Por que é importante ter um laboratório de pesquisa na faculdade?

Escolher a faculdade onde vai estudar não é uma tarefa simples. São muitos aspectos para considerar, na hora de tomar essa decisão com segurança. Um deles tem grande importância, mas ainda é negligenciado por vários estudantes: a existência de um laboratório de pesquisa.

Você sabia que nem só de bons professores depende um curso superior? A pesquisa é um dos aspectos essenciais de uma universidade — e agora as boas faculdades privadas também estão oferecendo esse diferencial na formação dos alunos.

Então, que tal aproveitar isso e aprender para que serve um laboratório e qual a diferença que isso pode fazer na sua vida profissional? Confira as informações que trouxemos neste post e saiba escolher a melhor instituição para estudar.

Qual é a importância de uma boa infraestrutura na faculdade?

A qualidade de uma faculdade está também nos detalhes. Localização adequada, estrutura confortável, professores competentes, metodologias interessantes, vínculo com o mercado de trabalho… São muitos fatores para considerar, e cada um deles, sem dúvida, influencia na sua formação e na sua atuação profissional.

É indispensável aprender a avaliar a qualidade da instituição de ensino onde você pretende estudar. Além de alunos interessados e professores motivados, uma boa faculdade precisa de infraestrutura adequada para o ensino. Todos os pormenores são essenciais para fomentar o aprendizado e criar um ambiente amigável.

Simples questões fazem toda a diferença nessas horas, como:

  • qualidade das cadeiras e mesas das salas de aula;

  • iluminação dos ambientes;

  • instalações limpas e bem arrumadas;

  • computadores e equipamentos eletrônicos atualizados;

  • bibliotecas com bom acervo de livros;

  • time de profissionais qualificados e experientes;

  • laboratórios de pesquisa.

Esse último item merece toda atenção de quem espera passar em uma boa faculdade e construir o melhor currículo que puder, afinal, a graduação é o momento ideal para viver experiências marcantes e enriquecer o seu perfil, antes de entrar no mercado de trabalho.

Quais são os benefícios do laboratório de pesquisa na faculdade?

Já falamos que o laboratório de pesquisa impacta positivamente na experiência do estudante e no futuro profissional. Agora, chegou o momento de você entender quais são as vantagens que só uma instituição com bons laboratórios de pesquisa pode oferecer. Vamos lá?

Insere o aluno na iniciação científica

Muitos estudantes entram na faculdade já pensando no que vão trabalhar e no dinheiro que podem ganhar como profissionais. Não há nada de errado nisso, claro, mas você já pensou que pode conquistar muito mais durante os anos que passa na graduação?

Uma das principais funções do Ensino Superior é fazer ciência. Isso significa que, enquanto prepara profissionais para o mundo do trabalho, a faculdade também produz conhecimentos científicos por meio de suas atividades. É nesse contexto que se inserem os projetos de pesquisa.

Você pensava que fazer pesquisa era tarefa apenas dos cientistas famosos? Nada disso! Seus professores na faculdade também são pesquisadores. E essa atividade faz toda a diferença no desenvolvimento de cada área de estudos, seja de humanas, exatas ou ciências da saúde.

Um laboratório de pesquisa de uma faculdade pode ser o responsável por estudar, por exemplo, o impacto de alguma metodologia nova nos resultados financeiros de uma empresa ou a relação entre programas de saúde organizacional e qualidade de vida dos funcionários. E o melhor: não são apenas os professores que participam dessas pesquisas — os alunos também participam.

A iniciação científica oferece exatamente essa oportunidade. Ao realizar uma pesquisa, o estudante aprende sobre o método científico, as técnicas de um pesquisador e os processos éticos envolvidos. Além disso, desenvolve melhor sua capacidade crítica e sua forma de escrever, pois os resultados dos trabalhos são publicados.

Proporciona aulas práticas

Uma das maiores ansiedades dos estudantes de uma faculdade é em relação às atividades práticas. Muitas disciplinas teóricas costumam gerar dificuldades e desmotivação. No meio disso, basta colocar um estágio ou um trabalho prático, e a mágica acontece: os alunos se motivam e passam a participar com muito mais entusiasmo.

A pesquisa realizada em laboratórios responde perfeitamente ao desejo por mais aulas práticas. Uma turma de Engenharia Civil, por exemplo, pode usar o laboratório para testar a resistência de diversos materiais. Dessa forma, os alunos vão analisar, na prática, aquilo que os professores discutem e calculam em sala.

Com certeza, fica mais fácil aprender com essa estratégia. Além disso, os conhecimentos compartilhados nesses momentos podem gerar pesquisas importantes e responder a necessidades sociais — como a ideia de investigar o uso de um material alternativo em construções de determinado tipo.

Constrói networking

Um bom aluno não é formado apenas por fórmulas, livros e conceitos. Em todas as áreas de atuação, conhecer pessoas é a melhor maneira para fazer novos contatos profissionais, aprender outros assuntos e abrir portas para a carreira.

As aulas convencionais em salas de aula são extremamente necessárias para a formação de um estudante, mas as atividades práticas e os estudos laboratoriais criam um ambiente mais descontraído e permissivo.

Com isso, quem participa dessas atividades já começa a estabelecer um networking profissional e, em algumas situações, consegue boas oportunidades de emprego. Se um aluno alcança destaque na pesquisa, por exemplo, o professor pode indicá-lo para uma vaga de estágio com mais segurança e confiança em seu trabalho.

Uma situação parecida pode acontecer, caso algum colega de turma conheça uma empresa que esteja procurando um trabalhador competente. Em todos os casos, o laboratório de pesquisa faz parte de uma etapa primordial para o sucesso de qualquer estudante.

Outra possibilidade enriquecedora é a de você apresentar estudos em eventos e até mesmo publicar seus trabalhos em revistas científicas renomadas. Isso torna o seu nome mais conhecido, ao mesmo tempo em que permite ser apresentado a diversos profissionais competentes. Um networking e tanto, não?

Promove experiência profissional

Algumas pessoas podem imaginar que o laboratório de pesquisa não se trata de uma atividade profissional, afinal, são tarefas acadêmicas e científicas, próprias de quem pretende seguir a carreira de pesquisador ou professor de faculdade. Isso, entretanto, não é verdade.

No laboratório de pesquisa são realizadas muitas ações que preparam o estudante para o exercício da profissão. Imagine o quanto os alunos de cursos de Engenharia se beneficiam de pesquisas envolvendo robótica, por exemplo. É possível aprender detalhes de programação, inteligência artificial etc.

Ao mesmo tempo, o estudante que participa de pesquisas aprende a se organizar melhor, ser criativo, ter iniciativa e várias outras competências que começam a moldar o seu perfil profissional.

Uma premissa essencial para obter um emprego é ter experiência em alguma área. Por isso, o laboratório de pesquisa fornece atividades e práticas que diferenciam um aluno na disputa por uma vaga de trabalho — o que pode ser essencial em períodos de crise de emprego.

