6 tendências que apontam o futuro do varejo

Pesquisar sobre o seu mercado de trabalho é uma das maiores tarefas para quem deseja ter mais sucesso. Buscar novidades e entender o futuro do varejo, por exemplo, é fundamental para acompanhar o comportamento do consumidor.

Quando estamos atentos aos hábitos de compra do nosso público, fica bem mais fácil satisfazer as suas necessidades. Nesse sentido, o setor de varejo tem passado por algumas mudanças que merecem maior atenção, especialmente no que diz respeito à tecnologia.

Então, para não ficar de fora do assunto, confira o post a seguir descubra quais são as principais tendências da área.

1. Facilidades no pagamento

Uma das grandes vantagens que as ferramentas tecnológicas trouxeram para a experiência de compra foi facilitar todo o seu processo, principalmente simplificando o pagamento — que é um tipo de benefício que você pode oferecer ao seu cliente.

Um dos casos mais recorrentes nesse aspecto são os aplicativos de Mobile Payment, que não exigem a necessidade de passar o cartão de crédito/débito ou entregar o dinheiro à vista no momento da compra.

Inclusive, pode-se esperar o surgimento de novas tecnologias que deixem os pagamentos ainda mais rápidos e mais seguros. Por exemplo, a utilização de informações biométricas — como as impressões digitais, varredura de íris e o reconhecimento facial — deve ser a próxima tendência nesse contexto.

2. Sistema de conveniência

O consumidor quer decidir o que e onde comprar. Por isso, é importante estar presente nos mais diversos meios de comunicação e venda. Virtual ou fisicamente, é preciso estar disponível para que o público faça suas escolhas de acordo com o que ele julga mais conveniente.

Alguns dos principais fatores que influenciam esse processo é o atendimento, o tempo e a comodidade. Isso quer dizer que, por vezes, pode ser mais conveniente para o cliente procurar pelo produto na loja física, enquanto em outros momentos ele pode preferir fazer compras pela internet. Logo, não desconsidere nenhuma alternativa!

3. Preços digitais

Quem tem o costume de comprar em lojas virtuais provavelmente já percebeu que os preços mudam frequentemente. A concorrência e a facilidade de trocar os valores, fazer promoções ou oferecer cupons de desconto fazem com que os preços dos produtos sejam mais sensíveis no mundo online.

A partir disso, identificou-se que essa também seria uma vantagem para as lojas físicas. A exibição dos preços aos clientes de forma digital permite que reajustes sejam feitos de maneira mais simples e rápida.

Considerando um supermercado como exemplo, se o seu principal concorrente faz uma oferta significativa de determinado produto na semana, ele pode perder muitas vendas se não tiver uma estratégia ágil e eficiente para pôr logo em prática.

Em muitos casos — sobretudo para quem ainda utiliza muito papel — a remarcação dos valores é capaz de levar tempo. Isso dificulta o trabalho e pode afetar a sua competitividade. Sendo assim, nada melhor do que contar com a tecnologia para ser mais eficaz.

4. De omnichannel à omniexperience

Há algum tempo, o mercado já ditava a necessidade de convergir os canais utilizados pelas empresas. A integração das lojas físicas e virtuais fez com que os clientes não enxergassem muitas diferenças entre o mundo online e o offline.

Contudo, isso não é mais uma novidade. O desafio agora (e que fará toda a diferença para os próximos anos) é conseguir aprimorar ainda mais a experiência do consumidor, fazendo com que ele transite entre os canais de forma livre e inovadora. 

As lojas precisam ser um ponto de contato com o cliente, que traduza os valores e as intenções da marca. Para isso, será preciso trabalhar a interatividade e oferecer soluções cada vez mais criativas.

Ou seja, o que conta não é apenas apresentar a diversidade de canais, mas trabalhar as estratégias para melhorar a experiência de compra do cliente.

5. Mobilidade no PDV

Reforçando a ideia de que as lojas físicas deixam de ser o único e principal ponto de venda (PDV), a bola da vez agora é apostar na mobilidade. A jornada de consumo também evoluiu como consequência dos avanços tecnológicos.

Segundo Marcos Gouvêa de Souza, PDX seria o novo termo apropriado para designar a multiplicidade de funções que um ponto de venda deve assumir. O X representa tudo: serviços, experiências, educação, soluções, relacionamento, interação, atualização — inclusive a venda de um produto.

As expectativas do outro lado cresceram e é necessário que as equipes estejam preparadas e empoderadas para atuar nesses espaços. Como exemplo, Marcos cita uma loja da Nike no Soho (em Nova York), que em seus cinco andares oferece diversas experiências, customização de produtos, orientações, treinos, consultoria esportiva e “até” vende produtos.

Tudo isso ajuda a fortalecer a marca, agregando valor e diferenciando-a das demais. Além disso, demonstra que o foco da empresa está em acolher os seus clientes e proporcionar a eles um atendimento único e especial — o que é bem mais abrangente que a ideia tradicional dos antigos PDVs.

6. Personalização

No fim das contas, o que as pessoas querem é encontrar aquilo que elas procuram, certo? Mas se isso acontecer de um modo prático, cômodo e personalizado, melhor ainda.

Acontece que antes não era possível identificar os gostos e as necessidades dos clientes. Cada um deles entrava nas lojas e só era possível medir o volume de vendas e, com o tempo, algumas das suas preferências.

No entanto, hoje em dia — principalmente com a ajuda da internet — é muito mais fácil entender quem está por trás do consumo do seu produto. Com isso, a comunicação com cada perfil que compõe o seu público (conhecidos como nichos ou tribos) pode ser mais assertiva, propondo um atendimento mais personalizado.

Logo, utilizar os dados virtuais pode ser essencial para traçar táticas mais efetivas, que realmente contribuam para os seus resultados. Para se ter uma ideia, isso foi o que a Netflix fez para criar um dos seus grandes sucessos — a série “Stranger Things”.

Ao perceber o interesse dos assinantes por conteúdos dos anos 90, eles resolveram criar um seriado específico para atender essa demanda. Na prática, esse tipo de estratégia tem tido efeitos muitos positivos na conquista e fidelização de clientes.

Enfim, se você trabalha com a área de varejo, saiba que manter-se atualizado é uma verdadeira missão. Essa é a melhor maneira de não ficar em desvantagem em relação à concorrência, contribuindo para o sucesso do negócio e também para a sua carreira.

Gostou das nossas dicas sobre as tendências que apontam o futuro do varejo? Então, que tal compartilhar este post nas suas redes sociais para ajudar a divulgar essas informações? Aproveite para mostrar como você está antenado com as novidades!

Como trabalhar com marketing digital?

Com a presença cada vez mais indispensável da internet e das mídias sociais no cotidiano de pessoas e empresas, muito se vem falando sobre um tipo de marketing diferente do tradicional, com foco exclusivo no ambiente online. Mas, você já sabe como trabalhar com marketing digital? Já parou para pensar em quais formações e habilidades são exigidas para atuar na área?

Para responder a essas e outras dúvidas sobre o assunto, preparamos o artigo de hoje. A seguir, entenda qual a formação necessária para dominar os conceitos de marketing digital na prática e conseguir uma colocação na área, bem como a importância da especialização para o mercado em questão. Vamos lá? 

O que faz o profissional de marketing digital?

Por se tratar de uma área relativamente nova, interessante e promissora, é normal que cada vez mais profissionais desejem entrar para o campo. Sendo assim, para saber como trabalhar com marketing digital, uma profissão do futuro, nada melhor que entender o que o profissional desse segmento faz, não é verdade? 

Para começar, é preciso entender que chamamos de marketing digital o conjunto de estratégias e atividades executadas online por uma empresa com o objetivo de crescer, ampliar o alcance de seus produtos e serviços, vender mais e, também, manter um relacionamento valioso com o cliente, solucionando os seus problemas na hora exata e fidelizando-o.

Para que isso aconteça, o profissional de marketing digital deve transformar a empresa para a qual trabalha em uma autoridade em seu segmento, realizando ações como:

Gestão de redes sociais

Difícil pensar em quem não esteja presente em, pelo menos, uma rede social nos dias de hoje, não é mesmo? Diante desse cenário, as empresas que desejam colher os frutos do marketing digital precisam marcar presença nelas também, justamente onde seus clientes e futuros clientes estão.

Por meio delas, torna-se possível interagir com o seu público-alvo e publicar conteúdos interessantes e relevantes para ele. Para isso, o profissional da área deve:

  • conhecer as principais redes sociais;
  • estar constantemente atualizado;
  • elaborar conteúdos que atraiam leads;
  • analisar métricas e resultados desses canais.

Produção de conteúdo

É justamente por meio da produção de conteúdos ricos que uma empresa adquire a imagem de autoridade em determinado tema. Para isso, o profissional de marketing digital deve:

  • gostar de escrever;
  • realizar pesquisas e estar em constante aprendizado;
  • ser criativo;
  • saber produzir em certo ritmo.

Uso de ferramentas SEO

Para que as pessoas encontrem o seu conteúdo em meio a tantos outros, é fundamental contar com o auxílio das técnicas de Search Engine Optimization (SEO), de modo a melhorar o ranqueamento da ssuas páginas perante os mecanismos de busca (como Google e Yahoo). Aqui, é preciso:

  • conhecer as técnicas de otimização;
  • saber ao menos um pouco sobre HTML;
  • buscar sempre por conhecimento na área.

Análise de resultados

De nada adiantará fazer todo o trabalho listado acima se, na prática, o devido acompanhamento e a mensuração de resultados não forem feitos.

Isso porque somente assim será possível perceber se as estratégias de marketing digital de fato estão alcançando seus objetivos principais, apontando aquilo que está dando certo e o que precisa ser melhorado. Esse trabalho pode ser feito por meio de:

  • análise de métricas;
  • uso de ferramentas próprias para essa análise, como o Google Analytics.

Quais as habilidades requeridas para trabalhar na área?

Assim como em qualquer campo de atuação, o profissional que deseja trabalhar com marketing digital conta com uma série de habilidades fundamentais para que a função seja cumprida com excelência.

Aqui, o interessante é que, mesmo que você não conte com algumas dessas habilidades, é possível desenvolvê-las e trabalhá-las — basta estar realmente disposto e ter dedicação.

