Gestão de Recursos Humanos: conheça as áreas de atuação

Já pensou em estudar Gestão de Recursos Humanos? Estamos falando de uma área imprescindível para o bom funcionamento das empresas, o que torna o profissional de RH bastante requisitado no mercado de trabalho. A consequência disso são as amplas possibilidades de carreira que você pode encontrar ao cursar essa graduação.

Se essa é uma das profissões que despertam o seu interesse, você certamente vai gostar deste post. Continue a leitura, saiba um pouco mais sobre o curso de Gestão em Recursos Humanos e veja quantas oportunidades de carreira o profissional dessa área tem à sua frente!

O que é estudado no curso de Gestão de Recursos Humanos?

Para exercer as diferentes atividades que fazem parte da rotina do RH de uma empresa, o curso ideal é o de tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos. Nessa graduação, que tem duração de 2 anos, o estudante é preparado para assumir vários cargos pertinentes à área, inclusive posições de gerência.

A área de RH é como um órgão vital dentro de uma organização. O setor de Recursos Humanos é mais que um departamento pessoal, responsável apenas pelos processos burocráticos da empresa. O gestor de RH passou a possibilitar verdadeiras transformações no ambiente corporativo. Nesse cenário, tanto a empresa quanto os colaboradores são beneficiados com as práticas implementadas.

Para ter um desempenho proativo e eficaz, o profissional dessa área precisa ter uma formação sólida, com amplo conhecimento teórico e compreensão das práticas da profissão. Entre as disciplinas que integram a matriz curricular do curso de Gestão de RH estão as seguintes:

  • Matemática;

  • Comportamento Organizacional;

  • Direito;

  • Comunicação e Linguagem;

  • Filosofia;

  • Sociologia e Antropologia;

  • Administração;

  • Economia;

  • Gestão de Pessoas;

  • Legislação Trabalhista;

  • Empreendedorismo;

  • Gestão de Conflitos e Negociação;

  • Segurança, Saúde e Qualidade de Vida.

Quais atividades podem ser exercidas pelos gestores de RH?

Claro que todas as atividades desenvolvidas por esse profissional estão na área de Recursos Humanos. No entanto, engana-se quem pensa que se trata de uma profissão pouco abrangente. O gestor de RH pode ocupar diferentes papéis e desempenhar várias funções em uma empresa.

Os empresários reconhecem que o elemento principal de seu sucesso é o capital humano, ou seja, os colaboradores. Isso significa que, com funcionários engajados, capacitados e alinhados aos objetivos da organização, a produtividade tende a aumentar.

E é por isso que o profissional de Gestão de RH tem destaque no mercado de trabalho. Ele assume um papel essencial na organização, fazendo a ligação entre os colaboradores e a empresa, com a missão de garantir que ambas as partes sejam favorecidas.

As funções desse profissional não se limitam às conhecidas ações burocráticas do setor administrativo de uma empresa. Além delas, ele também pode desenvolver e executar programas motivacionais e estratégias de engajamento, com vistas a melhorar o bem-estar no ambiente corporativo e torná-lo mais produtivo.

Os gestores de Recursos Humanos podem atuar em empresas públicas e privadas de diferentes segmentos, como indústrias, comércio, instituições de ensino, clínicas médicas, empresas de consultoria, organizações do terceiro setor, entre outras opções. Entre as inúmeras funções do profissional de RH, em seus diversos ramos de atuação, estão:

  • contratação de novos colaboradores/ recrutamento, seleção e integração;

  • transferência de setores/ movimentação de pessoal;

  • elaboração e implementação de programas de engajamento, motivação e qualidade de vida no ambiente de trabalho;

  • reestruturação de cargos e funções;

  • acompanhamento de desempenho;

  • monitoramento de pessoal;

  • gerenciamento de clima organizacional;

  • gestão de sistemas de remuneração e carreira;

  • análise de benefícios;

  • rotinas administrativas, em observação aos processos burocráticos e legais de questões trabalhistas e previdenciárias;

  • relações sindicais;

  • demissão de funcionários.

O profissional com formação em Gestão de Recursos Humanos pode atuar de forma generalista, assim como pode seguir carreira em áreas específicas e, inclusive, buscar especializações para afunilar e aprofundar seus conhecimentos teóricos e práticos. Veja algumas das possibilidades para o gestor de RH.

Recrutamento e seleção

As empresas, em geral, contam com uma equipe voltada para as atividades de recrutamento e seleção. Trata-se do setor responsável por planejar e executar todas as etapas do processo seletivo de uma empresa, o que inclui: divulgação de vagas, triagem de currículos, contato com os candidatos, realização de entrevistas e dinâmicas, entre outras ações.

A área de recrutamento e seleção tem um importante papel dentro das organizações. Se as práticas de R&S forem executadas com eficácia, os resultados serão positivos para a empresa, porque vão assegurar a contratação de colaboradores mais alinhados às exigências da vaga e às expectativas da instituição.

Departamento pessoal

Os processos burocráticos ficam por conta do departamento pessoal. Os documentos e os direitos dos colaboradores dependem das atividades desenvolvidas nessa área, como:contratos, controle de ponto, folha de pagamento, férias, afastamentos, pagamento de benefícios, rescisões etc. Esse setor é, portanto, uma engrenagem fundamental para o bom funcionamento de uma organização.

Treinamento e desenvolvimento

A área de treinamento e desenvolvimento contribui para o engajamento do pessoal e, consequentemente, para melhores resultados na organização. Isso ocorre porque as ações realizadas têm o objetivo de capacitar e motivar os colaboradores.

Entre as atribuições do gestor de RH que atua nessa área está a avaliação do perfil dos colaboradores, tendo em vista as competências que podem ser desenvolvidas, assim como as necessidades dos indivíduos e da equipe.

A partir desse levantamento, são elaborados programas específicos de treinamento, sempre com o propósito de otimizar a cultura organizacional e promover ganhos para a empresa e para os participantes.

Relacionamento com sindicatos

O profissional de Recursos Humanos também pode ocupar o papel de mediador entre a empresa e os sindicatos. Com um posicionamento estratégico, o gestor de RH tem a missão de facilitar relações colaborativas e obter mais proveito nos acordos sindicais, favorecendo tanto a organização quanto os trabalhadores.

Remuneração e benefícios

Essa é outra boa opção para os graduados em Gestão de Recursos Humanos. O profissional que atua nesse ramo tem a responsabilidade de analisar a remuneração de todos os colaboradores, verificar os pisos salariais e propor a atualização desses valores.

O analista de remuneração e benefícios também é responsável por gerenciar todo o processo de movimentação dos benefícios oferecidos pela empresa, como vale-refeição, vale-transporte ou auxílio combustível, convênio médico e odontológico, entre outros.

Consultoria

Quem trabalha com consultoria de RH pode realizar pesquisas de clima organizacional, fazer o mapeamento do comportamento dos colaboradores e das competências que precisam ser aperfeiçoadas, observar as necessidades individuais e grupais e elaborar estratégias diversas para aumentar o envolvimento e a performance dos profissionais.

Os consultores de RH podem prestar serviço em diversas empresas, assim como podem atuar dentro de uma única organização, avaliando diferentes áreas dentro da instituição, gerando alternativas e implementando melhorias.

Como você viu no nosso post, as áreas de atuação para o graduado em Gestão de Recursos Humanos são muitas. Então, optar por esse curso é escolher um caminho promissor para sua vida profissional. Se essa é uma das suas opções de graduação, vá em frente! Escolha uma boa instituição de ensino superior e dê o pontapé inicial para alcançar uma carreira sólida.

E não vá embora da nossa página sem assinar nossa newsletter. Assim, você poderá receber mais conteúdos informativos sobre cursos e profissões!

 

Engenharia de Estruturas: o novo curso de pós-graduação da UCL

Ser um profissional multidisciplinar e expandir suas competências é uma das melhores formas de destacar-se no mercado de trabalho, certo? Nesse contexto, a pós-graduação em Engenharia de Estruturas tem ganhado grande destaque entre as pessoas que têm interesse nesse campo.

O objetivo dessa especialização é aprofundar o conhecimento sobre os mais diversos tipos de estruturas que podem fazer parte de um projeto, além do domínio de normas e tecnologias que integram esse universo.

E você? Já ouviu falar dessa área? Aproveite a chance de conhecê-la melhor!

A importância de cursar uma pós-graduação em Engenharia

Seja em um cenário de crise, seja pela grande competitividade do mercado de trabalho, um fato cada vez mais claro é que fazer uma especialização é um investimento estratégico para quem deseja ser um profissional atualizado, ativo e com boas oportunidades.

Nesse contexto, a pós-graduação é uma das alternativas mais procuradas pelos engenheiros que desejam expandir suas perspectivas de carreira. Como a Engenharia é uma área muito ampla, adquirir conhecimentos mais específicos é um enorme diferencial de qualificação.

Vale a pena, portanto, apostar nessa ideia e esforçar-se para garantir um novo título. Além da contribuição para o currículo, um dos fatores mais importantes dessa experiência é preparar melhor o aluno para lidar com os desafios da sua área de atuação.

É interessante refletir sobre os seus objetivos profissionais, antes de escolher um curso que realmente possa agregar valor. No caso da Engenharia de Estruturas, não há dúvidas de que esse é um tema relevante para quem quer seguir no setor de construção civil.

O curso de Engenharia de Estruturas da UCL

Depois de repensar sobre a relevância de investir em uma pós-graduação na área, o próximo passo é conhecer a composição do curso de Engenharia de Estruturas.

A prioridade da UCL com essa nova oportunidade é oferecer uma formação completa, que envolva todos os aspectos da estrutura de um projeto, como qualidade, documentação, durabilidade, dimensionamento e segurança, entre outros.

A carga horária total é de 360 horas, com previsão de duração de 18 meses (com aulas em sábados alternados), seguindo a composição curricular abaixo:

  • Introdução à Análise Matricial das Estruturas;

  • Introdução ao Método dos Elementos Finitos;

  • Mecânica dos Sólidos;

  • Fundações;

  • Estruturas de Madeira;

  • Estruturas de Pontes;

  • Estruturas em Concreto Armado;

  • Estruturas Metálicas;

  • Estruturas Mistas;

  • Alvenaria Estrutural;

  • Concreto;

  • Metodologia Científica – Elaboração do TCC/Projeto de Intervenção.

Com essa descrição, dá para perceber que são conhecimentos presentes na Engenharia Civil, mas que nem sempre são aprendidos com tanta profundidade. Logo, o papel do curso é reforçar a compreensão desses assuntos para que o profissional se torne um especialista em estruturas e fundações.

Atividades do engenheiro pós-graduado em estruturas

Uma das preocupações de quem está pensando em escolher uma pós-graduação certamente é a demanda do mercado de trabalho por esse tipo de especialista. As possibilidades de atuação naturalmente fazem parte do interesse do profissional.

