O que é segurança da informação e por que fazer uma carreira na área?

Estamos na Era da Informação, um período em que a troca de dados e diversas operações são feitas usando a tecnologia. É possível trabalhar, fazer compras, estudar e socializar com os amigos, sem precisar sair de casa.

No entanto, é preciso ter alguns cuidados para que as mesmas ferramentas não sejam usadas para roubo de informações e ataques virtuais. É nesse cenário que entra o profissional da segurança da informação.

Para entender melhor o que é segurança da informação e por que fazer carreira nessa área, continue a leitura!

Afinal, o que é segurança da informação?

Quando se fala em segurança da informação, muita gente acaba relacionando o tema aos ataques de hackers e à proteção dos sistemas — firewall, antivírus e outros tópicos afins.

Apesar de fazerem parte das preocupações da área, um profissional que trabalha com segurança da informação faz bem mais do que apenas gerenciar programas que protegem os dados de uma empresa.

Ele também analisa diversos pontos que fazem toda a diferença quando se trata da segurança digital, como a infraestrutura tecnológica, as aplicações e conscientização organizacional e a segurança física. Basicamente, ele utiliza quaisquer técnicas de segurança que forem necessárias para reduzir os riscos de exposição das informações da companhia.

Entre suas tarefas podem estar o uso adequado dos melhores programas para proteger os dados, como também fazer ataques ao sistema para tentar encontrar falhas e corrigi-las, emitindo um relatório que possa aprimorar todo o sistema de segurança digital.

Por que fazer carreira nessa área?

Todas as mudanças que causam grandes impactos no mundo trazem diversas consequências, incluindo a necessidade de profissionais capacitados para se adaptar a essa nova realidade.

Quando aconteceu a Revolução Industrial, a mão de obra em um primeiro momento não necessitava ser especializada, pois as atividades eram simples e mecânicas.

Conforme as máquinas foram se modernizando, as necessidades foram se diferenciando e agora já é preciso ter habilidades para administrá-las. Na Era da Informação surge outra necessidade, a de proteger todos esses dados que são enviados e recebidos por meio de dispositivos eletrônicos.

Conforme as pessoas e as empresas forem utilizando a tecnologia, maior será a importância de ter alguém para manter a segurança nesse meio. Pode-se dizer que essa é uma das profissões do futuro. Há quem imagine que apenas os programas podem realizar esse trabalho, no entanto estão errados.

Não adianta ter excelentes e modernos softwares se não há alguém capacitado para administrá-los ou mesmo para testar a eficiência deles. Além disso, cada ambiente institucional, seja ele educacional, governamental, corporativo ou empresarial, tem uma demanda diferente quando se trata de segurança da informação.

Apenas um profissional que estuda essa tecnologia tem o conhecimento necessário para avaliar e administrar a ameaça de cada caso especificamente.

De todo modo, a tendência é que haja cada vez mais a valorização do profissional dessa área, bem como a necessidade de obter os conhecimentos envolvidos nesse processo.

Isso significa, portanto, que não é apenas quem deseja trabalhar na área pode se especializar nela, já que os conhecimentos também podem ser usados para benefícios próprios.

Por onde começar?

Para se tornar um profissional de segurança da informação é preciso realizar um curso que proporcione os conhecimentos necessários para atuação na área.

Além de criptografia, segurança na internet, arquitetura, segurança em redes de computadores e recuperação de dados, a grade curricular costuma ter também disciplinas de legislação, matemática, administração e marketing.

Agora que você já sabe o que é segurança da informação, deve ter notado que é um universo bem vasto e muito promissor. Se você tem interesse em se aperfeiçoar e aprimorar os conhecimentos na área, basta escolher um bom curso e fazer a matrícula.

A UCL é uma instituição renomada com excelente infraestrutura e oferece um excelente curso de pós-graduação em segurança da informação. Entre em contato conosco para saber mais!

 

Pagar a faculdade: 8 dicas de organização financeira

Muitas vezes, pagar a faculdade é um dos maiores desafios para um estudante conseguir se formar e melhorar suas oportunidades profissionais. Mas lutar por isso é essencial para não acabar deixando de lado essa missão.

Fazer um curso superior é importante para a carreira de qualquer pessoa, pois, além do conhecimento adquirido, é possível viver boas experiências durante essa fase.

Mas o que fazer para tornar esse sonho uma realidade? Se você tem pensado sobre isso, confira a seguir boas dicas para organizar-se financeiramente!

1. Faça um planejamento financeiro

A primeira coisa que você precisa fazer é ordenar suas finanças para saber quais são os seus principais gastos, o que é possível cortar, quanto sobra por mês, quais são as despesas previstas com a faculdade etc.

Tudo isso vai ajudá-lo a ter uma ideia mais clara do quanto você pode investir mensalmente para fazer o curso superior — ou então, chegar à conclusão que não há recursos para isso e que será preciso encontrar um outro meio de viabilizar os estudos.

Esse planejamento financeiro é fundamental em qualquer etapa da vida, principalmente para facilitar a realização de sonhos que necessitam de maiores investimentos como comprar um carro, fazer uma viagem ou mesmo fazer um curso relevante.

Caso contrário, a desorganização no dia a dia faz com que a gente gaste dinheiro sem nem saber como. Nesse sentido, uma boa dica é fazer uma planilha de gastos ou baixar um aplicativo para melhorar o seu controle financeiro.

2. Fique por dentro das bolsas de estudo

Quando for escolher instituições de ensino do seu interesse, atente para um detalhe importante: a disponibilidade de bolsas de estudo. Muitas delas oferecem a oportunidade de estudar sem pagar absolutamente nada.

Normalmente, existem alguns critérios que você deve cumprir para isso ou pode ser que haja uma prova para selecionar as melhores notas que terão direito à bolsas integrais ou parciais. Portanto, não se esqueça de ficar por dentro desse assunto!

3. Pesquise sobre programas de financiamento

Outra possibilidade para quem precisa de uma ajuda para pagar a faculdade é pesquisar sobre os programas de financiamento. Os mais comuns no Brasil são o FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) e o Prouni (Programa Universidade para Todos), ambos oferecidos pelo governo federal.

No caso do FIES, a grande vantagem é conseguir juros baixos (cerca de 6,5% ao ano) no financiamento das mensalidades, enquanto o Prouni oferece bolsas integrais ou parciais em universidades privadas.

Cada um deles tem suas características e pré-requisitos, mas certamente eles podem ser uma boa solução para facilitar o acesso ao ensino superior. Os financiamentos em instituições privadas também podem ser uma saída, mas lembre-se de ficar atento às condições para não acabar muito endividado.

4. Encontre uma fonte de renda na faculdade

Se o orçamento está apertado, mas, ainda assim, foi possível entrar na faculdade, é hora de arregaçar as mangas para encontrar uma nova fonte de renda que possa ajudar nas despesas.

Se você se mostrar um aluno dedicado e interessado, provavelmente conseguirá boas oportunidades na própria faculdade. Por exemplo, as bolsas de iniciação científica e de monitoria são ótimas maneiras de conseguir um auxílio financeiro — sem falar que elas ajudam a adquirir novos conhecimentos e responsabilidades, melhorando o seu currículo.

5. Aproveite seus talentos para fazer um dinheiro extra

Se a intenção é conquistar o diploma, nunca deixe de procurar meios para isso até que você consiga atingir seu objetivo. Dificuldades existem a todo momento, mas não deixe que elas sejam motivo para desânimo ou vontade de trancar a faculdade.

Sempre há opções a serem exploradas para fazer um dinheiro extra e, assim, seguir firme no seu propósito. No fim das contas, você vai perceber que o tempo passa rápido e que todos os esforços valem a pena.

Por isso, não abra mão de investir nas suas habilidades para fazer algum tipo de negócio. Fala bem inglês? É craque em arrumar computadores? É um bom revisor de textos? Domina muito bem alguma disciplina? Com certeza você tem algum talento para oferecer como serviço nas suas horas vagas.

Outra alternativa é vender produtos caseiros (artesanato, salgados, doces etc) nos corredores da faculdade. Essa é uma estratégia que deu certo para muitos alunos até hoje, fazendo com que eles conseguissem pagar a faculdade e, até mesmo, fazer um dinheirinho a mais com isso.

6. Consiga um estágio

Apesar das outras sugestões serem muito boas, talvez a melhor delas seja encontrar um estágio. Essa é a grande chance de aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, aprendendo como o mercado de trabalho funciona na prática.

Além de contribuir muito para sua capacitação, ainda há o benefício da remuneração para ajudar com as contas — os estágios não remunerados também são muito interessantes, mas não dá para negar que a ajuda financeira pode fazer a diferença.

A princípio, conciliar a vida acadêmica com um emprego de meio período pode ser desafiador, mas, com o tempo, a rotina se ajusta e vai ficando mais tranquila. Apenas tome cuidado para que isso não prejudique o seu rendimento nos estudos, afinal, a sua maior prioridade no momento deve ser a faculdade.

7. Reajuste suas finanças

Sua organização financeira também depende de abrir mão de coisas supérfluas ao optar por fazer uma faculdade. Gastar o seu dinheiro com o que realmente importa poderá fazer uma grande diferença nesse momento.

Ainda que todo sacrifício possa ser doloroso no início, tenha certeza que no futuro isso será recompensado. Sendo assim, repense todos os seus gastos para reajustá-los de acordo com essa nova fase.

A mensalidade da academia mais cara, a assinatura de alguma revista ou aplicativo, as saídas do fim de semana, as refeições fora de casa, as compras de roupas ou outros itens — tudo isso deve ser revisto para que você consiga economizar um pouco mais. Comece a considerar mais atividades ao ar livre ou eventos gratuitos, por exemplo, para fazer economia e não perder a diversão.

8. Conheça mais sobre investimentos

Fazer uma poupança ou reservar um dinheiro ao longo da vida para destinar à educação mais tarde é uma ótima ideia, mas nem sempre isso é possível, não é mesmo? Muitas famílias não conseguem se planejar a longo prazo e quando chega a época de um filho entrar na faculdade surgem muitas dúvidas do que fazer.

Nesse caso, quando existe uma reserva financeira ou a possibilidade de poupar uma porcentagem da renda (mesmo que seja pequena), vale a pena procurar sobre as melhores opções de investimento. Poder aumentar as chances de o seu dinheiro render para pagar a faculdade é bem melhor do que ficar com ele parado.

Além disso, gastos imprevistos acontecem — como emergências de saúde ou um material didático que você não estava esperando ter que comprar. Logo, nessas horas é bom poupar um pouco e ter uma reserva disponível em vez de ter que recorrer a empréstimos com juros altos.

Enfim, o mais importante é fazer de tudo para não perder de vista o seu objetivo final, que é investir na sua formação para conseguir alavancar sua carreira profissional!