Desenvolve novas habilidades

Atualmente, o mercado de trabalho busca profissionais completos e que tenham muito jogo de cintura para superar obstáculos. Todos os detalhes devem, portanto, ser analisados na preparação de um estudante. Apenas saber o conteúdo já não é suficiente para ter um bom emprego.

Assim, certas habilidades fazem toda a diferença na análise curricular dos concorrentes. Saber se expressar e trabalhar em equipe, por exemplo, são características que mostram que você é um bom profissional. Essas, junto com diversas outras qualidades, são muito bem trabalhadas em um laboratório de pesquisa na faculdade.

Aumenta o desempenho acadêmico

Em que situação é mais provável que você alcance uma nota mais alta: em uma disciplina teórica com vários textos para ler ou em uma matéria na qual você realiza pesquisas práticas e acompanha ao vivo o que leu? Você certamente respondeu que a segunda opção seria mais fácil para conseguir boas notas, certo?

Isso acontece porque uma das formas mais efetivas para aprendermos um conteúdo é a realização de testes práticos. Uma coisa é o estudante de Engenharia Elétrica ler sobre o funcionamento de comandos elétricos, outra bem diferente é ele moldar e ver na prática como tudo acontece.

Participar de um laboratório de pesquisa, organizar materiais e realizar testes são atividades muito ricas de aprendizagem. Inclusive, alunos com essa experiência têm condições de ajudar os colegas a entender uma matéria difícil, pois eles desenvolveram maneiras mais dinâmicas de compreender o conteúdo.

Abre novos caminhos profissionais

O aluno que entra na faculdade sonhando com o seu primeiro emprego na área de formação pode se surpreender muito ao fazer parte de um laboratório de pesquisa. Isso porque a experiência apresenta possibilidades diferentes daquelas que ele já conhecia.

Muitos estudantes da área de exatas, por exemplo, não pensam em trabalhar como pesquisadores ou se preparar para programas de mestrado e doutorado. A participação em pesquisas durante a graduação pode, no entanto, mudar esse panorama. É possível que o aluno se apaixone pela área e deseje seguir nessa carreira.

O envolvimento no laboratório de pesquisa durante o curso superior é muito bem-visto em seleções da pós-graduação, ou seja, o candidato tem mais chances de ser aprovado no mestrado ou no doutorado, quando já traz essa experiência anterior.

E a ideia de abrir novos caminhos profissionais é interessante até mesmo para quem não abre mão do sonho de entrar no mercado de trabalho tradicional. Uma possibilidade interessante é aliar a docência no Ensino Superior a um emprego formal. Assim, você tem um pouco das duas experiências.

Enriquece o currículo

Sabemos que a graduação, apesar de essencial, já deixou de ser uma garantia de bons empregos. Na realidade, ela é muito mais um requisito do que um diferencial. Isso quer dizer que ter um diploma de curso superior é praticamente obrigatório. O estudante precisa mesmo é de buscar outros aspectos que o diferenciem dos outros profissionais — e a pesquisa é um deles.

Colocar no currículo a participação em um laboratório de pesquisa na faculdade chama a atenção dos recrutadores de empresas. O mercado de trabalho está sempre procurando pessoas que tragam novidades e agreguem à empresa algo que venha da faculdade. É lá, afinal, que o conhecimento é produzido e aprimorado.

Quanto mais experiências diversificadas você tiver durante a faculdade, melhor será. Devem constar no seu currículo os eventos dos quais participou, os estágios que fez e as pesquisas que realizou. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, isso não é útil apenas para quem quer seguir carreira acadêmica, como professor ou cientista. Quem vai trabalhar no mercado privado também se beneficia com isso.

Motiva os professores

O laboratório de pesquisa também é excelente para melhorar o desempenho de professores em uma faculdade. Em alguns casos, a rotina de sala de aula pode desmotivar e tirar o foco de alguns profissionais, que acabam por não desenvolver todo o potencial dos seus alunos nas aulas teóricas.

A simples mudança de ambiente torna o trabalho mais agradável e facilita a transmissão de conhecimento para muitos docentes. Com isso, os alunos compreendem a matéria com mais facilidade e colocam em prática o que aprenderam.

Além disso, os professores de faculdade já têm um histórico de realização de pesquisas, pois em especializações, mestrados e doutorados há o desenvolvimento de trabalhos desse tipo. Logo, as atividades científicas são valorizadas pelos docentes. A ideia de passar o conhecimento prático para os estudantes também é muito motivadora.

Lembre-se, ainda, de que certos conceitos ganham destaque e ficam mais compreensíveis quando os alunos colocam a mão na massa. Ver a turma se envolvendo nos exercícios e aprendendo melhor é tudo o que um educador deseja. Em todos os casos, o laboratório de pesquisa é uma ótima ferramenta para professores e alunos.

Como escolher uma boa instituição de ensino?

Depois de ler este post você vai passar a avaliar a qualidade dos laboratórios de pesquisa, antes de escolher uma faculdade, não é? Hoje em dia, existem várias instituições de Ensino Superior no mercado. Cada uma delas possui características que precisam ser analisadas. Assim, a decisão se torna um desafio e tanto.

O indicado é elaborar um plano de prioridade e ver qual instituição mais se adequa ao seu perfil de estudos. Faça isso antes de tomar qualquer tipo atitude. E lembre-se: você não deve se prender ao básico.

Não deixe passar detalhes fundamentais. Entre eles, destacamos a qualidade dos professores. Procure saber sobre a formação deles e a experiência profissional que têm. Conhecer o currículo do curso e a metodologia que a faculdade utiliza também é essencial, já que são fatores com influência direta nos seus estudos.

Por fim, considere todos os benefícios do laboratório de pesquisa na faculdade e procure um local que também valorize isso. Instituições que contam com uma boa infraestrutura para os seus alunos, com laboratórios de pesquisa informatizados e atualizados com as novidades do mercado, são ótimas opções.

Ao escolher uma faculdade com laboratório de pesquisa você sai na frente dos seus concorrentes no mercado de trabalho, pois terá um preparo muito mais eficiente. Não deixe de aproveitar o melhor que a graduação pode oferecer!

Gostou do post? Será que seus amigos sabem a importância da pesquisa na faculdade? Compartilhe este texto nas redes sociais e converse com eles sobre isso!

Como posso fazer um intercâmbio? As 6 melhores dicas para seguir

Ao ingressar no ensino superior, é comum encontrar outros alunos que já tiveram a oportunidade de estudar fora ou estão se preparando para essa experiência.

Isso acontece porque não há melhor período para ampliar a visão de mundo, ter contato com outras culturas ou estilos de vida e internacionalizar a própria formação do que quando se está na faculdade. Por essa razão, frequentemente surge a mesma dúvida entre diferentes estudantes — “como posso fazer um intercâmbio?”