Então, considerando a Engenharia Estrutural, é possível citar atividades que geralmente fazem parte do seu dia a dia. Veja a seguir algumas delas.

Criação de projetos estruturais

O engenheiro se encarrega de montar uma representação da estrutura pensada para cada projeto, levando em conta todos os fatores importantes para que ela se materialize. Tal função requer muita habilidade com cálculos e com softwares de dimensionamento estrutural, já que hoje em dia tudo isso é apresentado de forma digital.

Escolha das cargas de cada estrutura

Não pense que montar um projeto é apenas criar um desenho bonito e que atenda às demandas do cliente. Para definir a estrutura ideal é preciso considerar suas forças atuantes, que são as cargas de cada material que faz parte desse esquema.

Um problema que não pode acontecer, por exemplo, é haver uma sobrecarga dos elementos que coloque em risco a parte estrutural. Em determinados contextos, deve-se considerar ainda a possibilidade de eventos como abalos sísmicos, nevascas, incêndios etc.

É essencial conhecer as características dos materiais, seus pesos e aplicações. O entendimento das normas técnicas também costuma ajudar nesse momento de decisão.

Cálculo dos esforços e das deformações

Para completar as ocorrências, não se pode negligenciar a possibilidade de deformação. O engenheiro precisa estar ciente disso, embora a tecnologia tenha evoluído tanto nos últimos tempos que essa parte pode ser automatizada.

Utilizando softwares específicos, fazer esses cálculos se torna um processo bem prático e rápido. O diferencial está em conhecer a necessidade de fazer diferentes combinações de cargas para evitar prejuízos significativos.

Demarcação dos elementos estruturais

Uma outra tarefa do engenheiro de estruturas é definir quais são as dimensões dos elementos que fazem parte da estrutura planejada. Se o material escolhido for madeira ou aço, por exemplo, isso implica diferenças consideráveis, de acordo com as propriedades de cada um deles.

Finalização e acompanhamento dos projetos

A parte final consiste em fechar todos os detalhes dos planos estruturais e entregar as informações para o cliente. Em alguns casos, quando é contratado para isso, o engenheiro se responsabiliza por acompanhar todo o andamento da obra. Pode ser, porém, que o seu trabalho acabe na entrega do projeto.

Após saber disso tudo, é fácil perceber, enfim, que se trata de uma área que envolve enorme responsabilidade. Ao mesmo tempo, essa é uma carreira com boas expectativas de crescimento e de lucratividade — afinal, garantir uma estrutura segura para toda obra deve ser uma prioridade (ou, pelo menos, deveria).

Fique atento! É importante não considerar apenas a alternativa de trabalhar como engenheiro. O segmento acadêmico também atrai muitas pessoas, sem contar ainda que há espaço em setores como o financeiro, o comercial e o bancário.

Em geral, a formação em Engenharia é bem valorizada pelo mercado, o que facilita que o profissional diversifique as suas funções durante sua trajetória. O que mais importa é que ele tenha sempre a consciência de que investir constantemente em capacitação é essencial para se manter bem colocado em qualquer que seja o campo escolhido.

E, então, gostou de conhecer melhor a Engenharia de Estruturas? Lembre-se de que escolher uma boa instituição de ensino para estudar é imprescindível para o seu sucesso!

Agora, aproveite para seguir as nossas redes sociais e manter-se sempre informado! Confira os perfis da UCL no Facebook, Instagram, YouTube e Twitter.

 

Quais são as habilidades essenciais para cursar faculdade online?

faculdade online vem se popularizando, por todas as vantagens proporcionadas ao aluno — como a versatilidade que permite a ele estudar onde e quando quiser. Mas será que esse formato é adequado para todas as pessoas? Quais habilidades é preciso ter para aproveitar ao máximo o curso nessa modalidade?

O ensino a distância (EAD/Online) foi formatado justamente para que mais pessoas pudessem cursar o ensino superior e, assim, ter um diferencial competitivo no mercado. A vantagem é que todo mundo pode fazer: basta se organizar e adequar a rotina.

Quer entender melhor por que você deve fazer uma graduação, as vantagens da modalidade a distância e as habilidades que os alunos precisam ter ou desenvolver para se dar bem estudando dessa forma? Confira nosso post e comece a se planejar para fazer faculdade!

Qual a importância de fazer uma graduação?

Se você ainda tem dúvidas se deve ou não cursar o ensino superior, acompanhe abaixo todas as vantagens que essa formação vai propiciar para sua carreira.

Preparação para o mercado de trabalho

A graduação mescla aulas teóricas e práticas que vão preparar o aluno para o mercado de trabalho. Além disso, você tem a possibilidade de fazer estágio enquanto ainda realiza o curso, uma etapa importante para aprender com outros profissionais e conhecer a rotina de trabalho da área escolhida.

Dessa maneira, o diploma torna-se pré-requisito para você concorrer a cargos e salários maiores.

Atuação em uma área de seu interesse

Quando você faz faculdade, tem a possibilidade de atuar em uma área de seu interesse. Assim, você trabalha motivado, o que é benéfico para a sua saúde física e mental. Quando o profissional gosta do que faz, tem mais chances de ser promovido e crescer na carreira.

Aumento da renda

Com o curso superior, você consegue um emprego melhor e pode, assim, aumentar a sua renda. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, o ganho mensal de graduados é quase três vezes maior do que daqueles que só cursaram o ensino médio.

Os dados mostraram que, em 2017, a renda mensal de quem fez o curso superior foi, em média, de R$ 5.110, contra R$ 1.727 de quem só fez o ensino médio.

Possibilidade de fazer uma especialização

Fazer uma graduação é sinônimo de começar uma trajetória de sucesso. Isso porque esse é apenas o primeiro passo para quem sonha em crescer na carreira. Profissionais com curso superior podem ir além e fazer uma especialização.

É um curso que vai aprimorar as habilidades em um segmento específico, proporcionando oportunidades ainda melhores no mercado de trabalho.

Quais as vantagens do EAD/Online?

Muita gente adia o sonho de fazer uma faculdade porque não consegue encaixar os estudos na rotina, principalmente aqueles que não podem deixar de trabalhar.

Se esse é o seu caso, considere fazer uma faculdade online. Veja as vantagens dessa modalidade.

Flexibilidade

O primeiro diferencial é a flexibilidade. Você pode estudar e trabalhar ao mesmo tempo, porque não tem a obrigação de se deslocar todos os dias até a instituição de ensino para assistir às aulas.

Você estuda em local e horários mais apropriados, como no intervalo do almoço ou logo que chega em casa após o trabalho. Você é quem decide — basta ter um tablet ou notebook e acesso à internet para acessar as aulas e ter contato com professores e alunos.

Plataforma fácil de navegar

Todo o conteúdo do curso EAD/Online fica disponível em uma plataforma digital, fácil de navegar e de organizar os estudos. Conta ainda com chats, fóruns de discussão e outros canais de comunicação para você receber orientações e tirar dúvidas.

Reconhecimento do MEC

Muitos alunos ficam preocupados em escolher essa modalidade com a ideia de que o curso não tem validade nacional. Saiba que, assim como nas versões presenciais, a faculdade online tem o reconhecimento do Ministério da Educação (MEC). Você pode estudar tranquilo.

Mensalidades reduzidas

Muitos cursos superiores EAD/Online apresentam mensalidades com um valor menor do que a modalidade presencial. Somado a isso, o aluno também não precisa gastar com o transporte diário até a instituição de ensino — ou seja, é uma vantagem que faz bem para o bolso.

Quais habilidades é preciso ter para cursar faculdade online?

Será que é muito complicado estudar nesse formato? Saiba que é só uma questão de mudança de comportamento e adaptação da rotina. Confira as habilidades que é preciso ter para fazer faculdade online.

Organização

A primeira dica é organizar sua rotina, delimitando os horários para seguir as aulas e fazer as leituras. Faça uma planilha semanal e encaixe todos os seus compromissos. Dessa forma, fica mais fácil acompanhar o curso.

Autonomia

Muitos alunos estão habituados ao formato tradicional de ensino, em que é necessária a figura do professor para transmitir o conhecimento. Na graduação a distância, isso muda — o aluno tem autonomia para ditar o próprio ritmo de estudos.

Assim, se ele tem facilidade em um assunto, por exemplo, consegue avançar mais rápido. Se tem dificuldade em algum tópico, pode dedicar mais tempo, até que consiga realmente aprender.

Isso é muito benéfico, pois o aluno percebe que consegue estudar sozinho, tornando essa prática um hábito em sua vida. Ele se torna proativo e passa a pesquisar conteúdos por conta própria, sem a necessidade da indicação do professor.

Comprometimento

Você deve seguir a rotina que estipulou para não se perder nos estudos, deixando as disciplinas se acumularem. Por isso, não procrastine, ou seja, não deixe para depois o que precisa ser estudado agora.

O aluno deve ter responsabilidade e pensar que todo o esforço valerá a pena quando estiver com o diploma em mãos.

Foco

Acompanhe as aulas e faça as leituras com bastante foco. Reserve um local sossegado para que você consiga estudar sem barulhos ou interrupções.

Procure anotar os principais tópicos e tirar as dúvidas com os professores sempre que necessário. 

Viu só como você pode fazer faculdade online? O mais importante é ter disciplina e ser organizado. Assim, você aproveita bastante as aulas e sai bem preparado para o mercado de trabalho.

Gostou das nossas dicas? Fique por dentro de outros posts como este, seguindo as páginas da UCL Ensino Superior — estamos no FacebookYouTubeTwitter e Instagram!

Análise e Desenvolvimento de Sistemas não é só programação!

Se para alguns a escolha do curso superior é algo simples e decidido com antecedência ainda no colégio, para outros é um processo constante de autoavaliação e ponderação. Isso porque é comum ter interesse por uma área, como a de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, mas não saber muito a respeito de como é a graduação nem mesmo como é o mercado de trabalho no ramo, o que acaba atrasando essa decisão e prolongando a indecisão.

Pensando nisso, reunimos uma série de informações sobre a faculdade de ADS para você ficar por dentro de como é a rotina acadêmica de um estudante do curso e saber o que esperar na sua trajetória profissional. Acompanhe!

Análise e Desenvolvimento de Sistemas: o que é?

Quando se fala no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, o que vem à mente da maioria das pessoas que não conhecem muito a respeito dele é que é voltado, exclusivamente, para a programação de sistemas. Essa é uma ideia equivocada, afinal, a graduação na área está longe de ser limitada!

Isso porque, durante a faculdade – pública ou particular, os alunos aprendem as técnicas, os padrões e os aspectos metodológicos que envolvem não apenas a programação de sistemas, mas também as etapas de criação, implementação, manutenção e otimização deles.