Abaixo, listamos algumas das principais:

  1. vontade de aprender;
  2. familiaridade com o ambiente digital;
  3. saber trabalhar em equipe;
  4. não ter receio em trabalhar com métricas;
  5. dominar ferramentas de marketing digital;
  6. cumprir tarefas com dinamismo;
  7. ter independência no trabalho;
  8. ter interesse em pesquisar e se manter em constante atualização.

Qual formação ter para trabalhar com marketing digital? 

Se você deseja trabalhar com marketing digital, deve primeiramente procurar por uma formação na área da comunicação, uma vez que não há (ao menos no Brasil) uma graduação específica para isso. Alguns dos principais cursos procurados nesse sentido são:

  • marketing;
  • publicidade e propaganda;
  • relações públicas;
  • jornalismo.

Dando esse primeiro passo, o futuro profissional de marketing digital entrará em contato com conceitos fundamentais a serem aplicados posteriormente no ambiente digital. Dessa forma, quando ele estiver trabalhando na área, já contará com uma visão ampla de todo o sistema.

Agora, você provavelmente deve estar se perguntando sobre como ingressar de vez no marketing digital e conseguir uma colocação no mercado, certo? É sobre isso que falaremos no item a seguir.

Qual a importância da especialização?

Em meio a um mercado cheio de desafios, que valoriza cada vez mais aqueles profissionais qualificados e que estão em constante atualização, fazer uma pós-graduação em marketing digital é certamente uma escolha inteligente.

Considerando que o marketing digital é um campo que vem gerando demanda crescente, para estar sempre um passo a frente e conquistar uma boa colocação, é preciso contar com bastante conhecimento técnico e, claro, com uma visão estratégica para inovar.

Em uma pós-graduação na área, serão abordados os principais conceitos e práticas essenciais para que o profissional seja capaz de gerenciar campanhas, realizar todas as tarefas que mencionamos ao longo deste artigo e trabalhar com as análises de dados, de modo a maximizar ainda mais os resultados.

Contudo, lembre-se de que é preciso procurar primeiramente por uma instituição de qualidade, que tenha boa reputação perante o mercado e conte com um corpo docente amplamente especializado.

Agora que você já sabe como trabalhar com marketing digital, que tal buscar por uma formação na área e desenvolver na prática os principais conceitos e habilidades requeridos pela função? Por fim, lembre-se de que a demanda é constante e de que a maioria das empresas que buscam crescer e vender mais já aplica estratégias de marketing digital em suas campanhas!

E então, restou alguma dúvida sobre o assunto? Compartilhe conosco suas perguntas e opiniões deixando um comentário no post. Até a próxima!

A pós-graduação em gestão de pessoas ensina algo para a vida real?

Para conquistar melhores colocações, é indispensável dar um passo a mais e investir na educação continuada. Isso quer dizer que um profissional que, após obter uma formação, busca por uma especialização está alinhado àquilo que o mercado vem exigindo. A pós-graduação em gestão de pessoas, por exemplo, é ideal para quem deseja otimizar seu trabalho no setor de Recursos Humanos.

Cada vez mais procurada por profissionais do ramo, essa especialização foca na habilidade de potencializar talentos dentro da empresa, compondo assim equipes mais eficazes. Contudo, o que você também precisa saber é que ela também apresenta vantagens para a vida real.

Agora, você deve estar se perguntando sobre o que isso quer dizer, não é verdade? Para entender melhor sobre o que estamos falando, continue a leitura do artigo!

O que é uma pós-graduação em gestão de pessoas?

A pós-graduação em gestão de pessoas surgiu devido à grande preocupação atual por parte das empresas em relação a esse setor.

Tendo em mente que uma equipe de funcionários feliz, satisfeita e motivada a exercer suas funções traz resultados melhores para a organização, o gerenciamento de talentos se tornou uma questão de extrema importância para os empreendedores.

Nesse sentido, surgiu a demanda por profissionais especializados na gestão de pessoas, capazes não só de administrar um time de colaboradores com qualidade, mas também de escolher os talentos mais adequados para cada função. Isso acaba tornando o ambiente de trabalho mais produtivo e gera melhorias que impulsionam os negócios positivamente.

E é justamente aí que entra a pós-graduação em gestão de pessoas, que tem como objetivo preparar profissionais capacitados para atuar na área de forma efetiva, independentemente do tamanho da empresa, por meio do entendimento e do uso na prática dos processos e das ferramentas da área.

Ela é voltada aos profissionais graduados que já ocupam (ou almejam ocupar) cargos de gestão nas empresas onde trabalham e àqueles que querem se atualizar e aperfeiçoar seus conhecimentos acerca da gestão de pessoas. Ao longo da especialização, são abordadas áreas do conhecimento como:

  • gestão estratégica;
  • gestão do conhecimento;
  • gestão de projetos;
  • cultura e poder nas organizações;
  • recrutamento, seleção e retenção de talentos;
  • treinamento e desenvolvimento de pessoas e equipes;
  • endomarketing;
  • liderança;
  • qualidade de vida no trabalho;
  • tecnologia da informação aplicada à gestão de RH;
  • sustentabilidade e responsabilidade social;
  • segurança no trabalho.

Com isso, o profissional está apto a gerir da melhor forma possível o bem mais valioso de uma empresa: o capital humano. Além disso, ele conseguirá enxergar a empresa de forma sistêmica e saberá trabalhar adequadamente as habilidades e competências de seu time em meio aos desafios do mercado.

Contudo, os benefícios da pós-graduação na área em questão não param por aí. Isso porque, além da validação de competências, ela gera também vantagens que podem ser utilizadas na prática pelo profissional em sua vida pessoal, e é sobre isso que falaremos no tópico a seguir.

O que ela ensina para a vida real?

Aperfeiçoa as habilidades de comunicação

Saber se comunicar de maneira clara e eficaz é primordial quando se trabalha com gestão de pessoas, tendo em vista que boa parte dos conflitos dentro de uma organização acontecem devido a falhas na comunicação entre gestores e funcionários.

Uma especialização na área capacitará o profissional quanto a essa questão, aperfeiçoando suas habilidades em se comunicar e o preparando devidamente para lidar com as consequências de ruídos na comunicação — o que pode ser aplicado tanto na vida profissional quanto na pessoal.

Aumenta o networking

Sabe-se que o universo corporativo é um dos meios mais propícios de se formar e potencializar uma rede de contatos; contudo, não é o único. O meio acadêmico é outra forma eficaz de conviver com pessoas de diferentes realidades, porém, com os mesmos objetivos que o seu, trocando experiências e formando assim um networking poderoso.

A pós-graduação em gestão de pessoas promove o contato direto com profissionais diversos e a troca de experiências contínua em sala de aula. Assim, não só seus conhecimentos serão expandidos, como também a sua agenda de contatos, abrindo a porta para oportunidades futuras como indicações de trabalho ou até mesmo formação de parcerias.

Torna o profissional indispensável 

Todo profissional deseja se tornar indispensável pela organização onde trabalha, certo? É justamente isso que a pós-graduação em gestão de pessoas fará pelo gestor, assegurando que ele sempre fará um ótimo trabalho quanto ao gerenciamento de talentos por onde passar.

Lembre-se de que as empresas sempre darão preferência àqueles profissionais especializados e capazes de gerir com excelência o seu quadro de funcionários. Sendo assim, uma especialização na área agregará a você vantagens competitivas quanto aos outros candidatos na busca por uma vaga, por exemplo.

Trabalha habilidades interpessoais

A pós-graduação em gestão de pessoas trabalha não somente os conceitos técnicos da área, mas também o desenvolvimento de habilidades interpessoais necessárias para quem deseja atuar no campo em questão. Entre essas, podemos citar:

  • empatia;
  • capacidade de ouvir o próximo;
  • conseguir fornecer feedbacks precisos;
  • saber como agir quanto a resolução de conflitos, entre outras.

Dessa forma, além de trabalhar competências que poderão ser úteis também na vida pesosal, o profissional terá as habilidades interpessoais necessárias para lidar diretamente com os funcionários de uma empresa, extraindo assim todo o potencial desses talentos.

Expande as perspectivas de carreira 

Investindo em uma especialização em gestão de pessoas, o profissional consegue estender significativamente as suas possibilidades de carreira — e, aqui, as opções de cargos são variadas, como:

  • consultoria em recrutamento e seleção;
  • diretor de departamento pessoal;
  • gerente de benefícios;
  • coordenador de cargos e salários.

Isso porque a pós-graduação na área capacita o indivíduo para atuar tanto de forma generalizada quanto de modo mais específico.

Viu como a pós-graduação em gestão de pessoas pode fazer toda a diferença na prática? Sendo assim, se o que você busca é se tornar um gestor com as habilidades e características mencionadas ao longo do artigo, não hesite em investir em sua carreira e dar esse passo a mais rumo ao sucesso profissional!

E você, gostou do post de hoje? Deseja receber diretamente em sua caixa de entrada mais conteúdos como este? Então assine agora mesmo a nossa newsletter!

Pós-graduação: o que você precisa saber antes de fazer a matrícula

Você pensa em fazer uma pós-graduação? Pois saiba que não é o único com esse propósito! Cada vez mais, os estudantes que se graduam já procuram complementar e principalmente diferenciar a formação que têm.

A razão disso é que, com o aumento do número de concluintes registrados na última década, conforme boletim do Ministério da Educação, se tornou indispensável ter mais do que apenas um diploma para se destacar, seja em processos seletivos, seja no ambiente interno de trabalho.

Afinal, dessa forma, é possível alcançar a realização profissional e um bom retorno financeiro. Contudo, como decidir qual curso realizar? Como entender as diferenças e similaridades entre eles? E mais: como identificar aquele que, de fato, atende aos meus ideais?

Foi pensando nisso que preparamos este post completo para responder as principais dúvidas sobre o tema e ajudá-lo a tomar a melhor decisão para o seu futuro. Acompanhe!

O que é uma pós-graduação?

Para começar, vamos falar sobre o que é a pós e quais são as confusões clássicas a respeito do assunto? Pois bem, seja por desconhecimento ou não, há quem acha que ao se graduar e continuar com a formação superior não há possibilidade de estagiar — o que não é verdade.