Pensando nessa questão, reunimos seis dicas para colocar em prática e ter uma vivência no exterior que impulsione o seu aprendizado e diferencie o seu currículo. Acompanhe!

1. Conclua o seu curso em uma instituição estrangeira

A primeira dica parte de uma opção menos usual, especialmente por causa dos custos envolvidos, mas que ainda assim, quem pode, escolhe: concluir o curso superior em uma universidade estrangeira por conta própria.

O motivo disso é que não há, de fato, um programa específico sendo realizado. Ao contrário, há um processo de admissão para ingressar em outra faculdade e realizar um intercâmbio durante o restante da graduação.

Por isso, será necessário fazer uma longa (e aprofundada) pesquisa para identificar os locais que aceitam essa mudança, se será possível aproveitar alguma disciplina, os valores da anuidade/mensalidade e os documentos necessários para a transição.

Afinal, além de provas e teste do nível de idioma, podem ser exigidos histórico escolar, entrevistas por vídeo, formulários de aplicação, entre outros.

2. Conquiste uma bolsa de estudos

Saindo da opção de um intercâmbio por conta própria, que nem sempre é viável, há a possibilidade das bolsas de estudo, que podem cobrir tanto os valores relacionados à mensalidade/anuidade e material didático quanto as despesas pessoais, como passagens, alimentação e hospedagem.

Algumas delas cobrem de um semestre a um ano em uma mesma instituição, e outras adotam o formato de campus itinerante no qual você tem aulas em universidades de diferentes países — reforçando, assim, o papel da globalização na educação.

Elas são ofertadas por órgãos brasileiros ligados ao Ministério da Educação e ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, como o CNPq e a Capes, empresas nacionais, estrangeiras e organizações internacionais, como o Erasmus+, um programa que tem como mantenedor a Comissão Europeia.

Para concorrer a elas, é preciso ficar atento aos editais que são lançados. Dessa forma, você conhece a fundo os critérios para seleção e documentação solicitada, informa-se sobre os benefícios que são ofertados e se prepara para as próximas chamadas.

3. Aproveite os convênios que a sua faculdade tem com outras instituições

Fora a possibilidade de bolsas, há uma alternativa que facilita (e muito) que você realize um intercâmbio. Trata-se dos convênios que a sua universidade tem com outras instituições de ensino ao redor do mundo.

Eles funcionam como parcerias que não apenas dão todo o suporte, respaldo e apoio necessário durante o processo de inscrição e obtenção da vaga, como também fornecem isenção parcial ou total nos custos com mensalidade ou anuidade, já que as universidades europeias cobram um valor fixo anual.

Assim, você realiza uma graduação sanduíche, que dura de seis meses a um ano, ou participa de um convênio de duplo diploma, que tem tanto aulas tradicionais por 18 meses quanto um estágio curricular por mais seis — o que garante uma formação internacional e com infinitas oportunidades no mercado de trabalho.

4. Faça um curso de idiomas em outro país

Outra dica sobre como fazer um intercâmbio — e certamente uma das preferidas de muitos estudantes — é realizar um curso de idiomas em outro país. Isso porque ele pode ocorrer por meio de convênios da própria universidade ou agências específicas. Para completar, ainda conta com grande variedade de formatos, de acordo com a sua necessidade.

Você pode, por exemplo, escolher entre diferentes destinos, como a França, a Holanda e os Estados Unidos, definir o período de duração que mais lhe convém (semanas ou meses) e decidir se deseja aprender outra língua ou se aperfeiçoar em alguma para realizar, em futuro breve, um ou mais exames de proficiência (IELTS, TOEFL etc.).

Além disso, para garantir maior imersão no idioma que está sendo estudado, é possível optar por realizar atividades extracurriculares na universidade e se hospedar em uma host family — isto é, a casa de uma família que participa dessa modalidade de programa e recebe intercambistas.

5. Participe de um programa de estágio no exterior

Fora as alternativas anteriores que mostramos e respondem à sua dúvida sobre “como posso fazer um intercâmbio?”, há o programa de estágio no exterior, outro meio que tem se popularizado nos últimos anos graças ao seu diferencial: o foco na vivência profissional dentro da sua área de formação.

Com ele, você ganha não apenas uma experiência de trabalho, mas também valoriza e diferencia o seu currículo. E é fácil entender o motivo disso, não é verdade?

Afinal, você aumenta o domínio sobre uma segunda língua, conhece novas culturas, tem a oportunidade de identificar o campo de atuação com o qual tem mais afinidade, pode vivenciar a rotina de trabalho de diferentes áreas e estabelecer uma boa rede de contatos capazes de transformar e alavancar a sua carreira tanto em nível nacional quanto internacional.

6. Envolva-se com um programa de voluntariado

Por fim, há uma sexta e última dica de como é possível fazer intercâmbio no exterior: envolva-se com um programa de voluntariado. Entretanto, antes de optar por essa modalidade, reflita e esteja seguro de que realmente deseja realizá-lo.

A razão disso é que o trabalho voluntário, além de não ser remunerado, é um constante exercício de comprometimento — e aprendizado — com causas sociais, humanitárias ou ambientais, por exemplo. É, sem dúvida, uma experiência enriquecedora que fornece bagagem cultural, desenvolve o pensamento crítico, fomenta uma formação humanitária e contribui para mudanças no mundo.

Por essa razão, é comum que, antes de embarcar, você passe por treinamentos e até mesmo triagens, independentemente de ir por meio de agência, empresa ou projetos desenvolvidos pelas Nações Unidas.

Agora, que a sua dúvida (“como posso fazer um intercâmbio?”) foi solucionada, escolha a alternativa que mais o atrai e se prepare com antecedência para ter todos os documentos em mãos, como passaporte, visto e certificado de proficiência em outra língua, e não perder os prazos do processo de inscrição/matrícula!

Se quiser saber mais a respeito da possibilidade de convênio, assine já a nossa newsletter!

As 6 melhores séries para te ajudar a passar no vestibular

Quem disse que não é possível aprender e estudar ao mesmo tempo em que você se diverte? No universo do entretenimento, não faltam produções cheias de referências aos conteúdos que você vê em sala de aula e que são cobrados no vestibular.

Porém, com tantos programas de TV, é difícil estabelecer quais são as melhores séries para acompanhar e, de quebra, impulsionar o aprendizado, não é mesmo?

Pensando nisso, reunimos seis sugestões que discutem desde momentos históricos a embasamentos científicos e questões da atualidade. Prepare a pipoca e acompanhe!

1. Roma

Para começar, há Roma, que foi uma produção da HBO em parceria com a BBC. Ela se centra no século I a.C. e mostra a ascensão de Roma como um império em meio a uma disputa interna de poder entre Júlio César e Pompeu Magno.