Com esses conhecimentos, tornam-se capazes de proporcionar mudanças significativas no mercado que visam a melhorar a aplicação da tecnologia da informação nas operações empresariais e, em especial, na experiência dos consumidores, seja durante a aquisição de bens e produtos, seja durante a utilização de serviços online.

Grade curricular

A grade curricular do curso proporciona ao estudante o aprofundamento em áreas estratégicas da profissão, por meio de disciplinas que exploram desde a criação até o aperfeiçoamento de diferentes sistemas.

Com isso, o profissional formado na área tem uma visão completa sobre cada etapa e é habilitado para atuar em todas elas, destacando-se no mercado de trabalho. Confira quais são as principais matérias estudadas:

  • Lógica Matemática e Computacional;

  • Inglês para a Informática;

  • Probabilidade e estatística;

  • Análise e Projeto de Sistemas I e II;

  • Algoritmos e Estrutura de Dados I e II;

  • Engenharia de Software;

  • Arquitetura de Computadores;

  • Segurança da Informação;

  • Empreendedorismo em Tecnologia;

  • Engenharia de Interface;

  • Redes de Computadores;

  • Banco de Dados I e II;

  • Sistemas Operacionais;

  • Tecnologia Web;

  • Desenvolvimento de Sistemas Móveis.

Projetos e atividades práticas

Ao longo dos semestres da graduação, os alunos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas participam de projetos interdisciplinares e atividades práticas que permitem a eles a execução do que aprendem em sala de aula.

É justamente diante dessas oportunidades de criar trabalhos autorais que eles são capazes de mesclar os conhecimentos obtidos em diferentes disciplinas, testar os próprios limites, aperfeiçoar as habilidades e competências que têm, encontrar novas aptidões e afinidades profissionais etc.

Tipo de graduação

O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas pode ser ofertado, dependendo da instituição de ensino, como licenciatura, bacharelado ou tecnólogo.

Esse último formato, o tecnólogo, é o mais comum. Em primeiro lugar, porque esse é um curso que conta, como já mencionamos, com uma grande carga de conteúdo prático que demanda experimentação constante por parte dos estudantes. Em segundo lugar, porque a graduação tecnológica tem duração reduzida e foco nas demandas atuais das organizações.

O aluno amplia as habilidades técnicas necessárias para exercer a profissão e é capacitado para atuar tanto em cargos generalistas quanto de nichos. Ele ingressa mais cedo no mercado de trabalho e, assim, adquire experiência profissional em tempo recorde.

Além disso, como a graduação dura apenas dois anos e meio, o profissional pode investir mais rapidamente em uma pós-graduação (como uma especialização ou um MBA) e se qualificar ainda mais para se tornar um expert em determinado ramo.

Perfil do graduando

Os graduandos em Análise e Desenvolvimento de Sistemas costumam compartilhar de um mesmo grupo de características recorrentes — algo que é comum em todas as graduações, das engenharias até a gestão de recursos humanos.

Isso porque são elas que facilitam a afinidade com as matérias estudadas e a adaptação dos estudantes à vida acadêmica. Esses aspectos serão muito importantes no exercício da profissão. Logo, apresentá-los desde já será um grande diferencial na sua formação e principalmente na sua carreira. Veja quais são eles:

  • domínio do inglês, já que a linguagem da programação tem uma grande quantidade de termos técnicos nesse idioma, é exigida familiaridade e fluência no inglês, para mexer com diferentes sistemas;

  • aptidão para lidar com números, visto que os raciocínios lógico e abstrato são trabalhados constantemente na resolução de equações matemáticas que envolvem dados em várias disciplinas;

  • interesse por tecnologia: por mais óbvio que pareça, é indispensável que você tenha interesse em novas tecnologias e, principalmente, nas questões operacionais que as envolvem, desde a elaboração dos algoritmos até o compartilhamento de informações virtuais;

  • curiosidade contínua: essa área é mutável e está em constante evolução. Logo, pessoas acomodadas e sem interesse de aprender, atualizar-se, autodesafiar-se e arriscar-se dificilmente vão desenvolver um bom trabalho e ter atuações de destaque na carreira.

As áreas de atuação do analista de sistemas

Agora que você já conhece e, principalmente, entende mais sobre como é a graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, nós vamos nos aprofundar nas possibilidades de atuação para quem segue carreira no ramo.

Diferentemente do que muitos pensam, a área não tem apenas um tipo de atividade. Ao contrário, o profissional de ADS pode exercer diferentes funções e explorar segmentos voltados para etapas específicas do desenvolvimento e do aperfeiçoamento de novos sistemas. Confira alguns deles:

Administração de banco de dados

O administrador de banco de dados é aquele que atua na manutenção e na otimização dos sistemas da empresa, para o correto funcionamento deles e para garantir a preservação de informações de clientes, fornecedores, parceiros e funcionários que são indispensáveis para os setores de vendas, logística, RH e marketing, por exemplo.

Administração de redes

O administrador de redes é quem monitora toda a estrutura da rede e o gerenciamento de servidores, a fim de inibir ataques cibernéticos, contaminações por vírus e programas maliciosos e mau funcionamento de integração de portais internos e externos. Atua, portanto, no combate a problemas que são capazes de dificultar o acesso do usuário e até provocar o vazamento de dados sigilosos da organização.

Otimização de interfaces

Os profissionais que trabalham com otimização de interfaces fazem parte de um nicho bastante específico no desenvolvimento de softwares. São eles que aperfeiçoam os sistemas desenvolvidos, sempre buscando corrigir falhas gráficas, problemas de instabilidade, erros na usabilidade de plataformas operacionais, módulos invasivos de requisição de informações virtuais e por aí vai.

Gerenciamento de projetos

O gerente de projetos é quem coordena as equipes de TI e tem a responsabilidade de administrar o trabalho dos subordinados no desenvolvimento de novos sistemas, na implementação de melhorias em softwares e hardwares que já estão em funcionamento, no diagnóstico antecipado de falhas de segurança etc. Além disso, cabe a ele a resolução de metas do setor, de acordo com os objetivos da companhia.

Quanto ganha um analista de sistemas?

Até aqui, você já leu sobre todos os detalhes do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistema e as possibilidades de atuação que o recém-formado encontra. Deve estar se questionando, contudo, sobre os tipos de vagas disponíveis no mercado e sobre qual é a média salarial no ramo, não é mesmo?

A estabilidade financeira, bem como uma carreira ascendente e o reconhecimento profissional, é um dos aspectos mais buscados por quem ingressa no ensino superior e investe na própria qualificação.

Não se preocupe! Abaixo, nós reunimos várias informações a respeito, para esclarecer suas dúvidas e mostrar o que você pode esperar dessa profissão que está em constante crescimento em todo o país. Veja:

Os tipos de vagas para analista de desenvolvimento de sistemas

As vagas ofertadas pelas empresas são categorizadas pelo nível de experiência exigido dos candidatos durante os processos seletivos. Os trainees, por exemplo, são aqueles que saíram da faculdade recentemente ou ainda estão concluindo o curso e não têm mais do que dois anos de atuação no mercado.

Do outro lado da moeda, há os profissionais masters, que têm mais de 8 anos de carreira e um currículo com passagens por diversas companhias. Essa diferença hierárquica será o fator decisivo não só para determinar seus rendimentos, mas, principalmente, para definir suas funções e atribuições dentro das companhias.

Analista de desenvolvimento de sistemas: salários inicial e médio

Segundo levantamento realizado pelo portal Salário com mais de 64 mil cargos em todo o país, os vencimentos iniciais para um profissional que ingressa no mercado é de R$ 3.649,67. Contudo, a média de ganhos nacional é mais elevada e gira em torno de R$ 5.140,37 para uma jornada semanal de trabalho de 42 horas.

É importante destacar que alguns estados se sobressaem e contam com faixas de rendimentos ainda mais elevadas, como é o caso de Brasília (R$ 5.970,78), Rio de Janeiro (R$ 5.729,17) e São Paulo (R$ 5.529,83).

Vale ressaltar ainda que, mesmo em um cenário conturbado de crise econômica e de elevação da taxa de desemprego no Brasil, a sondagem destacou que a evolução salarial para esse ramo foi crescente durante todo o ano de 2018 (com um saldo positivo de 6,18%), e o nível de contratações é superior ao de desligamentos, desde fevereiro.

É, portanto, uma profissão que mostra o seu potencial de expansão e que é cada vez mais requisitada nas organizações, independentemente do porte delas.

Setores que mais contratam profissionais da área

A pesquisa do Portal Salário ainda apontou quais são os setores que mais contratam analista de desenvolvimento de sistemas. São eles: as empresas de consultoria de TI, os provedores de serviço (internet, telefone, TV a cabo etc.), os portais de grandes veículos de comunicação e conteúdo online e as instituições financeiras (bancos, agências, corretoras etc.)

É uma carreira dinâmica e versátil que oferece a você a possibilidade de atuar nos mais diferentes segmentos e de angariar experiências que, certamente, vão enriquecer o seu currículo.

O estágio em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Como você viu no primeiro tópico, os projetos e as atividades práticas são importantes e indispensáveis para os alunos na faculdade. Saiba, porém, que, além deles, há o estágio obrigatório supervisionado como parte essencial da formação. Isso porque é por meio dele que os estudantes têm o primeiro contato com a rotina de um profissional da área.

É esse o momento de identificar se escolheu o segmento de atuação com o qual tem mais afinidade, expandir a sua rede de contatos para além do ambiente acadêmico, adquirir experiência dentro do local de trabalho de uma organização e desenvolver (ou aprimorar) características que são fundamentais no mercado, como:

  • facilidade de trabalhar em equipe;

  • produtividade ao assumir novos projetos;

  • capacidade de adaptação a diferentes cenários de atuação;

  • proatividade em lidar com metas e objetivos mensuráveis;

  • responsabilidade com o cumprimento de prazos.

Diferenças entre Análise e Informática

Uma dúvida muito frequente entre quem tem interesse pelo curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas é qual a diferença entre ele e a graduação em Informática – Sistemas de Informação, uma vez que ambos fazem parte do ramo de TI e oferecem oportunidades para o aluno trilhar uma carreira em tecnologia.

É fundamental saber que o diferencial está no foco de cada um. Enquanto o primeiro, como já mencionamos, desenvolve trabalhos com todas as etapas de criação e implementação de sistemas que visam a beneficiar os dois lados do mercado (empresas e consumidores), o segundo é voltado para otimizar processos internos dentro da companhia. Facilita as atividades de setores mais complexos, que demandam mais esforços do capital humano, e, principalmente, mais investimentos a longo prazo da alta cúpula das organizações, como aqueles que envolvem manufatura e ciclo produtivo.

Como escolher uma faculdade de ADS?

