Escolha bem! Descubra as diferenças entre MBA e pós-graduação

Independentemente de sua área de atuação, a dica para crescer na profissão é continuar estudando. O mercado é dinâmico, a concorrência é alta e você precisa se destacar. Muitos profissionais já encontraram a carreira ideal, porém não sabem que rumo seguir para ascender ainda mais: afinal, qual a diferença entre MBA e pós? Qual curso é o mais indicado?

Essas dúvidas são muito comuns e, se você também precisa de mais informações sobre essa questão, vai gostar do post que preparamos para você. Continue a leitura e veja como funciona a pós-graduação, a definição de MBA, os benefícios de não parar de estudar e como escolher o melhor curso!

Como funciona a pós-graduação?

A pós-graduação é uma etapa do aprendizado que, como o próprio nome indica, vem depois da graduação. O objetivo é que o aluno aprimore seus conhecimentos em determinada área, adquirindo, assim, competências específicas que vão fazer a diferença no mercado de trabalho.

Existem duas modalidades de pós-graduação voltadas para diferentes perfis de aluno. Acompanhe abaixo!

Lato sensu

É um aprendizado mais direcionado para o mercado de trabalho. Lato sensu é um termo em latim que significa “em sentido amplo”. Dessa maneira, é uma formação voltada para aqueles candidatos que já trabalham e querem se aperfeiçoar em determinado segmento.

São cursos que mesclam disciplinas teóricas e práticas e têm carga horária mínima de 360 horas, ou seja, duram entre 18 meses a 2 anos.

Nesse tipo de formação está a especialização, que vai aprofundar o conhecimento e habilidades técnicas do candidato em uma área específica. Existem especializações voltadas para cursos de exatas, humanas e biológicas e esse título é importante pois traz um diferencial competitivo ao candidato.

Geralmente, a forma de ingresso para esse tipo de pós é simplificada — as instituições de ensino fazem uma análise do currículo do profissional e também uma entrevista. 

Stricto sensu

Existe ainda a pós-graduação stricto sensu, termo em latim que significa “em sentido restrito”. São cursos que apresentam um conhecimento bastante específico e voltado para uma determinada linha de pesquisa. Assim, é uma formação que proporciona um aprendizado teórico e científico.

Esse tipo de pós é voltado para quem quer atuar em ambiente acadêmico, como professor ou pesquisador universitário. Para ingressar nesses cursos o candidato precisa apresentar um projeto de pesquisa, fazer uma prova e ainda ter proficiência em um segundo idioma.

Ao ser aprovado, ele precisa cumprir créditos obrigatórios das aulas, fazer muitas pesquisas e ainda participar dos eventos acadêmicos de sua área.

Essa formação pode ser de três tipos:

  • mestrado acadêmico — tem duração média de 2 anos e é voltado para o aprofundamento de um tema, bem como sua reflexão teórica. No final do curso é necessário apresentar uma dissertação, que será avaliada por uma banca;

  • mestrado profissional — é mais direcionado para quem pretende atuar no mercado de trabalho, mas também pode ser indicado para quem quer se tornar professor universitário. Tem duração média de 2 anos e seu objetivo é o aprofundamento em conhecimentos científicos ou tecnológicos de um determinado campo;

  • doutorado — quem termina o mestrado pode fazer o doutorado, que dura, em média, 4 anos. É uma formação altamente teórica e científica, direcionada para quem quer seguir a trajetória acadêmica. Exige dedicação integral e, ao final, é necessário apresentar uma tese, ou seja, um trabalho científico inédito, que deve ser avaliado e aprovado por uma banca examinadora para que o aluno conquiste o título de doutor.

O que é um MBA?

Mas qual a diferença entre MBA e pós? Saiba que o MBA, sigla para Master in Business Administration (Mestre em Administração e Negócios), é um tipo de pós-graduação lato sensu. Apesar de ter “Master” no nome não é um curso de mestrado — seu certificado tem o mesmo valor de uma especialização.

A diferença está em seu direcionamento: as disciplinas (teóricas e práticas) são voltadas para gestão e liderança de negócios. Desse modo, é a formação ideal para candidatos que querem trabalhar com gerenciamento de projetos, empreendedorismo ou gestão de equipes.

Muitos profissionais acham que o curso de MBA é indicado somente para quem é da área de Administração. Mas esse é um grande erro, já que essa formação está presente em diferentes áreas.

Quais os benefícios de continuar estudando?

Agora que você já sabe a diferença entre MBA e pós deve estar curioso para conhecer as vantagens de continuar os estudos após a graduação. Veja abaixo:

  • valorização do currículo — com um certificado de pós-graduação, seu currículo será valorizado e você vai ser bem visto no mercado. Assim, poderá concorrer a vagas de emprego mais vantajosas (cargos e salários melhores). Se sonha com um cargo público, saiba que ter uma especialização ou MBA conta pontos na prova;

  • possibilidade de assumir cargos de gestão — se você optar por um curso de MBA pode concorrer a vagas voltadas para a gestão de projetos ou equipes. Ter esse certificado também vai ajudar a conseguir uma promoção no trabalho;

  • networking — interagir com outros colegas e professores na pós vai aumentar sua rede de contato profissional, o que vai propiciar a troca de experiência e pode render boas indicações para entrevistas de emprego ou até mesmo parcerias de negócio.

O que considerar ao escolher uma pós?

A diferença entre MBA e pós, como a especialização, está no enfoque do curso. Então, para você escolher a melhor formação é importante analisar suas expectativas de carreira e outros pontos. Veja a seguir.

Rotina

Analise sua rotina e veja quanto tempo você pode dedicar a um curso de pós-graduação. A modalidade stricto sensu, por exemplo, vai exigir um comprometimento maior. Já a lato sensu é mais flexível e, geralmente, as aulas são semanais ou quinzenais, às sextas-feiras ou sábados.

Pré-requisitos

Outro ponto importante é saber se você cumpre os pré-requisitos exigidos para o ingresso no curso. Em caso de dúvida, entre em contato com a instituição de ensino e descubra se você está apto ou não a participar do processo seletivo.

Áreas de interesses

Por fim, avalie quais são seus interesses profissionais. Se você sonha em assumir posições ligadas à gestão, certamente vai se realizar com um curso de MBA. Já se almeja dar aulas em universidades, o melhor caminho é o mestrado.

Se você quer subir mais um degrau em sua carreira, analise as opções e não pare de estudar. Avalie a diferença entre MBA e pós e invista em um curso que vai atender às suas expectativas profissionais. Escolha também uma instituição de ensino superior de qualidade para obter a melhor formação.

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Planejamento Financeiro: O guia para você se organizar de vez!

 

Não tem jeito: organizar as finanças é mesmo fundamental, especialmente para quem tem planos. Ter um planejamento financeiro é um caminho importante para ter um pouco mais de equilíbrio, conquistar segurança e conseguir realizar sonhos.

Caso contrário, é bem provável que você viva se complicando com o seu orçamento e que acabe cheio de problemas. Ou então, as suas metas e desejos vão parecer sempre distantes, pois você não se planejou para cumpri-los.

O que você acha disso? Que tal aprender um pouco mais sobre o assunto para começar a ter melhores resultados? Confira todo o conteúdo que preparamos e aproveite as dicas!

1. O que é Planejamento Financeiro?

Em poucas palavras, fazer um planejamento financeiro pode ser definido como a capacidade de se organizar para lidar com o seu dinheiro. Isso inclui atividades como analisar o seu orçamento, definir metas e traçar estratégias para alcançá-las. Além disso, é essencial acompanhar os resultados constantemente.

Esse é o tipo de plano que vai permitir que você não comprometa a sua saúde financeira e realize os seus desejos. Sabe aquela viagem de férias tão sonhada ou a sua casa própria? Talvez seja preciso apenas alguns ajustes para que você chegue até lá.

Quem não tem controle do dinheiro que tem normalmente fica mais vulnerável a situações como dívidas, insegurança e insatisfação. Por outro lado, não há desvantagens em cumprir o objetivo de planejar as suas finanças e programar o seu futuro (mesmo que próximo, se você acha melhor viver o presente e não se preocupar tanto a longo prazo).

O planejamento é pessoal e deve se encaixar na realidade de cada um, assumindo os rumos que o indivíduo quiser. O que deve ser evitado ao máximo é o descontrole da vida financeira.

Antes de tudo, é válido fazer uma reflexão para avaliar o contexto que você vive, o quanto ganha, o quanto gasta, o que deseja fazer, se consegue enxugar as suas despesas, se está poupando e investindo etc. Depois é só sistematizar esses dados para ter um plano mais organizado.

2. Quais as principais vantagens dessa prática?

Agora que você já entendeu o que é um planejamento financeiro, resta saber se vale a pena dedicar parte do seu tempo para essa atividade. Afinal de contas, só é possível ter um bom efeito se houver o comprometimento de manter a prática ao longo do tempo e acompanhar os resultados.

Para deixar a programação atualizada, é importante cuidar das pequenas tarefas que devem ser realizadas todos os dias — como controlar a sua movimentação financeira. Para trabalhar a motivação, coloque o seu foco nas vantagens de cuidar desse assunto e aproveite para conferir quais são elas a seguir.

Ter o controle da sua vida financeira

Controlar as suas finanças não é uma questão de ego ou qualquer coisa parecida. Acontece que a falta dessa gestão é capaz de trazer sérios prejuízos para a sua vida, como já falamos. Logo, é bem melhor garantir o comando para evitar qualquer estresse.

A partir disso, suas decisões serão facilitadas e dificilmente você deve cair em uma enrascada, a não ser que se desorganize novamente. Sem contar que ser financeiramente independente e organizado pode levá-lo muito mais longe.

Adquirir melhores hábitos de consumo e qualidade de vida

Não há razão para passar a vida toda consumindo sem consciência. É claro que nos damos o direito de gastar com algumas besteiras de vez em quando, mas precisamos valorizar o nosso dinheiro, certo?

O primeiro passo para adquirir melhores hábitos é ter um planejamento que vai fazer com que você consiga visualizar a sua situação financeira em cada fase, definir suas possibilidades de compra e o que você quer fazer com a sua renda. Isso vai resultar em uma maior estabilidade, segurança e qualidade de vida.

Poder conquistar seus sonhos e objetivos

Todo mundo tem sonhos para serem conquistados, não é mesmo? Mesmo que seja bem lá no fundo, se uma pessoa parar para pensar ela vai encontrar pelo menos um desejo que gostaria de realizar.

Normalmente, é isso que nos move para acordar todos os dias, trabalhar e superar os obstáculos da vida. O ponto é que boa parte dos nossos objetivos envolvem algum gasto financeiro.

Por mais que a intenção não seja acumular bens materiais, muitas vezes é necessário se organizar financeiramente para alcançar uma meta — é o caso de matar as saudades de alguém que está longe, conhecer um lugar incrível, fazer um curso interessante ou viver experiências diferentes.

Sobreviver às crises financeiras

Ninguém quer passar um grande sufoco financeiro e ficar sem ter dinheiro para pagar as suas contas básicas, concorda? Para que isso não aconteça, o seu planejamento deve incluir a eventualidade de um fato imprevisto que afete a sua renda.

Isso quer dizer que é necessário pensar em possibilidades como perder o emprego ou um contrato de aluguel, por exemplo. Assim como um trabalhador do campo sabe que uma forte chuva ou um clima muito seco são capazes de atrapalhar a sua produção, você precisa se preparar para passar por um momento difícil.

Mesmo que a crise não dure muito tempo e logo você encontre uma saída, com certeza é importante ter uma segurança para sobreviver nesse período. Como vivemos altos e baixos, o tempo de prosperidade serve para fazer a reserva que será utilizada na época das “vagas magras”.

É quase o mesmo princípio dos planos de saúde ou de pagar um seguro para o seu carro. Não vivemos esperando passar por uma doença grave ou bater o carro ao virar a próxima esquina. Porém, como tudo pode acontecer, é bem melhor estar prevenido.

3. Como fazer um planejamento financeiro eficaz? 8 passos para você seguir

Depois de conhecer os principais benefícios do planejamento financeiro, é hora de entender como colocar essa ideia em prática! Não pense que apenas controlar a sua conta bancária é o suficiente, pois várias atitudes vão ajudá-lo nessa missão. Descubra abaixo alguns passos que você deve seguir para se sair bem.

3.1. Acompanhe as entradas e saídas diariamente

Acompanhar de perto o que acontece com a sua renda é uma das principais coisas com que você precisa se preocupar. Saber exatamente o quanto entra e sai de dinheiro é primordial para organizar a sua vida de forma que ela “caiba” no seu orçamento.