Por se tratar de um período da história de suma importância para a formação da Europa e do mundo ocidental, há diversos personagens baseados em pessoas que foram cruciais para os eventos que se desenrolaram, como Lucius Vorenus, Titus Pullo e Otávio Augusto.

2. Vikings

No mesmo formato de Roma, porém produzida pelo canal History, temos a série Vikings. Ela é ambientada na Europa medieval e retrata os séculos X a XII, quando os guerreiros vikings dominavam a Escandinávia — região formada por Dinamarca, Suécia, Islândia, Finlândia e Noruega.

Em meio a esse contexto, acompanhamos como a disputa de poder ocorria em uma civilização pagã e como eram as invasões a outros países que sofreram com os ataques deles, em especial a Inglaterra e a França.

3. The Crown

The Crown, por outro lado, é considerada uma das melhores séries biográficas já feitas pela Netflix, a queridinha dos usuários de serviços de streaming.

Afinal, fora os investimentos e a produção primorosa, o enredo aborda a trajetória da Rainha Elizabeth II e os principais acontecimentos que marcaram as últimas décadas na coroa britânica. Alguns exemplos são o nevoeiro de 1952, que cobriu Londres e deixou milhares de mortos, e a relação com as antigas colônias, em especial a Índia.

4. Auschwitz: The Nazis and the Final Solution

Outra obra imperdível é a série documental Auschwitz: The Nazis and the Final Solution, disponível na Netflix.

Simples e direta ao ponto, ela apresenta um dos mais emblemáticos campos de concentração criados durante a Segunda Guerra Mundial, que foi responsável por um dos mais terríveis extermínios em massa da humanidade.

Nele, milhões de judeus foram torturados, vítimas de experimentos científicos e dizimados pelas mãos dos nazistas.

5. The Big Bang Theory

Saindo um pouco das melhores séries históricas, há uma que certamente vai agradar aqueles que pensam em seguir a área de exatas: The Big Bang Theory.

O motivo disso é que, vira e mexe, há menções aos grandes nomes da física e da matemática, como Newton, Stephen Hawking e Aristóteles, além de explicações de teorias, como a das cordas, do buraco de minhocas e das ondas gravitacionais.

Ah, e para completar, o sitcom traz diversas referências às culturas pop e nerd de uma forma divertida e inteligente!

6. Black Mirror

Por fim, não podemos deixar Black Mirror de fora, não é verdade? Conhecida (e adorada) por muitos, a série retrata diferentes mas nem tão distantes assim realidades distópicas causadas pelo envolvimento da tecnologia nas relações humanas.

Como cada episódio conta uma história específica, é possível refletir e questionar sobre os mais diferentes assuntos, como o uso das redes sociais, a inteligência artificial, a chantagem virtual, a invasão de privacidade, o papel da internet nas eleições etc.

Gostou das nossas sugestões de melhores séries para aprender e estudar para o vestibular enquanto se entretém? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e combine com os amigos de assistirem a todas elas juntos!

O que fazer com minha nota no ENEM?

Se você estiver pensando em cursar o ensino superior para impulsionar a carreira, um assunto deve entrar a partir de agora na sua mente: a nota do Enem. Elaborado para avaliar a qualidade do ensino brasileiro, o Exame Nacional do ensino médio se transformou na principal porta de entrada para a maioria das universidades no país.

Além disso, a nota desse exame vem sendo utilizada como critério em diversos programas de estudo do Governo. Descubra a seguir em quais deles você pode se inscrever. Boa leitura!

Fies

Caso você queira estudar em uma instituição privada, mas precisa financiar seus estudos, o Fies (programa oferecido pelo Governo Federal) é uma excelente alternativa. Ele oferece financiamento estudantil exclusivamente para cursos superiores. A realização da prova do Enem é um dos principais critérios para a obtenção do custeamento.

A vantagem disso é que você pode pagar seu curso somente após concluí-lo, nesse caso os juros são baixíssimos e também é possível pagar seu débito em alguns anos após a graduação.

Os requisitos para o Fies são:

  • ter renda familiar de até dois salários mínimos e meio;

  • ter participado do Enem, a partir de 2010;

  • não ter zerado a prova de redação do Enem;

  • ter obtido no mínimo 450 pontos em cada avaliação (caderno de prova) do Enem.

Prouni

Criado pelo MEC (Ministério da Educação), o Prouni tem como meta oferecer bolsas de estudo em cursos superiores nas universidades privadas do país, que podem ser tanto parciais quanto integrais.

Para concorrer às vagas do programa, o estudante deve prestar o Enem, pois é com as notas obtidas no exame que ele poderá entrar na disputa.

Se a sua pontuação ficar dentro da nota de corte para a formação escolhida, você poderá estudar sem pagar mensalidade ou pagar apenas metade do valor, nos casos de bolsa parcial.

Os critérios para participar do Prouni são: renda familiar de até 3 salários mínimos e notas superiores a 450 em cada avaliação (caderno de provas) do Enem.

Além disso, você deve ainda cumprir, pelo menos, uma das exigências abaixo:   

  • ter completado o ensino médio inteiramente em escola da rede pública de ensino ou ter estudado em instituição particular com bolsa integral;

  • ter concluído o ensino médio parcialmente em escola da rede pública de ensino e parcialmente em instituição particular com bolsa integral;

  • ser deficiente;

  • ser educador/professor da rede pública de ensino básico, trabalhar na área no momento da inscrição, integrar o quadro efetivo da instituição e concorrer a vaga em cursos de licenciatura. Nesse caso, a renda familiar não é necessária.

Nossa Bolsa

O Nossa Bolsa é um programa do Governo Federal vinculado ao Governo do Estado do Espírito Santo. Ele foi criado para oferecer bolsas parciais e integrais em instituições particulares para estudantes de baixa renda que sempre frequentaram a rede pública.

O projeto dá a oportunidade de o estudante sem condições financeiras arcar com a parcela integral de uma faculdade particular, oferecendo a chance de se formar e ter um curso superior, preparando-o melhor para o mercado de trabalho.

Criado em 2006, o Nossa Bolsa já formou mais de 6 mil profissionais. O seu objetivo principal é oferecer bolsas de estudo para expandir o acesso ao ensino superior do estado.

Recentemente, o programa passou por uma expansão considerável. Hoje em dia, ele conta com 40 universidades parceiras e oferece bolsas em mais de 50 cursos de graduação.

Em 2018, serão ofertadas mais de 1.400 bolsas de estudo tanto para cursos presenciais quanto para cursos a distância. Também serão concedidas 25 bolsas para mestrado e 100 bolsas para iniciação científica. Com isso, o Governo do estado investirá cerca de R$ 23 milhões no programa.

Quem pode participar?

São aptos para se inscreverem no processo seletivo todos as pessoas que estudaram em instituições públicas de ensino do estado do Espírito Santo durante toda a educação básica. Poderá também entrar na disputa o aluno que frequentou o ensino fundamental ou médio em escola particular, mas com bolsa.