Depois do que já falamos sobre fazer faculdade de ADS e seguir carreira no ramo, você provavelmente está se questionando a respeito de como escolher a melhor instituição de ensino para garantir uma formação completa multifacetada e atualizada, não é mesmo? Reunimos algumas dicas fundamentais sobre o que deve analisar antes de bater o martelo e escolher a faculdade. Confira:

Pesquise sobre o corpo docente

É importante pesquisar sobre o corpo docente que leciona no curso e descobrir quantos deles são mestres e doutores. O motivo disso é bem simples: quanto mais capacitados forem os professores, melhor será o desenvolvimento das aulas, a aplicação do plano pedagógico do curso e a troca de saber entre docentes e alunos. Acredite! Não é exagero afirmar isso.

Basta ter em mente que esses profissionais nunca deixaram de reciclar o próprio conhecimento e se atualizar constantemente. Muitos até têm uma vasta produção científica, com pesquisas, projetos e trabalhos reconhecidos no meio acadêmico nacional e internacional.

Sem falar, é claro, que aqueles com pós-graduação lato sensu (especializações e MBAs) também contam com experiência de campo em empresas dos mais variados portes, o que proporciona disciplinas muito mais antenadas com as necessidades atuais do mercado e com um vasto conteúdo técnico.

Converse com ex-alunos

Outra dica é conversar com ex-alunos e saber mais a respeito da experiência deles durante a faculdade, afinal, ninguém melhor do que eles para tirarem suas dúvidas sobre como é a vida acadêmica e o que você pode, ou não, esperar dela.

Questione a respeito da grade curricular, da atuação dos professores em sala de aula, do formato do vestibular, das parcerias com programas de estágio, dos canais de comunicação com a instituição, dos projetos e das atividades práticas, da infraestrutura do campus e dos incentivos à produção científica.

Além disso, procure ter o máximo de informações sobre programas de formação internacional — caso queira estudar no exterior e valorizar ainda mais o seu currículo — e sobre a oferta de cursos de pós-graduação na sua área — caso queira dar continuidade aos estudos, após conquistar o seu diploma, e se qualificar ainda mais.

Informe-se sobre a nota que o curso tirou no Enade

Não deixe de se informar a respeito da nota obtida pelo curso no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que é o método avaliativo usado pelo Inep para analisar os níveis de aprendizado e desenvolvimento dos alunos em relação ao material visto no decorrer da graduação.

Ele compara a pontuação de quem ingressa e de quem conclui a faculdade para encontrar uma média de rendimento e, assim, pontuar cada curso de 1 a 5 no chamado Conceito Enade, que é divulgado anualmente.

Logo, aqueles que alcançam notas mais altas apresentam um índice de qualidade de ensino melhor e, sem dúvidas, são uma escolha mais acertada para uma formação de ponta que vai capacitá-lo adequadamente para a profissão.

EAD/Online em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Para encerrar nosso post, não podemos deixar de falar sobre a graduação EAD/Online em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. É cada vez mais comum encontrar jovens que queiram investir na própria formação, mas, por diferentes razões, não têm como acompanhar um curso presencial. Por conta disso, a graduação a distância tem ganhado espaço e atraído um número maior de estudantes, ano após ano.

Foi graças a ela que evitou-se uma grande evasão acadêmica em todo o território nacional, especialmente nas regiões sudeste e sul, que, sozinhas, concentram 64% de toda a oferta dessa modalidade, como aponta o Censo EAD 2016, elaborado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED).

“Mas quais são as vantagens de optar pela graduação a distância?”, você deve estar se perguntando. Pensando nessa dúvida, listamos algumas delas. Veja:

Flexibilidade de horários e local de estudo

O aluno pode acompanhar as videoaulas de casa, de uma biblioteca ou mesmo de uma praça, por exemplo, e no período que quiser — independentemente de ser de manhã, tarde ou noite. Logo, você tem mais liberdade e autonomia.

Material didático 24 horas disponíveis

O material didático está sempre disponível na plataforma, o que permite ver e rever os conteúdos quantas vezes precisar, especialmente em caso de dúvidas em matérias mais complexas, que requerem revisões constantes.

Imersão digital

Um curso a distância gera uma maior imersão digital. A razão disso é que, além de entrar em contato com colegas e professores por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem, você estende o contato com eles por meio de outras plataformas e redes sociais — o que o deixa mais atento às tendências online e às mudanças no mundo virtual. Dentre as redes, podemos citar o LinkedIn, o Behance, o Skype, o Hangouts etc.

Melhor custo-benefício

Quando comparada às faculdades presenciais, a faculdade de EAD/Online se destaca por oferecer mensalidades mais acessíveis a todos os alunos — algo que é fundamental para quem tem um orçamento mensal mais enxuto. De quebra, você economiza também com o deslocamento até a instituição de ensino. 

Tutoria EAD/Online

Desde o ingresso do estudante na graduação a distância, ele é acompanhado de perto por um tutor EAD/Online, que o auxilia em relação às eventuais dúvidas, acompanha o desempenho dele e ainda é responsável por indicar atividades e exercícios para fixação do conteúdo.

Como você viu, o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas vai muito além do conceito de programação. Ele o prepara para entender e ter domínio sobre as diferentes atividades ligadas à concepção, ao aprimoramento e à evolução de diferentes sistemas. Não é para menos que é uma área em constante expansão e com ótimas expectativas! Ao investir nela, escolha uma faculdade que forneça a melhor formação acadêmica para você. O curso da UCL teve nota máxima no Enade 2017.

Para saber mais sobre esse ramo e sobre as novidades relacionadas a ele, assine agora mesmo a nossa newsletter e receba tudo em primeira mão!

 

Graduação a distância: como o mercado encara essa formação?

Quando chega o momento de dar o próximo passo na formação, muitos jovens ficam em dúvida se devem ou não fazer uma graduação a distância. Isso porque essa modalidade vem crescendo bastante nos últimos anos, mas ainda há muitos mitos a respeito dela. Um deles é que o mercado de trabalho vê com maus olhos quem não se gradua em um curso presencial — o que, acredite, é uma grande mentira!

Tanto é que é cada vez mais comum encontrar profissionais, inclusive em cargos gerenciais em grandes empresas, que optaram por essa alternativa, ao entrarem no ensino superior, e que, agora, investem em uma pós-graduação no mesmo formato, pelos benefícios que ela oferece.

E é justamente para falar sobre isso e sanar as principais dúvidas que surgem a respeito da graduação EAD/online que preparamos este post. Acompanhe!

Qual o cenário atual da graduação a distância no país?

De acordo com as últimas Sinopses Estatísticas da Educação Superior, realizado pelo MEC e pelo Inep, cerca de 18,56% das 8.048.701 de matrículas realizadas em 2016 foram na graduação a distância (uma média de 1.494.418). Desse percentual, a esmagadora maioria está nas faculdades particulares: 1.371.817 alunos — isto é, 91,79%.

Esse não é, entretanto, o único dado impressionante sobre ela que trouxemos para este post. Para se ter ideia, já são disponibilizados mais de 1.662 cursos EAD/online, sendo que as faculdades particulares saem na frente e oferecem 72,98% deles, enquanto as instituições públicas de ensino não ultrapassam a marca de 20,99%.

Quanto aos polos EAD/online, já existem 5.133 em todo o território nacional, e são as regiões Sudeste, Nordeste e Sul as que têm a maior quantidade: 1.995, 1.130 e 1.119, respectivamente. Além disso, a graduação a distância tem um volume de concluintes bastante alto. Em 2016, graduaram-se 230.717 pessoas. Na graduação presencial, o total foi de 406.331. Se comparamos as proporções de entrada e saída de estudantes em ambas as modalidades, pode-se afirmar que a primeira já forma muito mais gente no Brasil.

Quais as vantagens dessa modalidade?

Você viu um panorama de como está a graduação a distância e percebeu que, de fato, ela não para de crescer e ganhar relevância em todo o país. No entanto, deve estar se perguntando quais os fatores que motivam isso, não é mesmo? Reunimos as principais vantagens dos cursos EAD/online:

Inexistência de ambiente físico

A primeira delas é que não há um ambiente físico que você precisa frequentar diariamente para acompanhar as aulas. Ao contrário, é possível ter acesso a elas por meio de uma plataforma, o chamado Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).

Com isso, pessoas que moram em municípios que não têm uma instituição de ensino superior não precisam ter que se locomover até outra cidade ou mesmo se mudar para outra localidade para se graduar, o que, muitas vezes, representa despesas altas. É possível estudar de casa e contar com todo o suporte necessário de forma online!

Mensalidade mais em conta

Outra vantagem é que a mensalidade da graduação a distância é mais em conta, já que, por não haver um espaço que requer corpo de funcionários, equipamentos e manutenção predial recorrente, o preço final do curso é reduzido. Com isso, você não fica com o seu salário comprometido e o melhor: pode economizar e até investir em cursos, oficinas e workshops para complementar a sua formação.

Horário flexível

Além da inexistência de um ambiente físico, também há outro ponto favorável nos cursos EAD/online: os seus horários de estudo são flexíveis. Como as videoaulas, o fórum e o material didático ficam disponíveis na plataforma, você tem total autonomia para definir em que dias vai acompanhar as aulas e quantas horas vai dedicar à leitura, à resolução de exercícios e afins.

Para quem já trabalha, essa é uma excelente saída para dar continuidade à própria formação sem precisar abrir mão do emprego, especialmente quando você contribui ativamente com o orçamento familiar.

Quais as diferenças entre diploma EAD/online x presencial?

Um questionamento bastante recorrente entre quem está analisando se faz ou não um curso EAD/online é se o diploma da graduação a distância tem o mesmo peso e a mesma validade que o recebido ao concluir a graduação presencial.

Por falta de conhecimento sobre o assunto e velhos mitos que insistem em se propagar, muitos temem que o currículo fique em desvantagem na hora de se candidatar a processos seletivos. Se você também compartilha dessa dúvida, pode ficar tranquilo! Não há absolutamente nenhuma distinção entre eles que coloque um em desvantagem em relação ao outro.

A titulação concedida — independentemente de ser bacharel, licenciado ou tecnólogo — é aceita normalmente em editais de chamada de concursos públicos para candidatos com nível superior, além, é claro, de poder ser utilizada para a matrícula em cursos de pós-graduação (sejam eles lato sensu, sejam eles stricto sensu).

Quais as qualidades desenvolvidas durante o curso?

Como mencionamos no início deste post, a ideia de que o mercado tem preconceito com a graduação EAD/online é errada, afinal, as empresas estão muito mais preocupadas em averiguar quais são as habilidades e as competências que o diferem de outros candidatos e que fazem de você um profissional ímpar.

Fazer um curso a distância proporciona a você o desenvolvimento de características muito valiosas e requisitadas no ambiente de trabalho, como proatividade, autonomia, disciplina e resiliência. Tudo isso porque o aluno EAD/online é responsável pelo próprio cronograma de estudo, o que exige dedicação, maturidade e um alto nível de organização.