Para tanto, não basta conhecer o valor do seu salário ou das suas maiores despesas. Tudo o que você ganha e gasta importa para fazer o seu controle financeiro pessoal. O que pode ser diferente é o jeito de lidar com esses valores, já que cada um tem as suas preferências.

Atualmente, uma maneira bem prática de estruturar o seu fluxo de caixa é fazendo anotações em um aplicativo específico para isso. Como a maioria das pessoas está sempre com um smartphone por perto, fica fácil cumprir essa tarefa — inclusive, dividindo em categorias para que a organização fique ainda melhor.

3.2. Compre somente o necessário

Sabendo do seu custo de vida, a etapa seguinte é começar a repensar os seus hábitos de consumo para conseguir alcançar os seus objetivos. Poupar dinheiro é fundamental não só para realizar planos no futuro como para ter um pouco mais de segurança no dia a dia. Por exemplo, emergências acontecem e muitas vezes geram gastos imprevistos.

Portanto, é interessante controlar o seu consumo para comprar primeiro o que é necessário e depois avaliar com prudência quais “extravagâncias” podem ser feitas. Como as pessoas têm realidades diferentes, essa é uma análise pessoal e delicada.

Depois de chegar em um valor mínimo para a sua sobrevivência, considere a necessidade de reservar uma porcentagem da sua renda e também de realizar algumas das suas vontades momentâneas (como fazer compras, sair para jantar ou gastar com o seu lazer).

Mesmo assim, procure ser sempre muito consciente ao tomar essas decisões para não extrapolar os seus planos. Evite, principalmente, consumir por impulso.

3.3. Compare preços

Economizar não significa somente deixar de comprar, mas gastar da melhor forma. O nosso dinheiro é resultado de muito esforço e isso é valioso. Logo, aprenda a comparar os preços de tudo o que você consome para manter o controle das suas despesas.

Um exemplo clássico para isso é o supermercado. Normalmente, compramos os itens de nossa necessidade sem pesquisar tanto, talvez apenas observando as diferenças de preço entre as marcas que oferecem um mesmo produto. Porém, fazer as compras do mês requer estratégia.

Uma situação comum: em alguns lugares os valores dos produtos de limpeza são mais atrativos, enquanto os alimentos são mais caros. Estabelecimentos como supermercados, farmácias, padarias e outros fazem isso para ganhar uma margem maior em alguns produtos.

Sendo assim, comece a reparar nessa questão antes de finalizar as suas compras. Até quando for comprar pela internet, nunca decida antes de comparar preços e avaliar o custo-benefício de cada opção.

3.4. Tenha cuidado ao usar o cartão de crédito

Embora muita gente consiga viver bem sem ele, não há dúvidas de que o cartão de crédito oferece facilidades — como a oportunidade de parcelar certas compras. O grande detalhe é saber fazer um bom uso dessa ferramenta.

Poder comprar e ter que pagar só quando chegar a fatura não deve causar uma falsa impressão. Se você passa por esse tipo de tentação, uma boa ideia é estabelecer um limite condizente com a sua renda. Aliás, o controle financeiro é indispensável para quem usa essa alternativa de crédito, já que saber o quanto você pode gastar é uma premissa básica para não acabar endividado.

Uma outra dica é explorar os benefícios de utilizar o seu cartão. Fique atento a fatores como anuidade, desconto, pontos acumulados e outras possíveis vantagens. E claro: cuidado com os juros e com as datas de vencimento.

3.5. Dê prioridade para pagar à vista se tiver descontos

O pagamento à vista com desconto é como uma chance de adquirir um produto ou serviço por um preço menor. Ou seja, pagar um pouco menos e economizar essa porcentagem, o que é tipo unir o útil ao agradável. Além do mais, você evita criar parcelas de dívidas para os próximos meses.

Sempre que puder, pergunte sobre os benefícios de pagar à vista a sua compra, considerando ainda as diferenças entre dinheiro e cartão de débito ou crédito. Não tenha medo ou vergonha de negociar, pois os bons negociadores costumam conseguir condições mais favoráveis!

3.6. Defina metas financeiras e acompanhe mensalmente

Construir um planejamento financeiro é pensar no presente e no futuro — ainda que o seu horizonte de tempo não seja tão longo. Algumas pessoas pensam na aposentadoria, outras na faculdade dos filhos e há quem só queira se planejar para as próximas férias.

Independentemente disso, o fato é que definir metas faz parte de uma vida mais organizada e próspera. Quando você tem um sonho, vale a pena determinar uma estratégia para alcançá-lo e se comprometer a segui-la.

Já pensou que a economia de ficar um fim de semana mais tranquilo em casa é capaz de possibilitar outras conquistas? Uma economia de dois reais por dia significa economizar 60 reais no mês inteiro e ao final do ano serão 720 reais a mais para você.

De maneira semelhante, outras diversas pequenas mudanças podem gerar um impacto considerável para a realização dos seus planos. Então, pense bastante e estabeleça os seus objetivos, sem esquecer de acompanhar a sua evolução nesse caminho para pontuar os ajustes que deverão ser feitos.

3.7. Viva de acordo com a sua condição financeira

A nossa condição financeira é o que determina o quanto podemos gastar, poupar ou investir, não é verdade? Pelo menos deveria ser assim, especialmente para quem não quer contrair dívidas.

Essa é uma das maiores vantagens de ter as finanças organizadas e saber qual é o seu verdadeiro padrão de renda. Não adianta querer viver uma vida de luxo se o seu orçamento não permite isso. Só que você só descobre os seus limites quando passa a ter uma visão objetiva do seu próprio dinheiro. A partir de então, estrutura os seus gastos de acordo com as suas prioridades.

Afinal, as pessoas valorizam coisas bem diferentes e isso influencia muito no quanto cada um está disposto a pagar por elas. A questão é que nem todas estão atentas a isso em suas rotinas.

3.8. Comece a estudar sobre investimentos

Essa última dica não é uma recomendação para você se tornar um mestre da área financeira, no entanto, entender mais sobre investimentos pode ajudar bastante. Há quem fique preso na ideia de que investir é uma atividade de quem tem muito dinheiro, o que não é verdade.

O desafio é aprender a ganhar mais não só com o seu trabalho, mas buscando rendimentos atrativos. Para começar, pesquise conteúdo especializado nesse tema, assista a vídeos, converse com as pessoas, faça cursos, leia livros e outros materiais. Buscar informação é o primeiro passo para descobrir como lidar com o seu dinheiro para ter melhores resultados.

4. [BÔNUS] 4 erros mais comuns do controle financeiro pessoal

Por fim, uma outra forma de colocar as suas finanças em ordem é evitando erros comuns que comprometem o seu controle. Quem vive uma rotina corrida provavelmente sabe que é preciso redobrar a atenção para não manter hábitos prejudiciais ou cair em tentações.

Veja quais são as nossas sugestões para você se livrar de determinados comportamentos.

4.1. Não estabelecer prioridades

Talvez você tenha recursos para fazer a maioria das coisas que deseja, já que a sua renda é maior dos que os seus custos fixos. Acontece que quando essa “sobra” é direcionada para gastos cotidianos e sem tanto valor, os seus sonhos continuam distantes de alcançar.

Por exemplo, ao gastar o seu dinheiro em roupas e lazer todo mês, fazer uma viagem de férias pode ser um plano inviável. Até mesmo os pequenos gastos influenciam no resultado final — sabe aquela história que de grão em grão a galinha enche o papo? Então, de pouco em pouco o seu bolso é que pode ser esvaziado.

Diante disso, é imprescindível estabelecer prioridades para a sua vida. Além de criar metas que você pretende cumprir a curto, médio e longo prazo, pense também no que é prioritário para a sua sobrevivência (ou seja, não gaste o dinheiro do aluguel ou de qualquer outra coisa importante).

Ao saber o quanto você pode gastar e quais itens estão no topo da sua lista preferencial, fica muito mais fácil se organizar para não sair da linha sem nem perceber.

O mesmo truque vale para as compras superficiais, aquelas que não são exatamente necessárias. Faça uma lista de tudo o que você está querendo comprar e todos os dias pense sobre cada um dos itens que adicionou. Será que agora não é hora de trocar um eletrodoméstico em vez de comprar mais uma peça de roupa? Procure equilibrar as suas vontades com as suas necessidades.

4.2. Não fazer os registros de suas movimentações

Outro método para evitar desperdícios recorrentes é registrar todas as movimentações financeiras que você faz. Isso inclui desde os valores altos (moradia, contas mensais etc.) até o chocolate que você compra depois do almoço na padaria.

Esse é o jeito mais fácil de não se descontrolar, já que você sempre vai ter uma clara noção das suas finanças. Muitas vezes, a dificuldade em economizar é justamente por não ter ideia para onde o seu dinheiro vai.

Por essa razão, é melhor assumir a administração da sua renda e apostar no monitoramento dela. Nesse caso, a dica é não confiar apenas na sua memória e fazer um registro real de todo valor que entra e sai.

Aproveite para utilizar as ferramentas digitais (como softwares e aplicativos) ou, se preferir, aposte no bom e velho papel com caneta. O mais importante é que nada passe despercebido e que você siga esse compromisso diariamente.

4.3. Gastar mais do que você tem

Esse é um erro clássico e extremamente perigoso. O problema é que a falta de planejamento financeiro causa esse tipo de coisa, porque a pessoa nunca sabe o quanto ela pode ou deve gastar.

Então, chega um dia do mês em que o orçamento fica apertado e os gastos não acompanham o saldo de dinheiro. As duas consequências mais prováveis são: o endividamento ou o impacto na qualidade de vida.

Quem nunca escutou uma história de alguém que teve que cortar até as refeições no final do mês? Na maior parte das vezes, isso é o resultado da desorganização financeira. O equilíbrio passa a existir quando você conhece bem as suas finanças e adéqua os seus gastos.

Se você tem uma tendência consumista, uma solução é reservar uma quantia logo que receber o seu salário ou qualquer outro tipo de remuneração. De preferência, coloque essa reserva em um local que não seja a conta que você movimenta no dia a dia para não ficar tentado a gastar.

4.4. Consumir sem necessidade

Você é do tipo que adora uma compra nova e aproveita uma promoção mesmo sem precisar daquele item? Ou faz parte do perfil que nem olha a fatura do cartão de crédito? Consumir sem ter necessidade é outro hábito que não contribui para a sua saúde financeira.

Isso vale para todos os âmbitos: roupas e acessórios, equipamentos tecnológicos, alimentação, beleza e estética, entre tantos outros. O ideal é fazer uma revisão do que é necessário e do que está dentro dos seus planos para evitar os supérfluos, tomando decisões mais conscientes e inteligentes.

A verdade é que não existem tantos segredos ou uma fórmula de sucesso que funcione para todos. O seu planejamento financeiro vai depender muito da sua organização e disposição para fazer dar certo. Criar um plano e não segui-lo vai deixá-lo no mesmo lugar em que você já está. Isto é, saia da zona de conforto e tome atitude para ter resultados diferentes!

O que você acha de investir mais em você e na sua qualificação no mercado de trabalho? Aproveite para conhecer algumas oportunidades de pós-graduação para potencializar a sua carreira e ficar ainda mais próximo dos seus objetivos. Leia nosso e-book gratuito sobre o assunto e informe-se!

 

Graduação em Engenharia Química: o guia completo que você precisava

Quando começa a rotina de estudar para o vestibular, muitos jovens já tem em mente uma coisa: eles querem se tornar engenheiros. Afinal, essa é uma das profissões mais tradicionais da história, tem um grande peso no mercado, conta com bom retorno financeiro e ainda traz bastante reconhecimento social. Porém, como a engenharia tem várias subáreas, nem sempre é fácil escolher a faculdade ideal, especialmente se você não conhece todos os ramos possíveis (como é o caso da Engenharia Química).

Por essa razão, resolvemos dedicar um post exclusivo para contar tudo a respeito desse segmento, desde os detalhes da formação e o perfil do estudante do curso até as possibilidades de atuação — além de como anda o mercado para os profissionais que atuam nele. Portanto, acompanhe até o fim!

Como é a graduação em Engenharia Química

Neste primeiro tópico, vamos falar sobre como é a graduação em Engenharia Química, abordando o tipo de curso que ela é, quantos anos dura, se é ou não preciso estagiar ao longo da formação, o que significam as atividades complementares que os alunos devem fazer e, por fim, o que é preciso para se graduar. Ou seja, assunto que não acaba mais! Por isso, vamos começar!