Como funciona?

A inscrição deve ser efetuada diretamente na página oficial do programa. Nela, você terá que informar os seguintes dados:

  • nome;

  • endereço;

  • nº de inscrição do Enem;

  • renda familiar;

  • nome da instituição pública em que completou o ensino básico.

Os analistas do programa receberão todas os dados e avaliarão conforme os critérios e notas maiores da prova do Enem. Dessa forma, se você for selecionado, será informado da sua vaga e terá um prazo para comparecer e tomar posse de sua bolsa.

Ciência sem Fronteiras

Para os estudantes que desejam estudar em outros países, o Enem é obrigatório para entrar na disputa por bolsas do Ciência sem Fronteiras. No processo de seleção, o desempenho acadêmico e o domínio de língua estrangeira são considerados.

Alunos com boas notas no Enem passam na frente. Para graduações “sanduíche” (na qual um determinado período é feito no exterior), é exigido, como nota mínima, 600 pontos.

Para facilitar ainda mais esse processo, algumas universidades oferecem programas de formação internacional. Nós da UCL, por exemplo, investimos em convênios com universidades estrangeiras e em parcerias que garantem oportunidades de desenvolver pesquisas em outros países e de fazer um curso de idioma fora do Brasil. As instituições conveniadas são:

  • University of California Berkeley, no Vale do Silício, nos Estados Unidos;

  • Hanze Institute of Technology (HIT), na Holanda;

  • École des Mines, na França.

Ingressar na faculdade privada sem prestar vestibular

Essa é uma oportunidade que pode convencê-lo a cursar uma faculdade privada. A nota do Enem permite que você possa entrar direto no curso desejado, sem precisar prestar vestibular!

Para isso, é só apresentar um desempenho no exame que atenda os critérios da instituição escolhida. Em muitas universidades, vale a nota de qualquer edição do Enem a partir de 2010. Em outras, somente a da prova mais recente. Nós da UCL aceitamos as notas de anos anteriores, já que os resultados do Enem desse ano só serão divulgados em janeiro de 2018.

Caso você tenha obtido uma boa nota nos últimos exames, não perca tempo e ingresse o quanto antes em uma faculdade para se qualificar mais cedo e conquistar melhores oportunidades de emprego. Afinal, tudo passa muito rápido e você não quer ficar indeciso quanto à sua carreira profissional por muito tempo, não é mesmo?

Viu só como a nota do Enem pode ajudá-lo de diversas formas nessa etapa tão importante da sua vida? Aproveite o gancho desta leitura e não deixe de conferir como funciona o processo seletivo da UCL!

 

Escolher o curso superior: 10 fatores que você precisa analisar

A maioria dos jovens passa por momentos de muitas dúvidas ao escolher o curso superior. Tal situação é bastante recorrente, seja devido à pressão dos familiares ou mesmo pela própria insegurança de ter que tomar uma decisão tão importante.

Mas não é preciso se desesperar. O ideal é encontrar maneiras de tornar essa fase mais tranquila, para que a escolha seja a mais consciente e acertada possível.

Pensando nisso, separamos alguns fatores que todo estudante deve levar em consideração antes de escolher uma profissão. Então, não deixe de ler os tópicos a seguir e refletir sobre cada um deles!

1. Suas preferências e aptidões

O primeiro passo — e talvez o mais importante deles — é uma boa dose de autoconhecimento para avaliar quais são os seus gostos, suas habilidades e preferências dentro das áreas de estudo.

Conseguir identificar esses pontos faz toda a diferença para que você não seja um estudante frustrado e um profissional insatisfeito no futuro. Afinal de contas, tudo isso influencia na nossa felicidade.

Portanto, comece a pensar melhor sobre a sua personalidade, as disciplinas que você mais se identifica, os tipos de atividades que gostaria de fazer, enfim, tudo o que puder ajudar na definição de um caminho profissional.

Normalmente, uma das primeiras decisões é optar pela área de humanas, exatas ou biológicas. A partir de então, você deve pesquisar melhor sobre as opções de curso dentro do ramo escolhido.

2. Tendências do mercado de trabalho

Ter uma visão geral de como anda o mercado de trabalho também é fundamental, já que provavelmente você vai precisar de um emprego ou de oportunidades para abrir o seu negócio.

Por isso, ainda que você tenha um sonho em mente, procure saber quais são as perspectivas para aquela área, se o mercado está saturado, que tipos de profissionais e diferenciais estão sendo requisitados, entre outros aspectos.

Tudo isso contribui para que a sua escolha seja mais consciente. Logo, vale a pena fazer pesquisas na internet, ler revistas, conversar com profissionais formados e procurar quaisquer outros tipos de referências para embasar a sua decisão.

Nessa hora, busque conciliar os resultados das tendências pesquisadas com os seus desejos e preferências. Fazer um curso que está “na moda” pode ser um erro, assim como investir em algo que não tem muito futuro só porque você gosta muito daquilo — nesse caso, talvez seja melhor manter como um hobby

3. Grade curricular do curso

Saber o que você vai estudar ao escolher o curso superior é como ler o resumo de um livro ou a sinopse de um filme. Tal medida permite que você tenha uma ideia do que virá pela frente durante os anos dedicados aos estudos.

Aliás, muitas vezes esse é o fator decisivo para que você se encante pelo curso ou desista de vez dele. Mas é bom não criar tanta expectativa, pois, mesmo que seja uma área de seu interesse, sempre haverá uma disciplina ou outra que não é tão agradável — ou seja, não desanime por conta disso!

4. Áreas de atuação

O que eu vou fazer depois de formado? Atualmente, as profissões são bem amplas e cheias de oportunidades. Isso quer dizer que, se você fizer o curso de Letras, por exemplo, não necessariamente será um professor da área.

Sendo assim, analise quais são as opções de atuação que os cursos que você anda pensando em fazer oferecem. Além do mais, ter esse tipo de referência favorece que a sua formação seja mais focada, contribuindo para o seu plano de carreira.

5. Áreas de especialização

Talvez a formação do curso não lhe garanta imediatamente a carreira dos seus sonhos, mas, ainda assim, confira se as alternativas de especialização dentro da sua área não poderão ajudá-lo a chegar aonde você deseja.

É interessante pensar a longo prazo nesse momento, já que possivelmente você tem muitos anos de trabalho pela frente. Inclusive, não pense que você terá que ficar totalmente preso à sua formação inicial pelo resto da vida — a insatisfação é um dos primeiros passos para fazer outras especializações e encontrar novas oportunidades.

6. Remuneração média do profissional

Não dá para negar que a remuneração financeira na maioria das vezes é um fator importante, não é mesmo? Até porque as responsabilidades tendem a aumentar com o tempo, e as contas sempre chegam.