E aí, gostou das nossas dicas para pagar a faculdade? Então, entre em contato conosco para conhecer melhor nossos cursos e facilidades!

 

Engenharia química vs. engenharia de petróleo: qual a diferença?

Há alguns anos, não havia muitas razões para ter tantas dúvidas em relação a qual carreira escolher, não é mesmo? Mas, agora, é preciso ficar mais atento a detalhes que diferenciam uma área de outra, como no caso da Engenharia Química e da Engenharia de Petróleo.

Apesar das duas apresentarem algumas semelhanças, é fundamental que os interessados se atentem às diferenças antes de tomarem suas decisões sobre qual curso superior escolher.

Quer saber mais? Não deixe de conferir o post a seguir para entender melhor sobre o assunto!

Engenharia Química

O engenheiro químico é o responsável por projetar, construir e/ou operar as instalações de uma indústria química — dentre elas as de petróleo e derivados, alimentos, papel, produtos agrícolas, polímeros, entre outras. Suas funções estão ligadas às transformações físico-químicas que criam produtos em escala industrial.

Sendo assim, o papel de um curso superior nessa área é prover toda a base de conhecimento para que o profissional possa atuar nesse ramo, incluindo ainda a capacitação para áreas de gerência.

Para isso, a grade curricular deve ser composta pelas disciplinas tradicionais dos cursos de Engenharia (ex: Cálculo, Física, Álgebra, Estatística etc.) e também de algumas matérias específicas, como:

  • Química Inorgânica; 
  • Química Orgânica;
  • Química Experimental;
  • Ciências dos Materiais;
  • Eletroquímica e Corrosão;
  • Cálculo de Reatores;
  • Processos Industriais Bioquímicos;
  • Projeto de Processos;
  • Operações Unitárias.

Normalmente, em 5 anos de estudo, é possível concluir a formação como bacharel, junto às horas de atividades complementares, ao estágio supervisionado e à apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso.

Perfil do profissional

De maneira geral, um profissional da área deve investir em habilidades como alto nível de concentração, boa capacidade de raciocínio e curiosidade para pesquisar sempre sobre as melhores técnicas para aperfeiçoar seu trabalho.

Deve ser bem familiarizado com as disciplinas básicas para aplicar seu conhecimento teórico na prática diária das suas atividades. Deve também saber lidar com as ferramentas de informática e buscar aprimorar suas características interpessoais, principalmente se quiser alcançar cargos de liderança.

O conhecimento de outros idiomas e a constante disposição para aprender o ajudará a manter-se atualizado de acordo com a evolução do mercado. O interesse pelas questões relacionadas à preservação do meio ambiente também pode ser considerado como um fator diferencial para o profissional atualmente.

Perspectivas da carreira

O mercado de trabalho para o engenheiro químico é bastante atrativo. Os variados tipos de indústria sempre precisam de um bom profissional na área para comandar suas atividades, além de pesquisar e desenvolver métodos cada vez mais eficientes.

Alguns dos setores de maior destaque são os de combustíveis, farmacêuticos, cosméticos, tintas e alimentos. Mas, recentemente, o segmento ambiental tem ganhado muita importância, sobretudo pelo intuito de reduzir os impactos desse tipo de indústria.

Logo, dedicar-se às questões como tratamento de resíduos, fontes de energia renováveis e reaproveitamento de matérias-primas pode render boas oportunidades. Outra informação relevante é que a região sudeste concentra as maiores fábricas, sendo que o estado de São Paulo é o mais forte na produção química.

Segundo a Catho, a média salarial no Brasil para a área é de aproximadamente R$ 5.848,61. Entre as outras possibilidades profissionais, estão ainda a carreira acadêmica (que geralmente requer cursos de mestrado e doutorado) e as consultorias especializadas.

Engenharia de Petróleo

Por sua vez, o engenheiro de petróleo pode atuar em todas as fases da cadeia de produção de combustíveis — como o próprio petróleo, o gás natural ou os biocombustíveis.

Além de planejar e coordenar essa produção, ele pode ser responsável ainda pela pesquisa de novas jazidas, preocupando-se desde a exploração até as etapas de refino, transporte, comercialização, logística etc.

A grande diferença nesse sentido é que a Engenharia de Petróleo é uma área mais específica que a Engenharia Química. A primeira aprofunda mais o seu conhecimento, estudando conteúdos como Geofísica e Mineração, enquanto a outra não precisa ficar restrita a trabalhar com os subprodutos do petróleo (já que a indústria química é mais ampla).

Da mesma forma, o curso de nível superior tem duração média de 5 anos, com os mesmos pré-requisitos da Engenharia Química para concluir a formação. A matriz curricular também apresenta disciplinas semelhantes, sendo que dentre as mais específicas estão, por exemplo:

  • Geologia;
  • Geofísica Aplicada à Extração de Petróleo;
  • Engenharia de Reservatório;
  • Perfuração;
  • Fluidos de Perfuração;
  • Engenharia de Gás Natural;
  • Caracterização de Produtos de Petróleo;
  • Economia do Petróleo;
  • Projetos de Óleo e Gás.

Perfil do profissional

Em primeiro lugar, não dá para desconsiderar nesse tipo de perfil o interesse pela área de exatas e especificamente pela cadeia produtiva do petróleo — coisas que sempre farão parte do dia a dia do profissional.

Outra característica é que muitas vezes o engenheiro de petróleo terá que lidar com a pressão natural desse tipo de trabalho e com responsabilidades muito grandes, o que exige preparação técnica e emocional.

Nessa área, o domínio de outra língua (especialmente o inglês) tem um peso ainda maior devido ao forte contato com empresas internacionais, softwares estrangeiros e referências na língua inglesa.

Para aqueles que optam pelo trabalho embarcado, disposição e coragem para enfrentar alguns riscos pode ser um diferencial, assim como disponibilidade para ficar alguns dias em alto-mar (longe de casa, da família, dos amigos etc.).

Perspectivas da carreira

Há espaço nas empresas públicas e privadas dos setores comercial, primário, industrial e de serviços. As oportunidades por aqui estão muito ligadas à expansão da exploração de petróleo no Brasil e no mundo, sendo que, por aqui, os concursos da Petrobras costumam atrair muitos candidatos.

Contudo, muitos profissionais com essa formação atuam em outros países, aproveitando boas vagas oferecidas por grandes empresas multinacionais que trabalham no ramo petrolífero.

Em geral, não há grandes dificuldades para o profissional com um diploma na área, já que não há tanta mão de obra especializada. No mercado brasileiro, os estados do Rio de Janeiro e São Paulo são os que mais oferecem vagas nas indústrias de petróleo e gás, mas em praticamente toda a costa é possível encontrar algumas chances.

De acordo com a pesquisa da Catho, a média salarial do engenheiro especialista em petróleo é ainda maior e chega a R$ 11.117,84 no Brasil.

Por fim, o ideal é mesmo rever os interesses e analisar o mercado para facilitar a sua escolha. Como são áreas exigentes e bem específicas, vale levar em consideração não só as aspirações profissionais como os talentos e habilidades para cada uma. 

E então, entendeu mais sobre as principais diferenças entre Engenharia Química e Engenharia de Petróleo? Se quiser tirar outras dúvidas ou conhecer melhor os nossos cursos, não deixe de entrar em contato conosco!

Pós-graduação: o que você precisa saber antes de fazer a matrícula

Você pensa em fazer uma pós-graduação? Pois saiba que não é o único com esse propósito! Cada vez mais, os estudantes que se graduam já procuram complementar e principalmente diferenciar a formação que têm.

A razão disso é que, com o aumento do número de concluintes registrados na última década, conforme boletim do Ministério da Educação, se tornou indispensável ter mais do que apenas um diploma para se destacar, seja em processos seletivos, seja no ambiente interno de trabalho.

Afinal, dessa forma, é possível alcançar a realização profissional e um bom retorno financeiro. Contudo, como decidir qual curso realizar? Como entender as diferenças e similaridades entre eles? E mais: como identificar aquele que, de fato, atende aos meus ideais?

Foi pensando nisso que preparamos este post completo para responder as principais dúvidas sobre o tema e ajudá-lo a tomar a melhor decisão para o seu futuro. Acompanhe!

O que é uma pós-graduação?

Para começar, vamos falar sobre o que é a pós e quais são as confusões clássicas a respeito do assunto? Pois bem, seja por desconhecimento ou não, há quem acha que ao se graduar e continuar com a formação superior não há possibilidade de estagiar — o que não é verdade.

Saiba que não apenas é possível, como dá para fazer um estágio tanto no ambiente acadêmico quanto em um corporativo com as mesmas características com as quais você está acostumado. Isto é, jornada diária de seis horas, recesso de férias ao completar um ano e demais diretrizes da lei Nº11788/08.

Também há muita gente que acredita que a pós é uma coisa e o MBA é outra. Já outros pensam o oposto, ou seja, que é tudo igual e não há diferença, por exemplo, entre mestrado e doutorado para além dos títulos de mestre e doutor.

Por isso, é importante saber que todo e qualquer curso realizado após concluir a graduação é considerado, como o nome deixa bem claro, pós-graduação.

Acontece que ela é dividida em dois segmentos: o lato sensu e o stricto sensu. Ambos têm modalidades específicas que contam com características próprias e são destinadas a perfis distintos de alunos. A seguir, vamos nos aprofundar em cada uma delas. Por esse motivo, fique atento para não perder nenhum detalhe!

Lato sensu

Os cursos lato sensu (MBA e especialização) nada mais são do que aqueles centrados no estudo de técnicas e ganho de conhecimento prático — ambos voltados para o mercado de trabalho.

Portanto, são buscados por quem deseja completar a formação com o intuito de crescer profissionalmente, desenvolver habilidades e capacidades específicas e se manter atualizado com as tendências e novidades da área em que deseja se qualificar.

E é justamente por concentrar alunos que já estão trabalhando e ocupando diferentes cargos no ambiente corporativo, que ele conta com uma carga horária mais flexível e “enxuta” — ou seja, concentrada em apenas um ou poucos dias, principalmente o sábado. Assim, não sobrecarrega nem atrapalha a rotina de nenhum interessado.

Abaixo, você vai conhecer um pouco mais de cada uma das duas modalidades e entender quais são as diferenças entre elas.

MBA

O Master of Business Administration (ou simplesmente MBA) conta com duração mínima de 360 horas e exige que o estudante apresente uma monografia no término dele para obter o certificado de conclusão de curso.

Ele é o programa destinado para quem está atrás de uma realocação e/ou uma promoção que alavanquem a própria carreira por meio da aquisição do know-how acerca da gestão de pessoas, projetos e negócios — o que permitirá a atuação em cargos vitais e responsáveis por tomadas de decisão dentro de uma empresa.