Como você viu, a graduação a distância é uma ótima alternativa para quem deseja se formar, mas não pode acompanhar um curso presencial. Além disso, é uma modalidade em franco crescimento em todo o país e que o mercado de trabalho, inclusive, vê com bons olhos. Por isso, não perca tempo e matricule-se já!

Para saber mais sobre graduação e vida acadêmica, assine a nossa newsletter!

 

Como estudar exatas para faculdades de engenharia?

Ao decidir fazer uma graduação em uma das engenharias, como a civil, a elétrica e a mecânica, muita gente se questiona como estudar exatas para passar no Enem ou nos vestibulares tradicionais — que têm mais peso nessa área por conta da opção de curso.

Porém, o que boa parte dessas pessoas esquece é que esses processos seletivos avaliam não apenas a aptidão de cada candidato em resolver problemas, mas também outros importantes aspectos como raciocínio crítico e lógico, interpretação e escrita.

Algo que você também terá ao longo da sua formação, já que as faculdades de engenharia contam com uma grade curricular multifacetada e de caráter interdisciplinar com outros segmentos. O motivo disso? É que, dessa forma, cada aluno se torna um profissional capacitado para lidar com a rotina profissional e as necessidades do mercado sem estagnar ou ficar com o conhecimento limitado a só um tipo de saber.

Pensando nisso, reunimos 9 dicas que vão ajudá-lo a se preparar para ingressar no ensino superior e, de quebra, ter um bom desempenho acadêmico. Acompanhe!

1. Estabeleça uma rotina de exercícios

Para começar, a primeira dica é simples: além de ter um cronograma para leitura dos conteúdos vistos em sala de aula e previstos para cair nas provas, monte uma rotina de exercícios semanal. Eles podem ser divididos em grupos de assuntos fáceis, médios e difíceis, por exemplo, e devem ser feitos à risca sem procrastinação.

Com isso, você ganha familiaridade com os cálculos, consegue memorizar funções matemáticas com mais facilidade e aprende a identificar outras formas de solucionar o mesmo problema.

2. Realize simulados e provas anteriores

Para complementar sua rotina de exercícios, aqui vai outra dica útil e fácil de colocar em prática: faça avaliações que já têm gabarito disponível (e, se possível, explicado passo a passo) para consulta, como simulados e provas anteriores.

Dessa maneira, você consegue medir o seu desempenho nos conteúdos que são cobrados nelas, avaliar o tempo que leva para concluir diferentes questões e conferir o que fez de errado em determinadas perguntas para que acabasse cometendo algum deslize que prejudicou a sua nota.

3. Aprenda a deixar de lado a calculadora

Que a calculadora é uma excelente aliada na hora de resolver exercícios, isso ninguém questiona. Porém, é preciso aprender a deixá-la de lado para não se tornar dependente dela toda vez que estiver fazendo um cálculo. Basta ter em mente que, em momentos de provas, por exemplo, o uso dela será vetado. 

Por isso, se acostume a solucionar as questões realizando as contas com papel e caneta. Aos poucos, você verá como esse novo hábito vai maximizar seu raciocínio lógico e aumentar sua agilidade com os números.

4. Faça resumos para as disciplinas

Outra dica importante sobre como estudar exatas é não se prender apenas à rotina de exercícios e resolução de simulados, mas também ir além e fazer resumos.

Isso porque essa técnica é bastante útil para você escrever com as suas próprias palavras o que entendeu de cada matéria, organizar suas ideias (ao mesmo tempo em que exercita a capacidade de sintetizar informações) e assimilar com mais facilidade aqueles tópicos que exigem mais atenção.

De quebra, o resumo se torna uma excelente fonte de pesquisa para quando você tiver dúvidas sobre determinado assunto e precisar saná-las com praticidade e rapidez. 

5. Desenvolva sua capacidade de interpretar textos

Não é apenas nas provas de português que você precisa saber interpretar textos. Afinal, é cada vez mais comum questões de exatas com enunciados longos e repletos de informações justamente para testar sua capacidade de compreender o que está escrito e, principalmente, de filtrar os dados realmente úteis para a resolução de problemas.

Portanto, caso sinta que esse não é o seu forte, comece a ler conteúdos relacionados às exatas e exercite sua habilidade de extrair os pontos-chave das perguntas, identificar ideias implícitas, entender gráficos e tabelas e por aí vai.

6. Aprofunde-se nas unidades de medidas

Como muitas questões de física e matemática envolvem unidades de medidas, procure se aprofundar nas diferentes grandezas existentes, como comprimento e massa, e os respectivos padrões estabelecidos para cada uma delas. Isso será bastante útil nos momentos em que você precisar fazer conversões e cálculos com casas decimais.

7. Estude também a teoria, não apenas a prática

Muitas pessoas veem as exatas como a área dos cálculos — o que não está errado. Contudo, quando você encara elas como apenas números, acaba estudando de forma equivocada, pois foca nas fórmulas e esquece que, por trás delas, há diversas teorias. Ou seja, você somente decora os macetes e não aprende, de fato, o conteúdo.

Por isso, mude a forma que você estuda. Isto é, se aprofunde primeiramente nos conceitos para assimilar o que está por trás de cada operação numérica e, a partir disso, aperfeiçoe o seu conhecimento resolvendo os mais diferentes exercícios.

8. Use a internet ao seu favor

Além das dicas anteriores, saiba que você também pode utilizar a internet ao seu favor. Não faltam blogs, plataformas e sites em que é possível ter acesso a outros materiais para complementar os seus estudos, como e-books, documentários, apostilas, gráficos, artigos etc.

Fora isso, ainda há diversos canais no Youtube produzidos por criadores de conteúdo que são formados em engenharia (ou até mesmo lecionam na área) e compartilham com os inscritos algumas dicas sobre como estudar exatas.

9. Tire suas dúvidas sobre as matérias

Por fim, mas não menos importante, nunca fique com dúvidas! Jamais deixe elas se acumularem, pois, cedo ou tarde, você vai se deparar justamente com questões que as envolvem e o seu resultado final, infelizmente, vai ficar aquém do esperado.

Portanto, caso esteja com dificuldade em compreender determinado assunto, procure os seus professores e peça orientação a eles. Amigos e colegas que dominam o assunto também podem ser consultados e, inclusive, auxiliá-lo. Toda ajuda é válida e você não deve ter vergonha de pedir!

Agora que você já está por dentro de como estudar exatas, não deixe de colocar nossas dicas em prática e garantir não apenas o seu ingresso no ensino superior, como também uma trajetória acadêmica ímpar no curso que escolheu!

E já que falamos sobre as engenharias, aproveite e confira quais são as diferenças entre elas e como escolher a melhor para você!

Pós em Auditoria e Gestão Ambiental: o que você vai aprender?

Um dos maiores desafios do mundo, hoje, é lidar com a sustentabilidade. Como os países podem continuar a se desenvolver, sem degradar ainda mais os recursos naturais? Por conta desse e de outros questionamentos, a Pós em Auditoria e Gestão Ambiental é, sem dúvida, um curso em alta no mercado.

A especialização forma profissionais para atuar junto aos poderes público e privado, identificando, por exemplo, se a legislação ambiental está sendo cumprida e, ainda, os riscos que determinada atividade pode provocar ao meio ambiente e à população local.

Ficou interessado nessa área com boas perspectivas profissionais? Quer conhecer mais sobre curso, público-alvo e mercado de trabalho? Confira nosso post e tire todas as suas dúvidas!

Como é o curso de Pós em Auditoria e Gestão Ambiental?

A Pós em Auditoria e Gestão Ambiental é uma especialização lato sensu que foi formatada para preparar profissionais com conhecimentos técnico-científicos sobre as questões ambientais, especialmente a legislação acerca desse tema — em âmbitos municipal, estadual e federal —, que ainda é recente.

Falar de sustentabilidade é falar do desenvolvimento econômico e social de qualquer país. Se, antigamente, as indústrias produziam sem se preocupar com a emissão de poluentes, hoje há um controle rigoroso sobre isso, com punições pesadas, como multas.

Objetivo

Foi pensando nesse contexto que o curso foi desenvolvido — a ideia é formar profissionais que possam atuar como auditores em empresas de diferentes segmentos e portes ou ainda no setor público. Para isso, a pós-graduação aborda:

  • aspectos de legislação ambiental mais atuais;

  • conceitos e técnicas de auditoria para esse segmento;

  • técnicas de gestão voltadas para questões ligadas ao meio ambiente.

Com esses conhecimentos, o auditor e gestor ambiental pode — entre várias atribuições — verificar o cumprimento da legislação ambiental em empresas e avaliar o desempenho do negócio em relação a indicadores ambientais, como o uso de recursos naturais, geração de resíduos etc.

Duração

A formação nessa área é rápida — em 18 meses (360 horas), o profissional já se torna um especialista e pode começar a trabalhar no segmento.

Conteúdo programático

A especialização mescla teoria e prática, com estudos de caso e também visitas técnicas, para que os alunos conheçam de perto a rotina dos profissionais que lidam com auditoria e gestão ambiental.

Confira as disciplinas do curso:

  • Introdução à Poluição Ambiental, aos Recursos Naturais e à Sustentabilidade;

  • Direito Ambiental: Política e Legislação;

  • Sistemas de Gestão Ambiental;

  • Gestão de Recursos Hídricos;

  • Gestão de Resíduos Sólidos;

  • Gestão de Emissões Atmosféricas;

  • Avaliação e Gerenciamento de Riscos Ambientais;

  • Avaliação de Impacto Ambiental e Licenciamento Ambiental;

  • Gerenciamento de Áreas Contaminadas e Recuperação de Áreas Degradadas;

  • Geologia Ambiental Aplicada à Perícia;

  • Instrumentos de Perícia Ambiental;

  • Segurança, Meio Ambiente e Saúde – SMS;

  • Áreas Protegidas – UC;

  • Auditoria e Certificação Ambiental.

Ao final, o aluno precisa fazer o trabalho de conclusão de curso (TCC) — uma monografia sobre um assunto pertinente a essa área, que deve ser apresentada a uma banca examinadora.

Qual é o público-alvo dessa especialização?

A especialização é voltada para profissionais já graduados, principalmente nas áreas de:

  • Engenharia;

  • Ciências Biológicas;

  • Ecologia;

  • Administração;

  • Direito;

  • Agronomia;

  • Geografia.

Além dessas formações, o curso é indicado para quem é de qualquer área, mas busca recolocação profissional e pretende atuar como gestor ou auditor ambiental — no setor público, em órgãos fiscalizadores ou em empresas de diversos segmentos.

Quais são as perspectivas profissionais na área?

A pós-graduação nessa área tem grande demanda do mercado, afinal, empresas e grandes indústrias precisam de uma avaliação externa para saber se estão funcionando de acordo com os parâmetros legais ambientais.