Sem falar que manter um bom padrão de vida, com qualidade e conforto, é uma aspiração de muitas pessoas — sobretudo de quem deseja formar uma família, garantir um bom futuro aos filhos ou simplesmente viajar o mundo.

O salário pode não ser o ponto mais decisivo, mas também é relevante. Por isso, vale contar com a internet para pesquisar como anda a remuneração média de um profissional da área.

7. Instituições que oferecem o curso

Se você finalmente tem uma ideia de qual curso (ou quais cursos) deseja fazer, o próximo passo deve ser procurar quais instituições de ensino oferecem vagas para que você possa iniciar seus estudos.

Nesse momento, é essencial considerar alguns fatores como localização, qualidade do ensino, infraestrutura, reputação no mercado de trabalho, entre outros.

Para isso, a internet mais uma vez pode ser uma boa aliada para que você pesquise os rankings das instituições (como as notas do Enade — Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e conheça um pouco mais sobre elas.

8. Viabilidade financeira

Depois de encontrar boas opções no mercado de ensino, verifique quais são os custos envolvidos ao optar por cada uma delas. Esse pode ser um fator determinante para que você escolha entre uma ou outra.

Portanto, faça uma estimativa de gastos para analisar a viabilidade financeira de fazer um curso em uma instituição X ou Y. Procure saber sobre preços de mensalidades, custo de vida, opções de financiamento etc.

Por exemplo, mudar-se para outra cidade para estudar em uma universidade pública pode acabar saindo mais caro do que escolher uma instituição privada — logo, fique atento e não desconsidere este passo.

9. Oportunidades oferecidas pela instituição

Além da qualidade do ensino, há outros fatores oferecidos pela faculdade que podem ser bastante atrativos. Entre eles estão as oportunidades de monitorias, estágio, iniciação científica, parcerias para intercâmbio etc.

Essas atividades extras potencializam a capacitação do aluno e a vivência no ambiente acadêmico. Se você pensa em abrir um negócio, por exemplo, não deixe de considerar instituições que possuem uma empresa júnior.

10. Processos seletivos

Por fim, não perca tempo e procure saber como é o processo seletivo das instituições escolhidas. O quanto antes você começar a se preparar, provavelmente será melhor para garantir a sua vaga.

Verifique se o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) pode ser utilizado para a seleção de alunos ou se é preciso fazer uma prova de vestibular específica. Então, dedique-se aos estudos com seriedade para se tornar um profissional bem-sucedido!

E aí, gostou das nossas dicas para escolher o curso superior? Se você tem interesse pelo assunto, não deixe de assinar nossa newsletter para receber nossas próximas publicações!

 

ENEM 2017: o que todo estudante precisa saber

 

O Exame Nacional do Ensino Médio é um dos momentos mais aguardados pelos estudantes. Afinal, é a oportunidade de testar seus conhecimentos e, principalmente, garantir sua entrada em uma universidade.

Porém, com as recentes mudanças promovidas pelo MEC, as dúvidas sobre o processo aumentaram para quem vai fazer as provas do ENEM pela primeira vez.

Pensando nisso, preparamos um post especial com todas as informações sobre o assunto — além, é claro, de dicas indispensáveis para você garantir um ótimo resultado. Acompanhe!

Quais são as principais mudanças do ENEM?

Em 2017, o ENEM sofreu algumas mudanças significativas que abrangem desde a inscrição até a realização das provas. Por esse motivo, reunimos as principais a seguir para explicar o que são e como essas alterações podem impactar sua experiência durante o exame.

Valor da inscrição

A primeira mudança diz respeito ao valor da taxa de inscrição do ENEM. Muitos estudantes achavam que o valor permaneceria similar ao de 2016, que era de R$ 68,00. Contudo, em 2017, ele passou a ser de R$ 82,00. O aumento está ligado a uma correção monetária realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.

Isenção da taxa de inscrição

Se você pretende solicitar a isenção da taxa de inscrição é preciso ficar atento, já que também houve uma mudança nesse aspecto. Antes, estavam isentos automaticamente os estudantes que concluíam o Ensino Médio em escola pública e aqueles que possuíam família de baixa renda.

Agora, além dessas duas alternativas, há possibilidade de isenção para aqueles que participam de programas sociais. Para ter acesso a esse benefício é preciso, no ato da inscrição, informar o CPF ao sistema que, por sua vez, vai atestar a autenticidade da informação no CadÚnico, o Cadastro Único para Programas Sociais.

Certificação do Ensino Médio

Essa mudança, diferentemente das demais, atinge uma parcela específica que sempre estava presente na realização do ENEM. Trata-se daqueles participantes que utilizavam o resultado do exame para obter a certificação do Ensino Médio, não para concorrer às vagas em universidades e demais instituições de ensino que oferecem cursos de graduação.

Por isso, a partir de 2017, ele vai passar a ter apenas uma finalidade: o acesso dos estudantes ao ensino superior no Brasil, independentemente da região ou da cidade escolhida por você ao se inscrever no Sisu, o Sistema de Seleção Unificada.

Troca das datas das provas

Outra modificação é em relação às datas de realização das provas. Nas edições anteriores, os participantes sempre fizeram em dois dias seguidos: sábado e domingo. Porém, depois de consulta pública realizada pelo MEC, o exame passa a ser realizado em dois domingos consecutivos.

Com a mudança, é possível ter uma semana a mais para revisar conteúdos, investir na resolução de simulados ou mesmo descansar a mente caso você já esteja seguro de que assimilou adequadamente todos os conteúdos para o ENEM.

Divisão das matérias

Devido à troca das datas de realização das provas, houve, em paralelo, uma alternância na divisão das matérias. Antes, aqueles que prestavam o exame tinham que realizar no primeiro dia a redação e as provas de linguagens e matemática. Já as demais áreas de conhecimento, por sua vez, ficavam para o segundo dia.

Desta vez a redação e a prova de linguagens será acompanhada da prova de ciências humanas. Enquanto isso, o exame de matemática passa a ser concomitante ao de ciências da natureza. Portanto, é preciso redobrar os cuidados para se preparar corretamente de acordo com os temas específicos de cada dia.

Como o exame funciona?

Há pouco você leu sobre as principais mudanças ocorridas no ENEM em 2017. Agora, você vai conferir um passo a passo pensado para minar suas dúvidas sobre o processo, que vai desde o momento da inscrição até a hora de concorrer a uma vaga na universidade.

Além disso, explicamos também o que é o famoso conceito de TRI utilizado pelo MEC durante a validação das suas respostas e como ele pode impactar positiva ou negativamente a sua nota.

Inscrição

Para começar, você deve fazer a sua inscrição no site do INEP, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, durante o período estipulado pelo MEC para esse processo. Para isso, será necessário ter em mãos os seguintes dados: RG, CPF e endereço da sua residência.