Tudo isso, é claro, aliando a experiência dos alunos — que já estão ativos no mercado — ao estudo aprofundado de casos apresentados pelos docentes.

Especialização

A especialização, por outro lado, é um curso que faz jus ao nome que recebe. Afinal, por meio dela, você aprimora o conhecimento sobre uma área específica dentro do seu campo de atuação e se torna um especialista sobre esse assunto.

Logo, o programa auxilia-o a alcançar o domínio sobre as mais distintas abordagens, interpretações e execuções de problemas (e as respectivas soluções deles) relacionados ao conteúdo estudado — sempre, é claro, com paralelos de casos que servem como exemplo da rotina profissional que você já tem ou busca alcançar.

Portanto, ter experiências prévias também contribuem muito para o seu aproveitamento da especialização (assim com ocorre com o MBA).

Aliás, por falar em similaridades, vale mencionar que o formato aqui é muito próximo ao da primeira modalidade já que tem duração mínima de 360 horas e você precisa apresentar a monografia para obter o seu certificado. Essas características são afins, pois são previstas pelo Ministério da Educação na resolução CNE/CES 1/2007.

Stricto sensu

Já os cursos stricto sensu são voltados para a construção e o desenvolvimento do saber teórico que permite com que você se aprofunde em discussões e análises sobre conceitos, teorias e conhecimentos plurais que envolvem diferentes perspectivas sociais, comportamentais, históricas e culturais.

Ou seja, quem opta por realizar uma das três modalidades possíveis (mestrado, mestrado profissional e doutorado) desse segmento busca se qualificar para atuar no ambiente acadêmico e com a produção científica.

E isso não é à toa, já que todas elas ajudam o aluno a desenvolver diferentes abordagens metodológicas e traçar linhas de investigação para o objeto de estudo que possuem. É por conta desses aspectos que a pós-graduação stricto sensu demanda dos alunos uma rotina de estudos mais completa e com mais horas/dias de dedicação (por vezes, diária e até integral).

Abaixo, nós nos aprofundamos sobre cada uma das três alternativas para que você entenda melhor qual se enquadra com seus objetivos. Confira:

Mestrado

O primeiro que será abordado é o mestrado. Com duração média de 18 a 24 meses e necessidade da defesa de uma dissertação ao final do curso para a obtenção do diploma que concede o título de mestre, ele é a opção indicada para quem tem como foco virar professor e lecionar seja em uma escola, seja em uma faculdade.

O motivo disso é que, ao decorrer do programa, você se dedica a um assunto do seu interesse, aprende sobre práticas educativas e desenvolve as competências necessárias para desempenhar o papel de transmissor de conhecimento em uma sala de aula.

Mestrado profissional

O mestrado profissional, por sua vez, mantém a mesma estrutura de tempo, avaliação e metodologia de pesquisa e investigação que o mestrado tradicional. Entretanto, ele conta uma abordagem mais abrangente que vai além do aspecto acadêmico e inclui estudos, conceitos e técnicas que envolvem o mercado de trabalho.

Por essa razão, quem faz e conclui esse curso pode tanto se dedicar à docência quanto se capacitar profissionalmente para atuar em companhias públicas e privadas com a prestação de serviços e/ou produção de produtos.

Doutorado

Por fim, há o doutorado que tem duração média de 24 a 42 meses e demanda que o aluno apresente uma tese ao término dele para a obtenção do diploma que concede o título de doutor. Porém, não se deixe confundir: não existe uma ordem de cursos na pós-graduação!

Isto é, você não precisa necessariamente fazer o mestrado para só então realizar o doutorado. Essa é uma ideia equivocada que muita gente que intenciona entrar ou mesmo já faz parte do meio universitário compartilha sem saber que é um mito.

O que acontece é que, por uma questão de amadurecimento acadêmico e avanço experimental com desenvolvimento, produção e adequação de tipo de pesquisa sobre um determinado objeto, muitos alunos optam por ter a titulação de mestre primeiro.

Dessa forma, sentem-se mais preparados para lidar com a complexidade de contribuir com o meio científico oferecendo um projeto que propõe não apenas o saber, mas também um grupo de propostas de difusão e utilização desse conhecimento dado a relevância dele para a sociedade e principalmente para a comunidade científica.

Após ler sobre todas essas modalidades, é provável que você queira recapitular as principais características de cada uma para compará-las e, só a partir disso, decidir por aquela alternativa que mais beneficia a sua carreira. Para ajudá-lo, montamos, abaixo, um quadro comparativo simples e intuitivo. Confira!

 MBAEspecialização
tipolato sensulato sensu
duração360 horas (mínimo)360 horas (mínimo)
fococapacitação profissional e gerencialqualificação de especialista
tcc¹monografiamonografia
acc²certificadocertificado

1. Trabalho de conclusão de curso.   2. Atestado de conclusão de curso.

 DoutoradoMestradoMestrado profissional
tipostricto sensustricto sensustricto sensu
duração18 a 24 meses18 a 24 meses24 a 48 meses
focopesquisa científicainiciação à docênciadocência/capacitação prof.
tcc¹tesedissertaçãodissertação
acc²diplomadiplomadiploma

1. Trabalho de conclusão de curso.   2. Atestado de conclusão de curso.

Posso fazer pós em qualquer área?

Muitas pessoas, ao decidirem fazer uma pós, acabam compartilhando de uma mesma situação: querem continuar a formação acadêmica, porém, em uma área distinta daquela na qual se graduaram.

Daí surge aquela dúvida cruel acerca da possibilidade de realizar esse intercâmbio multidisciplinar em campos do saber que podem ser afins ou mesmo completamente opostos. Por exemplo, imagine um fulano que se formou em arquitetura e urbanismo, certo? Ele é um profissional que atua com restauração de edifícios e decide que quer fazer uma pós-graduação em engenharia de estruturas.

A razão disso? É que o conteúdo do programa aborda a segurança estrutural, os métodos construtivos e outros temas que têm total relevância para a profissão e, em especial, a rotina de trabalho dele.

Por isso, se você também compartilha desse questionamento e teme não saber qual o próximo passo dar, não se preocupe. Nós vamos saná-lo de uma vez por todas! Portanto, sem mais delongas, a resposta é sim — e ela é respaldada pelo próprio MEC.

Isso porque de acordo com a resolução que já mencionamos (e que traz as diretrizes do órgão), qualquer um que seja graduado está apto a fazer uma pós — independentemente do segmento original escolhido e da opção posterior ser por uma especialização, um MBA, um mestrado, um mestrado profissional ou um doutorado.

Entretanto, é importante ficar atento, pois será a faculdade que vai determinar os requisitos e os termos a serem seguidos para a efetivação da matrícula e o eventual acompanhamento das aulas!

Para finalizar o tópico e mostrar algumas das opções que você tem (e que envolvem as áreas de tecnologia e de gestão), montamos, abaixo, uma seleção com cursos lato sensu que podem ser realizados para aprimorar sua formação. Saiba quais são eles:

Especialização

Master of Business Administration (MBA)

Qual o impacto de uma pós-graduação na minha carreira?

Até aqui, você viu quais são as diferenças e as particularidades entre cursos lato sensu e stricto sensu, em que situação é indicado fazer cada um deles e em que áreas de atuação é possível realizar uma pós.

Agora, é o momento de entender quais são os reais impactos de investir em uma formação mais completa para a sua trajetória profissional. Portanto, leia com atenção como cada um desses aspectos pode influenciar e moldar o seu plano de carreira. Veja:

Maior destaque em processos seletivos

Um dos principais impactos de ter uma pós-graduação é, sem dúvidas, o quanto você se destaca em processos seletivos, em especial para vagas mais disputadas de grandes empresas, como as multinacionais.

Afinal, basta lembrar que para a esmagadora maioria dos segmentos, como arquiteturaengenharia civiladministração e gestão da qualidade, ter um diploma de graduação é o mínimo para poder exercer qualquer atividade relacionada a eles.

Logo, as companhias procuram quem tem um diferencial a acrescentar para o quadro de funcionários delas. Isto é, um currículo mais completo que vá além de experiências anteriores e dos tradicionais cursos de idiomas e informática, por exemplo.

Elas querem aqueles que entendem a importância e o valor de ter um aprendizado constante para se desenvolver e se qualificar para superar os desafios do mercado de trabalho. Portanto, quem tem uma pós-graduação na área em que deseja atuar vai, certamente, sair na frente dos concorrentes e ter mais chances de conquistar a vaga.

Aumento salarial e conquista de promoções e/ou bonificações

Ao fazer uma pós, você não obtém somente mais conhecimento, como também aprende a aliar a teoria à prática de uma forma mais completa e aprofundada de acordo com os processos internos que verá no ambiente de trabalho.

Com isso, você deixa de ser um funcionário regular e passa a ser visto como um especialista. Ou seja, alguém apto a tomar decisões e resolver problemas em um determinado campo ou setor dentro de uma empresa graças ao domínio e entendimento que possui.

Essa mudança, além de gerar status e reconhecimento, traz também um maior retorno financeiro por meio de bonificações ou mesmo promoções.

Mais chances de ocupar cargos de gestão, supervisão e direção

Você planeja entrar em uma companhia e, passo a passo, construir uma trajetória ascendente que o leve até o topo para um cargo de gestão, direção ou supervisão? Então saiba que esse é mais um dos impactos positivos que uma pós, como um MBA, é capaz de causar em uma carreira.

A razão disso é que você se aperfeiçoa e se qualifica durante o curso para entender o cenário corporativo e tomar a dianteira de equipes e setores completos aplicando aquilo que aprendeu em sala de aula tanto para o benefício dos seus colegas e subordinados quanto para o crescimento e lucro da empresa que representa.

É justamente por isso que as instituições desejam colaboradores que não parem de se especializar, pois serão eles que, eventualmente, vão tomar o papel de liderança internamente — já que possuem as habilidades, as técnicas e o know-how para trazer resultados concretos para elas.

Networking mais amplo e sólido

Fazer um dos cursos lato sensu é uma oportunidade única para quem quer ter uma carreira promissora, desafiadora e com diferentes possibilidades de atuação. Isso porque você estuda com colegas que já estão ativos profissionalmente e atuando nas mais diferentes instituições.

Dessa forma, é possível saber de antemão as informações internas de grandes marcas do mercado, fechar futuras parcerias e estabelecer contatos que podem abrir as portas para você em um momento futuro caso queira mudar de emprego ou, até mesmo, de profissão. Ou seja, você tem a possibilidade de construir um networking não apenas mais amplo, como muito mais sólido e eficaz.

Atualização constante dos conhecimentos e das habilidades

Outro impacto positivo na sua carreira é que você desenvolve novas habilidades, amplia seus conhecimentos e atualiza-se em relação às mudanças e às novidades do mercado de trabalho.