Áreas de atuação

Na verdade, a auditoria de conformidade legal (compulsória) é apenas um dos segmentos em que o auditor ou gestor pode atuar. Veja outros tipos de auditoria ambiental existentes, que podem render boas oportunidades de carreira:

  • auditoria de avaliação de desempenho: avaliação de indicadores ambientais, como geração de resíduos, consumo de energia etc.;

  • auditoria de descomissionamento: realizada quando uma indústria cessa suas atividades. O objetivo é verificar riscos ao meio ambiente e à população do entorno;

  • auditoria de cadeia produtiva: investigação de falhas relacionadas ao prejuízo ambiental em todas as etapas da cadeia produtiva;

  • auditoria de sistema de gestão: verificação quanto à atenção às normas de um sistema de gestão ambiental, como a NBR ISO 14001, por parte de um negócio;

  • auditoria pós-acidente: análise de áreas onde ocorreu um acidente ambiental;

  • auditoria de responsabilidade: avaliação da existência de passivos ambientais em uma corporação que está em processo de compra.

O trabalho do auditor e gestor ambiental é de grande importância para as empresas, pois pode evitar processos judiciais e multas, além de auxiliar no requerimento de licenças ambientais. Além disso, o profissional é capaz de apontar uma série de falhas no processo produtivo, o que pode, até mesmo, reduzir os custos do negócio.

Somado a tudo isso, hoje, grandes empresas precisam se destacar sobre a concorrência, e um dos aspectos em que podem atrair mais consumidores está relacionado à responsabilidade ambiental. Para mostrar que atua de modo sustentável, é preciso a avaliação de um especialista na área.

São várias as frentes de atuação para os pós-graduados em auditoria e gestão ambiental. Se você se identifica com essa área e quer se inserir rapidamente no mercado de trabalho, pode apostar sem medo nessa formação, que é uma tendência no Brasil e no mundo.

Remuneração

Segundo a consultoria Love Mondays, a média salarial do gestor ambiental é de R$ 5.801,00.

Onde fazer a especialização?

Para você ter sucesso nessa área, precisa, em primeiro lugar, escolher uma formação de qualidade, como a pós em auditoria e gestão ambiental da UCL.

O curso é presencial, realizado aos sábados, tem o reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) e conta com um corpo docente com formação acadêmica e experiência profissional voltadas para essa área.

Não perca tempo e comece a se planejar para fazer uma qualificação em um nicho que é tendência, como a Pós em Auditoria e Gestão Ambiental. Você estará atuando em um ramo com boas perspectivas profissionais e, assim, pode construir uma carreira de sucesso — no setor público ou privado.

Quer conhecer mais detalhes dessa especialização? Entre em contato com a UCL e veja como essa formação pode fazer a diferença no seu currículo!

 

Enem 2018: checklist para o dia da prova

 

 

Se você quer entrar na faculdade, provavelmente está se preparando para o Enem 2018. Então, além de estar afiado com os estudos, é importante ficar atento a todas as instruções para o dia da prova — como datas, horários, conteúdos cobrados a cada dia, bem como o que é ou não permitido levar no dia do exame.

Conhecer todas as regras que envolvem a prova vai evitar correria e trazer mais tranquilidade para que você resolva a maratona de questões e faça uma boa redação.

Para ajudar você a dar o seu melhor nos dias de prova, preparamos um checklist do Enem 2018. Assim, pode se programar para ter um bom desempenho no exame e conseguir a tão sonhada vaga no ensino superior. Confira!

Fique de olho nas datas do Enem 2018

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é composto por 180 questões de múltipla escolha (45 para cada área do conhecimento), além de uma redação dissertativo-argumentativa.

As provas serão aplicadas em dois domingos. Anote as datas e os conteúdos de cada prova:

  • 4 de novembro: questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; e prova de Redação.

  • 11 de novembro: questões de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Matemática e suas Tecnologias.

A organização divulga o gabarito poucos dias depois da segunda prova — já no dia 14 de novembro você terá acesso aos cadernos de questões e poderá conferir seus acertos.

As notas individuais serão divulgadas em janeiro de 2019, com data ainda a confirmar, e, em março, você terá acesso aos espelhos da redação.

Para não perder nenhuma data, acesse o site oficial do Enem e acompanhe as últimas atualizações.

Esteja atento à duração do exame

É preciso estar bem preparado para fazer a prova: no primeiro dia (4 de novembro), o exame terá duração de 5 horas e 30 minutos — será realizado das 13h30 às 19h. No segundo dia (11 de novembro), o tempo de prova será um pouco menor (5 horas), das 13h30 às 18h30.

Anote o horário de entrada

Todo ano é a mesma história: na televisão e nas redes sociais, tornam-se motivo de piada aqueles candidatos que chegam atrasados e dão de cara com o portão fechado.

Você não vai querer colocar tudo a perder por confundir o horário de entrada do Enem 2018, não é? Por isso, tenha em mente que a organização do exame é bastante rigorosa nesse quesito e não abre exceção para nenhum aluno.

É importante que você se apresente no local da prova às 12h (horário de Brasília-DF), momento em que ocorre a abertura dos portões. Assim, ficará sossegado e poderá até fazer um lanche antes de começar o exame.

Saiba que é proibido acessar o local depois das 13h — quando os portões são fechados e o aluno já deve estar em sala de aula para esperar o início das provas.

Para evitar imprevistos, faça uma visita ao local nos dias que antecedem o Enem. Dessa maneira, você consegue se programar e saber quanto tempo vai levar no transporte, para não correr o risco de perder o exame. Somente fique atento quanto ao transporte público, que geralmente tem a frota reduzida aos domingos.

Saiba o que levar no dia da prova

Para fazer o Enem 2018, é obrigatória a apresentação de um documento de identificação oficial com foto, como:

  • RG;

  • Identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros;

  • Carteira de Trabalho;

  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH);

  • Certificado de reservista;

  • Passaporte.

Na véspera do exame, já separe esse documento para não se esquecer de levá-lo no dia de prova. Atenção: a organização do Enem não aceita cópias, nem mesmo as autenticadas, e versões eletrônicas.

Além do documento oficial, será preciso levar uma caneta esferográfica na cor preta que tenha estrutura transparente. Somente esse modelo é aceito para fazer a prova. Então, fique atento e já adquira o item com antecedência.

Itens não permitidos

Não adianta levar borracha, régua, lápis, corretivo, pois esses itens não poderão ser utilizados para resolver as questões. É proibido estar também com celular, fones de ouvido, eletrônicos, relógio e boné.

Se você estiver com esses pertences, deverá guardá-los em um envelope lacrado e identificado fornecido pelos organizadores que ficará embaixo da sua carteira. Lembre-se de desligar o celular e outros itens eletrônicos.

O cartão de confirmação da inscrição não é um item obrigatório, mas é recomendado que o estudante esteja com ele, para esclarecer qualquer dúvida.

Entenda o que o exame avalia

O Enem 2018 vai avaliar 4 áreas do conhecimento, que englobam os seguintes conteúdos:

  • Linguagens, códigos e suas tecnologias — Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física, e Tecnologias da Informação e Comunicação;

  • Matemática e suas tecnologias;

  • Ciências da Natureza e suas tecnologias — Química, Física e Biologia;

  • Ciências Humanas e suas tecnologias — Geografia, História, Filosofia e Sociologia.

Veja como você pode usar a nota do Enem

O Enem é uma avaliação bastante disputada, já que a nota pode ser utilizada para o ingresso em universidades públicas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Muitas instituições de ensino particulares também consideram o desempenho no exame para o acesso do aluno.

A nota da prova pode também ser utilizada para:

  • admissão em instituições de ensino portuguesas;

  • o Programa Universidade para Todos (Prouni)

  • o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A cada edição do exame ocorrem mudanças. Neste ano, por exemplo, a nota do Enem não é mais válida para certificar a conclusão do Ensino Médio.

Agora que você já conhece os principais detalhes e regras para o Enem 2018, comece a se planejar. As principais recomendações são visitar com antecedência o local da prova e deixar o documento oficial com foto separado. Dessa forma, você evitará qualquer imprevisto no dia do exame.

Quer ficar por dentro de outros assuntos referentes a preparação para o vestibular, ensino superior e carreira? Assine a nossa newsletter e receba posts atualizados diretamente em seu e-mail!

 

Faculdade de marketing: saiba como construir uma carreira na área

Você se interessou por fazer a faculdade de Marketing, mas ainda sabe pouco sobre o ramo, o mercado de trabalho para os recém-formados e, inclusive, os detalhes do próprio curso? Você não é o único que está nessa situação!

Prestes a concluírem o ensino médio, muitos jovens começam a identificar as habilidades e as competências que têm, relacionando-as com as carreiras que podem seguir, mas não sabem ao certo como ou onde encontrar informações que os ajudem a bater o martelo sobre o que, de fato, querem para o futuro. 

Justamente por isso, preparamos um post completo sobre como é a graduação em Marketing e sobre as perspectivas profissionais para quem se gradua na área, para você sanar de vez as suas dúvidas. Acompanhe!

Fique por dentro de como funciona o curso

Vamos começar com uma série de informações a respeito de como ingressar na faculdade de Marketing, que, conforme as sinopses estatísticas do Censo de Educação Superior 2016, teve mais de 139.472 matrículas em todo o país. Veja:

Ingresso na faculdade

O ingresso em uma instituição de ensino superior pode ser feito por meio do vestibular tradicional ou do Exame Nacional do Ensino Médio. Isso porque é cada vez mais comum que faculdades particulares aceitem a nota no Enem como parte do processo seletivo de novos alunos ou mesmo como substituto dele. 

O desempenho no Enem pode, inclusive, ser utilizado para obtenção de bolsas e financiamentos que são concedidos pelo Ministério da Educação, como é o caso do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e do Programa Universidade Para Todos (Prouni).

Tipo de graduação

A graduação em Marketing pode ser encontrada tanto como curso de bacharelado quanto como curso tecnológico. O segundo formato é o mais usual, pois a duração é de dois anos, em média, e ele traz aulas mais técnicas e com conteúdos mais práticos para os alunos.

É, portanto, uma formação focada na profissionalização do estudante e na imersão dele no mercado de trabalho, para que, assim, ele já esteja preparado para começar a própria carreira e lidar com a rotina laboral nas mais distintas companhias, sejam elas do setor privado, sejam elas do setor público.

Também é possível encontrar essa graduação na modalidade presencial e a distância, que surge, justamente, como uma alternativa para aqueles que, devido a motivos pessoais (como trabalho, filhos, moradia distante da faculdade etc.), não podem nem tem tempo de acompanhar as aulas em horário e local pré-estabelecidos.