Uma vez inseridas essas informações e o município no qual você deseja realizar a prova, será o momento de criar uma senha para que apenas você tenha acesso à “página do participante” na plataforma. Nela, será possível ver, por exemplo, os seus resultados.

O próximo passo é indicar qual idioma você deseja para a prova de língua estrangeira — inglês ou espanhol. Nessa fase é importante escolher com sensatez, afinal, essa decisão pode impactar (e muito) o seu desempenho!

Por fim, é hora de emitir a GRU, a Guia de Recolhimento da União, ou solicitar isenção — disponível para estudantes com família de baixa renda, inscritos em programas sociais ou que estejam matriculados no 3º ano em escola da rede pública de ensino.

Lembre-se que é possível, no ato da inscrição, indicar a necessidade de atendimento especializado ou específico nos dias das provas. O primeiro é destinado a quem possui deficiências físicas, como dificuldade parcial ou total de locomoção. Já o segundo é voltado para quem tem doenças crônicas ou está gestante, por exemplo.

Definição do local das provas

Uma vez confirmado o pagamento da GRU ou a isenção, conforme previsto no regulamento, você terá acesso, por meio da plataforma, ao cartão de confirmação de inscrição. Nele vai estar contido, além dos seus dados, o local das provas.

É importante ressaltar que, embora você possa indicar o município onde queira realizá-las, a escolha do espaço físico (a instituição) é feita exclusivamente pelo MEC.

Realização das provas

As datas nas quais as provas vão ser aplicadas ocorrerão em dois domingos seguidos. Conforme já citamos, o primeiro dia será destinado à redação e às provas de ciências humanas e linguagens. Já o segundo, por sua vez, será voltado às provas de matemática e ciências da natureza.

Vale ficar atento a um detalhe importante: o tempo de duração não é o mesmo nos dois dias. Enquanto no primeiro você vai ter 5 horas e 30 minutos para concluir todas as questões e finalizar a redação, no segundo o período será de 4 horas e 30 minutos.

Resultado

Você concluiu as provas e está ansioso pelo resultado e as possibilidades que ele acarreta, não é mesmo? Contudo, será preciso esperar pelo MEC. A divulgação das notas se dá um par de semanas depois da realização do ENEM na sua “página do participante”.

Para conferi-las de acordo com cada área específica do conhecimento, basta entrar na plataforma com o número do seu CPF e a senha que foi gerada à época da inscrição.

Sisu

Ciente do resultado, você vai participar do Sistema de Seleção Unificada para concorrer, com os demais estudantes que realizaram o ENEM — de acordo com a sua modalidade, seja concorrência ampla ou por cotas — um vaga em dois cursos que desejar.

A candidatura pode ser realizada, por meio do site do Sisu, não apenas para universidades e instituições de ensino do seu estado, mas também para as demais regiões do país. Durante os dias em que o processo de seleção ocorrer, haverá, a cada 24 horas, a geração de uma nova nota mínima, a chamada nota de corte.

Para que você permaneça concorrendo, é necessário ter a média final de todas as áreas de conhecimento superior à nota de corte. Como é possível escolher duas opções de cursos, redobre a sua atenção, pois, se você for selecionado na primeira opção, estará automaticamente fora da segunda.

Porém, caso você não seja selecionado na primeira chamada em nenhuma das duas alternativas, será possível participar da lista de espera que é formada pelos participantes classificáveis.

Conceito de TRI

Você tem dúvidas sobre como a sua nota será calculada? Se sim, saiba que nesse processo é utilizado o conceito de TRI, isto é, a Teoria de Resposta ao Item. Se você não a conhece ou mesmo nunca ouviu falar a respeito, não se preocupe, nós a explicamos para você.

Essa metodologia é utilizada para detectar aqueles participantes do ENEM que acertam questões por meio de “chutes”. Para tanto, cada área de conhecimento é dividida em 3 blocos — de forma irregular pelo caderno de questões — de acordo com o seu nível de dificuldade: fáceis, médias e difíceis.

Se você acerta muitas perguntas difíceis e erra aquelas consideradas fáceis e médias, o sistema de correção de gabaritos vai utilizar esse conceito e entender que há algo incomum quanto às suas respostas. O motivo disso é que, matematicamente falando, o correto é justamente o oposto.

Com isso, o valor dessas questões, por mais que estejam certas, será reduzido e a sua nota final vai ser menor que o esperado. É por esse motivo que, mesmo que você e seus amigos tenham acertado a mesma quantidade de questões, cada um terá uma nota final individual.

Por que se dedicar ao exame?

Uma dúvida recorrente entre os estudantes do Ensino Médio é por que se dedicar aos estudos para obter um bom resultado no ENEM se há outras opções de vestibular em paralelo a ele. Acontece que o Exame Nacional do Ensino Médio funciona como uma porta de entrada democrática ao ensino superior no país.

Para se ter ideia, ele é aceito por inúmeras instituições, tanto públicas quanto privadas, nas cinco regiões do Brasil. Ou seja, você tem mais liberdade de escolha e pode avaliar uma série de aspectos — como concorrência, infraestrutura e qualidade de ensino — ao tentar uma vaga na graduação.

Além disso, a nota do ENEM pode ser utilizada por você para obter financiamento estudantil, como o FIES, ou bolsa de estudos, como o ProUni, caso deseje fazer um curso em uma universidade particular. Mas não acabam aí as particularidades do ENEM.

Afinal, já é possível usar esse exame, inclusive, como processo seletivo em mais de 20 universidades portuguesas, conforme levantado pelo G1. Ou seja, a gama de opções para o futuro de quem se dedica à prova é vasta.

É por essa razão que o ENEM é cada vez mais visto como um investimento para quem deseja ter uma carreira de sucesso, estabilidade financeira, independência e ser bem-sucedido.

Que dicas todo estudante pode aproveitar?

Depois de ter lido sobre a importância da prova do ENEM, nada melhor do que se preparar e potencializar os estudos para garantir a aprovação desejada, não é mesmo? Por isso, reunimos, a seguir, algumas dicas que vão ajudar você nessa missão.

Monte um cronograma de disciplinas

A nossa primeira dica é bastante simples: estabeleça um cronograma de estudos. Ele será nada mais do que um planejamento que vai ajudar você a se organizar e otimizar o seu aprendizado. Para começá-lo, delimite os dias e horários em que você vai ler ou realizar exercícios.

Feito isso, determine quando você vai estudar matemática, física, biologia, português e assim sucessivamente. É importante que você encontre um espaço para cada disciplina e, de fato, equilibre o tempo dedicado para cada uma delas.

Afinal, a variação de matérias impede que você fique saturado do mesmo assunto e o principal: auxilia você a ficar nivelado em todas as áreas de conhecimento cobradas no ENEM para que seu resultado seja ainda melhor do que o esperado.