Saiba que não apenas é possível, como dá para fazer um estágio tanto no ambiente acadêmico quanto em um corporativo com as mesmas características com as quais você está acostumado. Isto é, jornada diária de seis horas, recesso de férias ao completar um ano e demais diretrizes da lei Nº11788/08.

Também há muita gente que acredita que a pós é uma coisa e o MBA é outra. Já outros pensam o oposto, ou seja, que é tudo igual e não há diferença, por exemplo, entre mestrado e doutorado para além dos títulos de mestre e doutor.

Por isso, é importante saber que todo e qualquer curso realizado após concluir a graduação é considerado, como o nome deixa bem claro, pós-graduação.

Acontece que ela é dividida em dois segmentos: o lato sensu e o stricto sensu. Ambos têm modalidades específicas que contam com características próprias e são destinadas a perfis distintos de alunos. A seguir, vamos nos aprofundar em cada uma delas. Por esse motivo, fique atento para não perder nenhum detalhe!

Lato sensu

Os cursos lato sensu (MBA e especialização) nada mais são do que aqueles centrados no estudo de técnicas e ganho de conhecimento prático — ambos voltados para o mercado de trabalho.

Portanto, são buscados por quem deseja completar a formação com o intuito de crescer profissionalmente, desenvolver habilidades e capacidades específicas e se manter atualizado com as tendências e novidades da área em que deseja se qualificar.

E é justamente por concentrar alunos que já estão trabalhando e ocupando diferentes cargos no ambiente corporativo, que ele conta com uma carga horária mais flexível e “enxuta” — ou seja, concentrada em apenas um ou poucos dias, principalmente o sábado. Assim, não sobrecarrega nem atrapalha a rotina de nenhum interessado.

Abaixo, você vai conhecer um pouco mais de cada uma das duas modalidades e entender quais são as diferenças entre elas.

MBA

O Master of Business Administration (ou simplesmente MBA) conta com duração mínima de 360 horas e exige que o estudante apresente uma monografia no término dele para obter o certificado de conclusão de curso.

Ele é o programa destinado para quem está atrás de uma realocação e/ou uma promoção que alavanquem a própria carreira por meio da aquisição do know-how acerca da gestão de pessoas, projetos e negócios — o que permitirá a atuação em cargos vitais e responsáveis por tomadas de decisão dentro de uma empresa.

Tudo isso, é claro, aliando a experiência dos alunos — que já estão ativos no mercado — ao estudo aprofundado de casos apresentados pelos docentes.

Especialização

A especialização, por outro lado, é um curso que faz jus ao nome que recebe. Afinal, por meio dela, você aprimora o conhecimento sobre uma área específica dentro do seu campo de atuação e se torna um especialista sobre esse assunto.

Logo, o programa auxilia-o a alcançar o domínio sobre as mais distintas abordagens, interpretações e execuções de problemas (e as respectivas soluções deles) relacionados ao conteúdo estudado — sempre, é claro, com paralelos de casos que servem como exemplo da rotina profissional que você já tem ou busca alcançar.

Portanto, ter experiências prévias também contribuem muito para o seu aproveitamento da especialização (assim com ocorre com o MBA).

Aliás, por falar em similaridades, vale mencionar que o formato aqui é muito próximo ao da primeira modalidade já que tem duração mínima de 360 horas e você precisa apresentar a monografia para obter o seu certificado. Essas características são afins, pois são previstas pelo Ministério da Educação na resolução CNE/CES 1/2007.

Stricto sensu

Já os cursos stricto sensu são voltados para a construção e o desenvolvimento do saber teórico que permite com que você se aprofunde em discussões e análises sobre conceitos, teorias e conhecimentos plurais que envolvem diferentes perspectivas sociais, comportamentais, históricas e culturais.

Ou seja, quem opta por realizar uma das três modalidades possíveis (mestrado, mestrado profissional e doutorado) desse segmento busca se qualificar para atuar no ambiente acadêmico e com a produção científica.

E isso não é à toa, já que todas elas ajudam o aluno a desenvolver diferentes abordagens metodológicas e traçar linhas de investigação para o objeto de estudo que possuem. É por conta desses aspectos que a pós-graduação stricto sensu demanda dos alunos uma rotina de estudos mais completa e com mais horas/dias de dedicação (por vezes, diária e até integral).

Abaixo, nós nos aprofundamos sobre cada uma das três alternativas para que você entenda melhor qual se enquadra com seus objetivos. Confira:

Mestrado

O primeiro que será abordado é o mestrado. Com duração média de 18 a 24 meses e necessidade da defesa de uma dissertação ao final do curso para a obtenção do diploma que concede o título de mestre, ele é a opção indicada para quem tem como foco virar professor e lecionar seja em uma escola, seja em uma faculdade.

O motivo disso é que, ao decorrer do programa, você se dedica a um assunto do seu interesse, aprende sobre práticas educativas e desenvolve as competências necessárias para desempenhar o papel de transmissor de conhecimento em uma sala de aula.

Mestrado profissional

O mestrado profissional, por sua vez, mantém a mesma estrutura de tempo, avaliação e metodologia de pesquisa e investigação que o mestrado tradicional. Entretanto, ele conta uma abordagem mais abrangente que vai além do aspecto acadêmico e inclui estudos, conceitos e técnicas que envolvem o mercado de trabalho.

Por essa razão, quem faz e conclui esse curso pode tanto se dedicar à docência quanto se capacitar profissionalmente para atuar em companhias públicas e privadas com a prestação de serviços e/ou produção de produtos.

Doutorado

Por fim, há o doutorado que tem duração média de 24 a 42 meses e demanda que o aluno apresente uma tese ao término dele para a obtenção do diploma que concede o título de doutor. Porém, não se deixe confundir: não existe uma ordem de cursos na pós-graduação!

Isto é, você não precisa necessariamente fazer o mestrado para só então realizar o doutorado. Essa é uma ideia equivocada que muita gente que intenciona entrar ou mesmo já faz parte do meio universitário compartilha sem saber que é um mito.

O que acontece é que, por uma questão de amadurecimento acadêmico e avanço experimental com desenvolvimento, produção e adequação de tipo de pesquisa sobre um determinado objeto, muitos alunos optam por ter a titulação de mestre primeiro.

Dessa forma, sentem-se mais preparados para lidar com a complexidade de contribuir com o meio científico oferecendo um projeto que propõe não apenas o saber, mas também um grupo de propostas de difusão e utilização desse conhecimento dado a relevância dele para a sociedade e principalmente para a comunidade científica.

Após ler sobre todas essas modalidades, é provável que você queira recapitular as principais características de cada uma para compará-las e, só a partir disso, decidir por aquela alternativa que mais beneficia a sua carreira. Para ajudá-lo, montamos, abaixo, um quadro comparativo simples e intuitivo. Confira!

 MBAEspecialização
tipolato sensulato sensu
duração360 horas (mínimo)360 horas (mínimo)
fococapacitação profissional e gerencialqualificação de especialista
tcc¹monografiamonografia
acc²certificadocertificado

1. Trabalho de conclusão de curso.   2. Atestado de conclusão de curso.

 DoutoradoMestradoMestrado profissional
tipostricto sensustricto sensustricto sensu
duração18 a 24 meses18 a 24 meses24 a 48 meses
focopesquisa científicainiciação à docênciadocência/capacitação prof.
tcc¹tesedissertaçãodissertação
acc²diplomadiplomadiploma

1. Trabalho de conclusão de curso.   2. Atestado de conclusão de curso.

Posso fazer pós em qualquer área?

Muitas pessoas, ao decidirem fazer uma pós, acabam compartilhando de uma mesma situação: querem continuar a formação acadêmica, porém, em uma área distinta daquela na qual se graduaram.

Daí surge aquela dúvida cruel acerca da possibilidade de realizar esse intercâmbio multidisciplinar em campos do saber que podem ser afins ou mesmo completamente opostos. Por exemplo, imagine um fulano que se formou em arquitetura e urbanismo, certo? Ele é um profissional que atua com restauração de edifícios e decide que quer fazer uma pós-graduação em engenharia de estruturas.

A razão disso? É que o conteúdo do programa aborda a segurança estrutural, os métodos construtivos e outros temas que têm total relevância para a profissão e, em especial, a rotina de trabalho dele.

Por isso, se você também compartilha desse questionamento e teme não saber qual o próximo passo dar, não se preocupe. Nós vamos saná-lo de uma vez por todas! Portanto, sem mais delongas, a resposta é sim — e ela é respaldada pelo próprio MEC.

Isso porque de acordo com a resolução que já mencionamos (e que traz as diretrizes do órgão), qualquer um que seja graduado está apto a fazer uma pós — independentemente do segmento original escolhido e da opção posterior ser por uma especialização, um MBA, um mestrado, um mestrado profissional ou um doutorado.

Entretanto, é importante ficar atento, pois será a faculdade que vai determinar os requisitos e os termos a serem seguidos para a efetivação da matrícula e o eventual acompanhamento das aulas!

Para finalizar o tópico e mostrar algumas das opções que você tem (e que envolvem as áreas de tecnologia e de gestão), montamos, abaixo, uma seleção com cursos lato sensu que podem ser realizados para aprimorar sua formação. Saiba quais são eles:

Especialização

Master of Business Administration (MBA)

Qual o impacto de uma pós-graduação na minha carreira?

Até aqui, você viu quais são as diferenças e as particularidades entre cursos lato sensu e stricto sensu, em que situação é indicado fazer cada um deles e em que áreas de atuação é possível realizar uma pós.

Agora, é o momento de entender quais são os reais impactos de investir em uma formação mais completa para a sua trajetória profissional. Portanto, leia com atenção como cada um desses aspectos pode influenciar e moldar o seu plano de carreira. Veja:

Maior destaque em processos seletivos

Um dos principais impactos de ter uma pós-graduação é, sem dúvidas, o quanto você se destaca em processos seletivos, em especial para vagas mais disputadas de grandes empresas, como as multinacionais.