Tipo de graduação

A graduação em Engenharia Química é um bacharelado. Você não a encontra no formato tecnológico ou disponível como licenciatura. A razão disso é que esse curso tem uma extensa matriz curricular com disciplinas que proporcionam um aprofundamento teórico e, principalmente, prático nessa área. 

É por isso que você aprende sobre conceitos, leis, teorias, ética profissional e aspectos legais da engenharia ao mesmo tempo em que mergulha no universo da prática de cálculos matemáticos, realização de projetos, análises instrumentais, reações químicas, programação e afins. Dessa forma, você alcança a bagagem necessária para ser um profissional competente e apto para o mercado.

Duração do curso

Assim como ocorre com outros tipos de Engenharia, a graduação em Engenharia Química dura dez semestres. Isto é, um ano a mais do que os habituais quatro anos que marcam a grande maioria dos cursos de bacharelado.

Porém, isso é compreensível, pois essa formação tem uma grande carga de disciplinas, além de atividades acadêmicas, projetos de iniciação científica e aulas práticas em laboratório. Logo, é natural que tenha uma duração maior para capacitá-lo para os desafios do mercado.

Atividades complementares

Embora tenha um nome ligeiramente grande, as atividades complementares nada mais são do que uma estratégia adotada pelas instituições de ensino para incentivar o aluno a incrementar os estudos, ampliar o nível de conhecimento, vivenciar as oportunidades do campus, conhecer outros estudantes tanto do próprio curso quanto de outras graduações e por aí vai. 

Por isso, é estipulada uma quantidade mínima de horas que você deve cumprir fazendo cursos, participando de palestras e seminários, praticando modalidades esportivas, se envolvendo com programas de iniciação científica e formação de grupos de pesquisa etc. No curso de Engenharia Química da UCL, por exemplo, são exigidas 60 horas de atividades complementares.

Estágio

Além das aulas regulares do curso e das atividades complementares, é importante saber que você também fará um estágio curricular supervisionado na Engenharia Química — e isso é válido tanto para a graduação presencial quanto a graduação semipresencial. Na UCL, por exemplo, ele tem duração mínima de 300 horas.

Passar por essa experiência é fundamental para a construção da sua carreira, pois permite que você veja como é a profissão que escolheu na prática, vivencie os desafios da rotina laboral, aprimore antigas habilidades e desenvolva novas aptidões, estabeleça uma rede de contatos profissionais, saiba quais são as especialidades mais visadas pelo mercado, atualize o seu currículo e muito mais.

TCC

“Ao terminar o último semestre da graduação eu me formo?” — essa é uma pergunta comum entre os vestibulandos que não conhecem a fundo o ensino superior. Por isso, se você também partilha dessa dúvida, saiba que a resposta é não. Mesmo que você finalize todas as disciplinas e tenha concluído o período do estágio, será necessário um último passo: a realização do trabalho de conclusão de curso (TCC).

Trata-se de uma monografia sobre um tema do seu interesse — e que, claro, está relacionada à área de Engenharia Química — que será defendida para uma banca de professores (ao todo, são três, já contando com o seu orientador).

Esse processo, ao contrário do que se pode imaginar, não é nenhum bicho de sete cabeças. Porém, requer, sim, que você se empenhe em produzir um material com boas referências bibliográficas, embasamento teórico consistente, pesquisas éticas e de acordo com os padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O que é e o que se aprende no curso de Engenharia Química?

A Engenharia Química é uma das subáreas da engenharia junto com a civil, a elétrica, a mecânica, a de produção, a de petróleo e outras mais. Nela, estuda-se as formas de otimizar os processos industriais que produzem diversos produtos que consumimos e/ou utilizamos no nosso dia a dia, como alimentos, roupas, remédios, veículos, materiais de construção, móveis, eletrodomésticos etc.

Para tanto, os engenheiros desse segmento precisam dominar conteúdos teóricos e práticos que envolvem os fenômenos físico-químicos, como transporte de energia, trocas térmicas, termodinâmica, reações, mistura de líquidos e muito mais.

Dessa forma, eles podem reduzir os custos internos das fábricas ao mesmo tempo que aumentam o controle de qualidade dos produtos, elaboram tecnologias e sistemas automáticos mais eficientes para as linhas de produção e aceleram o armazenamento e a distribuição das mercadorias.

Isso sem falar, é claro, que esses profissionais ainda contribuem para reduzir impactos ambientais e reaproveitar em maior escala os resíduos industriais. Ou seja, esse é um ramo extremamente importante para o desenvolvimento social, a economia e a preservação ambiental de um país.

Justamente por tudo isso que falamos, o curso de Engenharia Química tem uma grade curricular densa, com várias disciplinas que trazem ensinamentos sobre processos físico-químicos, as vertentes da química, as operações industriais e os conhecimentos-base da Engenharia. Para matar a sua curiosidade, nós reunimos, abaixo, algumas das principais matérias dessa graduação. Confira quais são elas:

  • Desenho Técnico;

  • Química Orgânica;

  • Química Inorgânica;

  • Química Analítica;

  • Ciências do Ambiente;

  • Geometria Analítica;

  • Fenômenos de Transporte;

  • Mecânica dos Sólidos;

  • Mecânica dos Fluídos;

  • Termodinâmica;

  • Física Experimental;

  • Cálculo de Reatores;

  • Transferência de Calor e Massa;

  • Eletroquímica e Corrosão;

  • Química Industrial;

  • Controle de Sistema;

  • Engenharia de Meio Ambiente;

  • Gerenciamento de Projetos.

Procura pelo curso de Engenharia Química

De acordo com as Sinopses Estatísticas da Educação Superior 2017, liberadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no ano de 2017 foram realizadas 41.901 matrículas no curso de Engenharia Química em todo o país. Um número tão expressivo que, para se ter ideia, essa graduação está no top 6 entre todas as 42 subáreas de formação ofertadas nas Engenharias. 

As cinco primeiras são: Engenharia Civil (346.827), Engenharia de Produção (162.427), Engenharia Mecânica (131.849), Engenharia Elétrica (108.741) e Engenharia de Computação (43.061).

Para completar, o mesmo levantamento apontou que das 41.901 matrículas, 22.262 foram feitas em faculdades particulares (cerca de 53,12% do total). Ou seja, isso só mostra a representatividade do ensino privado no cenário nacional e como as instituições têm investido em ensino de qualidade para atrair cada vez mais novos estudantes.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o engenheiro químico se divide, basicamente, em três principais setores: industrial, ambiental e órgãos governamentais. A seguir, vamos explicar as principais atividades que você pode desempenhar em cada um deles. Veja:

Indústrias

As indústrias são o mais importante local de trabalho dos profissionais da Engenharia Química. Afinal, eles participam ativamente da produção, da fabricação, do processamento e do tratamento de milhares de materiais.

Lembrando que muitos deles são enviados para o mercado regular — como os que citamos no segundo tópico deste post —, enquanto outra grande parte é encaminhada para uso por outras fábricas — como é o caso dos compostos químicos (líquidos, sólidos e gasosos) empregados na produção de polímeros, celulose, combustíveis etc.

Área ambiental

Na área ambiental, por sua vez, você monitora e projeta soluções para o correto manuseio, estocagem e descarte de resíduos industriais, especialmente os do tipo radioativo e inflamável, que possam gerar contaminações no solo, no esgoto e, inclusive, liberar gases na atmosfera.

Órgãos governamentais

Já nos órgãos governamentais você atua, por meio de cargos públicos, com licitações, laudos técnicos, perícias e inspeções para liberar novas instalações industriais, continuar permitindo o funcionamento de antigas fábricas e autuar organizações que estejam infringindo leis trabalhistas e de proteção ambiental.

Ou seja, um trabalho mais técnico, mas de suma importância para evitar desastres ambientais e situações de risco para os trabalhadores desses locais.

Possibilidades de carreira

Ao longo da sua carreira, você pode evoluir de função dentro das indústrias e ocupar cargos ligados à gestão de empreendimentos — que são justamente os mais visados pelos engenheiros pelo status profissional, a alta remuneração e o desempenho de funções mais relevantes. 

Não é à toa que os profissionais que são promovidos e assumem essa empreitada lidam com a coordenação e a direção de diversos departamentos, como os de:

  • projeção de operações unitárias; 

  • processos de produção;

  • licenciamento de obras;

  • controle de resíduos e efluentes;

  • qualidade de produção;

  • comercialização de produtos;

  • operação de instalações;

  • supervisão de maquinaria e sistemas químicos.

A rotina de um engenheiro químico

Como já mencionamos, o engenheiro químico está principalmente dentro das indústrias, pois ele desempenha um papel crucial para o bom funcionamento delas. Dentro desses espaços, ele:

  • opera, dimensiona e faz a manutenção de diversos equipamentos;

  • realiza desenhos técnicos de instalações industriais;

  • faz estudos de viabilidade de novos projetos tanto do ponto de vista econômico e de nível de eficiência quanto de impacto ambiental;

  • coleta dados sobre a linha de produção e possíveis problemas técnicos que requerem reparos, vistorias ou interdições;

  • promove a inspeção, o controle e o monitoramento de cada detalhe dos processos físico-químicos das fábricas.

Qual o perfil de um estudante e profissional de Engenharia Química?

Na faculdade, o aluno tem a chance de aprimorar as próprias habilidades e desenvolver características essenciais para o bom exercício da profissão escolhida. Algumas delas, inclusive, serão fundamentais para que você alcance o perfil de excelência como estudante e, acima de tudo, engenheiro químico. Abaixo, nós mostramos quais são elas:

  • gostar e se identificar com a matemática, a física e a química, pois essas três matérias estão presentes durante todos os semestres do curso; 

  • procurar se manter sempre atualizado sobre a área de atuação, se dedicando a uma pós-graduação para se especializar cada vez mais;

  • dominar o inglês, pois ele fará parte do seu dia a dia, desde os materiais de estudo do curso até os equipamentos, produtos e processos de produção nas fábricas; 

  • saber trabalhar em equipe, pois o engenheiro nunca está só em projetos industriais; 

  • ter conhecimento teórico e técnico para resolver problemas abstratos, operacionais e econômicos durante a faculdade e, principalmente, na rotina profissional;

  • ser capaz de se adaptar a usar recursos tecnológicos, como softwares (Revit, VBA, Hextran, Dynsim etc.), que servem para fazer cálculos matemáticos, criar modelagens 3D, simular processos industriais, planejar instalações e muito mais.

Salários em Engenharia Química

Até aqui, você leu sobre diversos detalhes do curso de Engenharia Química, as possibilidades de atuação para quem se forma nele, como é a rotina de trabalho e, inclusive, quais são as características que marcam o estudante e futuro profissional do ramo. Agora, vamos falar de um assunto que sempre gera curiosidade: o salário do engenheiro químico. 

Por isso, fique atento, pois reunimos informações não apenas sobre a média salarial da profissão, mas quanto você pode ganhar nos primeiros trabalhos e, principalmente, no topo da carreira. Veja!

Piso salarial

Antes de entrarmos na média de ganhos de um engenheiro químico é importante mencionar que os profissionais da engenharia — independentemente de quais sejam os campos de atuação deles (civil, mecânica, elétrica, de produção etc.) — contam com um piso salarial para toda a categoria. Ele é estabelecido pela Lei nº 4.950-A/66, sancionada em 1966, e determina o mínimo que você deve ganhar de acordo com a sua jornada de trabalho semanal.

Por exemplo, se você atua por seis horas diariamente, a sua remuneração é de 6 vezes o salário mínimo vigente no Brasil. Se atua sete horas, o ordenado é 7,5 vezes o salário mínimo. Agora, se o seu trabalho é mais tradicional e ocorre em período integral (oito horas por dia), o seu rendimento será de 9 vezes o salário mínimo. Abaixo, fizemos as contas para facilitar o seu entendimento tomando como base o salário mínimo em 2019, que é de R$ 998,00. Veja:

  • jornada semanal de 30 horas: R$ 5.988,00;

  • jornada semanal de 35 horas: R$ 7.485,00;

  • jornada semanal de 40 horas: R$ 8.982,00.

Salário inicial mínimo

O retorno financeiro no início da sua carreira está longe de deixar a desejar! Segundo informe do portal Salário, que coleta dados sobre empregabilidade e remuneração em diversos setores do mercado, ao concluir a faculdade, os novos engenheiros químicos ganham por volta de R$ 6.089,02. 

Ou seja, um valor bem acima do que é visto em muitas outras profissões nas quais as pessoas só alcançam esse patamar depois de longos anos de trabalho e promoções.