Afinal, em um mundo globalizado com uma comunicação cada vez mais interativa e um aumento diário significativo nos avanços tecnológicos, é compreensível que ele esteja frequentemente em mutação.

Portanto, estar apto a se autorreciclar, sair da zona de conforto e continuar a ser um eterno “aprendiz” é de suma importância para acompanhar e se aperfeiçoar para lidar com essas questões no dia a dia da rotina profissional — algo no qual as especializações e o MBA desempenham um grande papel, uma vez que permitem você a se aprofundar nesses temas a cada aula.

Formação contínua necessária para lecionar

Embora a graduação em um curso de licenciatura (ou pedagogia para a educação básica, conforme a lei Nº12014/09) seja o mínimo exigido pelo MEC para quem deseja se tornar professor, a realidade é que as instituições escolares buscam profissionais com pós-graduação para compor os respectivos quadros de docentes delas.

Isso se torna ainda mais evidente no caso de faculdades sejam elas públicas, sejam elas particulares, visto que é exigido que, pelo menos, um terço de todos os que lecionam em ambiente acadêmico tenham titulação de mestre e/ou doutor de acordo com a lei  Nº9.394/96.

E a razão disso é simples: tanto o mestrado quanto o doutorado permitem que você tenha uma formação contínua que amplia sua visão crítica, geram uma maior compreensão sobre os temas que serão discutidos em sala de aula e ainda fornecem a você os meios para que possa se tornar um pesquisador com produção científica ativa.

Portanto, quem tem o sonho de lecionar precisa, sim, investir em uma pós-graduação, pois isso será critério obrigatório para se ter no currículo ou, no mínimo, um diferencial que pode garantir a sua contratação.

Quando é a melhor hora de fazer esse investimento?

Para finalizar, vale ressaltar algo importante e que até já mencionamos (embora sem nos aprofundar na questão): o momento de investir em uma pós. Isso porque é normal o anseio e a vontade de concluir as infinitas possibilidades de curso em um intervalo de tempo menor justamente para colocar o conhecimento obtido em prática e ter o retorno esperado mais rápido.

Acontece que para o mestrado, o mestrado profissional e o doutorado é possível, sim, colocar essa ideia em prática e, literalmente, emendar um no outro após a graduação. Afinal, basta lembrar que eles preparam você de forma ascendente para se tornar um docente e/ou pesquisador — o que não requer uma vivência prévia em ambas as áreas já que é justamente o que você aprenderá a fazer.

Porém, o mesmo não se aplica à especialização e ao MBA e o motivo é muito simples: em cada encontro realizado e trabalho proposto, serão levantados casos de mercado para serem tema de debate entre você, seus colegas e professores.

Acontece que, se você não possui experiência nem esteve ativo profissionalmente algum dia (por ter se dedicado exclusivamente à graduação, por exemplo), vai ser difícil compartilhar da mesma visão lógica, do raciocínio crítico e, inclusive, do entendimento de noções e termos ligados ao meio empresarial da mesma forma que alguém que vivencia no dia a dia aquilo que é debatido em sala de aula.

Por esse motivo, o indicado é que você não faça nenhuma das duas modalidades tão logo obtenha o diploma. Ao contrário, procure ingressar no mercado, se familiarizar com o que é o ambiente de trabalho e, então, invista na pós para potencializar suas habilidades e competências e sanar e galgar novos passos na carreira.

Agora que você está ciente do que precisa saber antes de se matricular em uma pós-graduação, não deixe de refletir sobre os pontos que foram abordados ao longo deste post e como essa continuação da sua formação pode influenciar e moldar completamente o seu futuro profissional.

E se você gostou de saber mais a respeito desse assunto, já sabe: assine a nossa newsletter e fique por dentro de muitos outros temas que envolvem a vida acadêmica!

O guia prático para fazer networking

“Como fazer networking de maneira otimizada e torná-lo um fator de mudança na minha carreira?” — eis uma dúvida recorrente de muitos profissionais que buscam não apenas melhorar o próprio desempenho no trabalho, como também desfrutar de mais possibilidades na trajetória laboral.

Isso acontece porque, assim como você, eles almejam crescer na profissão, desenvolver-se e ter novos desafios — aspectos que podem, sim, ser alcançados por meio de uma rede de contatos sólida e produtiva.

Pensando nisso, preparamos um post completo que servirá para tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto e ajudá-lo a usar essa ferramenta para alavancar o seu sucesso e realização. Acompanhe!

O que é networking?

Networking é um termo em inglês bastante usado tanto no meio acadêmico quanto no ambiente de trabalho de empresas para definir a capacidade de construir, moldar e manter uma rede de contatos (isto é, a network) — portanto, não confunda quando usar network ou networking, certo?

Essa prática, que é cada vez mais visada e necessária em um mercado em constante mudança e inovação, é uma ferramenta indispensável para quem deseja começar seu plano de carreira ou, até mesmo, mudá-lo independentemente da profissão que segue, ou se possui um perfil mais extrovertido ou introvertido.

Afinal, não são poucos os casos de profissionais na ativa que buscam desempenhar novas funções ou, quem sabe, ter uma experiência em um novo segmento. A razão por trás da importância dessa rede está no fato que ela cria uma gama de oportunidades únicas para o seu futuro.

A começar pela troca de informações e conhecimento privilegiado, a indicação para vagas que você almeja e a possibilidade dos seus contatos se tornarem referências do seu trabalho e competência.

Além disso, com ela, você amplia seu leque de ofertas de trabalho — isso vale, inclusive, para outros campos de atuação dentro da sua área de formação — e abre o caminho para futuras parcerias em projetos e negócios.

Mas não acaba aí, pois quem deseja investir em seu lado empreendedor e se tornar dono da própria empresa, por exemplo, pode usar o networking para encontrar fornecedores, clientes e potenciais investidores. Ou seja, não faltam vantagens quando se faz o uso correto dele.

Como fazer networking?

“Certo, eu entendi qual o conceito de networking e a importância dele para a minha carreira. Porém, como fazê-lo de maneira eficiente?”, você deve estar se perguntando. Por esse motivo, reunimos algumas dicas para você colocá-lo em prática e, inclusive, aperfeiçoá-lo presencialmente e no meio digital.

Afinal de contas, o online cada vez mais desponta como uma poderosa ferramenta para formar uma base de conexões sólida e com enorme potencial para quem almeja uma trajetória laboral ascendente. Portanto, fique atento às sugestões!

Aprenda a fazer networking presencial

Planeje-se

Sim, antes de ir a um evento, envolver-se em um programa acadêmico, participar de uma reunião ou integrar uma confraternização da empresa, é fundamental se planejar de forma estratégica sobre como fazer networking.

Avalie, por exemplo, quais temas e assuntos vão dominar as conversas nessas situações, as pessoas que vão estar presentes e quais instituições e marcas elas representam (especialmente aquelas com quem deseja ter uma conexão) e a maneira correta de abordar os outros e divulgar seus méritos, seus diferenciais, suas conquistas e suas habilidades.

Dessa maneira, você otimiza seu tempo, não desperdiça as oportunidades e se torna mais apto a se adaptar a diferentes situações — uma vez que já previu os cenários possíveis e as melhores formas de sair das famosas “saias justas”.

Esteja presente

Você não vai desfrutar de todo o poder do networking se ficar enfurnado dentro de casa. Por isso, aproveite cada momento e se faça presente nos lugares em que seus potenciais contatos estão. Participe de palestras e congressos, se inscreva em oficinas e workshops e aceite os convites que surgirem para jantares e celebrações (inclusive os happy hours) com colegas e supervisores.

Além disso, não deixe de lado as oportunidades que o ambiente acadêmico pode proporcionar a você, em especial quando está fazendo uma pós-graduação, como MBA ou especialização. Lembre-se de que tanto os seus colegas quanto os seus professores podem se tornar peças-chaves para a construção de uma carreira bem-sucedida.

Troque contatos

Saber como fazer networking não se resume apenas a conversar, interagir e passar um tempo de qualidade com nomes importantes no seu campo de atuação. É mais que isso, visto que o importante — a rede de contatos que pode abrir portas e servir para potenciais indicações — é construído a médio/longo prazo a partir desses momentos.

Por essa razão, não se esqueça de um passo crucial: trocar contato, como telefone, e-mail ou perfil em determinada rede social, para continuar a aproximação com essas pessoas e, assim, trocar informações, criar vínculos e gerar identificação — por meio de ideias, propostas e desejos similares para o futuro.

Aprimore-se

Por mais que você já esteja atuando há algum tempo e tenha uma boa formação, nunca pare de se aperfeiçoar. Entenda que essa é uma dica valiosa para não se tornar o tipo de pessoa que estagna na profissão, não vê chances de crescimento ou desenvolvimento e tem dificuldades em enfrentar os desafios do mercado de trabalho.

De quebra, o aprendizado constante valoriza o seu currículo, mostra o seu interesse em se manter atualizado e colabora para construir uma imagem de um profissional que está apto a se adaptar e ser sempre o melhor naquilo que faz.

Com isso, você abre as portas para que tanto profissionais com quem você convive quanto aqueles que está conhecendo agora se mantenham interessados nas suas qualificações e tenham assuntos em comum para compartilhar e debater com você — quiçá ser pauta para novas conversas, novos encontros e novas reuniões.

Monte um círculo de confiança

Saber como fazer networking requer inteligência para identificar um grupo de contatos intermediários, ou seja, aqueles que podem fazer a ponte com quem você deseja se envolver. Essas conexões podem ser amigos, colegas de trabalho, fornecedores, parceiros de negócios, colegas de curso, professores etc.

Isto é, gente com quem há um convívio e uma relação mais íntima. Por isso, faça um exercício e pense quem se enquadra nesse perfil. Uma vez que você tenha esses nomes, monte seu círculo de confiança e procure saber quem integra a rede de contatos deles.

A partir daí, será necessário participar dos mesmos eventos que eles e pedir que seu conhecido apresente-o ao profissional desejado. Assim, haverá uma maior abertura para você interagir, trocar contatos e estabelecer vínculos.

Aprenda a fazer networking digital

Esteja nas plataformas certas

O principal ponto de partida para o networking digital é fazer parte das plataformas em que não apenas outros profissionais se encontram, como também instituições nacionais e internacionais de diferentes áreas (ensino, tecnologia, finanças, saúde etc.) marcam presença.

Um ótimo exemplo disso é o LinkedIn — que conta com 29 milhões de usuários só no Brasil, conforme divulgado em artigo da Veja. Aliás, vale ressaltar, que o site ainda conta com empregadores que divulgam vagas e recrutamentos para compor o quadro de colaboradores deles e grupos nos quais é possível interagir, debater e estabelecer contato com diferentes públicos.