Afinal, basta lembrar que para a esmagadora maioria dos segmentos, como arquiteturaengenharia civiladministração e gestão da qualidade, ter um diploma de graduação é o mínimo para poder exercer qualquer atividade relacionada a eles.

Logo, as companhias procuram quem tem um diferencial a acrescentar para o quadro de funcionários delas. Isto é, um currículo mais completo que vá além de experiências anteriores e dos tradicionais cursos de idiomas e informática, por exemplo.

Elas querem aqueles que entendem a importância e o valor de ter um aprendizado constante para se desenvolver e se qualificar para superar os desafios do mercado de trabalho. Portanto, quem tem uma pós-graduação na área em que deseja atuar vai, certamente, sair na frente dos concorrentes e ter mais chances de conquistar a vaga.

Aumento salarial e conquista de promoções e/ou bonificações

Ao fazer uma pós, você não obtém somente mais conhecimento, como também aprende a aliar a teoria à prática de uma forma mais completa e aprofundada de acordo com os processos internos que verá no ambiente de trabalho.

Com isso, você deixa de ser um funcionário regular e passa a ser visto como um especialista. Ou seja, alguém apto a tomar decisões e resolver problemas em um determinado campo ou setor dentro de uma empresa graças ao domínio e entendimento que possui.

Essa mudança, além de gerar status e reconhecimento, traz também um maior retorno financeiro por meio de bonificações ou mesmo promoções.

Mais chances de ocupar cargos de gestão, supervisão e direção

Você planeja entrar em uma companhia e, passo a passo, construir uma trajetória ascendente que o leve até o topo para um cargo de gestão, direção ou supervisão? Então saiba que esse é mais um dos impactos positivos que uma pós, como um MBA, é capaz de causar em uma carreira.

A razão disso é que você se aperfeiçoa e se qualifica durante o curso para entender o cenário corporativo e tomar a dianteira de equipes e setores completos aplicando aquilo que aprendeu em sala de aula tanto para o benefício dos seus colegas e subordinados quanto para o crescimento e lucro da empresa que representa.

É justamente por isso que as instituições desejam colaboradores que não parem de se especializar, pois serão eles que, eventualmente, vão tomar o papel de liderança internamente — já que possuem as habilidades, as técnicas e o know-how para trazer resultados concretos para elas.

Networking mais amplo e sólido

Fazer um dos cursos lato sensu é uma oportunidade única para quem quer ter uma carreira promissora, desafiadora e com diferentes possibilidades de atuação. Isso porque você estuda com colegas que já estão ativos profissionalmente e atuando nas mais diferentes instituições.

Dessa forma, é possível saber de antemão as informações internas de grandes marcas do mercado, fechar futuras parcerias e estabelecer contatos que podem abrir as portas para você em um momento futuro caso queira mudar de emprego ou, até mesmo, de profissão. Ou seja, você tem a possibilidade de construir um networking não apenas mais amplo, como muito mais sólido e eficaz.

Atualização constante dos conhecimentos e das habilidades

Outro impacto positivo na sua carreira é que você desenvolve novas habilidades, amplia seus conhecimentos e atualiza-se em relação às mudanças e às novidades do mercado de trabalho.

Afinal, em um mundo globalizado com uma comunicação cada vez mais interativa e um aumento diário significativo nos avanços tecnológicos, é compreensível que ele esteja frequentemente em mutação.

Portanto, estar apto a se autorreciclar, sair da zona de conforto e continuar a ser um eterno “aprendiz” é de suma importância para acompanhar e se aperfeiçoar para lidar com essas questões no dia a dia da rotina profissional — algo no qual as especializações e o MBA desempenham um grande papel, uma vez que permitem você a se aprofundar nesses temas a cada aula.

Formação contínua necessária para lecionar

Embora a graduação em um curso de licenciatura (ou pedagogia para a educação básica, conforme a lei Nº12014/09) seja o mínimo exigido pelo MEC para quem deseja se tornar professor, a realidade é que as instituições escolares buscam profissionais com pós-graduação para compor os respectivos quadros de docentes delas.

Isso se torna ainda mais evidente no caso de faculdades sejam elas públicas, sejam elas particulares, visto que é exigido que, pelo menos, um terço de todos os que lecionam em ambiente acadêmico tenham titulação de mestre e/ou doutor de acordo com a lei  Nº9.394/96.

E a razão disso é simples: tanto o mestrado quanto o doutorado permitem que você tenha uma formação contínua que amplia sua visão crítica, geram uma maior compreensão sobre os temas que serão discutidos em sala de aula e ainda fornecem a você os meios para que possa se tornar um pesquisador com produção científica ativa.

Portanto, quem tem o sonho de lecionar precisa, sim, investir em uma pós-graduação, pois isso será critério obrigatório para se ter no currículo ou, no mínimo, um diferencial que pode garantir a sua contratação.

Quando é a melhor hora de fazer esse investimento?

Para finalizar, vale ressaltar algo importante e que até já mencionamos (embora sem nos aprofundar na questão): o momento de investir em uma pós. Isso porque é normal o anseio e a vontade de concluir as infinitas possibilidades de curso em um intervalo de tempo menor justamente para colocar o conhecimento obtido em prática e ter o retorno esperado mais rápido.

Acontece que para o mestrado, o mestrado profissional e o doutorado é possível, sim, colocar essa ideia em prática e, literalmente, emendar um no outro após a graduação. Afinal, basta lembrar que eles preparam você de forma ascendente para se tornar um docente e/ou pesquisador — o que não requer uma vivência prévia em ambas as áreas já que é justamente o que você aprenderá a fazer.

Porém, o mesmo não se aplica à especialização e ao MBA e o motivo é muito simples: em cada encontro realizado e trabalho proposto, serão levantados casos de mercado para serem tema de debate entre você, seus colegas e professores.

Acontece que, se você não possui experiência nem esteve ativo profissionalmente algum dia (por ter se dedicado exclusivamente à graduação, por exemplo), vai ser difícil compartilhar da mesma visão lógica, do raciocínio crítico e, inclusive, do entendimento de noções e termos ligados ao meio empresarial da mesma forma que alguém que vivencia no dia a dia aquilo que é debatido em sala de aula.

Por esse motivo, o indicado é que você não faça nenhuma das duas modalidades tão logo obtenha o diploma. Ao contrário, procure ingressar no mercado, se familiarizar com o que é o ambiente de trabalho e, então, invista na pós para potencializar suas habilidades e competências e sanar e galgar novos passos na carreira.

Agora que você está ciente do que precisa saber antes de se matricular em uma pós-graduação, não deixe de refletir sobre os pontos que foram abordados ao longo deste post e como essa continuação da sua formação pode influenciar e moldar completamente o seu futuro profissional.

E se você gostou de saber mais a respeito desse assunto, já sabe: assine a nossa newsletter e fique por dentro de muitos outros temas que envolvem a vida acadêmica!

Pós-graduação em engenharia: conheça as principais modalidades!

Nos dias de hoje, contar com uma especialização é um dos principais passos para se alavancar uma carreira de sucesso, independentemente da profissão. Na engenharia, isso não poderia ser diferente. Como o mercado de trabalho para essa área anda cada vez mais exigente, investir em uma pós-graduação em engenharia pode ser a peça fundamental para que você conquiste uma excelente colocação. 

Nesse sentido, você já parou para pensar nas diferentes modalidades disponíveis para esse fim? É sobre isso que falaremos no artigo de hoje. A seguir, conheça os principais tipos de pós-graduação em engenharia, confira como eles funcionam e entenda como eles podem agregar à sua profissão. Vamos lá? 

Por que fazer uma pós-graduação em engenharia?

Não é segredo algum que estamos vivendo em um cenário cada vez mais competitivo. Todos os anos, diversos profissionais se formam nos mais diferentes campos de atuação, e o que todos eles têm em comum é o fato de que procuram por um bom lugar ao sol.

Nesse contexto, é fundamental conseguir se destacar. Afinal, as empresas vêm procurando por profissionais competentes, amplamente qualificados e dispostos a ingressar em um aprendizado contínuo. A melhor maneira de fazer com que isso aconteça é investir em uma especialização. 

A pós-graduação em engenharia não só permite ao profissional aprofundar os conhecimentos adquiridos na faculdade, como também abrem as portas para melhores oportunidades de emprego e aumentam as chances de se conseguir uma promoção. Aqui, outros benefícios são: 

  • possibilidades de networking;
  • melhores salários;
  • peso no currículo;
  • valorização no mercado;
  • satisfação profissional.

Como elas funcionam?

Embora os benefícios de se fazer uma pós-graduação em engenharia sejam muitos, ainda existem várias dúvidas sobre como esses cursos funcionam — sobretudo quanto à carga horária e para quem são mais indicados.

Primeiramente, saiba que chamamos de pós-graduação os cursos realizados após o fim da graduação — seja essa bacharelado, tecnológico ou licenciatura. Aqui, estamos falando de especializações, mestrados e doutorados. 

Eles devem ter a duração mínima de 360 horas (em média, 18 meses). Contudo, para as modalidades de mestrado e doutorado, esse tempo vai de 18 a 24 meses para o primeiro e 24 a 42 para o segundo, respectivamente. 

É importante frisar que qualquer pessoa que tenha em mãos um diploma de graduação pode ingressar em uma pós-graduação de qualquer área — ou seja, a sua formação em um tipo de engenharia não impede que seja feita uma pós em outro, desde que seus objetivos estejam alinhados com as vantagens que a modalidade oferece.

Além disso, não existe um limite quanto ao número de pós que uma pessoa pode realizar, sendo possível fazer quantos quiser.

Contudo, saiba que cursar uma pós-graduação em outra área não possibilitará a você mudar de profissão. Por exemplo, um engenheiro agrônomo que cursou uma especialização em direito ambiental definitivamente não poderá se inscrever no exame da OAB e atuar como advogado.

Ele continuará sendo um engenheiro com possibilidade de registro profissional somente no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). No entanto, o conhecimento adquirido por ele ao longo da pós pode ser útil em seu trabalho, por exemplo, no gerenciamento de propriedades rurais. Ficou claro?

Quais as modalidades de pós-graduação em engenharia?