Média salarial

A média salarial de um engenheiro químico, por sua vez, é de R$ 7.868,92, segundo a sondagem feita pelo portal com as vagas ofertadas na área entre o segundo semestre 2018 e o primeiro de 2019. No entanto, vale ressaltar, essa é a faixa de ganhos nacional. Ou seja, em alguns estados do país, o profissional do ramo ganha um valor ainda maior, como acontece em/no:​

  • Goiás: R$ 10.301,56;

  • Pernambuco: R$ 10.083,00;

  • Rio de Janeiro: R$ 9.203,49;

  • São Paulo: R$ 8.074,40.

Topo da carreira

Já em relação ao topo da carreira, quando se atua como engenheiro pleno e sênior em empresas privadas, saiba que os seus vencimentos ficaram por volta de R$ 11.891,74. Por outro lado, quem opta por cargos públicos pode alcançar salários ainda maiores, além de uma jornada de trabalho mais flexível ao longo da semana.

Por que fazer Engenharia Química na UCL?

Para encerrar, nós vamos falar dos motivos para fazer Engenharia Química na UCL. Afinal de contas, a escolha da instituição de ensino superior é uma etapa inicial, mas que influencia diretamente a qualidade da sua formação, a infraestrutura disponível para o seu aprendizado e, inclusive, o desenvolvimento do seu networking profissional. Por isso, fique atento!

Professores qualificados

O primeiro deles é justamente o corpo docente. Isso porque os professores da instituição não apenas têm ampla formação — com graduação e pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado) na área —, como também vivência de mercado — por vezes, com trabalhos realizados em grandes empresas nacionais e multinacionais.

Características que fazem com que as aulas apresentem conteúdos teóricos e práticos atualizados, tenham um aprofundamento em matérias mais complexas, façam constantes alusões à rotina profissional de um engenheiro e contem com uma abordagem crítica e humanista sobre a engenharia e o papel dela na sociedade.

Reconhecimento pelo MEC

A UCL é uma instituição credenciada e com os cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), o que significa que ela está autorizada a funcionar por cumprir os requisitos exigidos pelo órgão máximo da educação no Brasil em relação à estrutura física, ao corpo docente, à quantidade de cursos existentes na faculdade etc. Como resultado disso, o seu diploma terá validade e será reconhecido no mercado.

Oportunidades de carreira

Outro ponto importante que não pode faltar é o fato da UCL investir na criação de oportunidades para a sua carreira. Prova disso é o programa de formação internacional em universidades parceiras na Europa e nos Estados Unidos (como o Hanze Institute of Technology, a École des Mines e a University of California Berkeley).

Além dele, há os cursos de qualificação profissional (nas áreas de gestão da qualidade e certificações, gestão empresarial e gestão da manutenção) que contribuem para que você, enquanto futuro engenheiro químico, tenha um currículo mais completo e uma preparação maior para o mercado de trabalho.

Foco em tecnologia

A UCL conta com uma infraestrutura tecnológica de ponta para receber os alunos e proporcionar um espaço que respira conhecimento, contribui para o desenvolvimento de competências, gera conexão e troca de experiências com colegas e professores e estimula a busca por mais aprendizados. Tanto é que durante o curso você tem à sua disposição:

  • bibliotecas com grande acervo de livros, CDs, DVDs, periódicos etc — incluindo diversos títulos online em uma biblioteca virtual;

  • salas de aulas assistidas por computador;

  • cerca de oito laboratórios voltados para a graduação em Engenharia Química (como o de materiais, o de mecanismos e automação, o de química avançada e o de física experimental).

Oportunidade de estudar a distância

Por último, mas não menos importante, vale citar que você pode fazer a sua graduação em Engenharia Química no formato semipresencial na UCL. Isto é, pode estudar Engenharia a distância. Algo que contribui muito para quem não pode acompanhar um curso presencial (seja ele matutino, seja ele noturno) porque já trabalha, tem filhos, está com problemas de saúde, mora em regiões mais afastadas das grandes cidades etc. 

A razão disso é que as aulas expositivas das disciplinas são acompanhadas de forma online de acordo com os horários que você estipula para si. Já aquelas aulas com atividades práticas — que utilizam equipamentos para fazer ensaios e experimentações —, são presenciais. 

Dessa forma, os seus estudos se tornam mais flexíveis e adaptados à sua rotina, ao mesmo tempo em que você aproveita toda a infraestrutura disponível da faculdade para se aprofundar nos conteúdos mais técnicos. Maravilha, não é?

Como você viu, a Engenharia Química se destaca entre as engenharias por ser um ramo com muitas possibilidades de atuação, alto impacto social e ambiental e por estimular um constante aprimoramento profissional naqueles que escolhem ela como carreira. Como retorno, você alcança uma ótima remuneração e pode ocupar cargos importantes em grandes empresas. Por esses motivos, faça a graduação em uma instituição de ensino de qualidade, como a UCL, para estar devidamente preparado para o mercado!

Portanto, acesse agora mesmo o nosso site para conhecer mais sobre o curso de Engenharia Química e os diferenciais dele para a sua formação!

 

Engenharia Mecânica e Mecatrônica: quais as principais diferenças?

Se você é daqueles que se dão bem com matérias que exigem cálculos e raciocínio lógico e gosta de tecnologia deve estar pensando em fazer Engenharia, certo? Mas com tantas opções nessa área, é bem possível que, enquanto estuda para o Enem, você fique se questionando: qual curso tem mais a ver com meu perfil?

Essa dúvida é muito comum e pode ocorrer principalmente entre duas carreiras — Engenharia Mecânica e Mecatrônica. Quais as diferenças entre esses dois campos de atuação?

Para responder essas e outras perguntas, preparamos este post. Acompanhe e descubra as características de cada uma dessas profissões em relação à graduação, à rotina profissional e às perspectivas do mercado de trabalho! 

Como é o curso de cada área?

As graduações em Engenharia são da modalidade bacharelado e têm duração de 5 anos. Os primeiros semestres — independentemente da área — abordam disciplinas mais gerais, como Física, Matemática, Química, Estatística, Informática e Cálculo.

Ao longo do curso, os assuntos vão se tornando mais específicos e preparam o aluno para a carreira escolhida. Assim, é um curso com muitas disciplinas práticas, ou seja, você vai ter muitas aulas em laboratório.

Para conseguir o diploma, o aluno precisa ainda desenvolver um trabalho de conclusão de curso (TCC) e fazer o estágio supervisionado.

Outro ponto em comum entre a Engenharia Mecânica e Mecatrônica é que a grade curricular traz temas para quem quer trabalhar de forma autônoma ou ter sua própria empresa, já que os dois cursos contemplam as disciplinas de:

  • Administração Geral;

  • Direito Empresarial;

  • Gerenciamento de Projetos;

  • Empreendedorismo.

Estudar para o vestibular não é tarefa fácil, mas ajuda bastante saber em qual curso você vai se inscrever para priorizar as matérias, não é mesmo? Então confira a seguir as diferenças entre as duas carreiras e veja qual atende melhor às suas expectativas.

Engenharia Mecânica

O objetivo dessa formação superior é que o profissional adquira conhecimentos e habilidades para planejar, projetar, fabricar, gerenciar e fazer a manutenção de máquinas, equipamentos, meios de transporte e outros processos e instalações industriais. 

Por isso, no curso o aluno vai acompanhar disciplinas variadas, como:

  • Ciências dos Materiais;

  • Ensaios Mecânicos;

  • Metrologia;

  • Sistemas Integrados da Manufatura;

  • Materiais de Construção Mecânica;

  • Mecânica dos Sólidos;

  • Materiais e Sensores;

  • Gestão da Qualidade;

  • Mecânica dos Fluidos;

  • Máquinas Térmicas;

  • Máquinas de Fluxo;

  • Processos de Fabricação Mecânica;

  • Manutenção Industrial;

  • Projetos de Novos Equipamentos.

Engenharia Mecatrônica

A Engenharia Mecatrônica — também chamada de Engenharia de Controle e Automação — busca preparar o profissional para trabalhar com sistemas que automatizem processos, uma vez que a área reúne os conhecimentos das Engenharias Elétrica, Mecânica e de Informática.

O curso é mais direcionado para temas ligados à tecnologia. Dessa maneira, o aluno vai estudar disciplinas como:

  • Programação de Computadores;

  • Circuitos Elétricos;

  • Processos Industriais;

  • Eletrônica;

  • Materiais e Sensores;

  • Máquinas Elétricas;

  • Fenômenos de Transporte;

  • Instrumentação Industrial;

  • Sistemas de Energia;

  • Sistemas Digitais;

  • Sistemas Embarcados;

  • Teoria de Redes;

  • Princípios da Robótica;

  • Projetos de Máquinas.

O que faz cada profissional?

Se você está em dúvida entre Engenharia Mecânica e Mecatrônica, precisa saber como é a rotina profissional de cada área. Desse modo, você consegue identificar qual carreira combina mais com seu perfil. Veja abaixo:

Engenharia Mecânica

O engenheiro mecânico tem os conhecimentos da Física e Ciência dos Materiais, por isso trabalha com máquinas, sistemas, ferramentas e demais equipamentos para indústria — atuando desde a concepção até o controle e manutenção. É quem está por trás, por exemplo, de um projeto de um novo carro ou de um dispositivo que melhora o desempenho de uma geladeira.

Acompanhe abaixo algumas das atribuições do bacharel nessa área:

  • instalação, controle e manutenção de máquinas e equipamentos, como turbinas, caldeiras, sistemas de refrigeração e válvulas;

  • desenvolvimento de equipamentos, motores, veículos, ferramentas, dispositivos e catálogos técnicos;

  • realização de monitoramento de processos térmicos e hidráulicos nas indústrias;

  • projeto de fábricas e usinas;

  • controle de qualidade;

  • pesquisa e desenvolvimento de protótipos e produtos.

Esse profissional pode ainda fazer a gestão de equipes na indústria ou executar e fiscalizar obras e serviços técnicos, fazer vistorias, perícias e avaliações.

Engenharia Mecatrônica

O engenheiro mecatrônico tem uma atuação mais voltada para a tecnologia com o objetivo de otimizar processos e facilitar a vida das pessoas. Seu trabalho é direcionado para o projeto, operação e manutenção de máquinas e equipamentos que compõem os processos automatizados de indústrias, bem como para o desenvolvimento de dispositivos inteligentes em produtos e processos.

É o profissional que trabalha com robôs, inteligência artificial e adaptação de softwares — tudo para aperfeiçoar a segurança e desempenho dos processos, a fim de reduzir os custos de um negócio. Pode atuar ainda com sistemas de automação residencial e predial, equipamentos hospitalares e projeto de sistemas digitais.

Como é o mercado de trabalho para essas carreiras?

Quando se fala em Engenharia, é preciso destacar que o pré-requisito para atuar legalmente em qualquer área, além do diploma, é ter o registro no Conselho Regional de Engenharia — órgão que normatiza a profissão.

Quem escolhe essas carreiras pode ficar tranquilo, pois a empregabilidade é alta. Isso porque as indústrias dependem de profissionais com conhecimento e habilidades técnicas para melhorar seus processos, equipamentos e trazer inovação no desenvolvimento dos produtos.

Continue a leitura e descubra como é o mercado de trabalho para a Engenharia Mecânica e Mecatrônica.

Engenharia Mecânica

A atuação do engenheiro mecânico é mais voltada para as indústrias, principalmente as dos setores:

  • automobilístico;

  • aeronáutico;

  • metalúrgico;

  • siderúrgico;

  • petróleo e gás.

Como se vê, as oportunidades são amplas. Quem sonha com uma carreira estável pode aproveitar ainda os concursos públicos — como os da Petrobras.

De acordo com o site de recrutamento Vagas, a média de salário desse profissional gira em torno de R$ 7.631,00.

Engenharia Mecatrônica

O engenheiro mecatrônico encontra um mercado aquecido devido à competitividade entre indústrias e à necessidade de modernização de seus parques tecnológicos.

Ele também encontra boas oportunidades em variados segmentos por conta da indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial — um novo paradigma que já é realidade em muitos países. Por meio dele, as cadeias de produção e processos operacionais estão se tornando mais inteligentes e conectados. Para implantar essas mudanças, haverá alta demanda por esse profissional no país.

Segundo o site de recrutamento Vagas, o engenheiro mecatrônico tem um salário médio de R$ 7.160.

As áreas de Engenharia Mecânica e Mecatrônica apresentam ótimas oportunidades de emprego. Então, se você busca desafios, saiba que pode se dar bem nas duas profissões. Faça uma reflexão sobre suas expectativas de carreira e descubra qual delas tem mais a ver com você.