Outro exemplo é o Behance, gerenciado pela Adobe, que funciona como uma vitrine digital para projetos e portfólios de profissionais da arquitetura, do marketing e de outros campos de atuação afins de ambos, como design de interiores, design de móveis, publicidade e jornalismo.

Utilize programas e aplicativos que turbinem o seu perfil

Fora criar e se manter ativo em uma plataforma, como o LinkedIn ou o Behance, é de grande valia contar com programas e aplicativos que ajudem você a medir e a turbinar sua presença online. O Klout — disponível para iOS e Android — é um deles, uma vez que lhe auxilia a saber qual o seu impacto virtual.

Isto é, o seu alcance nas redes sociais e a capacidade de engajar pessoas com comentários, compartilhamentos e afins. Além disso, ele permite identificar os conteúdos que mais despertam a atenção dos seus contatos — fazendo com que você saiba o que publicar e que tipo de discussão promover — e o melhor horário para postar e ter mais visibilidade.

Promova seu currículo virtualmente

Promover seu currículo virtualmente também é importante. Isso porque plataformas voltadas para o meio o profissional, como as que citamos, contam com seções em que é possível destacar:

  • experiências anteriores;

  • formação acadêmica;

  • idiomas que domina;

  • portfólio e referências;

  • mostras de trabalhos e publicações;

  • conquistas e premiações;

  • habilidades, técnicas e competências;

  • publicações e projetos voluntários.

Cada um desses tópicos permitem aos demais descobrir seu perfil profissional com mais facilidade e, acima de tudo, possam se identificar com a sua imagem e o que ela representa (qualificações, diferenciais, interesses etc.). Dessa forma, será mais fácil maximizar a rede de contatos e conquistar novas oportunidades.

O que não pode faltar na sua rede de relacionamentos?

De uma forma geral, é importante que a sua rede de relacionamentos conte com três grupos de networking que possuem funções e qualidades específicas capazes de ajudá-lo a alcançar de forma mais rápida seus objetivos.  

Para isso, é necessário dividir os seus contatos de acordo com o tipo de conexão que você tem com eles. Contudo, lembre-se: ter um excesso em um deles ou, pior, a ausência de algum não é indicada, pois pode prejudicar a eficiência da sua rede. Abaixo, explicamos quais são essas categorias e suas características:

  • grupo referencial: formado por pessoas que podem reafirmar o que você diz e servir como referência caso precise de uma indicação e/ou apoio para uma promoção, uma oferta de emprego ou eventuais parcerias;

  • grupo informativo: composto por quem detém o poder da informação. São aqueles que sempre sabem de antemão o que vai acontecer na empresa, que estão por dentro dos detalhes de recrutamento de uma grande marca, que conhecem o indivíduo que vai assumir o cargo de chefia do setor etc;

  • grupo influenciador: constituído por pessoas de destaque e relevância no mercado, já que estão em cargos de importância e desempenhando papéis vitais para as instituições que representam. São aqueles que podem contratar, oferecer parceria, gerar uma oportunidade de trabalho etc.

Quando ativar sua rede de relacionamentos?

Como dito anteriormente, o networking começa a partir de um primeiro contato no qual você interage com as pessoas, se apresenta e, consequentemente, troca telefone, e-mail, endereço e afins com elas.

Porém, não basta só o bom e velho “toma lá, dá cá” de cartões. É preciso ativar essa conexão posteriormente. Ou seja, criar um diálogo, preparar um terreno para uma maior aproximação e, assim, gerar um vínculo que levará fulano e beltrano a fazerem parte da sua rede de relacionamentos.

Entretanto, a questão que fica é quando e como fazer essa ativação? Para a primeira dúvida, saiba que não há uma regra específica, mas que é de bom tom que esse segundo contato ocorra em até, preferencialmente, uma semana depois do evento ou ocasião em que você conheceu os demais profissionais.

O motivo disso, é que mais tempo que esse prazo pode afetar tanto a sua capacidade quanto a dos demais de recordar detalhes do encontro e dos indivíduos envolvidos neles — especialmente se nada disso foi planejado.

Já quanto à forma de fazer ativação é bastante simples: adicione os outros nas plataformas que mencionamos neste post (e produza conteúdo que seja do interesse deles), envie um e-mail em datas comemorativas e especiais e encontre afinidades que sirvam como justificativa para novos compromissos em conjunto.

É recomendado excluir alguém da sua rede?

Ao longo deste post, falamos sobre a definição de networking e como criar uma rede de relacionamentos que o ajude no processo de solidificação da sua carreira, especialmente a longo prazo. Contudo, para fazê-la realmente funcionar é preciso não somente ter quantidade, mas principalmente qualidade.

Por isso, é fundamental geri-la constantemente para ter o equilíbrio necessário quanto a esse quesito. Na prática, isso significa alimentá-la de forma retroativa por meio da troca de informações e conhecimentos e da criação de pontes para futuros encontros e parcerias.

Além disso, quando preciso, você deve, sim, remover aqueles contatos que não acrescentam nem contribuem para a sua estratégia de crescimento profissional. Abaixo, nós reunimos dois casos para exemplificar quando isso será necessário. Veja:

Conexões movidas apenas por interesse

Embora haja um planejamento em fazer as conexões com os nomes certos, eventualmente você vai se deparar com um ou outro contato movido apenas por interesse. Isto é, aquele que depois do primeiro encontro não se esforça em nutrir um relacionamento nem sequer interagir por cordialidade.

Contudo, quando ele precisa de um favor sabe exatamente onde procurá-lo. Para completar, ele nunca retribui o auxílio prestado e logo volta a se afastar após conseguir o que deseja. Nessas situações, não há o que pesar a favor dele, visto que nenhum vínculo foi formado. Ao contrário, só há pontos negativos! Portanto, exclua quem tem um comportamento “sanguessuga”.

Contatos que não são da sua área nem de áreas afins

O segundo caso é quando ocorre o networking quase exclusivamente com gente que pertence a outros segmentos e funções que nada tem a ver com o que você desempenha ou quer desempenhar.

Por exemplo, você deseja progredir com sua carreira na área de tecnologia, mas está montando sua rede de relacionamento com quem atua com medicina e biomedicina. Percebe a falta de foco nesse processo e como ela é prejudicial?

Entretanto, não entenda errado! Você pode (e deve) ter uma rede de contatos diversificada, desde que priorize aqueles que são da sua área ou de áreas afins para torná-la, de fato, produtiva para alcançar seus objetivos.

Uma dica é se basear na regra de 80%-20%. Sendo o primeiro para o grupo que citamos (que é o do seu interesse) e o segundo para quem é de outro campo de atuação. Dessa maneira, você pode ficar atento se os percentuais fogem a esse limite e excluir o excesso para deixar a balança equilibrada novamente.

Que dicas de marketing pessoal podem ser úteis para networking?

Para finalizar nosso post, reunimos algumas dicas de marketing pessoal que vão ajudá-lo a ampliar sua capacidade de fazer networking. Afinal, construir (e vender) uma imagem profissional sólida é essencial para promover corretamente seus méritos, habilidades e competências e, acima de tudo, se destacar de forma efetiva no mercado de trabalho. Veja quais são elas:

Cuide da sua aparência

A primeira dica, como não pode deixar de ser, trata-se de cuidar da sua aparência. A razão disso é óbvia: a forma como você se apresenta em um determinado local passa uma mensagem — mesmo que não seja a desejada — sobre quem você é e o seu valor como profissional.

Logo, estar vestido de forma inadequada/exagerada ou se descuidar quanto ao visual (barba, cabelo, maquiagem etc.) em meio a diferentes públicos e ambientes põem em xeque seu bom senso, credibilidade e seriedade.

Dessa forma, toda essa exposição gerada é negativa e prejudicial à sua imagem, afastando (ou mesmo minando) toda e qualquer possibilidade de eventuais parcerias e oportunidades de trabalho.

Fique atento à sua postura

Assim como a aparência, a sua postura corporal diz muito sobre você. Duvida? Então basta imaginar uma situação hipotética, como uma palestra em que dois profissionais da sua área serão os oradores. O primeiro fica a todo instante de braços cruzados, olhando para baixo e curvado — isso, inclusive, ao se dirigir à plateia.

O segundo é o oposto. Ele se mantém ereto, com os braços soltos e olhando diretamente para o público enquanto fala. Dito isso, qual deles você sente que está mais preparado, disposto e à vontade nesse ambiente? Qual postura corrobora para passar uma imagem de autoridade sobre o assunto debatido?

Por esse motivo, evite se portar como o primeiro caso. Lembre-se sempre de que cada gesto e cada ação corporal são importantes para mostrar que você está seguro e confortável com a ocasião.

Não misture vida pessoal e profissional

Seguiu as últimas duas sugestões? Excelente. Porém, não cometa o deslize de, em um primeiro contato com aqueles que deseja estabelecer seu networking, misturar vida pessoal e profissional.

Imagine o quão desconfortável é estar em um ambiente acadêmico ou corporativo — onde as pautas principais das conversas são o mercado de trabalho, os avanços tecnológicos, as inovações da área em que todos atuam etc. — e ser abordado por alguém que solta opiniões passionais (e, em muitos casos, preconceituosas) sobre política, classe social, religião, sexualidade e por aí vai.

Constrangedor, não é mesmo? O pior é que, com essa atitude, as chances de despertar a antipatia nos demais ou mesmo ofender e magoar os outros são enormes. Portanto, atenha-se ao que, de fato, é a proposta da ocasião e principalmente o que você deseja alcançar com ela: o aumento da sua rede de relacionamentos.

Valorize a pontualidade

Outra dica simples é ser pontual. Sempre. Isso porque, culturalmente, criou-se o hábito de marcar um compromisso e chegar somente após o horário estabelecido — e isso não apenas ser tolerado, mas aceito como normal.  

Contudo, esse é um (péssimo) hábito que não pode ser levado para o ambiente profissional. E o motivo é simples: se você não consegue honrar com reuniões, convenções ou outros eventos pré-estabelecidos há dias ou semanas — sempre dando as mais diferentes desculpas —, como poderá se comprometer com prazos para projetos e negócios vitais para uma empresa?

Portanto, aprenda a gerenciar sua agenda e principalmente o tempo para mostrar comprometimento e empenho com tudo aquilo com o que você se envolve.

Saiba se comunicar (e se expressar)

A última sugestão tem a ver com a sua capacidade de se comunicar. Todavia, não nos referimos exclusivamente ao uso do português correto e à utilização de uma linguagem adequada ao ambiente em que se está. Vai além disso.

Basta lembrar que você vai interagir e tentar formar vínculos com diferentes pessoas (de cargos variados) nas mais distintas situações. Algumas vão ter mais tempo para esse contato, porém, outras não.

