motivação intrínseca, isto é, aquela força motriz que vem de dentro e nos empurra em direção a um propósito.

Por isso é tão necessário basear nossas ações em objetivos. Porém, para alcançá-los é preciso trabalhar com metas que sejam realistas, significativas e executáveis. A cada degrau escalado, o sentimento de conquista e dever cumprido se torna combustível para dar o próximo passo.

6. Desenvolva autonomia e empreendedorismo

Para garantir uma carreira sólida, o profissional também precisa estar preparado para imprevistos e desvios em sua rota. É bem arriscado, por exemplo, apostar todas as fichas em um emprego e acreditar que aquele contrato de trabalho sempre vai ser a fonte de suas finanças.

Ao desenvolver autonomia e incentivar o seu espírito empreendedor, você estará se preparando para lidar com os vários desafios da profissão. Essas características são determinantes tanto para se destacar em uma empresa quanto para se aventurar em um negócio próprio.

7. Prepare-se para a Logística sustentável

O conceito de sustentabilidade tem ganhado forte repercussão em todas as áreas de trabalho. O setor logístico, como um campo em crescimento no mercado, não poderia ignorar a necessidade de desenvolver uma Logística sustentável.

Mas no que consiste esse conceito? Em resumo, é a busca por um equilíbrio entre a utilização dos recursos naturais e os processos produtivos empresariais. Isso já é uma realidade em diversos segmentos, inclusive na Logística.

Para tal, o profissional que quer reconhecimento por uma atuação abrangente precisa estar preparado para pensar em ações socioambientais, visando preservar o meio ambiente para as gerações futuras. No ramo logístico, as preocupações começam, por exemplo, com o descarte dos resíduos sólidos e com o reaproveitamento de matérias-primas, entre outras questões.

Com todas as informações que você leu neste post, ficou claro o quanto uma especialização pode dar novos rumos à sua carreira? A atualização de conhecimento é válida em qualquer profissão. Mas em um mercado em constante crescimento, como o logístico, isso é ainda mais importante.

Afinal, enquanto uns se movimentam para acompanhar as inovações do cenário profissional, outros correm o risco de ficar no meio do caminho. Qual deles você pretende ser nessa jornada? Faça o seu MBA em Logística e defina o sucesso da sua carreira!

Para conhecer mais sobre essa e outras especializações, baixe agora o e-book da UCL e fique por dentro das melhores opções de pós-graduação para você se tornar um profissional de destaque!