Falando em Engenharia, confira também qual é o perfil do profissional que escolhe seguir essa área!

 

Desenvolvimento de carreira: 7 práticas para decolar a sua!

Não existe uma idade limite para pensar no desenvolvimento de carreira — sempre é tempo de buscar novos caminhos, superar limitações e voar mais alto. O que não pode é ficar estagnado na profissão, visto que o mercado oferece diferentes oportunidades, para perfis variados.

Se você está insatisfeito com o trabalho, saiba que dá para virar o jogo. Quer saber como? Confira nosso post e fique por dentro de 7 práticas para sua carreira decolar!

1. Faça um plano de carreira

Nunca é tarde para pensar em seus objetivos e se organizar para correr atrás deles. Para isso, é importante fazer um plano de carreira, ou seja, refletir sobre suas ambições profissionais para daqui a 1 ano, 5 anos e 10 anos, por exemplo.

Mentalize o que você pretende fazer no futuro e quais metas deverão ser cumpridas para que você chegue lá. Coloque tudo no papel, mas tenha o cuidado de elaborar metas que sejam realizáveis e que tenham um prazo para serem cumpridas. Pode ser um curso de idiomas, caso você queira entrar em uma multinacional; aulas de teatro, se você precisa aprender a se comunicar melhor; uma pós-graduação, para aumentar sua vantagem competitiva no mercado etc.

A cada conquista você vai ganhar ânimo para continuar se esforçando e, em pouco tempo, conseguirá atingir seus sonhos.

2. Desenvolva a autoconfiança

Muitos profissionais não conseguem dar um passo na carreira simplesmente porque não acreditam em seu próprio potencial. Chegam, inclusive, a se autossabotar, quando surge uma promoção na empresa ou diante de um anúncio de vaga. Isso porque têm medo de falhar e decepcionar superiores e colegas.

Por isso, para o seu desenvolvimento de carreira, é fundamental ter autoconfiança. Reveja seu currículo, analise suas experiências profissionais e reflita sobre tudo o que você já realizou. É claro que cometemos erros pelo caminho, mas você deve se concentrar em seus pontos fortes. Converse com amigos mais próximos e pergunte sobre suas potencialidades, sua postura no trabalho, entre outros fatores, e descubra que você é capaz.

Em relação a seus pontos fracos, a dica é colocá-los no papel e se planejar para corrigi-los. Se a ansiedade é um aspecto que atrapalha seu desempenho profissional, por exemplo, invista em atividades de relaxamento, como meditação e yoga.

3. Mantenha-se atualizado

Para que você possa se destacar em meio à concorrência, é fundamental estar atualizado, independentemente de sua área de atuação. O mercado é dinâmico, e as empresas buscam candidatos que estejam atentos às tendências de seu segmento.

É importante acompanhar revistas, sites e comunidades especializadas da sua área, participar de eventos como palestras, simpósios, workshops e feiras do setor e, principalmente, fazer um curso de pós-graduação.

Cursos de especialização ou de MBA são formatados para que o profissional aprimore seus conhecimentos e habilidades em seu campo profissional, por isso é uma formação essencial para quem busca o desenvolvimento de carreira.

4. Crie uma rede de relacionamento

Para que você alce altos voos profissionais, além de se manter atualizado, precisa estar ao lado das pessoas certas. Isso mesmo! É essencial aumentar seu networking, a rede de relacionamento que pode ser decisiva para seu sucesso.

Esteja sempre aberto para o contato com outros colegas da empresa, faça amizades em cursos de pós-graduação ou qualquer outro treinamento e aproxime-se das pessoas em eventos da sua área. Converse sobre o mercado e as suas ambições, troque experiências e também contato.

Dessa forma, caso surja uma oportunidade, essas pessoas podem se lembrar de você e indicar seu nome para uma entrevista de emprego, por exemplo. O networking pode também render boas parcerias profissionais.

Você pode formar essa rede a partir do LinkedIn, por isso mantenha sua conta ativa e atualizada, insira seu currículo e portfólio, acompanhe conteúdos e pessoas do segmento e faça contatos.

5. Invista em sua imagem 

Muitas vezes seu currículo é impecável e você não entende como não consegue decolar na carreira. Você já parou para pensar em sua imagem pessoal? Em primeiro lugar, é preciso se preocupar em escolher roupas e um corte de cabelo que estejam de acordo com seu cargo, área de atuação e valores da empresa.

Mas não é só isso: é necessário estar atento também à sua postura profissional, no modo como se comunica e como age no dia a dia. As empresas prestam atenção em seu comportamento e em seu relacionamento com os outros colegas. Dessa forma, é essencial passar uma boa imagem, mostrando empatia, cooperação e proatividade, entre outras características.

6. Saia da zona de conforto

Você já parou para pensar que pode estar insatisfeito com o trabalho ou que não consegue dar um passo além por medo de sair da zona de conforto? As oportunidades existem, porém, muitas vezes, é preciso aceitar desafios.

Esteja aberto a novos projetos, a trabalhar com um público novo ou a mexer em uma nova tecnologia. Nesse contexto, pode ser interessante buscar novos aprendizados, como cursos e treinamentos.

Candidatos que demonstram flexibilidade, ou seja, que estão dispostos a trabalhar em novas funções são bem-vistos pelos gestores e, assim, têm mais chances de crescer na empresa.

7. Fique de olho nas tendências de mercado

Nossa última dica é para aqueles que buscam novos horizontes profissionais, mas ficam receosos quanto ao mercado. É fundamental estar atento às tendências e a novos nichos que podem ser explorados. A partir disso, você pode buscar informações e fazer um plano de negócio voltado para esse segmento em expansão.

Muitas vezes, pode ser preciso até mesmo mudar totalmente de rumo, atuando em uma nova área. Fique de olho nas novidades e coloque a cabeça para funcionar, para conseguir aproveitar os sinais que o mercado dá.

O desenvolvimento de carreira está em suas mãos! Comece a colocar essas dicas em prática e dê uma guinada na sua vida profissional. Será preciso ser determinado, ter persistência, aceitar os riscos e desafios, mas, com empenho e muito estudo, você chega lá!

Pronto para trilhar um caminho de sucesso? Aproveite e confira outros posts sobre carreira, seguindo as nossas páginas do Facebook, Twitter, YouTube e Instagram!

 

Como ser criativo e ter ideias inovadoras? Confira 6 passos fundamentais!

“Pensar fora da caixa”: Essa é uma característica bastante valorizada, atualmente, no mercado de trabalho. As empresas buscam candidatos que saibam inovar, ou seja, que encontrem soluções para problemas, criando ou aprimorando produtos ou serviços.

Ter ideias inovadoras é também um fator essencial para quem sonha em empreender e quer abrir, por exemplo, uma startup para explorar um novo nicho de mercado. Mas como funciona esse processo? Existe uma fórmula para ser criativo?

Se você também tem essa dúvida, venha com a gente! Fique por dentro de 6 passos fundamentais para ter novas ideias e saiba como a faculdade pode dar uma mãozinha nesse processo!

1. Busque informações

Boas ideias não surgem do nada. Você precisa correr atrás de informações, principalmente da área que estuda. Assim, você aumenta sua bagagem do conhecimento, consegue entender novas possibilidades e pensar de forma diferenciada para solucionar um problema, por exemplo.

A chave aqui é ser curioso: questione os processos, tente entender o que está por trás do desenvolvimento de produtos e tecnologias e procure as respostas para problemas comuns no dia a dia. Muitos aplicativos, como o Uber, nasceram da necessidade de facilitar a vida das pessoas.

2. Pratique o ócio criativo

Você já ouviu falar de ócio criativo? É um conceito da década de 1990 do professor e sociólogo italiano Domenico de Masi em que ele diz que a felicidade e a satisfação pessoal no dia a dia são fatores importantes para aumentar a criatividade.

Pois bem! Muita gente se esforça para ter uma ideia fantástica no expediente do trabalho ou na faculdade, mas, após horas e horas, não consegue pensar em nada. Até que, um belo dia, você está deitado no sofá ou tomando banho e tem um insight.

Isso não é raro de acontecer, pois a criatividade pode brotar desses momentos em que esvaziamos a mente, não quando tentamos forçar nossa cabeça para isso. A dica é não se cobrar demais e valorizar o descanso e o lazer, para que a possa relaxar o cérebro e abrir espaço para “pensar fora da caixa”.

3. Tenha sempre um bloco de anotações por perto

As pessoas, às vezes, não percebem, mas boas ideias podem surgir em qualquer momento do dia: na hora em que estamos caminhando, na academia, no momento do almoço ou até mesmo durante uma viagem. Só que, da mesma forma espontânea com que surgem na nossa mente, também vão embora.

Por isso, se você busca ser mais criativo, tenha sempre por perto um caderninho para anotar esses pensamentos, mesmo que, em um primeiro momento, eles não façam muito sentido. Isso porque podem surgir por conta de uma simples observação, depois de um sonho ou devido a alguma lembrança. Não é segredo para ninguém que nosso cérebro é um mistério e pode nos surpreender.

Claro que muita gente não anda por aí com um bloco de anotações, mas é possível também anotar suas ideias no celular mesmo. O importante é guardá-las param, posteriormente, fazer bom uso delas.

4. Faça brainstorming

A tradução para brainstorming é “tempestade mental” ou “tempestade de ideias” — um método bastante utilizado em empresas de publicidade ou design para discutir projetos e encontrar soluções criativas.

Como funciona? Você pode se reunir com colegas da faculdade que compartilham dos mesmos interesses, colocar um problema em questão e buscar formas de solucioná-lo. Cada um vai falando o que vier à mente e tudo é registrado numa lousa ou papel. Nada de censura às sugestões ou palpites esquisitos e sem nexo. Quando várias cabeças pensam juntas, fica mais fácil ter ideias inovadoras.

Saiba que dá para usar essa técnica mesmo sozinho — para isso, pegue um caderno ou post-it e anote tudo o que você pensar de forma livre, sem cobranças. Depois, analise com cuidado as anotações e veja como elas podem ser um ponto de partida para você ter um insight.

5. Leia bastante

Você já está cansado de saber que o hábito da leitura melhora seu vocabulário, sua forma de escrever e falar. Mas não é só isso! Os livros estimulam nossa imaginação e criatividade. Por isso, acostume-se a ler romances, poesia (principalmente concretista), contos, obras de ficção e suspense e treine seu cérebro.

Além de literatura, leia sobre os assuntos em geral (notícias, por exemplo) e também sobre aqueles de seu interesse. A internet e a biblioteca da faculdade podem ajudar a aumentar seu reportório e, desse modo, aguçar sua criatividade.

Filmes também ajudam

Outra forma de ter ideias inovadoras é também assistir a filmes e séries. Assim como os livros, eles trazem um universo novo e fazem nossa mente viajar. Aproveite esses momentos de lazer para pensar de um jeito diferente.

6. Aproveite a vivência na faculdade

Os anos da graduação também vão ajudar os alunos a serem mais criativos. Por isso, dedique-se a aulas, trabalhos, projetos de iniciação tecnológica e científica e coloque sua cabeça para funcionar. O ensino superior vai apresentar novas perspectivas, permitir que o aluno teste suas ideias nos laboratórios, discuta suas hipóteses e tire suas dúvidas com os professores.

Aliás, o contato com o corpo docente e com profissionais da área durante o estágio obrigatório também é uma boa oportunidade para trocar ideias e fazer networking.

Em algumas faculdades, como a UCL, há ainda a possibilidade de vivência internacional — em que parte do curso é realizada em instituições de ensino do exterior. É uma maneira de o aluno aprender sobre novas culturas, conhecer novos lugares e pessoas, ou seja, um estímulo e tanto para a criatividade.

Todo mundo pode ter ideias inovadoras, mas os alunos que estão no ensino superior têm um ambiente ainda mais propício para isso. Você pode desenvolver a criatividade na faculdade e, quando menos esperar, vai ter um insight que pode ser a semente para um projeto de sucesso.

Quer conhecer uma instituição de ensino de qualidade e que dê suporte para que você consiga “pensar fora da caixa”? Entre em contato com a UCL e veja como se destacar no mercado e ter uma carreira brilhante!

Orientação de carreira: como a faculdade pode ajudar você?

O impasse de escolher uma profissão: quem nunca passou por isso? O peso da decisão pode até ser maior para os jovens que ainda vão ingressar no curso superior, mas esse dilema não termina após a aprovação no vestibular. A orientação de carreira deve continuar ao longo da graduação, e a faculdade tem um papel fundamental nessa jornada.