Por esse motivo, será indispensável saber se expressar de maneira clara e objetiva. Caso contrário, você pode desperdiçar a chance de vender sua imagem de maneira eficaz para o mercado. Por isso, aperfeiçoe sua argumentação, sua aptidão em expressar ideias e sua habilidade em sintetizar as informações ao seu respeito.

Agora que você já sabe como fazer networking tanto presencialmente quanto no meio online, o que não pode faltar nele e está por dentro das dicas de marketing pessoal para potencializá-lo, não perca tempo e construa uma rede de contatos sólida que o ajudará a construir uma carreira de sucesso!

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6 tendências que apontam o futuro do varejo

Pesquisar sobre o seu mercado de trabalho é uma das maiores tarefas para quem deseja ter mais sucesso. Buscar novidades e entender o futuro do varejo, por exemplo, é fundamental para acompanhar o comportamento do consumidor.

Quando estamos atentos aos hábitos de compra do nosso público, fica bem mais fácil satisfazer as suas necessidades. Nesse sentido, o setor de varejo tem passado por algumas mudanças que merecem maior atenção, especialmente no que diz respeito à tecnologia.

Então, para não ficar de fora do assunto, confira o post a seguir descubra quais são as principais tendências da área.

1. Facilidades no pagamento

Uma das grandes vantagens que as ferramentas tecnológicas trouxeram para a experiência de compra foi facilitar todo o seu processo, principalmente simplificando o pagamento — que é um tipo de benefício que você pode oferecer ao seu cliente.

Um dos casos mais recorrentes nesse aspecto são os aplicativos de Mobile Payment, que não exigem a necessidade de passar o cartão de crédito/débito ou entregar o dinheiro à vista no momento da compra.

Inclusive, pode-se esperar o surgimento de novas tecnologias que deixem os pagamentos ainda mais rápidos e mais seguros. Por exemplo, a utilização de informações biométricas — como as impressões digitais, varredura de íris e o reconhecimento facial — deve ser a próxima tendência nesse contexto.

2. Sistema de conveniência

O consumidor quer decidir o que e onde comprar. Por isso, é importante estar presente nos mais diversos meios de comunicação e venda. Virtual ou fisicamente, é preciso estar disponível para que o público faça suas escolhas de acordo com o que ele julga mais conveniente.

Alguns dos principais fatores que influenciam esse processo é o atendimento, o tempo e a comodidade. Isso quer dizer que, por vezes, pode ser mais conveniente para o cliente procurar pelo produto na loja física, enquanto em outros momentos ele pode preferir fazer compras pela internet. Logo, não desconsidere nenhuma alternativa!

3. Preços digitais

Quem tem o costume de comprar em lojas virtuais provavelmente já percebeu que os preços mudam frequentemente. A concorrência e a facilidade de trocar os valores, fazer promoções ou oferecer cupons de desconto fazem com que os preços dos produtos sejam mais sensíveis no mundo online.

A partir disso, identificou-se que essa também seria uma vantagem para as lojas físicas. A exibição dos preços aos clientes de forma digital permite que reajustes sejam feitos de maneira mais simples e rápida.

Considerando um supermercado como exemplo, se o seu principal concorrente faz uma oferta significativa de determinado produto na semana, ele pode perder muitas vendas se não tiver uma estratégia ágil e eficiente para pôr logo em prática.

Em muitos casos — sobretudo para quem ainda utiliza muito papel — a remarcação dos valores é capaz de levar tempo. Isso dificulta o trabalho e pode afetar a sua competitividade. Sendo assim, nada melhor do que contar com a tecnologia para ser mais eficaz.

4. De omnichannel à omniexperience

Há algum tempo, o mercado já ditava a necessidade de convergir os canais utilizados pelas empresas. A integração das lojas físicas e virtuais fez com que os clientes não enxergassem muitas diferenças entre o mundo online e o offline.

Contudo, isso não é mais uma novidade. O desafio agora (e que fará toda a diferença para os próximos anos) é conseguir aprimorar ainda mais a experiência do consumidor, fazendo com que ele transite entre os canais de forma livre e inovadora. 

As lojas precisam ser um ponto de contato com o cliente, que traduza os valores e as intenções da marca. Para isso, será preciso trabalhar a interatividade e oferecer soluções cada vez mais criativas.

Ou seja, o que conta não é apenas apresentar a diversidade de canais, mas trabalhar as estratégias para melhorar a experiência de compra do cliente.

5. Mobilidade no PDV

Reforçando a ideia de que as lojas físicas deixam de ser o único e principal ponto de venda (PDV), a bola da vez agora é apostar na mobilidade. A jornada de consumo também evoluiu como consequência dos avanços tecnológicos.

Segundo Marcos Gouvêa de Souza, PDX seria o novo termo apropriado para designar a multiplicidade de funções que um ponto de venda deve assumir. O X representa tudo: serviços, experiências, educação, soluções, relacionamento, interação, atualização — inclusive a venda de um produto.

As expectativas do outro lado cresceram e é necessário que as equipes estejam preparadas e empoderadas para atuar nesses espaços. Como exemplo, Marcos cita uma loja da Nike no Soho (em Nova York), que em seus cinco andares oferece diversas experiências, customização de produtos, orientações, treinos, consultoria esportiva e “até” vende produtos.

Tudo isso ajuda a fortalecer a marca, agregando valor e diferenciando-a das demais. Além disso, demonstra que o foco da empresa está em acolher os seus clientes e proporcionar a eles um atendimento único e especial — o que é bem mais abrangente que a ideia tradicional dos antigos PDVs.

6. Personalização

No fim das contas, o que as pessoas querem é encontrar aquilo que elas procuram, certo? Mas se isso acontecer de um modo prático, cômodo e personalizado, melhor ainda.

Acontece que antes não era possível identificar os gostos e as necessidades dos clientes. Cada um deles entrava nas lojas e só era possível medir o volume de vendas e, com o tempo, algumas das suas preferências.

No entanto, hoje em dia — principalmente com a ajuda da internet — é muito mais fácil entender quem está por trás do consumo do seu produto. Com isso, a comunicação com cada perfil que compõe o seu público (conhecidos como nichos ou tribos) pode ser mais assertiva, propondo um atendimento mais personalizado.

Logo, utilizar os dados virtuais pode ser essencial para traçar táticas mais efetivas, que realmente contribuam para os seus resultados. Para se ter uma ideia, isso foi o que a Netflix fez para criar um dos seus grandes sucessos — a série “Stranger Things”.

Ao perceber o interesse dos assinantes por conteúdos dos anos 90, eles resolveram criar um seriado específico para atender essa demanda. Na prática, esse tipo de estratégia tem tido efeitos muitos positivos na conquista e fidelização de clientes.

Enfim, se você trabalha com a área de varejo, saiba que manter-se atualizado é uma verdadeira missão. Essa é a melhor maneira de não ficar em desvantagem em relação à concorrência, contribuindo para o sucesso do negócio e também para a sua carreira.

Gostou das nossas dicas sobre as tendências que apontam o futuro do varejo? Então, que tal compartilhar este post nas suas redes sociais para ajudar a divulgar essas informações? Aproveite para mostrar como você está antenado com as novidades!

Confira a checklist para entrar na faculdade com o pé direito

O Ensino Médio acabou e finalmente chegou a hora de entrar na faculdade e iniciar uma nova fase da vida. Mas você sabe o que é preciso para se dar bem nesse novo ambiente?

É comum que muitos estudantes se sintam perdidos assim que começam sua jornada no ensino superior. Por isso, vamos listar aqui uma série de coisas que você precisa saber para aproveitar ao máximo esse momento. Confira!

Formas de ingresso

A primeira coisa que você precisa saber para começar o ensino superior com o pé direito é como entrar na faculdade. Atualmente, o método de seleção mais comum é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aceito por quase todas as faculdades do Brasil.

Existem, porém, instituições que utilizam outras formas de ingresso, como o vestibular próprio ou uma entrevista com o estudante. É possível também fazer transferência entre faculdades, obtenção de novo título, prova agendada, entre outros.

Despesas

Se você pensa em estudar em uma faculdade particular, é preciso se preparar para as despesas, principalmente em relação à mensalidade do curso. Por isso, é essencial que você faça um planejamento prévio e tenha controle de gastos para se dar bem. Lembre-se sempre de que a educação deve ser vista como um investimento.

Infraestrutura

Antes de entrar na faculdade, é importante que você conheça a infraestrutura da instituição de seu interesse. Esse é um pré-requisito que deve influenciar sua escolha. É preciso que o ambiente seja bem-conservado, com laboratórios de pesquisa, biblioteca e equipamentos tecnológicos suficientes para satisfazer as necessidades dos estudantes.

Deslocamento

Uma das coisas com a qual você vai precisar se preocupar durante o ensino superior é o deslocamento entre faculdade, casa e trabalho. É importante que você procure meios de transporte que ajudem a poupar tempo e dinheiro — como caronas, transporte público, bicicleta etc. —, pois esses são elementos que farão toda a diferença durante essa fase da vida.

Dedicação aos estudos

Ao entrar na faculdade, é comum que muitos estudantes sintam o impacto da diferença entre aquele ambiente e o Ensino Médio. As cobranças são muito maiores e exigirão o dobro de dedicação.

Por isso, é preciso ter disciplina para seguir uma rotina de estudos e frequentar as aulas. Lembre-se de que tudo isso é um “treinamento” para o que está por vir no futuro, já que o mercado de trabalho é ainda mais exigente.

Socialização

Não há nenhuma dúvida de que a faculdade é um dos melhores momentos para fazer contatos, conhecer novos amigos e aproveitar a vida. Portanto, não tenha medo de socializar. Aproveite as festas, calouradas e eventos para estreitar seus laços sociais. Só não se esqueça de que os estudos devem estar sempre em primeiro lugar!

Corpo docente

Durante o Ensino Médio, os alunos dificilmente interagem com seus professores, mas o cenário é outro ao entrar na faculdade, pois estamos mais maduros e dispostos a aprender.

A interação com o corpo docente da instituição é essencial para a sua formação. Portanto, aproveite para conversar com professores, fazer projetos de pesquisa, dar monitorias, participar de iniciações científicas, palestras e seminários, pois tudo isso pode gerar oportunidades únicas para o futuro.

Estágio

Um dos momentos mais importantes do curso superior é o estágio profissionalizante. É nele que você aprende a colocar em prática tudo que a teoria ensinou, além de poder gerar uma oportunidade de emprego no futuro. Portanto, não perca tempo! Quanto mais cedo você conseguir um estágio, maior será o seu preparo para o mercado de trabalho.

Oportunidades

A faculdade marca o início da vida adulta e profissional. É nesse momento que grandes oportunidades vão bater à sua porta. Portanto, esteja sempre atento para aproveitá-las. Um simples projeto com um professor ou colega pode acabar se tornando um grande empreendimento no futuro, marcando o início de uma carreira de sucesso.