Engenharia de Projetos Industriais

A pós-graduação em Engenharia de Projetos Industriais tem como objetivo capacitar profissionais para atuar no desenvolvimento de projetos industriais nas especialidades de Civil (concreto, estruturas metálicas e arquitetura), Elétrica (eletricidade, instrumentação e automação industrial) e Mecânica (mecânica e tubulações industriais). 

Ao longo da especialização, que dura 18 meses, o profissional desenvolverá uma série de competências (como na área de administração de contratos de engenharia, gestão de pessoas, liderança e segurança do trabalho) e aperfeiçoará os conhecimentos necessários para desenvolver projetos de Engenharia alinhados às oportunidades dos principais setores industriais. 

Engenharia de Controle e Instrumentação

A especialização em Engenharia de Controle e Instrumentação visa capacitar profissionais das áreas de ciências exatas — sobretudo engenheiros — com conhecimentos específicos de automação e controle, o que representará uma grande vantagem competitiva no mercado. 

O curso possui a duração de 18 meses e, ao final, o profissional terá uma visão ampla das questões relevantes ao projeto, gerenciamento e avaliação de Sistemas de Controle e Automação Industrial, bem como dominar técnicas de controle clássicas e modernas. 

Engenharia de Petróleo e Gás Natural

Na pós-graduação em Engenharia de Petróleo e Gás Natural, os profissionais serão capacitados para atuarem no mercado de óleo e gás como engenheiros de petróleo, suprindo assim a demanda crescente dos investimentos no setor.

Voltado para graduados em Engenharia de qualquer modalidade, matemáticos, químicos, físicos e geólogos, o curso dura 18 meses e conta com uma abordagem bastante técnica, fornecendo também toda a bagagem teórica para que seja possível entender e contribuir com os serviços da Indústria do Petróleo e do Gás Natural.

Engenharia de Segurança do Trabalho

Com o objetivo de formar profissionais capacitados para atuarem no campo de higiene e segurança do trabalho, a pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho possui foco na proteção à integridade do trabalhador, tanto ao longo dos processos de sua ocupação quanto nas etapas dos setores de produção, serviços e bens. 

Indicado para profissionais de engenharia, agronomia e arquitetura, o curso tem a duração de 24 meses e foi criado para suprir as demandas geradas pelo crescimento do setor — que, junto à saúde e ao controle ambiental, configura uma das principais preocupações da sociedade atual. 

Engenharia e Gestão de Energias Renováveis

A pós-graduação em Engenharia e Gestão de Energias Renováveis dura 18 meses e foca na promoção do acesso ao conhecimento e desenvolvimento de competências necessárias para a concepção, implementação e exploração de sistemas de energias renováveis. 

Aqui, além das atividades executadas em sala de aula e laboratórios, os alunos participam de visitas técnicas, o que contribui ainda mais com o aprendizado.

Engenharia de Estruturas

O objetivo da pós em Engenharia de Estruturas é formar projetistas na área de estruturas alinhados às necessidades do mercado de trabalho contemporâneo, bem como profissionais capacitados para projetar estruturas comerciais, residenciais, industriais, entre outras construções civis, com uso de recursos tecnológicos e com os devidos conhecimentos sobre comportamento das estruturas e teoria dos mecanismos.

Isso porque, de modo a garantir a segurança das construções, a Engenharia de Estruturas deve ser executada por profissionais devidamente habilitados. Sua duração é de 18 meses.

Viu como ingressar em uma pós-graduação em engenharia é uma escolha na qual você só tem a ganhar? Considere as modalidades apresentadas ao longo do artigo, decida qual a mais indicada para a sua situação e veja o sucesso cada vez mais próximo!

E então, gostou do post de hoje? Para receber diretamente em sua caixa de entrada conteúdos como este, não se esqueça de assinar agora mesmo a nossa newsletter. Até a próxima!

A pós-graduação em gestão de pessoas ensina algo para a vida real?

Para conquistar melhores colocações, é indispensável dar um passo a mais e investir na educação continuada. Isso quer dizer que um profissional que, após obter uma formação, busca por uma especialização está alinhado àquilo que o mercado vem exigindo. A pós-graduação em gestão de pessoas, por exemplo, é ideal para quem deseja otimizar seu trabalho no setor de Recursos Humanos.

Cada vez mais procurada por profissionais do ramo, essa especialização foca na habilidade de potencializar talentos dentro da empresa, compondo assim equipes mais eficazes. Contudo, o que você também precisa saber é que ela também apresenta vantagens para a vida real.

Agora, você deve estar se perguntando sobre o que isso quer dizer, não é verdade? Para entender melhor sobre o que estamos falando, continue a leitura do artigo!

O que é uma pós-graduação em gestão de pessoas?

A pós-graduação em gestão de pessoas surgiu devido à grande preocupação atual por parte das empresas em relação a esse setor.

Tendo em mente que uma equipe de funcionários feliz, satisfeita e motivada a exercer suas funções traz resultados melhores para a organização, o gerenciamento de talentos se tornou uma questão de extrema importância para os empreendedores.

Nesse sentido, surgiu a demanda por profissionais especializados na gestão de pessoas, capazes não só de administrar um time de colaboradores com qualidade, mas também de escolher os talentos mais adequados para cada função. Isso acaba tornando o ambiente de trabalho mais produtivo e gera melhorias que impulsionam os negócios positivamente.

E é justamente aí que entra a pós-graduação em gestão de pessoas, que tem como objetivo preparar profissionais capacitados para atuar na área de forma efetiva, independentemente do tamanho da empresa, por meio do entendimento e do uso na prática dos processos e das ferramentas da área.

Ela é voltada aos profissionais graduados que já ocupam (ou almejam ocupar) cargos de gestão nas empresas onde trabalham e àqueles que querem se atualizar e aperfeiçoar seus conhecimentos acerca da gestão de pessoas. Ao longo da especialização, são abordadas áreas do conhecimento como:

  • gestão estratégica;
  • gestão do conhecimento;
  • gestão de projetos;
  • cultura e poder nas organizações;
  • recrutamento, seleção e retenção de talentos;
  • treinamento e desenvolvimento de pessoas e equipes;
  • endomarketing;
  • liderança;
  • qualidade de vida no trabalho;
  • tecnologia da informação aplicada à gestão de RH;
  • sustentabilidade e responsabilidade social;
  • segurança no trabalho.

Com isso, o profissional está apto a gerir da melhor forma possível o bem mais valioso de uma empresa: o capital humano. Além disso, ele conseguirá enxergar a empresa de forma sistêmica e saberá trabalhar adequadamente as habilidades e competências de seu time em meio aos desafios do mercado.

Contudo, os benefícios da pós-graduação na área em questão não param por aí. Isso porque, além da validação de competências, ela gera também vantagens que podem ser utilizadas na prática pelo profissional em sua vida pessoal, e é sobre isso que falaremos no tópico a seguir.

O que ela ensina para a vida real?

Aperfeiçoa as habilidades de comunicação

Saber se comunicar de maneira clara e eficaz é primordial quando se trabalha com gestão de pessoas, tendo em vista que boa parte dos conflitos dentro de uma organização acontecem devido a falhas na comunicação entre gestores e funcionários.

Uma especialização na área capacitará o profissional quanto a essa questão, aperfeiçoando suas habilidades em se comunicar e o preparando devidamente para lidar com as consequências de ruídos na comunicação — o que pode ser aplicado tanto na vida profissional quanto na pessoal.

Aumenta o networking

Sabe-se que o universo corporativo é um dos meios mais propícios de se formar e potencializar uma rede de contatos; contudo, não é o único. O meio acadêmico é outra forma eficaz de conviver com pessoas de diferentes realidades, porém, com os mesmos objetivos que o seu, trocando experiências e formando assim um networking poderoso.

A pós-graduação em gestão de pessoas promove o contato direto com profissionais diversos e a troca de experiências contínua em sala de aula. Assim, não só seus conhecimentos serão expandidos, como também a sua agenda de contatos, abrindo a porta para oportunidades futuras como indicações de trabalho ou até mesmo formação de parcerias.

Torna o profissional indispensável 

Todo profissional deseja se tornar indispensável pela organização onde trabalha, certo? É justamente isso que a pós-graduação em gestão de pessoas fará pelo gestor, assegurando que ele sempre fará um ótimo trabalho quanto ao gerenciamento de talentos por onde passar.

Lembre-se de que as empresas sempre darão preferência àqueles profissionais especializados e capazes de gerir com excelência o seu quadro de funcionários. Sendo assim, uma especialização na área agregará a você vantagens competitivas quanto aos outros candidatos na busca por uma vaga, por exemplo.

Trabalha habilidades interpessoais

A pós-graduação em gestão de pessoas trabalha não somente os conceitos técnicos da área, mas também o desenvolvimento de habilidades interpessoais necessárias para quem deseja atuar no campo em questão. Entre essas, podemos citar:

  • empatia;
  • capacidade de ouvir o próximo;
  • conseguir fornecer feedbacks precisos;
  • saber como agir quanto a resolução de conflitos, entre outras.

Dessa forma, além de trabalhar competências que poderão ser úteis também na vida pesosal, o profissional terá as habilidades interpessoais necessárias para lidar diretamente com os funcionários de uma empresa, extraindo assim todo o potencial desses talentos.

Expande as perspectivas de carreira 

Investindo em uma especialização em gestão de pessoas, o profissional consegue estender significativamente as suas possibilidades de carreira — e, aqui, as opções de cargos são variadas, como:

  • consultoria em recrutamento e seleção;
  • diretor de departamento pessoal;
  • gerente de benefícios;
  • coordenador de cargos e salários.

Isso porque a pós-graduação na área capacita o indivíduo para atuar tanto de forma generalizada quanto de modo mais específico.

Viu como a pós-graduação em gestão de pessoas pode fazer toda a diferença na prática? Sendo assim, se o que você busca é se tornar um gestor com as habilidades e características mencionadas ao longo do artigo, não hesite em investir em sua carreira e dar esse passo a mais rumo ao sucesso profissional!

E você, gostou do post de hoje? Deseja receber diretamente em sua caixa de entrada mais conteúdos como este? Então assine agora mesmo a nossa newsletter!

Automação: você está pronto para trabalhar com robôs?