Acompanhe este post para conhecer, primeiramente, o que é preciso levar em conta durante o processo de escolha profissional. Até o final da leitura, você também entenderá de que forma a faculdade pode ajudar no seu planejamento de carreira. Vamos começar?

O desafio de escolher um caminho profissional

Escolher a profissão é um verdadeiro desafio na vida dos jovens. Esse momento normalmente é carregado de dúvidas, receios e ansiedade, afinal, o estudante já se encontra em uma fase de mudanças, quando chega ao final do ensino médio, e a pressão aumenta com a aproximação dos vestibulares.

Alguns já vieram amadurecendo a ideia desde pequenos, quando perguntados sobre o que gostariam de ser quando crescer. Já para outros essa decisão causa fortes expectativas quanto ao futuro, incluindo o medo de fazer uma escolha equivocada e se arrepender lá na frente.

Certos questionamentos tiram o sono dos jovens às vésperas dos processos seletivos. Entre eles, podemos destacar:

  • Escolher uma carreira que dê dinheiro ou fazer o que gosta?

  • Seguir uma profissão tradicional, valorizada pela sociedade e pelo mercado, ou arriscar em novos segmentos?

  • Insistir no próprio sonho ou escutar os conselhos de familiares?

Sim, escolher um caminho profissional é coisa séria! Isso porque, do ponto de vista social, o trabalho tem um papel fundamental na nossa identidade. A pessoa pode ser altamente estimada por ocupar uma posição relevante, como advogado ou médico, assim como pode ser rotulada de maneira negativa, se não conquistar uma carreira sólida.

Apesar do peso dessa escolha, planejar o futuro profissional é uma tarefa que não precisa ser cumprida com tanta tensão. Não se trata de um passo irreversível, ou seja, é totalmente possível mudar de rumo no meio do caminho. Inclusive, durante a graduação, existem formas de se certificar de que você está na direção certa.

As maneiras de facilitar essa decisão

Você que está aí angustiado e ainda sem saber ao certo por onde seguir, pare de se preocupar tanto e dê um descanso para sua mente! Saiba que existem formas de tornar essa missão mais fácil e chegar a uma decisão. Na sequência, veja alguns atalhos para isso.

Teste vocacional

A partir dos testes vocacionais, é possível identificar as próprias aptidões, habilidades e preferências. Eles são excelentes ferramentas para conhecer o seu perfil e descobrir quais carreiras têm mais a ver com você.

Na internet, existem diversas opções de testes que ajudam o estudante a ter uma noção de quais profissões são compatíveis com sua personalidade. Vale lembrar, entretanto, que eles servem mais como entretenimento, porque o ideal é realizar uma orientação vocacional com um especialista.

O psicólogo, nesse caso, é o profissional mais indicado, pois ele tem conhecimento específico para fazer uma análise segura sobre seu perfil. Dessa forma, fica mais fácil relacionar as possibilidades de carreira nas quais você teria um bom desempenho.

Contato com profissionais da área

Além do teste vocacional, uma boa alternativa para ter um direcionamento de carreira é conversar com pessoas experientes no mercado de trabalho. Você pode avaliar algumas opções de profissão que queira seguir e entrar em contato com quem já atua no ramo.

Pesquisar sobre as atividades desenvolvidas em cada carreira é bastante útil e aconselhável, mas saber a opinião dos próprios profissionais que já têm vivência na área é ainda mais enriquecedor. Assim, você colhe informações reais sobre as práticas da profissão, os desafios enfrentados no dia a dia, as chances de ascensão etc.

Autoconhecimento

Um teste vocacional é um instrumento eficaz para identificar habilidades e perfis profissionais, o que significa que ele também trabalha o autoconhecimento. Vale a pena se dedicar ainda mais a descobrir quem você realmente é, o que deseja da vida e aonde espera chegar.

Como fazer isso? O acompanhamento de um profissional especializado, como um psicólogo, pode ajudar a desenvolver o autoconhecimento, mas também é possível exercitar esse conceito sozinho, com muita reflexão e autoanálise.

Levante seus questionamentos e reflita sobre todos os aspectos envolvidos na sua escolha de carreira, incluindo questões como:

  • retorno financeiro é o mais importante para você ou a realização pessoal tem um peso maior?

  • Sobre quais assuntos gostaria de aprender? Lembre-se de que antes de se tornar um profissional, você será um estudante, e é essencial gostar do curso, para ter um bom aproveitamento;

  • atender às expectativas dos pais e seguir os passos deles é motivo de preocupação? O apoio familiar é necessário, mas tome cuidado para não deixar que as projeções dos outros tomem muito espaço nas suas decisões.

O papel da faculdade na orientação de carreira

Se você chegou a uma conclusão e já sabe qual curso fazer, significa que o dilema acabou, certo? Não exatamente! A graduação é a base da vida profissional, mas um plano de carreira deve ir além do básico.

Vamos esclarecer: profissão e carreira são sinônimos, no sentido conceitual, mas, com relação aos retornos, existem diferenças. Você pode se formar e ter uma profissão, mas nunca desempenhá-la, ou pode conseguir um emprego na área e ficar estagnado. Já uma carreira é fruto de muito planejamento e dedicação e visa tanto a recompensas financeiras quanto à satisfação pessoal.

Seu plano de carreira deve começar ainda na faculdade. É justamente pensando nisso que as instituições de ensino superior promovem orientação profissional e incentivam o desenvolvimento irrestrito dos alunos.

Durante os anos de graduação, é papel da unidade educacional preparar o estudante para o mercado. E isso ocorre em vários sentidos, a começar pela bagagem teórica e técnica, mas a faculdade também pode ajudar de outras maneiras, como:

  • ampliando o conhecimento do aluno sobre as diversas possibilidades de atuação em sua área de formação;

  • facilitando a relação com os professores, os quais têm experiência e já trilharam suas carreiras;

  • incentivando a descoberta e o aperfeiçoamento das habilidades do estudante;

  • encorajando no processo criativo do aluno, para que ele aprenda a fazer escolhas produtivas;

  • oferecendo experiências extraclasse, como atividades complementares;

  • possibilitando a prática profissional, a exemplo dos estágios, das empresas juniores e das parcerias com outras organizações;

  • oportunizando o contato com outros profissionais por meio de palestras, feiras e eventos acadêmicos;

  • desenvolvendo a formação social, ajudando o aluno a entender seu papel na sociedade e de que forma ele poderá contribuir.

Como você viu, a orientação de carreira não se trata somente de ajudar o estudante a escolher um curso superior. A questão é ainda mais abrangente. Significa oferecer condições para que o universitário construa um bom plano de vida profissional e seja capaz de percorrer uma jornada promissora.

Agora é com você: entre em contato com a UCL e vamos conversar sobre o seu planejamento profissional. Aqui, você conhecerá todo o suporte que oferecemos para que o aluno planeje e alcance uma carreira de sucesso!

Gestão hospitalar: como se qualificar para essa carreira?

Se você busca uma área que é tendência no mercado, vai se interessar pela carreira de Administração Hospitalar. Há grande demanda por profissionais, pois os estabelecimentos de saúde procuram candidatos para gerenciar de maneira adequada as especificidades desse setor.

É preciso saber como lidar com orçamento, legislação da área e gestão de diferentes departamentos, sempre com a finalidade de oferecer um serviço seguro e de qualidade para o paciente.

Ficou interessado nessa profissão? Então venha com a gente e descubra os detalhes dessa carreira, como se qualificar na área e os diferenciais da pós-graduação em Gestão Hospitalar para quem busca um futuro de sucesso!

Como é a carreira de Administração Hospitalar?

A Administração Hospitalar é uma área bastante dinâmica e envolve todos os processos relacionados ao gerenciamento de sistemas de saúde. Confira, a seguir, funções, perfil profissional, locais de atuação e mercado de trabalho para profissionais do ramo.

Funções

O administrador hospitalar é responsável por uma série de atividades, entre elas:

  • processos técnicos-administrativos em geral;
  • gestão de recursos humanos, terceirizados, equipamentos, custos, materiais e infraestrutura da organização;
  • controle de estoque;
  • logística hospitalar;
  • supervisão de compra de materiais e medicamentos;
  • contato e negociação com fornecedores;
  • análise de contratos e orçamentos;
  • contato com operadoras de planos de saúde;
  • controle do descarte adequado de resíduos;
  • gestão de assuntos referentes ao marketing.

Perfil profissional

Em primeiro lugar, é um profissional que deve gostar de desafios e de lidar com pessoas, já que, em sua rotina, ele está em contato com as equipes administrativa, de saúde e terceirizadas, fornecedores, entre outros.

É importante também ser organizado, principalmente para trabalhar com documentos, e ter uma visão sistêmica do negócio, ou seja, entender a instituição de saúde como um todo: saber o que faz e quem trabalha em cada departamento.

Saber como negociar, resolver problemas e tomar decisões, ter uma boa comunicação e conseguir atuar como um líder também são fundamentais nessa área. 

Além disso, o gestor ou administrador hospitalar precisa se manter atualizado quanto às mudanças na legislação do setor e também quanto às inovações tecnológicas da área.

Locais de atuação

Quem se qualifica na área de Administração Hospitalar encontra um vasto campo de trabalho, em âmbitos público e privado. Apesar de o nome se referir a hospitais, esse é apenas um dos locais de atuação desse profissional. Ele pode trabalhar em:

  • clínicas e policlínicas;
  • consultórios;
  • maternidades;
  • laboratórios;
  • postos de saúde;
  • unidades de pronto-atendimento;
  • casas de reabilitação;
  • centros municipais de atendimento psicossocial;
  • secretarias estaduais e municipais de saúde;
  • vigilância sanitária;
  • empresas de consultoria na área da saúde;
  • operadoras de planos de saúde;
  • casas de repouso;
  • Spas.

Mercado de trabalho

A área da saúde, especialmente a hospitalar, trabalha com processos, equipamentos e materiais de custo elevado, por isso precisa de profissionais com capacitação nesse segmento para fazer uma gestão adequada. O mercado, entretanto, ainda carece de pessoas especializadas nesse nicho.

É essencial que o gestor conheça a fundo as particularidades dessa organização e realize uma administração voltada para a redução de erros, afinal, estamos tratando da vida de pessoas. Para isso, não tem outra saída: é necessário realizar uma qualificação.

Como buscar qualificação na área?

Se você tem interesse em atuar em Administração Hospitalar, precisa se planejar e buscar cursos voltados para o segmento. Você pode realizar um curso técnico, superior (na modalidade tecnológico) ou ainda uma pós-graduação lato sensu (especialização) na área de Gestão Hospitalar.

A pós-graduação é bastante interessante para quem já é graduado e busca se qualificar em um nicho específico e altamente promissor. Assim, pessoas com diploma de Administração, de cursos da área da saúde ou de qualquer outro segmento, que já trabalham ou querem atuar em estabelecimentos de saúde, podem construir uma carreira ascendente nessa área.

Quais os diferenciais do curso de pós-graduação em Gestão Hospitalar?

A pós-graduação em Gestão Hospitalar é a opção ideal para quem quer valorizar o currículo e trabalhar em uma área que está em alta no mercado.

Não adianta, porém, buscar qualquer formação. É preciso escolher um curso de qualidade, como o da UCL, com carga-horária de 360 horas (duração de 18 meses), que tem como objetivo preparar o profissional para avaliação e controle dos processos relativos à gestão de hospitais e de outros estabelecimentos de saúde, visando ao sucesso da organização.

As aulas propiciam conhecimento teórico e habilidades práticas, para que o aluno consiga analisar o contexto da saúde no país e, assim, tomar decisões e agir de maneira estratégica. Para isso, aprende sobre ferramentas e metodologias de gestão para a eficiência dos processos e sobre como liderar equipes de diferentes departamentos.

Acompanhe abaixo as principais disciplinas dessa especialização:

  • Saúde e Ética;
  • Pensamento Estratégico;
  • Gestão da Qualidade e Certificação em Serviços de Saúde;
  • Gestão de Apoio e Serviços Técnicos;
  • Fundamentos do Processo Administrativo;
  • Gestão de Pessoas;
  • Gestão de Marketing Hospitalar;
  • Gestão de Hotelaria Hospitalar;
  • Gestão de Logística Hospitalar;
  • Gestão de Custos e Contas Hospitalares;
  • Gestão Operacional e Administrativa;
  • Direito em Saúde;
  • Gestão de Farmácia Hospitalar;
  • Gestão de Contratos, Auditoria de Contas, Faturamento e Relacionamento com Operadoras.