Se esse é o seu caso, é importante saber mais a respeito do ensino EAD, para tirar dúvidas sobre ele e, principalmente, para entender que essa é a alternativa para que você não abra mão de se formar e ter um diploma.

Grade curricular

A grade curricular da faculdade de Marketing tem um viés multifacetado muito forte. Na prática, isso significa que você não vai aprender apenas sobre assuntos da sua área de formação. Ao contrário, vai sair da sua zona de conforto e expandir o seu conhecimento sobre áreas interligadas a ela.

Uma característica que, sem dúvidas, é essencial para a preparação de profissionais que podem atuar em cenários que vão do empresarial e varejista ao político e cultural.

  • Comportamento Organizacional;
  • Fundamentos do Direito;
  • Economia Empresarial;
  • Direito Empresarial;
  • Matemática Financeira;
  • Comunicação e Linguagem;
  • Pesquisa de Marketing e Comportamento;
  • Gestão de Conflitos e Negociação;
  • Marketing de Varejo;
  • Gestão de Projetos;
  • Inovação e Desenvolvimento de Produtos;
  • Marketing Digital;
  • Comércio Exterior;
  • Gestão de Produtos e Marcas.

Cursos complementares

Vale mencionar que fazer cursos complementares à sua formação superior é um grande diferencial para a sua preparação para o mercado de trabalho. A razão disso é que não é só a graduação em Marketing que é multifacetada, a carreira nessa área também é.

Logo, os profissionais precisam ser versáteis, capazes de se adaptar e aptos a trabalhar com diversas tecnologias, ferramentas e sistemas. Por isso, não importa qual segmento você escolha. Desde já, invista no aprendizado de:

  • um segundo idioma — inglês, em especial, já que é um ramo muito globalizado e com vários jargões norte-americanos;
  • programas de edição de imagem e vídeo, como os do pacote Adobe (Photoshop, Illustrator, Premiere etc;)
  • formatação no Excel — visto que o uso dele para fluxo de caixa, controle de fornecedores e acompanhamento de projetos é frequente na área.

Entenda como funciona a carreira em marketing

O marketing é bastante extenso e engloba segmentos que muitas pessoas nem mesmo imaginam. Não é à toa que, quando novos estudantes começam a graduação, uma grande parcela deles fica indecisa sobre qual seguir.

Neste tópico, nós vamos apresentar os principais segmentos e, de quebra, esclarecer algumas dúvidas comuns sobre a área que confundem (e muito) a cabeça dos interessados em se graduar nela. Veja:

Marketing é o mesmo que publicidade?

Esse é, certamente, um dos maiores questionamentos de quem está se informando sobre a área para decidir se a segue ou não como carreira, afinal, é comum ver profissionais de um ramo atuando no outro. É preciso, porém, deixar claro que a resposta é não. 

Basta ter em mente que o marketing é o responsável pelo relacionamento das marcas com clientes e funcionários, pelo planejamento dos canais de venda, pela formulação do posicionamento institucional e pela estratégia de divulgação publicitária de produtos e serviços que as empresas comercializam.

A publicidade, por sua vez, representa esse último campo de atuação que mencionamos. É o âmbito no qual são planejados os anúncios e as campanhas online e offline, conforme o público-alvo, o orçamento e os objetivos das companhias.

São dois segmentos bastante conectados e que influenciam um no outro. Não é para menos que muitas organizações de grande porte têm um setor próprio, com publicitários atuando ao lado dos profissionais de marketing, enquanto aquelas pequenas e de médio porte costumam contratar agências de publicidade.

E quanto ao profissional de Relações Públicas? É do mesmo ramo?

Além da publicidade, há outro ramo que costuma ser frequentemente lembrado como sendo um desdobramento do marketing: o de relações públicas. O que ocorre, no entanto, é que, mais uma vez, trata-se de uma área ligada intrinsecamente às atividades de marketing.

O motivo disso está no fato de o RP — como é chamado quem trabalha com relações públicas — ser a figura que lida com construção e manutenção da imagem da marca, responde pela comunicação com a sociedade e realiza eventos e ações promocionais com a mídia para anunciar novidades da empresa.

Por conta disso, esse profissional está sempre alinhado com o posicionamento institucional e com as diretrizes de relacionamento que são estabelecidos pelo setor de marketing, nunca podendo atuar de forma paralela ou independente. As duas áreas não são, portanto, a mesma coisa, certo? 

Em quais áreas o profissional de marketing pode atuar?

Esclarecidas as confusões em torno de marketing, publicidade e relações públicas, vamos, enfim, falar um pouco mais dos ramos nos quais você pode trabalhar depois de formado. Confira com calma todos eles e veja como o mercado conta com muitas oportunidades para o profissional de marketing!

Marketing empresarial

O primeiro da nossa lista é o marketing empresarial, que, certamente, é um dos segmentos mais conhecidos e popularizados, justamente pela presença em companhias de diversos setores. Nele, você gerencia todos os aspectos ligados à marca que representa, desde o conceito e a construção da imagem institucional dela até as estratégias para aumentar a visibilidade e o volume de vendas da companhia. 

Por essa razão, atua-se com posicionamento público da empresa, estudos de mercado, distribuição de canais de atendimento, investimentos em mídia paga, identidade de produtos e/ou serviços, pesquisas de satisfação do cliente e muito mais. Em suma, é um trabalho que constrói diariamente o relacionamento da marca com o (potencial) consumidor final.

Endomarketing

O endomarketing, por outro lado, é o oposto do marketing empresarial. É uma área com interesses afins aos dos recursos humanos. Isso porque o foco aqui não está em quem está do outro lado e é responsável pelo consumo, mas, sim, no capital humano da organização — que é o alicerce de qualquer empresa.

Não é para menos que essa vertente desenvolve diversas ações e atividades internas para melhorar o ambiente de trabalho, solidificar a cultura organizacional e reduzir a rotatividade de colaboradores.

Do contrário, esse cenário de baixas recorrentes no corpo de funcionários pode se tornar um problema capaz de trazer grandes prejuízos para as empresas, principalmente as que têm ciclo produtivo ou trabalham exclusivamente com atendimento direto ao público.

Marketing político

Por sua vez, os que trabalham com marketing político são os responsáveis pela construção e pela manutenção da imagem tanto de candidatos quanto de figuras em exercício de mandatos em cargos eletivos nos níveis:

  • municipal: prefeitos e vereadores;
  • estadual: governadores e deputados estaduais;
  • federal: presidente, senadores e deputados federais.

São eles que desenvolvem a estratégia de publicidade em época eleitoral, traçam a presença de mídia paga e espontânea nos meios de comunicação, definem o formato do relacionamento do cliente com o eleitorado, planejam a adequação do discurso ao público-alvo das campanhas, cuidam da divulgação de projetos, propostas e emendas com os partidos, lidam com escândalos e casos de denúncias criminais etc.

Marketing digital

Quando você atua com marketing digital, assume o planejamento, a execução e o acompanhamento de campanhas online que visam não só a reforçar o material publicitário divulgado nas mídias offline, como também visam a promover anúncios segmentados por nicho na internet e utilizar as mídias sociais para viralização espontânea de conteúdo entre os usuários.

Não é à toa que cada vez mais empresas veem no direcionamento do tráfego virtual para páginas institucionais ou e-commerces uma forma de sair do status quo de se comunicar com o público-alvo e bater as metas de vendas, aliando uma maior geração de leads com um mais expressivo retorno sobre investimento (ROI).

Marketing de performance

O profissional que trabalha com marketing de performance está diretamente ligado ao que atua com marketing digital. Isso porque o primeiro é o responsável por monitorar a evolução das campanhas online e gerar relatórios de desempenho para que o segundo identifique os problemas decorrentes da estratégia traçada que estão impactando os resultados do trabalho.

Ao escolher esse segmento, as métricas vão fazer parte da sua rotina laboral. Você vai acompanhar e calcular, por exemplo, o avanço ou a perda de potenciais leads, a quantidade de cliques em anúncios, o alcance e o engajamento em plataformas, sites e redes sociais e por aí vai.

Marketing de varejo

O marketing de varejo é uma vertente do marketing que foca, como o próprio nome deixa claro, nas estratégias de promoção e venda no comércio varejista.

Os profissionais que trabalham com isso atuam, geralmente, com cartela de clientes e promovem análises personalizadas sobre os fatores positivos e, principalmente, negativos que podem ou não estar influenciando o consumidor a procurar os concorrentes diretos, como:

  • a qualidade do produto/serviço; 
  • a precificação;
  • o visual merchandising;
  • o ponto de venda;
  • a sazonalidade;
  • o investimento em e-commerce.

Logo, é uma área de atuação bastante dinâmica — uma vez que trabalha com números e busca constantemente por resultados — e que está sempre em reinvenção para que lojas, armazéns, galerias, boutiques e afins alcancem o lucro esperado.

Conheça duas opções para seguir após concluir a faculdade de Marketing

Os estudantes de marketing têm a oportunidade de trabalhar em vários meios e ter uma carreira capaz de se reinventar constantemente. Tudo o que é preciso é apenas explorar a fluidez do ramo e angariar experiência em novos segmentos de atuação.

É justamente por essa razão que o mercado tem se tornado cada vez mais competitivo e com profissionais extremamente qualificados competindo por um mesmo cargo, especialmente quando ele é ofertado por empresas de grande porte e visibilidade social — algo que, como é de se imaginar, traz um peso extra a qualquer currículo.

Por esse motivo torna–se indispensável atualizar o seu conhecimento sobre as práticas do marketing no ambiente empresarial e na relação com clientes, fornecedores e funcionários, tornar-se especialista em uma determinada área e conhecer quais as novidades do mercado para o seu setor. 

Para alcançar esses objetivos, há duas opções a serem seguidas, assim que você termina a sua faculdade: fazer uma segunda graduação ou investir em uma pós-graduação. Abaixo, nós falamos mais a respeito delas:

Pós-graduação lato sensu

A pós-graduação lato sensu é o caminho natural da sua formação e dá continuidade ao aprimoramento do conhecimento, das habilidades e das competências que você adquiriu no decorrer da graduação. Ao todo, existem dois cursos que você pode realizar:

  • a especialização: que tem um escopo curricular voltado para aprofundar os seus saberes teórico e prático em um determinado ramo, fazendo de si um especialista;
  • o MBA: que tem um escopo curricular voltado para capacitá-lo a desenvolver um perfil gerencial e, assim, assumir cargos de gestão operacional e estratégica dentro de uma organização.

Como exemplos, podemos citar a especialização em Marketing Digital, o MBA em Gerenciamento de Projetos e o MBA em Gestão Estratégica de Varejo.

Segunda graduação

Já uma segunda graduação, que ocorre em áreas afins àquela da sua formação, é capaz de funcionar como um complemento que o diferencia frente aos seus concorrentes e lhe fornece um background de conhecimento e referências muito mais amplo sobre o mercado de trabalho.