As tecnologias vieram para ficar. As primeiras máquinas aprimoraram as atividades em diversas empresas e fábricas. Com o passar dos anos, as técnicas foram otimizadas e os avanços tecnológicos ganharam o gosto da população.

Hoje em dia, é impossível pensar no mundo sem internet, redes sociais ou linhas de produção automatizadas, não é mesmo? Certos cursos, como as engenharias, fomentam a criação de novas tecnologias.

Já os profissionais de comunicação podem atuar nos setores de marketing digital. Dessa forma, é fundamental que você se prepare para um cenário profissional baseado em tecnologias, não importando a sua área de atuação.

Em meio a esse cenário, fizemos este post para mostrar para você a importância de trabalhar com robôs e utilizar a automação em sua carreira. Confira a seguir.

O que é a automação?

A automação industrial deu os seus primeiros passos na Primeira Revolução Industrial e transformou a nossa sociedade. O que começou com a introdução do motor a vapor culminou nos sistemas integrados que existem nos dias de hoje.

Em outras palavras, esse conceito se relaciona ao funcionamento de mecanismos que verificam as suas próprias ações, realizando medições e respeitando os comandos programados.

Além disso, a automação engloba o conjunto de técnicas que desejam melhorar a eficiência de um processo, tornando-o mais confiável e seguro e reduzindo o consumo de energia e a realização de manutenções.

Atualmente, as indústrias contam com sistemas interligados, que comunicam entre si e visam a melhoria contínua da segurança e qualidade do produto. Esses processos já são utilizados em outras áreas, como medicina e construção.

Por que esse assunto é tão importante?

Provavelmente, você já leu alguma história ou viu um filme de ficção científica em que as máquinas têm diversos conflitos com os humanos, certo? Apesar desse assunto aguçar a criatividade de muitos autores, é necessário olhar essa situação com outros olhos.

O uso de máquinas e a automação garantem o ganho exponencial na produtividade de uma empresa. Uma tarefa automatizada é realizada com mais eficiência, sem que erros aconteçam. Além disso, é possível eliminar os riscos laborais e diminuir a ocorrência de acidentes.

Lembre-se também de que trabalhar com robôs exige um conhecimento aprofundado das tecnologias mais modernas que existem. Como consequência disso, os profissionais que antes trabalham no chão de fábrica, agora, precisam se especializar e alcançar novos lugares no mercado.

Na maioria dos casos, essas novas vagas oferecem melhores condições salariais e oportunidades para crescer na carreira tecnológica.

A área de tecnologia de informação abre novos postos de trabalho mesmo em um período de crise. Por todos esses motivos, a automação não pode ser deixada de lado na hora que você escolher o seu futuro acadêmico.

Como se dar bem ao trabalhar com robôs?

Agora, você vai descobrir as melhores dicas para ter um bom resultado no trabalho com a robótica. Confira-as abaixo:

Faça cursos que envolvam o desenvolvimento de novas tecnologias

As engenharias e os cursos relacionados à criação de sistemas automatizados e robôs oferecem grandes oportunidades para quem tem curiosidade, sabe trabalhar com números e quer construir um futuro melhor.

Por isso, analise a grade curricular de cada um deles e descubra qual opção mais se encaixa em suas habilidades e vontades profissionais. Não se esqueça de manter-se em constante atualização e seguir as mudanças da área de automação.

Acompanhe o noticiário

As novidades tecnológicas surgem quando menos se espera. Uma técnica que é amplamente utilizada hoje em dia pode perder espaço para uma inovação quando menos se espera. Portanto, você precisa estar antenado com aquilo que há de mais moderno no mercado da automação.

Com uma simples pesquisa na internet, é possível encontrar fóruns de discussão, palestras em vídeos e diversos conteúdos de trabalho com robôs e reportagens sobre o assunto.

Uma postagem de um especialista pode ajudá-lo a encontrar um caminho ou uma nova tendência do mercado, facilitando a escolha de sua profissão.

Estude novos idiomas

A internet e a globalização criaram um novo cenário em nosso mundo. Uma pessoa pode se comunicar com outra a qualquer hora e lugar. Entretanto, como é possível vencer as barreiras da comunicação se elas falam línguas diferentes? Nessas horas, conhecer outros idiomas, como o inglês, espanhol, alemão e francês, pode ajudá-lo a encontrar boas vagas para trabalhar com robôs.

Saiba também que muitos manuais são disponibilizados apenas em inglês. Cursos e palestras de profissionais renomados nessa área de atuação seguem o mesmo caminho. Não dominar outro idioma atrapalha o seu crescimento profissional. Portanto, se prepare e comece a estudar o quanto antes.

Saiba inovar

Uma grande ideia surge em qualquer lugar, seja no ponto de ônibus, seja na fila do banco. Dessa forma, a evolução da tecnologia depende da sede de inovação e empreendedorismo dos profissionais que atuam com a robótica. Ter as mesmas atitudes e esperar resultados diferentes nunca vai levá-lo a um novo caminho.

Por isso, adote a inovação como uma característica essencial em sua rotina. Isso parece complicado, mas é mais simples do que você imagina. Você pode tentar solucionar um problema que afeta uma tarefa do seu dia a dia ou que atrapalha o desempenho de algum conhecido. Não ter medo de errar também é outra questão fundamental. Grandes empresas e especialistas no assunto tentaram várias vezes antes de alcançar o sucesso.

O mercado, hoje em dia, exige muito de seus trabalhadores. Ser uma pessoa multitarefa e que sabe se adaptar em várias situações são questões essenciais para a boa performance de qualquer um. Saber trabalhar com robôs e entender os princípios da automação são outras características que geram grandes diferenciais na concorrência por uma vaga.

O presente mostra que a interação entre as máquinas e os homens será cada vez mais estreita no futuro. Dessa maneira, faça de tudo para se preparar de maneira correta e encontre a oportunidade de trabalho que você procura.

Com a leitura deste post, você ficou por dentro da importância das tecnologias em nossa sociedade. Agora, siga as nossas redes sociais, acompanhe os nossos lançamentos e descubra os assuntos mais importantes da atualidade: estamos no Facebook, Twitter, YouTube e Instagram!

Por que vale a pena fazer faculdade?

Com a conclusão do ensino médio, surgem muitas dúvidas na mente da maioria dos jovens. Todas elas são pertinentes e merecem atenção. Contudo, a maior parte está relacionada ao futuro acadêmico. E uma das questões centrais é se vale a pena fazer faculdade.

A resposta, que para muitos parece ser óbvia, para alguns não é. E isso não deve ser motivo de desespero. Afinal, estamos falando de uma decisão que repercutirá por longos anos ou até mesmo por toda a vida.

Assim sendo, o ideal é que se faça uma extensa pesquisa a fim de descobrir qual o melhor caminho a seguir.

Nossa intenção é ajudá-lo nessa missão! Acompanhe o post para entender por que vale a pena fazer faculdade. Boa leitura!

O que diz o mercado de trabalho?

Competitividade tornou-se a palavra de ordem no mercado de trabalho. A concorrência tem aumentado na mesma proporção que as exigências das empresas.  

Na prática, isso quer dizer que quem se forma em alguma faculdade, além de enriquecer o currículo, tem maiores chances de ocupar cargos mais altos e ser mais bem remunerado.

Uma pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que pessoas com diploma de ensino superior ganham até 140% a mais que aqueles que têm apenas o ensino médio.

Essa diferença fica ainda maior quando se fala em especialização, mestrado e doutorado. Entretanto, para cursar essas modalidades é preciso ter uma base sólida.  

Quais as vantagens de fazer faculdade?

Não há como contabilizar os benefícios de se fazer um curso de graduação. Além dos mais conhecidos, existem ganhos que são simplesmente individuais, ou seja, dependem apenas das experiências e da subjetividade de cada pessoa.

O que dita isso é a vivência de cada um e a forma como são aproveitadas as oportunidades presentes no ambiente de ensino e aprendizagem.

A seguir, listamos as principais vantagens de um curso universitário.

Conhecimento

Ao ingressar em uma faculdade, adquirir conhecimento durante o tempo do curso é o mínimo que se espera. Contudo, além dos ensinamentos específicos da área escolhida, há a chance de se obter muito mais.

O convívio com professores experientes traz sabedoria para a vida dentro e fora da universidade. Há, também, a rotina de estudos, que envolve fazer provas, trabalhos (individuais e em grupo), separar um tempo para a leitura de livros, artigos etc.

Isso tudo exige esforço e disciplina. Mas, como resultado, amplia-se o conhecimento técnico e desenvolve-se o pensamento crítico.  

Iniciação Científica

As bolsas conhecidas como Iniciação Científica, são um capítulo à parte em uma instituição de ensino. Esse tipo de programa visa proporcionar ao estudante de graduação a aprendizagem de técnicas e métodos científicos por meio de pesquisas.

São gerados, a partir daí, o desenvolvimento da criatividade e o raciocínio científico, pois o aluno lidará diretamente com os problemas reais que são colocados diante da sua área de atuação.

O discente é orientado por professor experiente e, ainda que a bolsa não seja remunerada, os saberes assimilados poderão servir para toda a vida. Ao realizar pesquisas, há a possibilidade de gerar conhecimento e não apenas absorvê-lo.

Maturidade

Crescer pessoalmente é algo que só acontece por intermédio de novas experiências. Ter que lidar com muitas pessoas de diversas idades, formas de pensar e agir diferentes das suas auxilia no progresso como ser humano e na elaboração de novas condutas diante do inesperado.

As responsabilidades da vida de um estudante universitário requerem posturas condizentes com a posição ocupada. Portanto, ações inadequadas, que podem comprometer o sucesso da graduação, deverão ser repensadas.

Networking

Networking é a palavra em inglês que significa “rede de contatos” (ou de relacionamentos). No entanto, aqui, a acepção tem a ver com o mercado de trabalho.

Enquanto se frequenta uma faculdade, as oportunidades de ampliação dessa rede são inúmeras, a começar pelos próprios professores e colegas de classe.

Além disso, têm-se estágios, palestras, congressos, simpósios, feiras do conhecimento e muitos outros eventos, nos quais é possível obter importantes contatos para alavancar as atividades como estudante e como profissional.