Ao entrar na faculdade, você deve estar preparado para aproveitar ao máximo tudo que o ensino superior tem a oferecer. Siga a nossa checklist e não deixe que a procrastinação, preguiça ou indisciplina sejam obstáculos ao seu futuro profissional!

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Qual a melhor hora para começar a empreender?

Uma das maiores vantagens proporcionadas pelo ambiente acadêmico é a possibilidade de começar a empreender enquanto você ainda está na faculdade. Por incrível que pareça, esse é um dos melhores momentos para dar início ao seu próprio negócio e se destacar no mercado.

O empreendedorismo é uma das principais atividades responsáveis pelo movimento da economia. Se você tem uma boa ideia e quer colocá-la em prática, não perca mais tempo! Veja a seguir como o ambiente acadêmico pode ajudar a transformar uma pequena ideia em um grande negócio!

Ambiente propício ao empreendedorismo

Durante o ensino superior, o aluno terá à sua disposição uma infinidade de recursos que podem ajudá-lo a colocar suas ideias em prática. Por isso, é importante saber como usar tudo isso ao seu favor.

Com a ajuda de professores experientes, você pode, por exemplo, usar os laboratórios de pesquisa para fazer alguns testes e experiências com produtos ou tecnologias que você pensa em desenvolver. É possível também usar os laboratórios de informática para aprofundar seu conhecimento sobre códigos de programação e dar início a um projeto.

A biblioteca da instituição está à sua disposição para fazer pesquisas e incrementar os estudos. Um aluno com espírito empreendedor deve estar sempre com um livro em mãos, com o objetivo de ampliar cada vez mais os seus conhecimentos.

Além disso, diversas faculdades também contam com incubadoras universitárias, que oferecerem equipamentos, salas e apoio para incentivar os alunos a iniciarem seus projetos de empreendedorismo. Use e abuse desse ambiente para colocar suas ideias em prática. A infraestrutura das universidades oferece uma oportunidade única aos estudantes que não pode ser desperdiçada!

Contato com colegas e professores

Além da sua infraestrutura, a faculdade também permite que os estudantes comecem a formar seu networking desde cedo, o que pode gerar parcerias e contatos valiosos para o futuro.

A rede de contatos é essencial para quem deseja começar a empreender, pois dificilmente um grande negócio consegue ser sustentado por apenas uma pessoa. Por isso, não hesite em socializar com aqueles colegas que demonstrem ter os mesmos interesses que você. Existem grandes chances de vocês começarem um projeto juntos.

Aproveite também a oportunidade de interagir com os professores que, muitas vezes, são profissionais renomados no mercado. As dicas e sugestões que esses acadêmicos têm a oferecer podem fazer toda a diferença na estruturação do seu futuro empreendimento.

Participar de projetos de pesquisa, monitorias e iniciação científica é uma ótima forma de estreitar laços com os professores, pois faz com que eles enxerguem você como um estudante engajado e disciplinado. Portanto, aproveite essas oportunidades para se aproximar dos docentes e conseguir o máximo de apoio possível.

Conciliação entre teoria e prática

O conhecimento transmitido pelos professores na sala de aula é de extrema importância para aqueles que querem começar a empreender. Afinal, não há ninguém melhor para ensinar como funciona o mercado do que um profissional experiente e especializado. Então aproveite tudo que as disciplinas do curso têm a oferecer.

Como o conteúdo das aulas é muito teórico, você também precisa aliá-los à prática para ganhar experiência. Por isso, é importante fazer estágios ou oficinas durante a faculdade. São nessas atividades que você vai aplicar todo o conhecimento adquirido e verificar como eles funcionam no “mundo real”.

Nunca se esqueça de que a faculdade é um local de aprendizado. Portanto, erros e dúvidas são normais. Não hesite em buscar a ajuda de professores ou coordenadores caso você se sinta inseguro na hora de dar início a um projeto, pois eles estão ali justamente para ajudá-lo e guiá-lo em direção ao sucesso.

Dicas para começar a empreender na faculdade

Se você ainda tem dúvidas de que o curso superior é o melhor momento para dar início a um empreendimento, saiba que grandes negócios dos dias atuais surgiram como pequenos projetos na faculdade. Alguns exemplos disso são:

  • Facebook: foi criado por Mark Zuckerberg enquanto estudava na Universidade de Harvard. De início, era apenas uma brincadeira entre amigos, mas acabou se tornando um negócio bilionário.

  • Google: desenvolvido por Larry Page e Sergey Brin enquanto estudavam na Universidade de Stanford, o que era um simples sistema de buscas na internet acabou se tornando uma empresa multibilionária, expandindo-se para diversos setores.

  • Dell: uma das maiores empresas de hardware para computadores surgiu quando Michael Dell, seu fundador, começou a montar os equipamentos em seu dormitório na Universidade do Texas para vendê-los.

Diante desses e de muitos outros exemplos, dá para perceber como a faculdade pode prover os incentivos e conhecimentos necessários para colocar grandes ideias em prática. Veja a seguir algumas dicas para aproveitar ao máximo esse momento da vida:

1. Saiba conciliar os estudos com o trabalho

Por mais que seja interessante dar vida a um projeto de negócio durante a faculdade, você não deve deixar os estudos de lado. Caso contrário, acabará sendo reprovado nas disciplinas, perdendo tempo e dinheiro.

Saber conciliar os estudos com seus projetos pessoais é essencial para não ficar estressado durante a faculdade e não perder o foco em nenhuma das duas atividades.

2. Monte uma empresa júnior

Empresas juniores são iniciativas fundadas e gerenciadas por estudantes de um determinado curso enquanto ainda estão na faculdade. Seu objetivo é prestar serviços à comunidade ou corporações específicas a um preço muito atrativo, afinal, ela é composta por colaboradores que ainda estão aprendendo.

Para poder funcionar, uma empresa júnior deve ter a supervisão de um professor que deverá orientar os estudantes para que entendam como funciona um negócio na prática. Por isso, é uma excelente oportunidade para dar início a um projeto e ampliar seus conhecimentos práticos.

3. Seja proativo

Na faculdade, os professores não vão ficar no seu pé, exigindo disciplina, estudo e resultados. Portanto, para se destacar, é preciso que você tenha a iniciativa de correr atrás de oportunidades. Lembre-se de que você é o principal responsável por sua formação profissional.

Dessa forma, socialize com professores e colegas, procure oportunidades de estágio, faça projetos de pesquisa, participe de palestras e seminários, enfim, movimente-se para conseguir aquilo que deseja. Grandes empreendedores nunca ficam parados esperando que oportunidades caiam do céu, eles criam suas próprias oportunidades.

4. Crie uma startup

Um modelo de negócio que está cada vez mais popular são as startups, empreendimentos renováveis com possibilidade de gerar grandes lucros. É muito comum que uma startup surja a partir de uma ideia colocada em prática durante o curso superior.

Como já falamos, hoje em dia, muitas faculdades possuem incubadoras de empresas que oferecem local, infraestrutura, equipamentos e incentivo suficientes para que os estudantes consigam começar a empreender com uma grande vantagem. Portanto, aproveite essa oportunidade!

5. Vá além da faculdade

Por mais que a faculdade possa dar o empurrão inicial para você começar um empreendimento, é preciso procurar por capacitações e oportunidades além dela. Caso contrário, você acabará ficando estagnado.

Dessa forma, busque experiências dentro do próprio mercado, faça um intercâmbio, interaja com profissionais bem-sucedidos, frequente cursos complementares etc. Quanto mais experiência você adquirir, maiores são as chances de alavancar seu negócio.

Começar a empreender durante a faculdade não é uma tarefa fácil. É preciso ter dedicação e persistência. Por isso, nunca desista e tente se aprimorar ao máximo. Com muita dedicação e tempo investido, você, com certeza, conseguirá transformar suas ideias em grandes negócios!

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6 provas de que você precisa usar o LinkedIn melhor

Pode parecer mentira, mas acredite: muitos profissionais que estão ativos, assim como pessoas que estão investindo numa formação acadêmica completa com uma pós-graduação, não sabem usar o LinkedIn como se deve. Como resultado, não aproveitam uma série de oportunidades de alavancar a carreira que ele oferece.

Pensando nisso, preparamos um post especial para você conferir as provas do porquê deve usá-lo melhor, como fazer isso na prática e quais erros não cometer na plataforma. Confira!

Quais as provas que mostram a importância do LinkedIn

O LinkedIn é a maior rede social responsável por conectar profissionais, recrutadores e empresas em um ambiente virtual. É um espaço que você dispõe para investir no marketing pessoal e, acima de tudo, divulgar suas habilidades, competências e experiências para o mercado de trabalho.

Não é à toa que muitos usuários pesquisam (e encontram) vagas de empregos nele, ficam por dentro de novidades do setor em que atuam e compartilham meios de se atualizar e continuar em constante aprendizado. Porém, as vantagens desse site não acabam aí. Abaixo, nós reunimos três provas que só comprovam a importância dele:

  • permite você ampliar o seu networking e aumentar a rede de contatos em âmbito local, nacional e internacional;

  • facilita a conexão com possíveis colaboradores ou mesmo parceiros para futuros negócios e investimentos;

  • torna mais acessível o acesso às informações de recrutamento e seleção de empresas multinacionais — o que é excelente quando você sonda oportunidades de mudança de área, por exemplo.

Como usar o LinkedIn melhor

Fique por dentro de algumas maneiras de otimizar o uso da plataforma e torná-la sua grande aliada para uma carreira de sucesso:

1. Mantenha-se ativo na rede

Não basta apenas ter um perfil no LinkedIn. Ao contrário, é preciso estar ativo e se fazer notar na rede. Por isso, não se contente em ser somente mais uma mera conexão para amigos, colegas de trabalho ou mesmo potenciais parceiros. Procure interagir e se engajar com as notícias, conquistas e publicações dos seus contatos.

Por exemplo, viu uma discussão no seu feed sobre o mercado de trabalho, as especializações em alta no seu campo de atuação ou a abertura das inscrições para um evento na sua cidade? Então participe dela! Além disso, não se acanhe e crie as suas próprias discussões e estimule outros profissionais a se envolverem com a sua página.

2. Produza conteúdo

Sabia que o LinkedIn, além das funções de publicar e compartilhar fotos, matérias, vídeos e textos, também disponibiliza a opção de escrever um ou mais artigos para todas as suas conexões? Sim, você não leu errado: ele permite que o seu perfil se torne uma fonte de conteúdo sobre o tema que desejar, como a sua área de formação.