Se você, por exemplo, tem, um diploma em marketing, é uma boa ideia se graduar em um curso de Administração, Gestão Financeira, Publicidade ou Relações Públicas. Com isso, desenvolve novas habilidades e expande o seu know-how, podendo atuar em diferentes empregos, assumir projetos mais complexos ou até mudar de profissão, caso deseje.

Saiba como está o mercado de trabalho

Já falamos sobre como é a graduação em Marketing, as opções complementares que você tem para turbinar a sua formação e se qualificar ainda mais e, inclusive, quais segmentos pode seguir. 

Agora, é o momento de saber mais a respeito de como está o mercado de trabalho e sobre o que os alunos desse curso podem esperar para o próprio futuro profissional. Para isso, trouxemos alguns dados importantes apresentados no 27º Boletim RADAR, que é elaborado pelo renomado Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Confira:

Renda média 

Quem faz faculdade de Marketing não tem com o que se preocupar! Isso porque os rendimentos do profissional da área giram em torno de R$ 3.910,86. À medida que você ganha experiência e tem um plano de carreira dentro da empresa na qual trabalha — podendo ser promovido para ocupar cargos de gestão ou mesmo direção do setor —, as expectativas são ainda melhores.

Para se ter ideia, de acordo com levantamento do portal Salário, os gerentes de marketing ganham aproximadamente R$ 7.106,77 em todo o país. Por sua vez, conforme outra sondagem, os diretores de marketing tem um retorno financeiro ainda maior, alcançando R$ 17.199,56.

Nível de ocupação

“Certo, entendido, mas e quanto ao nível de empregabilidade para recém-formados? Há risco de eu me formar e acabar desempregado?”. Você deve estar se questionando isso, com total razão. Saiba que os números são favoráveis para essa profissão, ok?

O percentual de ocupação é de 93,30% para cada 100 novos graduados — uma taxa que está entre as 20 maiores apresentadas pelo Boletim RADAR (18º). Um excelente resultado que, sem dúvidas, está diretamente ligado à gama de opções de ramos no qual você pode exercer seus conhecimentos.

Jornada de trabalho

A jornada de trabalho do profissional de marketing fica na média de 41,47 horas semanais. É preciso, no entanto, levar em conta que a sua rotina laboral pode ser maior ou menor, de acordo com o cargo que você exerce (assistente, analista, coordenador, diretor etc.) e o ramo no qual atua.

Além disso, quem trabalha, por exemplo, com eventos, área política e varejo costuma ter semanas ou mesmo meses mais intensos ao longo do ano — isto é, em períodos sazonais de festas e/ou datas comemorativas. 

O motivo? Simples: é que os respectivos clientes ou marcas que representam querem aumentar nessas ocasiões a visibilidade e o nível de penetração de mensagem nas mais diferentes camadas sociais.

Descubra as tendências da carreira em marketing

Para encerrar nosso post, não podemos deixar de abordar algumas das principais tendências da carreira em marketing: o marketing de conteúdo e a gestão de mídias sociais. Ambos os segmentos têm sido essenciais nos últimos anos para empresas de todos os portes que querem ter mais lucratividade e crescer dentro do mercado e sabem que, para isso, é preciso:

  • reduzir o investimento publicitário pago em mídias tradicionais (como o rádio, a televisão e o jornal);
  • maximizar o alcance das campanhas de marketing digital;
  • gerar conteúdo exclusivo para clientes e potenciais clientes que trazem visibilidade, engajamento e, em especial, vendas para a marca;
  • ampliar e personalizar os canais de atendimento ao consumidor;
  • fortalecer o posicionamento social, os valores e os princípios da instituição;
  • aumentar de forma orgânica a atração e a procura virtual por produtos e/ou serviços que comercializam.

Tudo isso porque o meio online ganhou um papel de destaque no relacionamento de marcas e clientes, em especial com aqueles da geração millennial. Logo, é indispensável que as organizações consigam se adaptar ao avanço da tecnologia na vida das pessoas e adotar estratégias de comunicação menos dispendiosas e mais eficientes para alcançá-las, divulgar o que oferecem e conquistar novos consumidores.

Como viu, a faculdade de Marketing não só prepara você para o mercado de trabalho, como qualifica-o a lidar com um vasto panorama de possibilidades de atuação que trazem bom retorno financeiro e, acima de tudo, estabilidade profissional. Isso tudo, sem mencionar, é claro, que é uma área que exige constante atualização e interesse em ter uma formação contínua, com uma segunda graduação ou uma pós-graduação. É, portanto, uma carreira bastante promissora!

Aproveite para assinar agora a nossa newsletter e ficar por dentro de todas as informações e curiosidades sobre o curso!

Não passei no Enem, e agora?

“Não passei no Enem. O que fazer agora?”. Essa é uma dúvida compartilhada por milhões de jovens que estudaram e se prepararam para o Exame Nacional do Ensino Médio, mas não obtiveram o resultado esperado. O Enem é, sim, hoje, a principal porta de entrada para as instituições públicas de ensino superior no país, mas não se dar bem no exame não significa que as suas chances acabaram.

Muitos estudantes chegam a acreditar que, com a reprovação no Enem, as possibilidades de se formar e ter uma carreira de sucesso foram eliminadas. Estão enganados! O importante é não se deixar abater e entender que nem tudo está perdido.

Existem diversos caminhos alternativos que podem levá-lo a concretizar o seu desejo de se graduar e se capacitar para o mercado de trabalho. E é justamente para mostrar essas opções que preparamos este post. Acompanhe!

Aguarde o resultado da lista de espera

Para começar, não se precipite achando que o seu sonho acabou por não ter sido convocado na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A cada semestre, existe uma lista de espera, que é formada justamente por aqueles candidatos que tiveram uma boa pontuação e estão como classificáveis.

Logo, caso haja alguma desistência por parte dos aprovados e fiquem vagas livres, você pode, sim, ser chamado a ocupar uma delas. É importante ficar atento ao calendário do Sisu, para não perder o período marcado para manifestar interesse em alguma vaga e acompanhar a convocação dos selecionados.

Invista em um cursinho preparatório para o Enem

Caso você não esteja apto a participar da lista de espera ou, infelizmente, sejam liberadas poucas vagas e a sua nota de corte não seja suficiente, não desanime. Você tem a alternativa de aproveitar essa primeira experiência com o Enem para avaliar onde errou e identificar os assuntos em que teve mais dificuldade.

Daí em diante, pode se matricular em um cursinho e se preparar melhor para a próxima edição do exame, assegurando que os seus pontos fracos sejam corrigidos e que os seus pontos fortes sejam potencializados.

Organize-se com um cronograma para estudar em casa

Além do cursinho, você pode investir em uma educação independente (também conhecida como autodidata). Essa é uma ótima escolha para quem quer estudar em casa para o próximo Enem sem a necessidade do acompanhamento de um professor e determinando o próprio ritmo de estudo — especialmente porque muitos conteúdos do ensino médio serão revistos e você já tem um domínio estabelecido em alguns deles.

É preciso, contudo, ter bastante disciplina, para não deixar o aprendizado desandar e as matérias acumularem. Uma boa dica é montar um cronograma semanal de matérias e exercícios.

Para complementar, não deixe de ter um material didático diversificado que vá além dos livros, afim de expandir o seu conhecimento e permitir que você se aprofunde em diferentes temas. Entre os principais exemplos, podemos citar apostilas, simulados, documentários, videoaulas, e-books etc.

Realize um intercâmbio em uma instituição estrangeira

Uma quarta opção, enquanto você espera (e se prepara para) a edição do Enem do ano seguinte, é realizar um intercâmbio, que pode ser de semanas, meses ou de até um ano. O melhor é que há diversas possibilidades, como fazer um curso técnico, um curso de inglês ou um curso preparatório para exames de proficiência, como o TOEFL e o IELTS.

Essa experiência no exterior, além de ser um diferencial no seu currículo e permitir que você adquira a fluência em uma segunda língua — que é uma característica imprescindível no mercado para os profissionais do futuro —, vai proporcionar a você uma bagagem cultural incrível e a oportunidade de ampliar sua rede de contatos.

Tire um ano sabático para avaliar seus objetivos de vida

“Não passei no Enem, é verdade. Não pretendo, entretanto, colocar em prática nenhuma das alternativas anteriores. O que posso fazer?”. É isso que você está se perguntando? Se esse é o seu caso, uma boa possibilidade é tirar um ano sabático. Calma! Isso não significa tirar 365 dias de férias, viu?

Na verdade, a proposta por trás de um ano sabático é que você aproveite-o para fazer um exercício de autorreflexão para, de fato, se conhecer e identificar quais são os seus reais objetivos de vida.

O período do ensino médio e, em especial, o do vestibular costuma ser marcado por horas e horas de estudo, rotina escolar puxada, pressão familiar, decisões pessoais importantes e, é claro, a escolha de uma carreira. A verdade é que nem sempre você está seguro do que quer para o seu futuro, não é mesmo?

Esse tempo servirá para ajudá-lo a, como diz o ditado, colocar a cabeça no lugar e, assim, traçar quais serão os seus próximos passos.

Considere fazer sua graduação em uma faculdade privada

Agora, se você não quer adiar a sua formação em um ano e está em busca de alcançar a sua independência financeira mais rapidamente, as instituições de ensino públicas não são a única opção para você iniciar sua graduação.

Faculdades privadas têm se destacado, em todo o território nacional, por oferecerem formação de qualidade, com corpo docente capacitado, infraestrutura de ponta, segurança, flexibilidade das aulas e possibilidade de convênios com centros universitários internacionais, dentre diversas outras vantagens.

Prova disso é que, segundo as Sinopses Estatísticas da Educação Superior 2016, divulgadas pelo Ipea, elas concentram 75,27% (6.058.623) de todas as matrículas no país — um número que, certamente, só comprova a importância das faculdades particulares na qualificação e na capacitação de milhões de profissionais.

Se você não tem condições de arcar com as mensalidades, esse não é um problema, pois existem diversos financiamentos estudantis e bolsas que cobrem ou reduzem as suas despesas no decorrer do curso. Dois grandes exemplos são o Fies e o ProUni.

E tem mais: mesmo que a sua nota do Enem não tenha sido suficiente no processo do Sisu, ela pode ser reutilizada para a sua inscrição em uma faculdade privada, substituindo o vestibular tradicional. Para isso, é claro, é fundamental não ter zerado nenhuma área de conhecimento ou a redação, certo?

Como você viu, é importante esquecer essa ideia errada de que “como não passei no Enem, é o fim do mundo para mim”. Faça exatamente o oposto e procure alternativas que beneficiem o seu futuro e priorizem a sua formação!

E já que falamos sobre começar uma graduação, aproveite para conferir o checklist necessário para entrar na faculdade com o pé direito!