Escreva uma redação semanalmente

Uma dica que também será de grande valia para os seus estudos é escrever uma redação por semana. Você pode se valer, por exemplo, do assunto mais frequente naquele período e dissertar sobre ele. Esse é um exercício de aperfeiçoamento que traz muitas vantagens, a começar pela cronometragem do tempo.

Isso acontece porque você pode monitorar quantos minutos são necessários para concluir a redação e, a partir disso, trabalhar para que seu texto seja mais ágil e fluido. Além do mais, você tem contato com diferentes temas e amplia sua bagagem de conhecimento, o que permite que você tenha mais embasamento ao escrever sobre os mais variados assuntos.

Outro ponto importante é que o hábito de escrever constantemente vai auxiliar você a identificar, revisar e corrigir seus erros mais frequentes, sejam eles de coesão textual, de origem gramatical ou mesmo aqueles problemas ortográficos que sempre passam despercebidos.

Faça simulados

Ao estudar para o ENEM, que tal potencializar o aprendizado incluindo simulados como atividade complementar aos seus estudos? Você pode baixar pela internet diferentes versões do exame e, literalmente, simular como se estivesse fazendo o deste ano.

Uma sugestão muito boa, inclusive, é separar as áreas de conhecimento conforme as recentes mudanças feitas pelo MEC. Dessa forma, a experiência fica mais realista, e você também pode analisar o tempo que leva para concluir todas as 180 questões.

Fora isso, há simulados que contêm algumas ou mesmo todas as questões retiradas de edições anteriores do Exame Nacional do Ensino Médio, o que é um excelente termômetro para você avaliar seu desempenho atual.

Tire suas dúvidas

Seja ao fazer os simulados, realizar exercícios ou mesmo no ato de ler, é comum que surjam dúvidas. Afinal, você precisa formular perguntas e identificar problemas para obter respostas. Por isso, não as ignore! Elas são fundamentais para que você compreenda, de fato, o que está estudando e não apenas decore o conteúdo.

Tenha sempre em mente que às vezes aquele questionamento, por mais “bobo” que pareça, pode se tornar uma ou mais questões nas provas do ENEM. Portanto, anote todas suas dúvidas e recorra, sempre que necessário, aos seus professores para saná-las. Eles serão grandes aliados para o seu aprendizado!

Utilize técnicas de estudo

Outra dica para estudar para o ENEM é adotar técnicas que amplifiquem a sua capacidade de memorização e assimilação do conteúdo. Um exemplo é a técnica pomodoro, que se baseia em 4 ciclos de 25 minutos — nos quais você vai se dedicar à realização de exercícios e/ou leitura — e 3 ciclos de descanso de 5 minutos entre eles.

Ao término da primeira hora, há um quarto período de descanso, mas dessa vez de 30 minutos. Essa metodologia tem como principal intuito garantir que você realize as atividades que se propõe sem interrupções ou distrações. Com isso, sua produtividade e seu nível de concentração aumentam.

Elabore resumos das matérias

Essa é uma dica que pode ser bastante útil para os seus estudos se você for o tipo de estudante com dificuldade em absorver conteúdos históricos e geográficos, por exemplo. Isso é possível porque, ao mesmo tempo em que você lê os livros de história e geografia, você vai fazendo anotações e montando resumos em tópico que vão ajudar a fixar os pontos mais importantes do texto.

Assim, quando precisar encontrar determinado assunto ou relembrar algum fato, não será preciso ler páginas e mais páginas novamente. Ao contrário, basta recorrer a esse material que você mesmo criou.

Mantenha a leitura em dia

A leitura é um aspecto essencial no seu dia a dia e que não pode ser deixado de lado se você deseja alcançar um bom resultado e, consequentemente, começar uma graduação em uma instituição de ensino superior. Mas não se engane: ler mais não quer dizer se restringir apenas a conteúdos para as provas do ENEM.

Ao contrário, você pode (e deve) ter como objeto de leitura coisas que lhe agradam e despertam o seu interesse, como livros, revistas etc. Todos esses materiais vão ser de grande valia para ampliar seu vocabulário e sua interpretação textual.

Tenha um ambiente de estudo tranquilo e organizado

Além das dicas anteriores, não deixe de atentar ao local onde você estuda. O motivo disso é que a desorganização é um fator que estimula a distração e a procrastinação. Por isso, ao terminar de ler este post, arrume sua mesa ou escrivaninha e deixe o espaço dedicado para seus livros, cadernos e demais materiais.

Outro ponto com o qual você deve redobrar os cuidados é o silêncio no momento em que você se dedica aos estudos. Assim como a falta de organização, o barulho é um grande inimigo da concentração e da produtividade. Portanto, sempre dê preferência aos cômodos que sofram o mínimo de interferência dos barulhos externos.

Use a tecnologia a seu favor

Uma dica bastante útil — da qual muitos estudantes tendem a não se dar conta — é usar a tecnologia como uma aliada. Afinal, redes sociais e aplicativos, sejam no computador ou no telefone, não funcionam apenas para fins de entretenimento. Existe muito conteúdo desenvolvido para ajudar pessoas que querem ampliar o aprendizado.

Por exemplo, você quer melhorar a leitura e a escrita em inglês para a prova do ENEM? Então se inscreva em canais no YouTube que são comandados por nativos, como o Anglo-Link e o Learn English with Papa Teach Me, que trazem dicas e macetes para uma melhor compreensão do idioma.

Já para os smartphones, há aplicativos, como o História do Brasil e o Redação Nota 1000, que abrangem conteúdos essenciais para a redação e a prova de ciências humanas com questões e exercícios rápidos e práticos, por exemplo.

Descanse adequadamente

Por fim, mas não menos importante, trate de descansar adequadamente! Lembre-se que de nada adiantará você passar o dia (ou mesmo a noite) estudando se não dormir adequadamente por, no mínimo, oito horas diárias.

O sono desempenha um papel fundamental no seu bem-estar físico e psicológico, ou seja, além de ajudar você a recuperar energia, ter mais disposição e garantir as defesas do organismo contra doenças e infecções, ele também traz benefícios para o bom funcionamento do seu cérebro.

Um dos benefícios mais valiosos e importantes para quem é estudante é que ele ajuda a evitar a fadiga mental que pode afetar drasticamente a sua capacidade de memorizar e se concentrar. Portanto, assim como você deve criar o hábito de seguir um cronograma de estudos, desenvolva uma rotina de descanso apropriada.

Agora que você já sabe tudo sobre o ENEM, é hora de se preparar para as provas e garantir a aprovação em um curso do ensino superior. Dessa forma, você vai trilhar o seu caminho para ter uma carreira profissional de sucesso.

Por isso, não deixe de seguir nossas dicas para você maximizar o seu aprendizado e assimilação de conteúdos e garantir um ótimo resultado!

Aproveite também e assine já a nossa newsletter para receber outros macetes essenciais para intensificar o seu estudo!