Sucesso na carreira

Um diploma universitário, sem dúvida, abre muitas portas. As empresas estão cada vez mais exigentes e, para atender a essa demanda, é preciso ter qualificação.

É claro que apenas o canudo não é suficiente. Mostrar-se apto para exercer as funções que a profissão reivindica é primordial. Contudo, o diploma garante o reconhecimento de que quem o possui passou por um processo longo e intenso para conquistá-lo.

Vale a pena fazer faculdade porque ela é o pontapé inicial para ser um profissional de destaque e, quem sabe, até mesmo abrir o próprio negócio.

Como superar o baixo orçamento para estudar?

Algumas pessoas reconhecem a relevância de adquirir um diploma, mas o investimento necessário é um obstáculo para a realização dos seus sonhos. Nesses casos, como a concorrência para as universidades públicas é alta, pode-se recorrer a bolsas de estudo ou a financiamentos estudantis.

Eles podem ser buscados diretamente nas faculdades particulares ou participando de programas do governo federal, como o ProUni ou o Fies.

Ter um diploma de nível superior é fundamental para garantir uma carreira de sucesso. A maior parte das empresas exige curso universitário. Portanto, não tê-lo pode ser um desperdício de oportunidade.

É compensador abrir mão de alguns momentos de lazer entre parentes e amigos se o objetivo é passar em um vestibular e entrar para a faculdade. Esse período é passageiro, e depois haverá tempo para fazer passeios e aproveitar a vida social.

Ter disciplina e uma metodologia de estudos eficiente é essencial. Isso garantirá não só a aprovação nas provas que permitirão o ingresso na universidade como o prepararão para o estilo de vida acadêmico.  

Nesse processo de preparação, o importante é lembrar que o que faz um bom profissional é a dedicação que se dá ao próprio desenvolvimento.

E aí, convenceu-se de que vale a pena fazer faculdade? Quer conquistar o seu diploma universitário e tem dúvidas sobre qual curso escolher? Então, visite o nosso site e conheça todos os cursos de graduação da UCL!  

Por que aprender empreendedorismo, gestão e negócios na faculdade?

Independentemente da área de atuação, o mercado está muito exigente. As empresas não querem contratar profissionais que venham com fórmulas e conceitos prontos. Na verdade, elas buscam encontrar pessoas ousadas, ou seja, preparadas para se arriscar e superar desafios.

No âmbito da graduação, ganham importância a preparação e os estudos voltados para empreendedorismo, gestão e negócios, o que pode garantir o sucesso do estudante.

Infelizmente, muita gente ainda não acredita nisso e acha que esses conteúdos se restringem aos alunos do curso de Administração. Saiba que essa ideia está equivocada, pois cada vez mais engenheiros, arquitetos e outros profissionais abrem suas próprias empresas e conquistam bons resultados no mercado.

Quer saber como aproveitar a vida universitária para explorar esses temas? Confira nosso post e veja como essa preparação ainda na faculdade pode significar o sucesso na sua carreira!

Qual é a importância de estudar empreendedorismo, gestão e negócios?

Muitos profissionais têm o sonho de ter a própria empresa, mas esbarram nas dificuldades para empreender no Brasil. O excesso de burocracia, somado à falta de preparo do empreendedor, resulta em negócios que, simplesmente, não vão para a frente.

Desse modo, pensar em empreendedorismo, gestão e negócios ainda na faculdade pode dar um final feliz a essas histórias, principalmente em momentos de crise, que exigem uma postura diferenciada dos profissionais.

Aqueles que não saem do comum, ou seja, não pensam “fora da caixa” provavelmente têm mais dificuldades para encontrar boas oportunidades e crescer no mercado de trabalho. E é por isso que termos como gestão e empreendedorismo estão tão em voga atualmente. É uma maneira de trilhar o próprio caminho profissional e — dependendo do produto ou serviço lançado — alcançar o sucesso.

Todo mundo pode empreender

Saiba que abrir uma empresa, desenvolver um novo modelo de negócio, criar um produto ou aprimorar uma metodologia de trabalho é possível para profissionais de qualquer área — e não necessariamente apenas para um seleto grupo de determinadas carreiras.

Todo mundo é capaz de tirar uma ideia do papel e fazer a diferença! Uma solução simples para um problema que atrapalha a vida em comunidade pode ser encontrada por um aluno do primeiro período de qualquer curso em uma universidade.

Assim, a faculdade é um ambiente propício para que o estudante possa colocar em prática os conceitos aprendidos, formatando, por exemplo, um negócio. Além disso, apresenta-se como uma maneira de conseguir enxergar todas as etapas necessárias para abrir uma empresa, com a possibilidade de errar e acertar e também de desenvolver as competências pessoais essenciais a todo gestor, como:

  • liderança;

  • proatividade;

  • boa comunicação;

  • pensamento analítico.

Dessa forma, estudar esses assuntos voltados para o empreendedorismo é uma questão muito importante para o desenvolvimento pessoal e profissional de um estudante. Depois de formado, o profissional poderá contribuir para o crescimento econômico e tecnológico do país, já que ele estará preparado para trazer uma ideia inovadora ao mercado.

Como a faculdade pode ajudá-lo?

Uma boa faculdade é essencial para o futuro do estudante. Por mais que o esforço do aluno seja uma peça-chave em seu desenvolvimento, um ambiente tranquilo e que proporciona boas oportunidades é um grande diferencial. Por conta disso, você deve procurar por instituições de ensino que ofereçam uma infraestrutura para que o aluno possa se preparar para o mundo dos negócios.

Ao escolher um curso superior, fique atento à matriz curricular, observando se há disciplinas voltadas para a área de gestão, ou seja, alinhadas com as demandas do mercado. O conteúdo não deve ser maçante. Deve, sim, estimular os alunos a pensar em novas ideias e modelos de negócios dentro da sua área de atuação.

A faculdade deve contar ainda com professores qualificados e que possam incentivar os alunos a aprender sobre empreendedorismo, gestão e negócios.

Escolha instituições que contam com incubadoras, empresa júnior ou ainda aceleradoras de startups, para que você receba um suporte completo para começar a empreender ainda na graduação.

Além disso, o espírito empreendedor deve existir nos corredores da escola. Ficar apenas nas salas de aula não traz bons resultados. Palestras, cursos preparatórios, oficinas e contato com casos de sucesso no mercado são ótimas oportunidades para fomentar o desejo de empreender dos alunos.

Todos esses fatores estimulam a criatividade, permitindo que o estudante inove. Grandes negócios atuais que conquistaram atuação global — como o Facebook e o Google — surgiram de parcerias universitárias. Esse ambiente tem todos os ingredientes para que você possa construir um futuro brilhante.

Quais são as dicas para se preparar ainda na faculdade?

Ficou interessado em empreender, aproveitando as oportunidades que a faculdade oferece? Então, a seguir, veja as melhores dicas para aprender sobre gestão e negócios durante o período da graduação.

Anote todas as ideias

Provavelmente, você já teve alguma ideia brilhante para um problema em sua rotina, enquanto estava tomando banho ou pegando o ônibus, não é mesmo? Por mais estranha que ela pareça, é essencial anotar e guardar qualquer tipo de ideia relacionada a empreendedorismo, gestão e negócio.

Em alguns casos, seu pensamento ainda pode estar prematuro e precisar de alguns ajustes. Algumas pessoas confiam em suas memórias ou simplesmente esquecem o que haviam pensado. Nessas horas, grandes chances de sucesso podem ser desperdiçadas, por isso não cometa esse mesmo erro e fique atento a tudo que seu cérebro pode elaborar!

Tome a iniciativa

A faculdade é uma etapa muito importante para a evolução de um aluno, mas ela não oferece todos os conhecimentos necessários para investir em empreendedorismo, gestão e negócios. Então, você é o elemento principal que pode provocar a mudança ou a solução de algum problema.

Não fique aguardando uma resposta milagrosa ser dita por um professor ou um colega de trabalho. Nessas situações, você deve colocar a mão na massa e tirar suas ideias do papel. Também é válido buscar outras fontes de conhecimento — como cursos online e participação em palestras, seminários, workshops e outros eventos similares.

Outra dica é ler livros sobre o tema e sempre acompanhar as personalidades empreendedoras em suas redes sociais. Não se esqueça de que essa rotina exige muito esforço, porém ela tem muito a oferecer, pois você estará antenado quanto às tendências da área de gestão.

Tenha um bom relacionamento com amigos e outros profissionais

O networking, ou seja, a criação de uma rede de contatos profissionais é fundamental para quem quer empreender. Por isso, esteja em contato com colegas, inclusive de outras áreas, e profissionais — que você pode conhecer em seu estágio, em eventos ou ainda em redes sociais como o LinkedIn.

Uma empresa de sucesso é formada por uma equipe competente e que sabe lidar com todos os tipos de adversidades. Cada um de seus membros precisa dominar áreas diferentes do conhecimento, pois assim torna-se possível ter vários pontos de vistas sobre um mesmo assunto e formas variadas de encontrar soluções para os desafios.

Desse modo, não se isole durante a graduação. Lembre-se de que um futuro sócio pode sentar-se ao seu lado durante todo o semestre na sala de aula.

Busque auxílio de professores

Uma faculdade empreendedora é composta por professores com boa experiência de mercado e que já vivenciaram o empreendedorismo em suas rotinas. Eles podem dar conselhos que facilitam a vida de um estudante empreendedor e que está começando sua vida de negócios.

Assim, tire todas as suas dúvidas e demonstre interesse em aprender as disciplinas, principalmente os estudos de caso. Mantenha um bom relacionamento com seus professores, participe ativamente das atividades propostas e absorva tudo o que eles têm para ensinar.

Dedique-se aos estudos

Um aluno aplicado tem grandes chances de sucesso em sua carreira. Não é diferente, quando as disciplinas se voltam para empreendedorismo, gestão e negócios. Seja um estudante dedicado e cumpra todas as suas obrigações.

Seja participativo nos trabalhos em grupo, troque experiência e conhecimento com os colegas, faça projetos de pesquisa e comece a desenvolver suas habilidades de liderança, comunicação e networking.