Vantagens para a carreira

Fazer uma pós-graduação na área traz uma série de vantagens ao profissional, como:

  • mais oportunidades de emprego — o conhecimento especializado do setor abre portas no mercado de trabalho, afinal, são profissionais que, certamente, vão fazer a diferença na instituição;
  • aumento salarial — pesquisa da Catho apontou que profissionais com curso superior que fazem uma pós-graduação podem ter um incremento de 47,5% no salário;
  • possibilidade de fazer networking — o contato com outros colegas e professores que já trabalham na área vai aumentar sua rede de contatos, o que pode resultar em indicações para vagas de emprego e parcerias profissionais;
  • pontos em concursos públicos — muitos certames consideram essas certificações como um diferencial.

Se você quer investir em um segmento com alta empregabilidade, considere fazer um curso para atuar em Administração Hospitalar. É uma área com alta demanda por profissionais qualificados, principalmente aqueles que têm uma pós-graduação voltada para esse segmento.

Ficou interessado em fazer a especialização em Gestão Hospitalar? Então não perca tempo e entre em contato com a UCL para conhecer mais detalhes sobre essa pós-graduação!

Como é o mercado de trabalho de Engenharia Química?

Você sempre gostou das aulas de Química da escola, tem vontade de trabalhar na área, mas não se imagina fechado em um laboratório? E se nós contarmos para você que existe uma carreira que atende a esse seu perfil e ainda oferece boas oportunidades profissionais?

mercado de trabalho de Engenharia Química é promissor e possibilita atuar em diferentes segmentos. É uma área dinâmica, voltada, principalmente, para os processos industriais, ideal para quem busca desafios, gosta de tecnologia e sonha até mesmo em assumir cargos de gestão.

Ficou interessado? Então confira nosso post, saiba como é a graduação em Engenharia Química, o que faz esse profissional e como está o mercado de trabalho nessa área! Acompanhe e comece a planejar seu futuro profissional!

Como é a graduação na área?

O curso superior em Engenharia Química é uma graduação do tipo bacharelado, com duração de 5 anos. É oferecido nas modalidades presencial e semipresencial (em algumas instituições de ensino). É um curso que une teoria e muita prática, por conta das aulas em laboratório.

Nos primeiros semestres, o aluno tem as disciplinas mais básicas das engenharias, como Matemática, Física e Informática. E, durante todos os períodos, acompanha muitas aulas voltadas para a Química (Básica, Orgânica, Inorgânica, Analítica, Tecnológica e Físico-Química).

Nos últimos anos da graduação, o conteúdo se volta para temas mais específicos, como:

  • Fenômenos de Transporte;

  • Termodinâmica;

  • Mecânica dos Sólidos;

  • Mecânica de Fluidos;

  • Transferência de Calor e Massa;

  • Balanço de Massa;

  • Cálculo de Reatores;

  • Eletroquímica e Corrosão;

  • Ciências dos Materiais;

  • Processos Industriais Bioquímicos;

  • Controle de Sistemas;

  • Projeto de Processos;

  • Engenharia do Meio Ambiente.

Nessa graduação, o estudante também é preparado para gerenciar um negócio, pois tem aulas de Administração Geral, Empreendedorismo e Direito Empresarial.

Estágio e TCC

Ao final do curso, é necessário ainda elaborar um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e apresentá-lo a uma banca examinadora. Além disso, para obter o diploma, o aluno deve fazer o estágio obrigatório — etapa importante para ele conhecer os segmentos dentro da profissão, ter contato com engenheiros mais experientes e acompanhar como é a rotina para quem escolhe seguir essa carreira.

Em muitos casos, quando o estagiário demonstra proatividade e se mostra comprometido com a atividade, pode, inclusive, ser efetivado na empresa, depois de concluir o ensino superior.

O que faz um engenheiro químico?

O engenheiro químico participa dos processos de transformação físico-química dos produtos e está preparado para atuar em todas as etapas industriais. Dessa forma, a fabricação de muito itens que utilizamos ou consumimos no dia a dia contou com o trabalho desse profissional: pode ser o alimento industrializado, a tinta da parede, o combustível do carro e o sabonete, entre inúmeros outros produtos.

O profissional pode atuar para melhorar a produtividade, aperfeiçoar tecnologias, garantir a qualidade ou buscar meios para que a indústria seja mais sustentável — controlando a emissão de poluentes ou fazendo o tratamento de resíduos, por exemplo.

Como é o mercado de trabalho de Engenharia Química?

Em primeiro lugar, para começar a atuar na área, além de ter o diploma do curso superior, é preciso estar registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), órgão que regula e fiscaliza a profissão.

Com o registro em mãos, o recém-formado encontra diferentes oportunidades, em cidades pequenas, médias ou metrópoles. É, portanto, um campo com alta empregabilidade, porque muitas indústrias dependem da Engenharia Química para funcionar. As áreas que mais empregam esse profissional são as indústrias de:

  • polímeros;

  • tintas;

  • cosméticos;

  • fármacos;

  • papel e celulose;

  • tecidos;

  • material de construção;

  • petróleo.

O mercado de trabalho de Engenharia Química é interessante porque o profissional pode trabalhar em diversas áreas, como:

  • projeto (construção de instalações e escolha de equipamentos e tecnologias para a indústria);

  • produção (processos e equipamentos);

  • gestão (processos e equipes);

  • pesquisa e desenvolvimento de novos materiais;

  • vendas técnicas (equipamentos e produtos específicos da indústria química);

  • consultoria (área ambiental).

O profissional pode conseguir crescer ainda mais na carreira em segmentos que estão em alta, como o do biocombustível, na área de redução de danos ambientais ou ainda no controle de qualidade — visto que a competitividade entre as indústrias é alta, bem como a exigência do consumidor.

Além disso, indústrias de diferentes ramos e portes contratam o engenheiro químico para elaborar estratégias que aumentem a produtividade e reduzam os gastos — tudo sem comprometer a segurança dos processos ou causar danos ambientais.

Qual é o salário desse profissional?

Se você ficou animado com as informações sobre o mercado de trabalho de Engenharia Química, vai gostar de saber da remuneração. O piso salarial do engenheiro químico é definido pela Lei 4.950-A, de 1966, que estabelece os valores de acordo com a carga horária diária:

  • 6 horas — 6 salários mínimos;

  • 7 horas — 7,25 salários mínimos;

  • 8 horas — 8,5 salários mínimos.

É preciso destacar que estamos falando de pisos salariais. Assim, se o profissional adquire experiência, realiza uma pós-graduação, domina um segundo idioma e consegue cargos mais altos, como o de gestão, a remuneração vai aumentar.

Para o estagiário na área, de acordo com a consultoria de empregos Catho, o salário é de R$ 1.191,20.

Por que escolher uma faculdade reconhecida no mercado?

Ficou animado com as perspectivas profissionais da Engenharia Química? Realmente, é uma profissão que sempre está aquecida. Para que o profissional consiga as melhores oportunidades, é importante escolher uma faculdade de referência, com bom reconhecimento no mercado.

É necessário que a instituição de ensino tenha um corpo docente qualificado e uma infraestrutura adequada, principalmente em relação a laboratórios e equipamentos direcionados às aulas práticas. Dessa maneira, o aluno recebe uma formação mais completa e fica preparado para entrar no mercado de trabalho.

Outros pontos importantes para avaliar ao escolher uma faculdade são a possibilidade de fazer iniciação científica, a oferta de atividades complementares e o apoio da instituição ao aluno no momento em que ele procura estágio.

Viu só como o mercado de trabalho de Engenharia Química é repleto de possibilidades? Se você se identifica com essa área, escolha uma boa faculdade, dedique-se aos estudos e comece a trilhar uma carreira de sucesso!

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Como se preparar para uma entrevista de estágio?

Quando o aluno ingressa no ensino superior já sonha em entrar no mercado de trabalho e dar início à carreira. Contudo, a experiência profissional pode começar antes mesmo de sair da faculdade. A realização do estágio vai permitir que ele vivencie o dia a dia da profissão que escolheu, ou seja, que coloque em prática todo o conhecimento e as habilidades que aprendeu na graduação.

Para participar desses programas, no entanto, os candidatos precisam passar pela avaliação das empresas. Assim, enfrentam uma etapa que acaba sendo temida por muitos: a entrevista de estágio. Como se preparar para esse momento? Qual postura é preciso adotar? O que se deve ou não falar para o recrutador?

Se você também tem essas dúvidas, chegou ao lugar certo. Neste post vamos explicar direitinho o que é o estágio e por que os alunos devem realizar essa atividade, além de dar dicas para você se sair bem na entrevista. Continue a leitura e veja como se preparar para conquistar a vaga!

O que é um estágio?

O estágio é uma atividade, remunerada ou não, que prepara o estudante de curso superior ou técnico para o mercado de trabalho. Essa importante etapa na vida profissional é regulada pela Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008, conhecida como Lei do Estágio. De acordo com a legislação, a atividade não deve ser vista como um trabalho e, dessa forma, inexiste qualquer vínculo empregatício entre empresa e estagiário.

O estágio não pode durar mais que 2 anos e deve ser formalizado por meio de um documento chamado de Termo de Compromisso de Estágio — que deve ser assinado pelo aluno, faculdade e empresa.

É importante entender que a atividade está inclusa no projeto pedagógico da graduação, podendo ser ou não obrigatória — há casos de cursos em que o aluno obtém o diploma sem a necessidade de passar por essa etapa. A dica é que todos os estudantes, independentemente de seu curso exigir ou não, realizem o estágio pelo menos por 6 meses para vivenciar essa experiência e ter contato com profissionais da área.

Os cursos de graduação a distância (EAD/Online) seguem as mesmas regras que os presenciais, portanto, se houver a obrigatoriedade do estágio, o aluno que escolheu essa modalidade de ensino também deve cumprir a etapa para se formar.

Muitos estudantes ficam inseguros quando chega o momento de passar pela entrevista de estágio e começar a atividade, mas saiba que as empresas estão acostumadas com os candidatos, e a legislação exige que ele tenha um funcionário acompanhando e supervisionando essa prática. A instituição de ensino também tem o dever de indicar um professor-orientador para acompanhar as atividades do estagiário.

Por que fazer um estágio?

O estágio é o momento ideal para o estudante entender como funciona a rotina de trabalho, como deve se portar como profissional, além, é claro, de conhecer mais a fundo a carreira que escolheu.

Alguns alunos torcem o nariz por conta da obrigatoriedade dessa atividade, mas saiba que ela é uma etapa fundamental na vida universitária. Por mais que a faculdade conte com bons laboratórios de pesquisa, programas de extensão e um corpo docente qualificado, o dia a dia da profissão e seus desafios só serão vivenciados em uma empresa. É uma oportunidade para pôr em prática tudo o que foi aprendido e também se descobrir dentro da profissão escolhida.

Confira a seguir todos os benefícios que você terá ao realizar um estágio.

Possibilidade de testar diferentes áreas dentro da graduação escolhida

O estágio é uma etapa para o estudante conhecer segmentos variados da graduação que escolheu. Por exemplo: quem faz Administração pode fazer estágio em recursos humanos, vendas, finanças, logística e até marketing. Com essa experiência e contato com outros profissionais, o estagiário entende melhor as atribuições de cada área e com qual delas se identifica mais.

Dessa forma, depois de formado, consegue fazer um plano de carreira mais focado em um determinado nicho: ele pode, por exemplo, buscar cursos mais específicos, o que vai aperfeiçoar suas habilidades e valorizar seu currículo. Assim, vai aumentar as oportunidades profissionais, já que as empresas buscam candidatos que estão mais direcionados para determinada área.

Networking com quem já está no mercado de trabalho

Você sabe o que é networking? É uma rede de contatos profissional valiosa para a troca de experiências, conhecimento e também para conseguir um emprego. Ao longo da carreira, é interessante cultivar um bom relacionamento com os colegas. Assim, além de aprender, você pode ser lembrado para uma oportunidade ou parcerias futuras.

Imagine, por exemplo, que seu supervisor de estágio resolva abrir uma empresa própria e lembre de você para montar seu time. Dessa maneira, é importante que você seja comprometido com o estágio, tenha um bom relacionamento interpessoal com a equipe e demonstre que está focado nos seus objetivos profissionais.

Ganho de experiência prática para o mercado de trabalho

Conseguir o primeiro emprego não é tarefa fácil, ainda mais para quem não tem nenhuma experiência. Desse modo, a realização do estágio vai somar pontos ao seu currículo, para que você ingresse no mercado de trabalho já ambientado à sua área de atuação.