Ou seja, você tem a oportunidade de falar sobre a profissão que segue, as perspectivas para quem planeja trilhar a mesma carreira, o crescimento do mercado de trabalho ou, quem sabe, abordar temas mais acadêmicos relacionados a ela ao mesmo tempo que constrói (e projeta) uma imagem de autoridade na plataforma.

3. Participe de grupos

Outra maneira de melhorar a sua experiência como usuário do LinkedIn é participar dos grupos existentes no site. Com eles, você tem a oportunidade de debater e se atualizar acerca de diferentes assuntos com outros profissionais do meio, encontrar vagas e recomendações de empregos, entrar em contato com outros perfis sem que eles sejam necessariamente suas conexões etc.

Para isso, basta localizar aqueles que são, de fato, relevantes para você por meio de indicações de amigos e colegas ou aspectos associados ao seu local de atuação, como cidade, empresa, interesses, competências, prêmios e afins.

4. Inclua amostras das suas conquistas, projetos e prêmios

Ao longo da sua trajetória, seja no trabalho, seja na faculdade (graduação e pós-graduação), você participou de pesquisas, cursos, projetos ou criação de patente que lhe renderam algum reconhecimento ou prêmio? Então não apenas mencione-os, como também inclua amostras deles no seu perfil.

Essa é uma forma de atestar o que diz e dar um respaldo maior à sua página. Portanto, separe um tempo para coletar tudo o que for preciso e upar para o site, como certificados, diplomas, resumos online de publicações científicas e por aí vai.

5. Customize a URL do seu perfil público

Nada pior do que estar construindo um networking em um workshop, oficina ou palestra, por exemplo, alguém pedir a URL do seu perfil público para adicioná-lo e você simplesmente não conseguir dar essa informação, não é mesmo?

Isso acontece porque, como via de regra, os perfis públicos contam não apenas com o nome do usuário, mas também uma série de letras e números — o que dificulta a memorização.

Logo, se a pessoa não encontrá-lo pesquisando pelo nome, pode ser provável que ela não consiga adicioná-lo e, com isso, seja jogada fora uma grande oportunidade que poderia alavancar a sua carreira. Por esse motivo, facilite esse processo customizando a URL de maneira simples e objetiva e torne-se mais facilmente localizável.

6. Crie uma versão do seu perfil em outro idioma

Domina outra língua, como o inglês, o espanhol ou o francês? Então aproveite as funcionalidades que próprio LinkedIn oferece e crie uma versão do seu perfil em um segundo idioma. Isso aumenta as chances de estabelecer contatos com profissionais de outros países e pode ser o pontapé inicial para quem deseja seguir carreira no exterior.

Quais erros não devem ser cometidos na rede

Já falamos sobre como usar o LinkedIn de uma maneira mais otimizada e o resultado que essa ação pode trazer para a sua vida profissional. Agora, vamos abordar aqueles erros que devem ser evitados para não comprometer a sua imagem online e minar suas chances de se destacar no mercado de trabalho. Veja:

  • adicionar uma foto pouco profissional ao seu perfil;

  • possuir uma ou mais seções do site (experiência, formação acadêmica, interesses etc.) em branco;

  • ter diversos erros de português ao longo do resumo e demais dados;

  • omitir ou inventar informações;

  • transformar a rede — que é estritamente profissional — em um local para desabafos, palanque eleitoral, comentários preconceituosos etc.

Como você viu, usar o LinkedIn vai muito além de expandir sua presença online. Afinal, essa é a plataforma perfeita para divulgar seu trabalho e conhecimento, fazer networking, construir uma sólida rede profissional e conquistar oportunidades que vão alavancar a sua carreira. Por isso, não deixe de tirar o melhor proveito dela!

E se você gostou de saber mais a respeito do LinkedIn, não deixe de compartilhar este post com seus amigos nas redes sociais!

Engenharia química vs. engenharia de petróleo: qual a diferença?

Há alguns anos, não havia muitas razões para ter tantas dúvidas em relação a qual carreira escolher, não é mesmo? Mas, agora, é preciso ficar mais atento a detalhes que diferenciam uma área de outra, como no caso da Engenharia Química e da Engenharia de Petróleo.

Apesar das duas apresentarem algumas semelhanças, é fundamental que os interessados se atentem às diferenças antes de tomarem suas decisões sobre qual curso superior escolher.

Quer saber mais? Não deixe de conferir o post a seguir para entender melhor sobre o assunto!

Engenharia Química

O engenheiro químico é o responsável por projetar, construir e/ou operar as instalações de uma indústria química — dentre elas as de petróleo e derivados, alimentos, papel, produtos agrícolas, polímeros, entre outras. Suas funções estão ligadas às transformações físico-químicas que criam produtos em escala industrial.

Sendo assim, o papel de um curso superior nessa área é prover toda a base de conhecimento para que o profissional possa atuar nesse ramo, incluindo ainda a capacitação para áreas de gerência.

Para isso, a grade curricular deve ser composta pelas disciplinas tradicionais dos cursos de Engenharia (ex: Cálculo, Física, Álgebra, Estatística etc.) e também de algumas matérias específicas, como:

  • Química Inorgânica; 
  • Química Orgânica;
  • Química Experimental;
  • Ciências dos Materiais;
  • Eletroquímica e Corrosão;
  • Cálculo de Reatores;
  • Processos Industriais Bioquímicos;
  • Projeto de Processos;
  • Operações Unitárias.

Normalmente, em 5 anos de estudo, é possível concluir a formação como bacharel, junto às horas de atividades complementares, ao estágio supervisionado e à apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso.

Perfil do profissional

De maneira geral, um profissional da área deve investir em habilidades como alto nível de concentração, boa capacidade de raciocínio e curiosidade para pesquisar sempre sobre as melhores técnicas para aperfeiçoar seu trabalho.

Deve ser bem familiarizado com as disciplinas básicas para aplicar seu conhecimento teórico na prática diária das suas atividades. Deve também saber lidar com as ferramentas de informática e buscar aprimorar suas características interpessoais, principalmente se quiser alcançar cargos de liderança.

O conhecimento de outros idiomas e a constante disposição para aprender o ajudará a manter-se atualizado de acordo com a evolução do mercado. O interesse pelas questões relacionadas à preservação do meio ambiente também pode ser considerado como um fator diferencial para o profissional atualmente.

Perspectivas da carreira

O mercado de trabalho para o engenheiro químico é bastante atrativo. Os variados tipos de indústria sempre precisam de um bom profissional na área para comandar suas atividades, além de pesquisar e desenvolver métodos cada vez mais eficientes.

Alguns dos setores de maior destaque são os de combustíveis, farmacêuticos, cosméticos, tintas e alimentos. Mas, recentemente, o segmento ambiental tem ganhado muita importância, sobretudo pelo intuito de reduzir os impactos desse tipo de indústria.

Logo, dedicar-se às questões como tratamento de resíduos, fontes de energia renováveis e reaproveitamento de matérias-primas pode render boas oportunidades. Outra informação relevante é que a região sudeste concentra as maiores fábricas, sendo que o estado de São Paulo é o mais forte na produção química.

Segundo a Catho, a média salarial no Brasil para a área é de aproximadamente R$ 5.848,61. Entre as outras possibilidades profissionais, estão ainda a carreira acadêmica (que geralmente requer cursos de mestrado e doutorado) e as consultorias especializadas.

Engenharia de Petróleo

Por sua vez, o engenheiro de petróleo pode atuar em todas as fases da cadeia de produção de combustíveis — como o próprio petróleo, o gás natural ou os biocombustíveis.

Além de planejar e coordenar essa produção, ele pode ser responsável ainda pela pesquisa de novas jazidas, preocupando-se desde a exploração até as etapas de refino, transporte, comercialização, logística etc.

A grande diferença nesse sentido é que a Engenharia de Petróleo é uma área mais específica que a Engenharia Química. A primeira aprofunda mais o seu conhecimento, estudando conteúdos como Geofísica e Mineração, enquanto a outra não precisa ficar restrita a trabalhar com os subprodutos do petróleo (já que a indústria química é mais ampla).

Da mesma forma, o curso de nível superior tem duração média de 5 anos, com os mesmos pré-requisitos da Engenharia Química para concluir a formação. A matriz curricular também apresenta disciplinas semelhantes, sendo que dentre as mais específicas estão, por exemplo:

  • Geologia;
  • Geofísica Aplicada à Extração de Petróleo;
  • Engenharia de Reservatório;
  • Perfuração;
  • Fluidos de Perfuração;
  • Engenharia de Gás Natural;
  • Caracterização de Produtos de Petróleo;
  • Economia do Petróleo;
  • Projetos de Óleo e Gás.

Perfil do profissional

Em primeiro lugar, não dá para desconsiderar nesse tipo de perfil o interesse pela área de exatas e especificamente pela cadeia produtiva do petróleo — coisas que sempre farão parte do dia a dia do profissional.

Outra característica é que muitas vezes o engenheiro de petróleo terá que lidar com a pressão natural desse tipo de trabalho e com responsabilidades muito grandes, o que exige preparação técnica e emocional.

Nessa área, o domínio de outra língua (especialmente o inglês) tem um peso ainda maior devido ao forte contato com empresas internacionais, softwares estrangeiros e referências na língua inglesa.

Para aqueles que optam pelo trabalho embarcado, disposição e coragem para enfrentar alguns riscos pode ser um diferencial, assim como disponibilidade para ficar alguns dias em alto-mar (longe de casa, da família, dos amigos etc.).

Perspectivas da carreira

Há espaço nas empresas públicas e privadas dos setores comercial, primário, industrial e de serviços. As oportunidades por aqui estão muito ligadas à expansão da exploração de petróleo no Brasil e no mundo, sendo que, por aqui, os concursos da Petrobras costumam atrair muitos candidatos.

Contudo, muitos profissionais com essa formação atuam em outros países, aproveitando boas vagas oferecidas por grandes empresas multinacionais que trabalham no ramo petrolífero.

Em geral, não há grandes dificuldades para o profissional com um diploma na área, já que não há tanta mão de obra especializada. No mercado brasileiro, os estados do Rio de Janeiro e São Paulo são os que mais oferecem vagas nas indústrias de petróleo e gás, mas em praticamente toda a costa é possível encontrar algumas chances.

De acordo com a pesquisa da Catho, a média salarial do engenheiro especialista em petróleo é ainda maior e chega a R$ 11.117,84 no Brasil.

Por fim, o ideal é mesmo rever os interesses e analisar o mercado para facilitar a sua escolha. Como são áreas exigentes e bem específicas, vale levar em consideração não só as aspirações profissionais como os talentos e habilidades para cada uma. 

E então, entendeu mais sobre as principais diferenças entre Engenharia Química e Engenharia de Petróleo? Se quiser tirar outras dúvidas ou conhecer melhor os nossos cursos, não deixe de entrar em contato conosco!