Aproveite o tema do TCC

Muitos alunos torcem o nariz por causa da obrigatoriedade de fazer o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Saiba que elaborar esse trabalho é uma ótima oportunidade para desenvolver um negócio do zero. Você pode definir como tema o planejamento de uma empresa, com a criação de um produto ou serviço, por exemplo.

Assim, o trabalho pode ser útil para que você realize uma pesquisa de mercado, entenda sobre seu público-alvo, faça um planejamento detalhado, pesquise sobre matérias-primas e processos de fabricação, entre outros temas, sempre com a supervisão de um professor.

Além disso, ao final, o TCC é submetido a uma banca de especialistas, que podem apontar os erros do negócio ou ainda sugerir novos caminhos.

Conte com o auxílio de incubadoras

Para quem tem um projeto em mente, especialmente na área de tecnologia, contar com as incubadoras da faculdade pode ser o “empurrãozinho” que faltava para colocar a ideia em prática. Isso porque elas são ambientes em que é possível planejar o negócio e contar com uma infraestrutura para desenvolver a empresa, além de oferecer apoio gerencial e financeiro.

Assim, o aluno coloca a mão na massa (desenvolvendo suas ideias), tem a orientação de professores e ainda consegue vivenciar a rotina empresarial — fazendo os ajustes necessários para que a gestão tenha êxito e possa ganhar o mercado.

Utilize os laboratórios de pesquisa

Instituições de ensino que investem em laboratórios de pesquisa podem fazer a diferença na vida do aluno que quer empreender. Isso porque ele pode aproveitar esses espaços para desenvolver, por exemplo, um produto. Com a orientação dos professores, consegue testar suas ideias e, assim, saber se são viáveis.

Aposte na empresa júnior

A empresa júnior, oportunidade oferecida por faculdades que querem preparar os alunos para o mercado, também é uma ótima alternativa para aprender sobre gestão. Você pode se reunir com os colegas e planejar um negócio ou participar de algum projeto já existente.

Com o apoio da faculdade, os alunos podem entender todas as etapas que envolvem abrir e gerenciar uma empresa, como se fosse um negócio real. A empresa júnior tem uma rotina administrativa e pode atender, inclusive, a comunidade, com a prestação de serviços. Permite aos alunos aprender sobre finanças, planejamento estratégico, liderança e até noções de marketing.

Crie uma startup

A faculdade pode ser um ambiente propício para você inovar, testar e, por que não, lançar um novo empreendimento. Estamos falando da criação de startups, modelos de negócios que têm impulsionado a economia do país.

A vantagem é que muitas faculdades contam com aceleradoras de startups, que podem dar um impulso para os projetos dos alunos. Dessa maneira, torna-se viável garantir o suporte necessário para quem quer se preparar para entrar no mercado com o pé direito.

Faça iniciação científica e tecnológica

Fazer um projeto de cunho científico ou tecnológico, além de aprimorar os conhecimentos do aluno com as técnicas e metodologias de pesquisa, também é relevante para que ele possa testar hipóteses e desenvolver a criatividade — passos importantes para quem tem a intenção de empreender. A vantagem é que são programas com a possibilidade de bolsas, o que pode dar aquela forcinha no orçamento.

Considere uma formação internacional

Você sabia que existe a chance de cursar parte do ensino superior fora do país? Muitas faculdades oferecem programa de formação internacional, uma parceria com instituições internacionais que propicia ao aluno acompanhar um determinado período da graduação em outro país.

Para quem quer empreender, essa vivência pode ser fundamental para apontar caminhos novos, aguçar a curiosidade e propiciar o contato com especialistas em gestão de universidades de renome.

Viu só como a faculdade oferece uma série de possibilidades para quem quer aprender e colocar em prática noções de empreendedorismo, gestão e negócios? Escolha uma instituição de ensino que ofereça um suporte completo para os alunos que sonham em abrir uma empresa e brilhar no mercado.

Gostou das nossas dicas para se preparar no empreendedorismo ainda na faculdade? Então, compartilhe este post com seus amigos nas redes sociais, para que eles também possam tirar o máximo de proveito do curso superior!

Tecnólogo, bacharelado e licenciatura: quais as diferenças?

Todo mundo já sabe que possuir uma formação de nível superior é imprescindível para quem deseja conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho atual. Nesse sentido, ter em mãos um diploma de tecnólogo, bacharelado ou licenciatura é peça-chave na conquista de um bom emprego e da tão sonhada independência financeira.

Mas você já sabe a diferença entre essas modalidades? É importante ressaltar que, ainda que todas sejam extremamente vantajosas, elas são diferentes quanto a vários aspectos, como tempo de duração do curso, tipo de diploma e foco da formação.

É pensando nisso que, no artigo de hoje, abordaremos as principais características das formações tecnólogas, de bacharelado e licenciatura, apontando em quais situações cada uma delas é mais indicada. Acompanhe!

Tecnólogo

Ao contrário do que muitos imaginam, os cursos tecnólogos são cursos de nível superior — como quaisquer outros de licenciatura ou bacharelado — e se diferem dos cursos técnicos, que não têm nível superior nem dão direito a um diploma de faculdade, mas sim a um certificado de conclusão de nível médio.

Com foco na prática e com duração de 2 a 3 anos, ou seja, mais curta que os demais mencionados, os cursos tecnólogos formam alunos aptos a exercerem atividades específicas, como a gestão de recursos humanos e gestão hospitalar, por exemplo.

Todavia, não se deixe enganar pelo nome: essa modalidade não oferece exclusivamente cursos relacionados à área da tecnologia. Atualmente, existem tecnólogos das seguintes áreas:

  • informação e comunicação;

  • apoio escolar;

  • gestão e negócios;

  • controle e processos industriais;

  • recursos naturais;

  • produção cultural e design;

  • produção industrial;

  • produção alimentícia;

  • hospitalidade e lazer;

  • segurança;

  • infraestrutura;

  • militar.

Além disso, as graduações tecnológicas correspondem a cerca de 20% de todos os cursos de graduação, sendo ideais para aqueles que procuram por uma formação mais técnica, com uma abordagem mais focada da área escolhida e que permita inserção rápida no mercado.

Documento de conclusão: diploma de tecnólogo.

Bacharelado

Esse é certamente o tipo mais tradicional de graduação, correspondendo a cerca de 60% de todos os cursos de nível superior oferecidos no Brasil. Em média, os cursos de bacharelado apresentam entre 4 e 6 anos de duração, concedendo uma formação abrangente ao aluno.

Isso significa que quem opta por essa modalidade receberá uma boa base teórica e científica, estudando um pouco sobre tudo dentro da área escolhida e adquirindo um conhecimento superficial sobre todos os assuntos relacionados ao campo de atuação.

Enquanto quem se forma tecnólogo está apto para atuar em uma área específica, como mencionamos, o bacharel está habilitado para diversas áreas, podendo se especializar em um determinado campo por meio de pós-graduações, por exemplo.

O bacharelado é ideal para aqueles jovens que ainda não possuem o conhecimento necessário sobre como funciona o mercado de trabalho ou que ainda possuem dúvidas sobre qual tipo de função desejam exercer — o que é algo bastante comum, sobretudo para aqueles que estão acabando de se formar no ensino médio.

Isso porque esse tipo de formação oferece possibilidade de contato com as inúmeras áreas de atuação que podem estar contidas em uma profissão. Além disso, por ter um tempo de duração mais longo quando comparada aos cursos tecnólogos, não exige que o aluno se decida sobre qual carreira seguir sob pressão. Interessante, não?

Documento de conclusão: diploma de bacharel.

Licenciatura

Os cursos de licenciatura geralmente contam com a mesma duração dos de bacharelado (em média 4 anos) e conferem grande parte da grade curricular do bacharel. No entanto, os profissionais formados nesta modalidade estarão aptos a atuar como educadores e darem aulas na educação básica — ou seja, ensino fundamental e médio.

Para lecionar em turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e no ensino médio, é necessário cursar licenciatura em um campo específico do conhecimento, como Português, Matemática ou História, por exemplo.

Já para quem deseja exercer a profissão de professor na educação infantil e nas cinco primeiras séries do ensino fundamental, é indicado fazer um curso de Pedagogia.

É interessante apontar que existem cursos oferecidos tanto em modalidade de bacharelado, quanto de licenciatura. Nesses casos, os principais diferenciais entre eles são o tipo do diploma e o foco das disciplinas.

Enquanto em um curso de bacharelado em Química, por exemplo, o aluno é preparado para atuar em indústrias e fazer pesquisas científicas, não estando autorizado a ministrar aulas na educação básica, o curso de licenciatura em Química é voltado para a atividade de lecionar essa disciplina em escolas.

Por fim, as licenciaturas correspondem a cerca de 20% de todos os cursos de graduação, sendo ideais para quem tem como objetivo seguir carreira como professor.

Documento de conclusão: Diploma de licenciado.

Formas de ingresso

Agora que você já sabe exatamente o que são cursos tecnólogos, de bacharelado e de licenciatura, conhecendo também as principais diferenças entre eles, chegou a hora de saber como e o que é necessário para ingressar em qualquer uma dessas modalidades de formação.

Todos eles são ofertados por instituições de ensino superior, como universidades, faculdades, centros universitários, institutos federais de educação, entre outros.

Para que o diploma obtido ao final da formação seja válido, tanto a instituição como o curso escolhido precisam obrigatoriamente ser reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Já a forma de ingresso vai depender da instituição de ensino, podendo ocorrer por meio de vestibular tradicional ou agendado, Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) ou Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Lembre-se também de que, para entrar em qualquer um deles, é obrigatório ter concluído o ensino médio.

Como você pode perceber, tecnólogo, bacharelado e licenciatura são três tipos de formações diferentes, cabendo a cada um optar por aquela mais indicada para cada contexto.

Independentemente da sua escolha, lembre-se de que é imprescindível procurar por uma instituição de ensino séria, que possa prepará-lo bem para o mercado de trabalho e lhe possibilitar ser um profissional de sucesso!

Sendo assim, que tal entrar em contato agora mesmo com a UCL e conhecer os nossos cursos de graduação, pós-graduação e qualificação profissional? Vamos adorar conversar com você!