Valorize essa etapa: aproveite os meses de estágio para aprender, tirar dúvidas e entender mais sobre a carreira que escolheu. Você vai conviver com outros colegas de profissão e terá a chance de conhecer os processos, o mercado, como se dá o relacionamento com o público, clientes etc. É uma experiência prática que vai fazer diferença na sua vida profissional.

Desenvolvimento pessoal

Quando a gente pensa em estágio, acaba destacando apenas os ganhos que a atividade traz para a carreira. Contudo, é preciso considerar que essa vivência também é importante para o desenvolvimento pessoal do aluno. Ele vai aprender as regras do ambiente corporativo, a importância de trabalhar em grupo, como ter um bom relacionamento com os colegas, entre outros aspectos.

O dia a dia do estágio também será útil para aprender a fazer a gestão de tempo, entender como se portar em reuniões e se comunicar para transmitir seu ponto de vista.

Obtenção de uma renda e benefícios ainda na faculdade

Muitos estágios obrigatórios são remunerados ou oferecem bolsas e benefícios, como vale-transporte e vale-alimentação, o que vai dar aquela forcinha no orçamento e ajudar a pagar as mensalidades da graduação.

É importante destacar que, no caso dos estágios opcionais, ou seja, não-obrigatórios, a legislação exige que a empresa faça o pagamento de uma remuneração e vale-transporte ao candidato.

Então, além de todo aprendizado e vivência prática, essa etapa pode ajudar a conseguir uma renda ainda na faculdade.

Chance de dar o seu melhor e ser efetivado

Você sabia que existe a possibilidade real de fazer o estágio e depois ser efetivado? Muitas empresas aproveitam seu estagiário, quando surge uma vaga de emprego, por já saberem como a pessoa trabalha. Para que isso ocorra, você precisa dar o seu melhor, ou seja, demonstrar proatividade, motivação e vontade de querer fazer carreira naquele ambiente.

Os gestores ficam de olho no desempenho dos candidatos. Por isso, esteja atento à sua postura e ao seu comportamento na organização. Trabalhe com dedicação, mostre-se aberto a novos desafios e aumente suas chances de sair da faculdade com a carteira de trabalho assinada.

O estágio pode significar o trampolim para você, ainda recém-formado, encontrar um emprego na área que estudou.

Quando começar a procurar por estágio?

Muita gente tem a ideia de que o momento certo para procurar estágio seja nos últimos anos da graduação. A dica é começar a pesquisar os programas logo no primeiro ano de curso e entender quais são os pré-requisitos.

Há vagas de estágio que são voltadas para quem está no primeiro semestre, então por que esperar? É claro que talvez você realize funções mais simples, mas saiba que, nessa fase, o estágio vai ajudar, inclusive, na sua evolução na graduação.

Sem contar que é uma maneira de participar de vários programas de estágio durante a faculdade. Isso vai permitir que você fique por dentro do funcionamento de empresas de setores diferentes e tenha experiência em segmentos variados do curso que escolheu.

O quanto antes você se inserir no mercado de trabalho, mais habilidades vai aprender e mais experiência terá para acrescentar em seu currículo, ou seja, tudo isso vai contar pontos no seu desenvolvimento de carreira.

É importante salientar ainda que, ao participar várias vezes da entrevista de estágio ou até mesmo de dinâmicas do processo seletivo, você vai ficar mais preparado para o momento em que estiver em busca de um emprego.

Além disso, deixar para se preocupar com essa atividade somente nos últimos semestres pode bagunçar sua rotina, afinal, é o período em que você precisa desenvolver seu trabalho de conclusão de curso (TCC).

Se, entretanto, você não conseguir encontrar um estágio logo nos primeiros anos da faculdade, não se desespere. O importante é estar atento às oportunidades e também participar de outras atividades, como projetos de extensão e eventos como simpósios, palestras e workshops que a instituição de ensino oferece.

Como encontrar uma vaga de estágio?

Há diversas formas de ficar sabendo das vagas, candidatar-se e conseguir uma entrevista de estágio. Confira abaixo.

Instituição de ensino

O primeiro passo é se informar na própria instituição de ensino: muitas mantêm convênios com empresas, o que facilita todo o processo. Aliás, na hora de escolher a faculdade ideal, avalie se há uma política de apoio ao estágio.

Conversar com professores e até colegas de outros períodos da graduação que já participam de algum programa também é uma boa estratégia para não perder os processos seletivos.

Internet

Você também pode, através da internet, ficar de olho em programas de estágio. Há empresas que disponibilizam informações sobre seus processos seletivos em seus sites e redes sociais. Fique de olho em organizações que tenham mais a ver com seu perfil e não perca as oportunidades.

Portais que reúnem vagas de emprego também têm uma seção voltada para estágios. Deixe seu currículo cadastrado e fique atento a qualquer notificação.

Outra dica é criar um perfil no LinkedIn, deixar seus dados atualizados e acompanhar os programas oferecidos pelas empresas. A rede social é importante para você ter contato também com outros profissionais da sua área.

Agentes de integração

Existem ainda algumas instituições chamadas de agentes de integração, que trabalham justamente para aproximar alunos e empresas, sem que haja custo algum para o estudante por esse serviço.

São organizações como o CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola) e o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios)em que é possível fazer um cadastro e ser chamado, caso surja uma vaga de seu interesse e de acordo com seu perfil.

Como se preparar para a entrevista de estágio?

Seu currículo foi selecionado, e a entrevista de estágio foi agendada. E agora? É normal ficar ansioso, afinal, o estágio é o primeiro degrau na vida profissional do estudante. Acompanhe abaixo algumas dicas de como se preparar bem para essa etapa e conseguir a tão sonhada vaga.

Preze pela honestidade

É essencial ser sincero nessa conversa. Não invente cursos ou habilidades que não tem ou experiências que não tenha vivido. O recrutador é experiente e consegue notar se o candidato está mentindo.

É comum ser questionado, por exemplo, sobre seus pontos fracos: nessa hora, seja honesto, fale sobre suas dificuldades e deixe claro que está correndo atrás para melhorar. Caso o seu nível de inglês seja intermediário e você esteja realizando um curso de idiomas, por exemplo, mencione isso em vez de falar que possui um nível avançado na língua.

Se você transmitir uma informação errada na entrevista e, mesmo assim, conseguir aprovação no estágio, saiba que pode ser desmascarado mais para frente. Imagine você dizer que tem determinada competência e isso ser cobrado no dia a dia de trabalho? Sua imagem profissional certamente ficará abalada.

Preste atenção à linguagem verbal

Um erro muito comum entre os candidatos a vagas de estágio e emprego são deslizes com o Português, seja na linguagem escrita ou falada. Então, fique atento para falar as palavras corretamente, fazer as conjugações verbais adequadas e não utilizar gírias.

Utilize um vocabulário variado, mas que deixe você confortável, ou seja, não tente colocar termos com os quais não tem muita familiaridade, para não se perder e não ficar confuso. Para não tropeçar com as palavras, tente falar com calma — assim, você consegue estruturar o pensamento e transmitir suas ideias com clareza.

Seja pontual

Você deve demonstrar comprometimento com o recrutador, por isso seja pontual. Se for preciso, pesquise bastante sobre o caminho que vai fazer no dia da entrevista, as opções de transporte, se é um horário com mais trânsito etc.

Uma pesquisa rápida na internet ou o uso de aplicativos pode ajudar nesse planejamento. Caso ocorra algum imprevisto no dia da entrevista de estágio, não hesite em ligar para a empresa com antecedência, avisando o que aconteceu e dizendo que, possivelmente, vai se atrasar.

Estude sobre a empresa

Pesquise em site e redes sociais da empresa sobre o que ela faz, como é sua participação no mercado, quais produtos ou serviços oferece, para qual público, seus valores etc. O contratante vai perceber que você está interessado em trabalhar naquela organização, o que pode contar pontos para conseguir a vaga de estágio.

Se você conhece quem trabalha, já trabalhou ou fez estágio na instituição, aproveite para perguntar detalhes do local. São informações que podem ajudá-lo a responder a perguntas clássicas como: “Por que escolheu a nossa empresa?” ou “Por que gostaria de trabalhar aqui?”.

Fale com propriedade sobre suas conquistas e metas

Sabemos que, geralmente, o estudante universitário não tem nenhuma experiência profissional, quando vai procurar o estágio. A empresa contratante sabe disso, mas vai querer conhecer as conquistas que ele já obteve na faculdade, por exemplo.

Então, fique tranquilo e fale sobre os projetos realizados, qual foi sua participação, os aprendizados, entre outros pontos. Muitos alunos têm a rotina de trabalhar e estudar ao mesmo tempo, o que mostra um esforço que pode ser valorizado pelo recrutador.

A empresa vai querer saber também sobre suas metas, como você espera que esteja profissionalmente daqui a 5 ou 10 anos. Reflita sobre seus objetivos e fale sobre os cargos que pretende ocupar ou cursos que quer fazer assim que acabar a faculdade, como uma pós-graduação.

Enfatize também a importância do estágio nessa trajetória. O essencial é você demonstrar que está comprometido com o crescimento da sua carreira.

Controle as emoções

Você já ouviu falar de inteligência emocional? Ela pode ser uma grande aliada na entrevista de emprego, tendo em vista que é importante que você tenha calma e transmita confiança ao contratante. Por isso, tente separar a razão da emoção, principalmente em momentos mais tensos, que deixem você em dúvida sobre como dar a melhor resposta. A dica é respirar fundo, responder cada questão com calma e sempre dizer a verdade.

Utilize as redes sociais a seu favor

Muitas pessoas podem não concordar, mas alguns setores de RH têm o costume de vasculhar as redes sociais do candidato a uma vaga de estágio ou emprego. Então, a dica é você prestar atenção às postagens — principalmente em relação a linguagem e fotos — que podem transmitir uma imagem que esteja em desacordo com o que a empresa espera de você.

Se for preciso, apague algumas imagens ou itens que você compartilhou que podem prejudicar seu ingresso no mercado de trabalho.

Escolha uma roupa adequada

A roupa utilizada no dia da entrevista de emprego pode acrescentar ou tirar pontos do candidato. Escolha um traje mais sério, ou seja, evite calças jeans com rasgos, chinelos, roupas curtas, regatas ou decotes. Procure conhecer a vestimenta dos funcionários para saber se é necessário, por exemplo, utilizar um terno.

Há exceções para vagas em empresas mais despojadas — como as da área de comunicação e de design. Nesse caso, é até aconselhável não usar um traje formal, para não passar a ideia de que você desconhece a cultura da organização.

Fique atento à sua postura

Atenção também à sua postura: demonstre confiança, ou seja, evite ficar com os ombros caídos ou olhar falando para baixo. Procure não exagerar nos gestos e tente agir de maneira natural.

Simule a entrevista de estágio em casa

Que tal você se preparar para a entrevista na sua casa? Isso mesmo! Pode até parecer uma brincadeira, mas vai ajudar você a ter mais confiança no momento de conversar com o recrutador.

Para isso, reflita sobre seus pontos fortes e fracos, conquistas, metas, por que quer fazer estágio naquela empresa e treine essas respostas. Com essas informações, você conseguirá montar um roteiro, para não deixar passar nenhum dado relevante, e pode simular que está na entrevista, elaborando as respostas para os assuntos que costumam ser mais mencionados nessa etapa.

Você pode, inclusive, pedir para alguém gravar um vídeo dessa simulação. Assim, você assiste e descobre em quais pontos precisa melhorar ou mostrar mais segurança.

Como a UCL pode ajudar nessa etapa da graduação?

Quem escolhe a UCL para fazer o ensino superior já sai na frente, quando o assunto é estágio. A instituição é referência nesse tipo de apoio, pois conta com uma política de incentivo ao estágio — acompanha de perto as atividades de seus estudantes nas organizações e também tem um trabalho direcionado para a divulgação das oportunidades.

Com isso, além de contar com um corpo docente de qualidade, boa infraestrutura e laboratórios modernos, o aluno também tem mais facilidade para acompanhar as vagas de estágio na sua área.

É importante destacar, ainda, que a UCL foi reconhecida pelas ações de apoio a essa atividade tão importante para o futuro profissional de seus alunos. Em 2015, foi premiada por incentivar boas práticas de estágio na etapa estadual do Prêmio IEL de Estágio, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi.

Está entusiasmado para ganhar experiência profissional ainda na faculdade? Então coloque em prática nossas dicas para se preparar bem para a entrevista de estágio, conquiste a vaga que você tanto almeja e comece a sua carreira com o pé direito!

Quer fazer o curso superior em uma instituição que facilita a sua inserção no estágio? Entre em contato com a UCL e fique por dentro dos cursos que a instituição oferece, inclusive na modalidade EAD/Online!